Tag: Bíblia

  • Por que as igrejas não pagam impostos no Brasil?

    Por que as igrejas não pagam impostos no Brasil?

    No Brasil, as igrejas são consideradas entidades sem fins lucrativos e, por isso, estão isentas de pagar impostos sobre suas rendas e patrimônios.

    Essa isenção está prevista na Constituição Federal de 1988, no artigo 150, que proíbe a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios de instituir impostos sobre templos de qualquer culto.

    A justificativa para essa isenção é que as igrejas prestam um serviço social e cultural à população, promovendo a assistência, a educação, a caridade e a liberdade religiosa. Além disso, as igrejas contribuem para o desenvolvimento econômico do país, gerando empregos e movimentando recursos.

    No entanto, essa isenção também é alvo de críticas e polêmicas. Alguns argumentam que as igrejas deveriam pagar impostos como qualquer outra instituição, pois muitas delas possuem grandes fortunas e lucram com a exploração da fé alheia. Outros defendem que a isenção fere o princípio da laicidade do Estado, que deveria ser neutro em relação às religiões.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Essa isenção está prevista na Constituição Federal de 1988, no artigo 150, que proíbe a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios de instituir impostos sobre templos de qualquer culto.

    A justificativa para essa isenção é que as igrejas prestam um serviço social e cultural à população, promovendo a assistência, a educação, a caridade e a liberdade religiosa. Além disso, as igrejas contribuem para o desenvolvimento econômico do país, gerando empregos e movimentando recursos.

    No entanto, essa isenção também é alvo de críticas e polêmicas. Alguns argumentam que as igrejas deveriam pagar impostos como qualquer outra instituição, pois muitas delas possuem grandes fortunas e lucram com a exploração da fé alheia. Outros defendem que a isenção fere o princípio da laicidade do Estado, que deveria ser neutro em relação às religiões.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • O primeiro livro impresso e a nova geração de leitores

    A respeito de questão levantada por uma mãe, em reunião de pais da Catequese, relativa à necessidade de se ensinar às crianças o manuseio e leitura da Bíblia, gostaria de apresentar alguns pontos baseados em estudos de especialistas em Literatura.

    A Bíblia, apresentada em forma de livro (papel, tinta, capa) já passou a ser difundida por meio de processos eletrônicos. É claro que, se ela não se manifestar pelos vários suportes que acompanham a evolução do mundo, a Palavra de Deus perder-se-á no tempo.

    Alguns estudiosos consideram que estamos na era do “Fim do livro”, o que não significa o “Fim de leitores”. De acordo com a história, sabe-se que a escrita evoluiu da inscrição em barro, metal, pedra, pergaminho (pele de carneiro), papiros, rolos, códices, até chegar aos livros. Foi com o lançamento do primeiro exemplar impresso da Bíblia, que Gutemberg, inventor da imprensa, inaugurou a era do livro, em 1450.

    Portanto, mudanças não determinam rupturas, mas sim, continuidade, desde que ocorram adaptações. Hoje temos computadores, celulares, e-book. Com relação à Bíblia, o que muda é o objeto material usado para difundir a Palavra de Deus. A Mensagem, no entanto, permanece imutável, atual e verdadeira.

    Pois bem, não podemos nos esquivar diante dos avanços tecnológicos, sob o risco de distanciarmos cada vez mais, da nova geração nascida e educada na era virtual. Esses leitores, mais do que nunca, podem desfrutar de largo acesso, em seus computadores e celulares, de textos bíblicos, que se apresentam expressos não só por palavras, mas também por atraentes imagens.

    Cabe à catequese instruir sobre o manuseio da versão impressa da Bíblia (tarefa nada interessante para as crianças), mas, deve, principalmente, incentivar os pais, para que junto com seus filhos procurem em sites cristãos, textos e imagens (filmes, vídeos) representativos da Sagrada Escritura, bem mais fascinantes ao olhar da nova geração. Basta acessar o Google e digitar “Bíblia”.

    Teresinha Gema Lins Brandão Chaves
    Doutora em Literatura pela USP e catequista de crianças.