Tag: Brasil

  • Poliomielite: por que vacinar é essencial para evitar o retorno da doença

    Poliomielite: por que vacinar é essencial para evitar o retorno da doença

    A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença grave que pode causar sequelas permanentes ou até mesmo a morte.

    Embora o Brasil tenha sido certificado como livre da poliomielite em 1994, a queda na cobertura vacinal nos últimos anos aumenta o risco de reintrodução do vírus no país.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022, apenas 72% das crianças menores de 5 anos receberam a vacina contra a pólio, bem abaixo da meta de 90% a 95%. A vacina é a única forma de prevenir a doença e deve ser aplicada em duas formas: inativada (injeção) aos 2, 4 e 6 meses de idade e oral (gotinha) aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

    A importância da vacinação pode ser ilustrada pelo depoimento da médica Rivia Ferraz, de 51 anos, que contraiu a poliomielite aos 9 meses de idade por não ter sido vacinada. Ela teve que passar por 14 cirurgias para conseguir caminhar com uma prótese na perna direita. “Passei por muitas dores e ainda as sinto, tive que vencer barreiras e a acessibilidade, tudo isso por conta de uma não vacinação”, disse.

    A poliomielite é causada por um vírus que se transmite por via fecal-oral ou por água ou alimentos contaminados. Ele se multiplica no intestino e pode atacar o sistema nervoso, causando paralisia flácida nos membros ou nas partes do cérebro que controlam a respiração. A maioria das infecções não produz sintomas, mas em alguns casos pode haver febre, dor de cabeça, vômito e rigidez no pescoço.

    A doença ainda não foi erradicada em alguns países da África e da Ásia, o que representa uma ameaça para o Brasil, que recebe imigrantes e refugiados de diversas regiões. Em 2022, um caso foi confirmado em Loreto, no Peru, país vizinho ao Brasil. Por isso, é fundamental manter as altas coberturas vacinais e evitar que o vírus volte a circular por aqui.

    A vacina contra a poliomielite está disponível em todos os centros públicos de saúde e pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do calendário do Ministério da Saúde. Em São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde tem realizado diversas ações para aumentar a vacinação na maior cidade do país, como horários estendidos nas salas de vacinação, declaração de vacinação atualizada nas escolas e vacinação nas escolas.

    Vacinar seus filhos é um ato de amor e de responsabilidade social. Não deixe de protegê-los contra a poliomielite e outras doenças que podem ser prevenidas com vacinas. Procure o serviço de saúde mais próximo e leve a caderneta de vacinação.

    Fonte: Link 1, Link 2.

    Embora o Brasil tenha sido certificado como livre da poliomielite em 1994, a queda na cobertura vacinal nos últimos anos aumenta o risco de reintrodução do vírus no país.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022, apenas 72% das crianças menores de 5 anos receberam a vacina contra a pólio, bem abaixo da meta de 90% a 95%. A vacina é a única forma de prevenir a doença e deve ser aplicada em duas formas: inativada (injeção) aos 2, 4 e 6 meses de idade e oral (gotinha) aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

    A importância da vacinação pode ser ilustrada pelo depoimento da médica Rivia Ferraz, de 51 anos, que contraiu a poliomielite aos 9 meses de idade por não ter sido vacinada. Ela teve que passar por 14 cirurgias para conseguir caminhar com uma prótese na perna direita. “Passei por muitas dores e ainda as sinto, tive que vencer barreiras e a acessibilidade, tudo isso por conta de uma não vacinação”, disse.

    A poliomielite é causada por um vírus que se transmite por via fecal-oral ou por água ou alimentos contaminados. Ele se multiplica no intestino e pode atacar o sistema nervoso, causando paralisia flácida nos membros ou nas partes do cérebro que controlam a respiração. A maioria das infecções não produz sintomas, mas em alguns casos pode haver febre, dor de cabeça, vômito e rigidez no pescoço.

    A doença ainda não foi erradicada em alguns países da África e da Ásia, o que representa uma ameaça para o Brasil, que recebe imigrantes e refugiados de diversas regiões. Em 2022, um caso foi confirmado em Loreto, no Peru, país vizinho ao Brasil. Por isso, é fundamental manter as altas coberturas vacinais e evitar que o vírus volte a circular por aqui.

    A vacina contra a poliomielite está disponível em todos os centros públicos de saúde e pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do calendário do Ministério da Saúde. Em São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde tem realizado diversas ações para aumentar a vacinação na maior cidade do país, como horários estendidos nas salas de vacinação, declaração de vacinação atualizada nas escolas e vacinação nas escolas.

    Vacinar seus filhos é um ato de amor e de responsabilidade social. Não deixe de protegê-los contra a poliomielite e outras doenças que podem ser prevenidas com vacinas. Procure o serviço de saúde mais próximo e leve a caderneta de vacinação.

    Fonte: Link 1, Link 2.

