Tag: Brasil

  • Como o Brasil pode se destacar na indústria espacial

    Como o Brasil pode se destacar na indústria espacial

    A indústria espacial é um dos setores que mais cresce no mundo, movimentando bilhões de dólares e gerando novas oportunidades de negócios.

    Mas qual é o papel do Brasil nesse cenário? Como o país pode aproveitar seu potencial e se tornar um líder na América Latina e no mundo?

    Segundo uma matéria da Forbes, o Brasil tem destaque em um segmento específico da indústria espacial: o de satélites. O país já enviou ao espaço o satélite Amazonia-1, o primeiro de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. Além disso, o país possui uma localização privilegiada e condições atmosféricas favoráveis para lançamentos espaciais.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios como infraestrutura, manutenção de equipamentos e legislação. Para superá-los, é preciso investir em educação, pesquisa, inovação e parcerias entre instituições, governos e empresas. Também é necessário ampliar as discussões e a presença brasileira no setor espacial, abrangendo não apenas as comunicações, localização e monitoramento do meio ambiente, mas também segmentos como mineração, nutrição, medicina, turismo, logística, direito, seguros, entre outros.

    O SpaceShowBR 2023 foi um evento que reuniu diversos atores do setor espacial brasileiro para debater sobre os desafios e as oportunidades da exploração espacial e dos novos negócios. O evento contou com o apoio institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Associação Espacial e Cibernética da América Latina.

    O Brasil tem muito a contribuir e a ganhar com a indústria espacial. Com planejamento, cooperação e visão de futuro, o país pode se posicionar como um dos grandes expoentes do setor e gerar benefícios para a sociedade e para a economia.

    Mas qual é o papel do Brasil nesse cenário? Como o país pode aproveitar seu potencial e se tornar um líder na América Latina e no mundo?

    Segundo uma matéria da Forbes, o Brasil tem destaque em um segmento específico da indústria espacial: o de satélites. O país já enviou ao espaço o satélite Amazonia-1, o primeiro de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. Além disso, o país possui uma localização privilegiada e condições atmosféricas favoráveis para lançamentos espaciais.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios como infraestrutura, manutenção de equipamentos e legislação. Para superá-los, é preciso investir em educação, pesquisa, inovação e parcerias entre instituições, governos e empresas. Também é necessário ampliar as discussões e a presença brasileira no setor espacial, abrangendo não apenas as comunicações, localização e monitoramento do meio ambiente, mas também segmentos como mineração, nutrição, medicina, turismo, logística, direito, seguros, entre outros.

    O SpaceShowBR 2023 foi um evento que reuniu diversos atores do setor espacial brasileiro para debater sobre os desafios e as oportunidades da exploração espacial e dos novos negócios. O evento contou com o apoio institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Associação Espacial e Cibernética da América Latina.

    O Brasil tem muito a contribuir e a ganhar com a indústria espacial. Com planejamento, cooperação e visão de futuro, o país pode se posicionar como um dos grandes expoentes do setor e gerar benefícios para a sociedade e para a economia.

  • Como o imposto sobre operações interestaduais afeta o ecommerce no Brasil

    Como o imposto sobre operações interestaduais afeta o ecommerce no Brasil

    O ecommerce no Brasil enfrenta um novo desafio em 2023: o retorno do Difal ICMS, um imposto que incide sobre as vendas online entre estados diferentes.

    Esse imposto foi criado em 2015 para equilibrar a arrecadação entre os estados de origem e destino das mercadorias, mas foi suspenso em 2021 por falta de uma lei complementar que o regulamentasse. Em janeiro de 2022, essa lei foi publicada e passou a valer no início de 2023.

    O Difal ICMS tem um impacto direto nos preços dos produtos vendidos pela internet, pois aumenta o custo das operações interestaduais. Isso significa que os consumidores podem pagar mais caro pelos mesmos produtos que comprariam nas lojas físicas, dependendo do estado onde moram.

    Um exemplo de empresa que está sendo afetada pelo Difal ICMS é o Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do país. Em uma teleconferência de resultados, o diretor-presidente da companhia, Frederico Trajano, disse que os preços das lojas físicas devem se tornar mais atrativos se comparados aos do ecommerce