  • Como colocar rastreador no carro de graça: dicas e passos

    Como colocar rastreador no carro de graça: dicas e passos

    Você sabia que é possível rastrear o seu carro com GPS sem gastar nada? Isso mesmo, com um celular Android e um aplicativo gratuito, você pode monitorar a localização do seu veículo em tempo real.

    O primeiro passo é baixar o aplicativo SpySat na Google Play Store. Esse aplicativo permite que você use o seu celular como um rastreador de carros. Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta no site https://spysat.eu para poder acessar o serviço de rastreamento.

    Em seguida, você precisa adicionar o dispositivo móvel que será usado como rastreador no site. Para isso, basta entrar no aplicativo com os seus dados de login do SpySat e seguir as instruções na tela.

    Agora, você precisa colocar o celular no carro que deseja rastrear. O ideal é que o aparelho esteja conectado a uma fonte de energia ou tenha uma bateria reserva, pois o aplicativo consome bastante energia.

    Pronto, agora você pode acompanhar a posição do seu carro pelo site SpySat. Você pode ver o histórico de movimentos, a velocidade, a direção e outras informações sobre o veículo.

    Outra opção para rastrear o seu carro de graça é usar o aplicativo FamiSafe. Esse aplicativo é voltado para o controle parental, mas também pode ser usado para monitorar o seu veículo. Para isso, você precisa instalar o FamiSafe em dois celulares: um que ficará no carro e outro que será usado para rastrear.

    Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta FamiSafe e vincular os dois dispositivos. Você pode escolher qual será o celular do pai e qual será o do filho.

    A partir daí, você pode ver a localização do seu carro pelo celular do pai. Você também pode receber alertas de geofencing, que são áreas delimitadas que você pode definir para receber notificações quando o carro entrar ou sair delas.

    Essas são duas formas simples e gratuitas de colocar um rastreador no seu carro. Com elas, você pode aumentar a segurança do seu veículo e ter mais tranquilidade.

    O primeiro passo é baixar o aplicativo SpySat na Google Play Store. Esse aplicativo permite que você use o seu celular como um rastreador de carros. Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta no site https://spysat.eu para poder acessar o serviço de rastreamento.

    Em seguida, você precisa adicionar o dispositivo móvel que será usado como rastreador no site. Para isso, basta entrar no aplicativo com os seus dados de login do SpySat e seguir as instruções na tela.

    Agora, você precisa colocar o celular no carro que deseja rastrear. O ideal é que o aparelho esteja conectado a uma fonte de energia ou tenha uma bateria reserva, pois o aplicativo consome bastante energia.

    Pronto, agora você pode acompanhar a posição do seu carro pelo site SpySat. Você pode ver o histórico de movimentos, a velocidade, a direção e outras informações sobre o veículo.

    Outra opção para rastrear o seu carro de graça é usar o aplicativo FamiSafe. Esse aplicativo é voltado para o controle parental, mas também pode ser usado para monitorar o seu veículo. Para isso, você precisa instalar o FamiSafe em dois celulares: um que ficará no carro e outro que será usado para rastrear.

    Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta FamiSafe e vincular os dois dispositivos. Você pode escolher qual será o celular do pai e qual será o do filho.

    A partir daí, você pode ver a localização do seu carro pelo celular do pai. Você também pode receber alertas de geofencing, que são áreas delimitadas que você pode definir para receber notificações quando o carro entrar ou sair delas.

    Essas são duas formas simples e gratuitas de colocar um rastreador no seu carro. Com elas, você pode aumentar a segurança do seu veículo e ter mais tranquilidade.

  • O que é Cide e como ela afeta a economia brasileira?

    O que é Cide e como ela afeta a economia brasileira?

    A Cide é uma sigla para Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, um tipo de tributo que a União pode cobrar sobre determinados setores da economia, com o objetivo de corrigir distorções, prevenir abusos ou fomentar o desenvolvimento desses setores.

    A Cide tem natureza extrafiscal, ou seja, não visa apenas arrecadar recursos, mas também influenciar o comportamento dos agentes econômicos. Além disso, a Cide tem arrecadação vinculada, ou seja, os recursos devem ser aplicados em finalidades específicas relacionadas ao setor tributado.

    Existem vários tipos de Cide no Brasil, mas os mais conhecidos são a Cide-combustíveis, que incide sobre a importação e a comercialização de gasolina, diesel, querosene de aviação e outros derivados de petróleo; a Cide-royalties, que incide sobre a remessa de royalties e outras compensações pagas ao exterior por uso ou exploração de direitos intelectuais; e o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), que incide sobre o frete cobrado pelo transporte aquaviário de mercadorias na navegação de longo curso, cabotagem e interior.

    A Cide tem impactos econômicos diversos, dependendo do setor afetado. Em geral, ela aumenta o custo de produção e pode ser repassada aos preços finais dos bens e serviços, afetando os consumidores. Por outro lado, ela também pode gerar receitas para investimentos públicos em infraestrutura, educação, pesquisa e desenvolvimento, entre outras áreas. No entanto, nem sempre a Cide é aplicada de forma eficiente e transparente pelo governo, podendo gerar distorções e ineficiências na alocação dos recursos.

    A Cide tem natureza extrafiscal, ou seja, não visa apenas arrecadar recursos, mas também influenciar o comportamento dos agentes econômicos. Além disso, a Cide tem arrecadação vinculada, ou seja, os recursos devem ser aplicados em finalidades específicas relacionadas ao setor tributado.

    Existem vários tipos de Cide no Brasil, mas os mais conhecidos são a Cide-combustíveis, que incide sobre a importação e a comercialização de gasolina, diesel, querosene de aviação e outros derivados de petróleo; a Cide-royalties, que incide sobre a remessa de royalties e outras compensações pagas ao exterior por uso ou exploração de direitos intelectuais; e o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), que incide sobre o frete cobrado pelo transporte aquaviário de mercadorias na navegação de longo curso, cabotagem e interior.

    A Cide tem impactos econômicos diversos, dependendo do setor afetado. Em geral, ela aumenta o custo de produção e pode ser repassada aos preços finais dos bens e serviços, afetando os consumidores. Por outro lado, ela também pode gerar receitas para investimentos públicos em infraestrutura, educação, pesquisa e desenvolvimento, entre outras áreas. No entanto, nem sempre a Cide é aplicada de forma eficiente e transparente pelo governo, podendo gerar distorções e ineficiências na alocação dos recursos.

  • Imposto extra para games: uma ameaça ao mercado brasileiro?

    Imposto extra para games: uma ameaça ao mercado brasileiro?

    O mercado de games é um dos que mais crescem no mundo e tem grande potencial para gerar empregos e fomentar a economia.

    No entanto, ainda não há um marco legal que regulamente o setor no Brasil, o que gera incertezas e dificuldades para as empresas do segmento. A criação do Projeto de Lei (PL) 2796/21 é um importante passo para mudar essa realidade e permitir que a indústria de games se desenvolva no país.

    O PL, de autoria do deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP), cria o marco legal para a indústria de jogos eletrônicos e para os jogos de fantasia, como Cartola e Rei do Pitaco. Em 2022, esses jogos movimentaram R$ 70 milhões no Brasil e geraram 5 mil empregos diretos. A expectativa é a de que o crescimento seja de 300% nos próximos quatro anos e crie 20 mil postos de trabalho diretos.

    No caso dos jogos eletrônicos, que são basicamente os de aplicativos, a movimentação foi de R$ 10 bilhões no ano passado, com a geração de 12 mil vagas diretas. Com a aprovação do PL, a expectativa é passar a movimentar R$ 40 bilhões por ano e contar com 50 mil empregos diretos.

    Porém, o PL ainda está em análise no Senado e pode sofrer alterações que podem prejudicar o setor. O relator do projeto, o senador Irajá (PSD-TO), disse ao portal Broadcast/Estadão que está estudando com a Receita Federal a possibilidade de criar um imposto extra para as empresas de games, similar ao que o governo já estuda para o segmento de jogos de azar, com alíquota de 15%.

    Segundo o senador, a taxa seria como uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) dos jogos e teria como objetivo garantir recursos para áreas como saúde e educação. Além disso, ele defende que o marco legal dará benefícios para as indústrias e tornará o Brasil mais atrativo para empresas estrangeiras, especialmente no desenvolvimento de novos jogos.

    No entanto, essa proposta pode gerar preocupações no setor, que já sofre com uma alta carga tributária e enfrenta dificuldades para competir com outros países. A criação de um imposto extra pode encarecer os produtos e serviços oferecidos pelas empresas de games e desestimular os investimentos e a inovação na área.

    Por isso, é preciso avaliar com cuidado os impactos dessa medida e buscar um equilíbrio entre a arrecadação do governo e o desenvolvimento da indústria de games no Brasil. O setor tem muito a contribuir para a economia e a cultura do país, mas precisa de um ambiente favorável para crescer e se consolidar.

    O Senado estuda a criação de uma taxa de 15% sobre as empresas do setor de games, que pode afetar o crescimento e a competitividade da indústria no país.

    No entanto, ainda não há um marco legal que regulamente o setor no Brasil, o que gera incertezas e dificuldades para as empresas do segmento. A criação do Projeto de Lei (PL) 2796/21 é um importante passo para mudar essa realidade e permitir que a indústria de games se desenvolva no país.

    O PL, de autoria do deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP), cria o marco legal para a indústria de jogos eletrônicos e para os jogos de fantasia, como Cartola e Rei do Pitaco. Em 2022, esses jogos movimentaram R$ 70 milhões no Brasil e geraram 5 mil empregos diretos. A expectativa é a de que o crescimento seja de 300% nos próximos quatro anos e crie 20 mil postos de trabalho diretos.

    No caso dos jogos eletrônicos, que são basicamente os de aplicativos, a movimentação foi de R$ 10 bilhões no ano passado, com a geração de 12 mil vagas diretas. Com a aprovação do PL, a expectativa é passar a movimentar R$ 40 bilhões por ano e contar com 50 mil empregos diretos.

    Porém, o PL ainda está em análise no Senado e pode sofrer alterações que podem prejudicar o setor. O relator do projeto, o senador Irajá (PSD-TO), disse ao portal Broadcast/Estadão que está estudando com a Receita Federal a possibilidade de criar um imposto extra para as empresas de games, similar ao que o governo já estuda para o segmento de jogos de azar, com alíquota de 15%.

    Segundo o senador, a taxa seria como uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) dos jogos e teria como objetivo garantir recursos para áreas como saúde e educação. Além disso, ele defende que o marco legal dará benefícios para as indústrias e tornará o Brasil mais atrativo para empresas estrangeiras, especialmente no desenvolvimento de novos jogos.

    No entanto, essa proposta pode gerar preocupações no setor, que já sofre com uma alta carga tributária e enfrenta dificuldades para competir com outros países. A criação de um imposto extra pode encarecer os produtos e serviços oferecidos pelas empresas de games e desestimular os investimentos e a inovação na área.

    Por isso, é preciso avaliar com cuidado os impactos dessa medida e buscar um equilíbrio entre a arrecadação do governo e o desenvolvimento da indústria de games no Brasil. O setor tem muito a contribuir para a economia e a cultura do país, mas precisa de um ambiente favorável para crescer e se consolidar.

  • Governo quer fiscalizar postos de combustíveis para garantir queda nos preços

    Governo quer fiscalizar postos de combustíveis para garantir queda nos preços

    O governo federal anunciou uma nova estratégia para garantir que a redução dos preços dos combustíveis anunciada pela Petrobras chegue aos consumidores finais.

    Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) irá fiscalizar os postos de gasolina para evitar abusos e punir os infratores.

    A medida foi tomada após a Petrobras acabar com a política de Preço de Paridade de Internacional (PPI), que atrelava os preços dos combustíveis às variações do mercado internacional. Com isso, a empresa reduziu o preço médio do diesel em R$ 0,44 por litro e o da gasolina em R$ 0,40 por litro para as distribuidoras.

    O ministro afirmou que o objetivo é beneficiar o povo brasileiro com uma política nacional de preços dos combustíveis justa e competitiva. Ele também disse que a Petrobras tem que cumprir seu papel social e se tornar mais moderna e perene.


    Fonte: Link.

    Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) irá fiscalizar os postos de gasolina para evitar abusos e punir os infratores.

    A medida foi tomada após a Petrobras acabar com a política de Preço de Paridade de Internacional (PPI), que atrelava os preços dos combustíveis às variações do mercado internacional. Com isso, a empresa reduziu o preço médio do diesel em R$ 0,44 por litro e o da gasolina em R$ 0,40 por litro para as distribuidoras.

    O ministro afirmou que o objetivo é beneficiar o povo brasileiro com uma política nacional de preços dos combustíveis justa e competitiva. Ele também disse que a Petrobras tem que cumprir seu papel social e se tornar mais moderna e perene.


    Fonte: Link.

  • Genética e COVID-19: estudo pode explicar por que a COVID é fatal para algumas pessoas

    Genética e COVID-19: estudo pode explicar por que a COVID é fatal para algumas pessoas

    Um estudo publicado na revista Nature revela novas ligações entre a genética e COVID-19 e a ativação do sistema imunológico.

    A COVID-19 é uma doença que pode causar sintomas leves ou graves, dependendo de vários fatores, incluindo a genética.

    Um estudo realizado por mais de 2 mil pesquisadores analisou o DNA de mais de 24 mil pessoas que tiveram COVID-19 e precisaram de tratamento em terapia intensiva. Eles encontraram 49 sequências de DNA que estão associadas ao risco de desenvolver uma doença extremamente grave.

    O estudo, que foi publicado em 17 de maio na Nature 1, destaca o papel do sistema imunológico em alimentar as fases posteriores da COVID-19 grave. Os resultados podem contribuir um dia para o desenvolvimento de terapias para a COVID-19 e potencialmente outras doenças que causam insuficiência respiratória aguda ou sepse.

    Os pesquisadores descobriram ligações genéticas com respostas inflamatórias e a ativação de células imunológicas – processos que podem danificar os pulmões e reduzir sua capacidade de enviar oxigênio para os tecidos do corpo.

    “Isso definitivamente expande nossa compreensão dos determinantes genéticos da COVID-19 grave”, diz Brent Richards, um geneticista humano da Universidade McGill em Montreal, Canadá.

    O estudo é um dos maiores esforços para investigar como a genética pode ter contribuído para a gravidade da doença. Os pesquisadores esperam que seus achados ajudem a melhorar as opções de tratamento para a COVID-19 e outras condições em futuras pandemias.

    Fonte: Link.

    Um estudo publicado na revista Nature revela novas ligações entre a genética e COVID-19 e a ativação do sistema imunológico.

    Um estudo realizado por mais de 2 mil pesquisadores analisou o DNA de mais de 24 mil pessoas que tiveram COVID-19 e precisaram de tratamento em terapia intensiva. Eles encontraram 49 sequências de DNA que estão associadas ao risco de desenvolver uma doença extremamente grave.

    O estudo, que foi publicado em 17 de maio na Nature 1, destaca o papel do sistema imunológico em alimentar as fases posteriores da COVID-19 grave. Os resultados podem contribuir um dia para o desenvolvimento de terapias para a COVID-19 e potencialmente outras doenças que causam insuficiência respiratória aguda ou sepse.

    Os pesquisadores descobriram ligações genéticas com respostas inflamatórias e a ativação de células imunológicas – processos que podem danificar os pulmões e reduzir sua capacidade de enviar oxigênio para os tecidos do corpo.

    “Isso definitivamente expande nossa compreensão dos determinantes genéticos da COVID-19 grave”, diz Brent Richards, um geneticista humano da Universidade McGill em Montreal, Canadá.

    O estudo é um dos maiores esforços para investigar como a genética pode ter contribuído para a gravidade da doença. Os pesquisadores esperam que seus achados ajudem a melhorar as opções de tratamento para a COVID-19 e outras condições em futuras pandemias.

    Fonte: Link.

  • Remuneração do jornalismo por plataformas digitais: como é em outros países?

    Remuneração do jornalismo por plataformas digitais: como é em outros países?

    A Lupa analisou as iniciativas de regulamentação da remuneração de conteúdos jornalísticos pelas plataformas digitais em países como Austrália, União Europeia, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e França.

    A remuneração de conteúdos jornalísticos pelas plataformas digitais é um tema que tem gerado debates e polêmicas em vários países. No Brasil, o assunto foi retirado do PL 2.630/2020, conhecido como “PL das Fake News”, e será votado em separado no PL 2.370/2019, que trata de direitos autorais nas redes sociais.

    Mas como funciona a remuneração do jornalismo por plataformas digitais em outros países? A Agência Lupa analisou as iniciativas de regulamentação que foram aprovadas ou estão em tramitação em países como Austrália, União Europeia, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e França. O relatório foi baseado em um estudo inédito produzido pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e divulgado pela Agência Bori.

    O estudo mostra que não há um modelo único ou consensual para fazer essa regulamentação. As soluções adotadas variam desde a barganha direta entre veículos de comunicação e plataformas digitais até a presença mais forte do Estado ou a criação de um fundo público para o jornalismo com financiamento das big techs.

    Além disso, as iniciativas divergem ao definir quem deve pagar pela remuneração dos conteúdos jornalísticos: as plataformas digitais, os prestadores de serviços de compartilhamento de conteúdos online ou os serviços da sociedade da informação. Também há diferenças nos critérios para determinar o valor da remuneração, que pode ser fixo, proporcional ou negociado.

    Confira alguns exemplos de como é a remuneração do jornalismo por plataformas digitais em outros países:

    • Austrália: foi pioneira em regular o pagamento pelo uso de conteúdo jornalístico em plataformas digitais com o Código/Lei australiana de observância obrigatória Treasury Laws Amendment (News Media and Digital Platforms Mandatory Bargaining Code), vigente desde março de 2021. O modelo busca aumentar o poder de barganha dos jornalistas perante as plataformas digitais a partir da instituição de negociações pela remuneração do material utilizado. Se não houver acordo, há uma arbitragem compulsória conduzida por uma autoridade indicada pela Autoridade Australiana de Comunicações e Mídia. A remuneração deve ser feita pelas plataformas digitais.

    • União Europeia: aprovou em 2019 a Diretiva relativa aos direitos de autor e direitos conexos no Mercado Único Digital (Diretiva MUD), que estabelece padrões mínimos de proteção aos direitos autorais explorados por plataformas na internet. A legislação não define parâmetros de cálculo para a remuneração dos direitos autorais utilizados, mas estabelece o “princípio da remuneração adequada e proporcional” que estipula às legislações dos países-membros garantir aos titulares de direitos autorais um parâmetro de remuneração justo. A responsabilidade pela remuneração é dos prestadores de serviços de compartilhamento de conteúdos online.

    • Estados Unidos: tramita no Congresso americano desde março de 2021 o Journalism Competition and Preservation Act (JCPA), que propõe dar condições para que os produtores de conteúdo online negociem coletivamente com as plataformas digitais os termos para a divulgação remunerada de seus materiais. O projeto estabelece um prazo de 180 dias para negociação entre plataformas e os proprietários dos conteúdos. Caso não haja um acordo mutuamente benéfico, eles podem requisitar uma “arbitragem de preço final” que será conduzida por três árbitros licenciados. A remuneração deve ser feita pelas plataformas digitais.

    • Canadá: enviou para o Senado em dezembro de 2022 o Online News Act, inspirado no modelo australiano, mas com algumas modificações. O projeto regulamenta a divulgação digital de notícias por meio de empresas intermediárias. O processo de negociação consiste em uma primeira tentativa de negociação – dentro de 90 dias – sem necessidade de intervenção do Estado. Caso a negociação não seja bem sucedida, é iniciado o processo de mediação, com intervenção do Estado. A remuneração deve ser feita pelas empresas intermediadoras de notícias digitais.

    • Alemanha: alterou em 2021 o German Act on Copyright and Related Rights para proteger os direitos autorais da imprensa, dos editores e dos jornalistas da exploração pelos serviços online operados pelas plataformas digitais. A emenda garante aos autores o direito de remuneração equitativa pela exploração do conteúdo intelectual que produzem no patamar mínimo de um terço do valor auferido pelos serviços da sociedade da informação. A alteração do valor mínimo só é possível mediante acordo coletivo ou negociação sindical. A responsabilidade pela remuneração é dos serviços da sociedade da informação.

    • França: aplicou em 2020 a Lei nº 2019-775, que garante uma remuneração pela exploração, reprodução e comunicação ao público de publicações de imprensa em forma digital. A remuneração deve ser calculada com base nas receitas obtidas com a exploração ou avaliada de forma fixa. Os jornalistas têm direito a uma parte da remuneração recebida pelos editores e pelas agências de notícias das plataformas online. Embora a lei não preveja expressamente a responsabilização das empresas que administram mecanismos de buscas online, a Autoridade de Concorrência da França condenou o Google a negociar com os editores e agências franceses.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    A Lupa analisou as iniciativas de regulamentação da remuneração de conteúdos jornalísticos pelas plataformas digitais em países como Austrália, União Europeia, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e França.

    Mas como funciona a remuneração do jornalismo por plataformas digitais em outros países? A Agência Lupa analisou as iniciativas de regulamentação que foram aprovadas ou estão em tramitação em países como Austrália, União Europeia, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e França. O relatório foi baseado em um estudo inédito produzido pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e divulgado pela Agência Bori.

    O estudo mostra que não há um modelo único ou consensual para fazer essa regulamentação. As soluções adotadas variam desde a barganha direta entre veículos de comunicação e plataformas digitais até a presença mais forte do Estado ou a criação de um fundo público para o jornalismo com financiamento das big techs.

    Além disso, as iniciativas divergem ao definir quem deve pagar pela remuneração dos conteúdos jornalísticos: as plataformas digitais, os prestadores de serviços de compartilhamento de conteúdos online ou os serviços da sociedade da informação. Também há diferenças nos critérios para determinar o valor da remuneração, que pode ser fixo, proporcional ou negociado.

    Confira alguns exemplos de como é a remuneração do jornalismo por plataformas digitais em outros países:

    • Austrália: foi pioneira em regular o pagamento pelo uso de conteúdo jornalístico em plataformas digitais com o Código/Lei australiana de observância obrigatória Treasury Laws Amendment (News Media and Digital Platforms Mandatory Bargaining Code), vigente desde março de 2021. O modelo busca aumentar o poder de barganha dos jornalistas perante as plataformas digitais a partir da instituição de negociações pela remuneração do material utilizado. Se não houver acordo, há uma arbitragem compulsória conduzida por uma autoridade indicada pela Autoridade Australiana de Comunicações e Mídia. A remuneração deve ser feita pelas plataformas digitais.

    • União Europeia: aprovou em 2019 a Diretiva relativa aos direitos de autor e direitos conexos no Mercado Único Digital (Diretiva MUD), que estabelece padrões mínimos de proteção aos direitos autorais explorados por plataformas na internet. A legislação não define parâmetros de cálculo para a remuneração dos direitos autorais utilizados, mas estabelece o “princípio da remuneração adequada e proporcional” que estipula às legislações dos países-membros garantir aos titulares de direitos autorais um parâmetro de remuneração justo. A responsabilidade pela remuneração é dos prestadores de serviços de compartilhamento de conteúdos online.

    • Estados Unidos: tramita no Congresso americano desde março de 2021 o Journalism Competition and Preservation Act (JCPA), que propõe dar condições para que os produtores de conteúdo online negociem coletivamente com as plataformas digitais os termos para a divulgação remunerada de seus materiais. O projeto estabelece um prazo de 180 dias para negociação entre plataformas e os proprietários dos conteúdos. Caso não haja um acordo mutuamente benéfico, eles podem requisitar uma “arbitragem de preço final” que será conduzida por três árbitros licenciados. A remuneração deve ser feita pelas plataformas digitais.

    • Canadá: enviou para o Senado em dezembro de 2022 o Online News Act, inspirado no modelo australiano, mas com algumas modificações. O projeto regulamenta a divulgação digital de notícias por meio de empresas intermediárias. O processo de negociação consiste em uma primeira tentativa de negociação – dentro de 90 dias – sem necessidade de intervenção do Estado. Caso a negociação não seja bem sucedida, é iniciado o processo de mediação, com intervenção do Estado. A remuneração deve ser feita pelas empresas intermediadoras de notícias digitais.

    • Alemanha: alterou em 2021 o German Act on Copyright and Related Rights para proteger os direitos autorais da imprensa, dos editores e dos jornalistas da exploração pelos serviços online operados pelas plataformas digitais. A emenda garante aos autores o direito de remuneração equitativa pela exploração do conteúdo intelectual que produzem no patamar mínimo de um terço do valor auferido pelos serviços da sociedade da informação. A alteração do valor mínimo só é possível mediante acordo coletivo ou negociação sindical. A responsabilidade pela remuneração é dos serviços da sociedade da informação.

    • França: aplicou em 2020 a Lei nº 2019-775, que garante uma remuneração pela exploração, reprodução e comunicação ao público de publicações de imprensa em forma digital. A remuneração deve ser calculada com base nas receitas obtidas com a exploração ou avaliada de forma fixa. Os jornalistas têm direito a uma parte da remuneração recebida pelos editores e pelas agências de notícias das plataformas online. Embora a lei não preveja expressamente a responsabilização das empresas que administram mecanismos de buscas online, a Autoridade de Concorrência da França condenou o Google a negociar com os editores e agências franceses.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Estrogênio: um vilão mais poderoso do que se pensava no câncer de mama

    Estrogênio: um vilão mais poderoso do que se pensava no câncer de mama

    O estrogênio é um hormônio sexual feminino que tem diversas funções no organismo, como regular o ciclo menstrual, o desenvolvimento das mamas e a fertilidade.

    No entanto, o estrogênio também pode ser um fator de risco para o câncer de mama, uma das doenças mais comuns entre as mulheres.

    Segundo um estudo publicado na revista Nature em maio de 2023, o estrogênio pode ser o responsável por desencadear casos de câncer de mama que não são explicados pelo modelo clássico de desenvolvimento da doença. Esse modelo envolve uma alteração cromossômica que ativa genes relacionados ao câncer.

    Os pesquisadores da Harvard Medical School analisaram o genoma de 780 tumores de mama e descobriram que um terço deles apresentava um padrão diferente de mutação. Em vez de uma única cópia do cromossomo alterada, eles encontraram duas cópias diferentes fundidas, próximas a regiões onde o estrogênio se liga ao DNA.

    Essa fusão cromossômica resulta em uma estrutura deformada que se rompe durante a divisão celular, deixando fragmentos que contêm genes do câncer para se multiplicar e se ativar.

    Os pesquisadores também realizaram experimentos com células de câncer de mama em laboratório e confirmaram que o estrogênio pode induzir essa rearranjo genômico que leva ao câncer.

    Isso mostra que o papel do estrogênio no câncer de mama é mais direto do que se pensava. Além de estimular a proliferação das células mamárias, ele também pode alterar diretamente o reparo do DNA.

    Essa descoberta pode ter implicações para o tratamento e a prevenção do câncer de mama. Por exemplo, drogas que suprimem o estrogênio, como o tamoxifeno, podem não só reduzir o crescimento do tumor, mas também evitar que ele se forme por meio desse mecanismo.

    Além disso, a detecção da impressão digital genômica da fusão cromossômica pode alertar os oncologistas sobre a recorrência da doença em pacientes com histórico de certos tipos de câncer de mama.

    O estudo também ressalta o valor da sequenciamento do DNA e da análise cuidadosa dos dados para aprofundar a biologia do desenvolvimento do câncer.

    O estrogênio é um hormônio sexual feminino que tem diversas funções no organismo, como regular o ciclo menstrual, o desenvolvimento das mamas e a fertilidade.

    Segundo um estudo publicado na revista Nature em maio de 2023, o estrogênio pode ser o responsável por desencadear casos de câncer de mama que não são explicados pelo modelo clássico de desenvolvimento da doença. Esse modelo envolve uma alteração cromossômica que ativa genes relacionados ao câncer.

    Os pesquisadores da Harvard Medical School analisaram o genoma de 780 tumores de mama e descobriram que um terço deles apresentava um padrão diferente de mutação. Em vez de uma única cópia do cromossomo alterada, eles encontraram duas cópias diferentes fundidas, próximas a regiões onde o estrogênio se liga ao DNA.

    Essa fusão cromossômica resulta em uma estrutura deformada que se rompe durante a divisão celular, deixando fragmentos que contêm genes do câncer para se multiplicar e se ativar.

    Os pesquisadores também realizaram experimentos com células de câncer de mama em laboratório e confirmaram que o estrogênio pode induzir essa rearranjo genômico que leva ao câncer.

    Isso mostra que o papel do estrogênio no câncer de mama é mais direto do que se pensava. Além de estimular a proliferação das células mamárias, ele também pode alterar diretamente o reparo do DNA.

    Essa descoberta pode ter implicações para o tratamento e a prevenção do câncer de mama. Por exemplo, drogas que suprimem o estrogênio, como o tamoxifeno, podem não só reduzir o crescimento do tumor, mas também evitar que ele se forme por meio desse mecanismo.

    Além disso, a detecção da impressão digital genômica da fusão cromossômica pode alertar os oncologistas sobre a recorrência da doença em pacientes com histórico de certos tipos de câncer de mama.

    O estudo também ressalta o valor da sequenciamento do DNA e da análise cuidadosa dos dados para aprofundar a biologia do desenvolvimento do câncer.

  • Acesso aos dados públicos da web é essencial para a revolução da IA

    Acesso aos dados públicos da web é essencial para a revolução da IA

    A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias que mais prometem transformar a sociedade e os setores econômicos nos próximos anos.

    Mas para que a IA possa evoluir e se aprimorar, ela depende da qualidade e da quantidade dos dados que são usados para treinar os modelos. E uma das principais fontes de dados disponíveis é a web pública, ou seja, o conjunto de informações que não estão protegidas por login ou senha.

    No entanto, esse acesso aos dados públicos da web está sob ameaça, segundo um artigo publicado na revista Fortune. O autor, Or Lenchner, CEO da Bright Data, uma plataforma de coleta de dados da web, alerta que as grandes empresas de tecnologia estão tentando restringir o acesso aos dados que elas mesmas não possuem, mas que estão presentes na web pública.

    Segundo ele, isso pode prejudicar o avanço da IA e limitar a sua aplicação para o bem social. Além disso, pode afetar negativamente as operações de diversas empresas e organizações sem fins lucrativos que dependem dos dados públicos da web para realizar suas missões.

    Lenchner defende que o acesso aos dados públicos da web deve ser mantido transparente e democrático para todos, pois isso é fundamental para o desenvolvimento de uma IA alinhada com os interesses e as necessidades da humanidade.

    Mas para que a IA possa evoluir e se aprimorar, ela depende da qualidade e da quantidade dos dados que são usados para treinar os modelos. E uma das principais fontes de dados disponíveis é a web pública, ou seja, o conjunto de informações que não estão protegidas por login ou senha.

    No entanto, esse acesso aos dados públicos da web está sob ameaça, segundo um artigo publicado na revista Fortune. O autor, Or Lenchner, CEO da Bright Data, uma plataforma de coleta de dados da web, alerta que as grandes empresas de tecnologia estão tentando restringir o acesso aos dados que elas mesmas não possuem, mas que estão presentes na web pública.

    Segundo ele, isso pode prejudicar o avanço da IA e limitar a sua aplicação para o bem social. Além disso, pode afetar negativamente as operações de diversas empresas e organizações sem fins lucrativos que dependem dos dados públicos da web para realizar suas missões.

    Lenchner defende que o acesso aos dados públicos da web deve ser mantido transparente e democrático para todos, pois isso é fundamental para o desenvolvimento de uma IA alinhada com os interesses e as necessidades da humanidade.

  • Como o governo pretende reduzir o Custo Brasil em R$ 1,7 trilhão

    Como o governo pretende reduzir o Custo Brasil em R$ 1,7 trilhão

    O Custo Brasil é um termo que se refere ao conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem a produção e a prestação de serviços no país.

    Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), esse custo representa cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ou seja, R$ 1,7 trilhão.

    Para enfrentar esse problema, o governo federal quer estabelecer metas para reduzir o Custo Brasil nos próximos anos. O plano de melhorias, segundo a secretária de competitividade e política regulatória do Ministério da Economia, Andreia Macedo, estará no Plano Plurianual (PPA), que deve ser divulgado até agosto.

    O PPA é um instrumento de planejamento governamental que define as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para um período de quatro anos. Entre as áreas prioritárias para reduzir o Custo Brasil, estão a infraestrutura, a logística, a energia, o ambiente de negócios, a tributação e a desburocratização.

    O objetivo é aumentar a produtividade e a competitividade da economia brasileira, estimular o crescimento sustentável e gerar emprego e renda para a população. Segundo Andreia Macedo, o governo espera que as medidas possam reduzir o Custo Brasil em pelo menos 10% até 2025.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), esse custo representa cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ou seja, R$ 1,7 trilhão.

    Para enfrentar esse problema, o governo federal quer estabelecer metas para reduzir o Custo Brasil nos próximos anos. O plano de melhorias, segundo a secretária de competitividade e política regulatória do Ministério da Economia, Andreia Macedo, estará no Plano Plurianual (PPA), que deve ser divulgado até agosto.

    O PPA é um instrumento de planejamento governamental que define as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para um período de quatro anos. Entre as áreas prioritárias para reduzir o Custo Brasil, estão a infraestrutura, a logística, a energia, o ambiente de negócios, a tributação e a desburocratização.

    O objetivo é aumentar a produtividade e a competitividade da economia brasileira, estimular o crescimento sustentável e gerar emprego e renda para a população. Segundo Andreia Macedo, o governo espera que as medidas possam reduzir o Custo Brasil em pelo menos 10% até 2025.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.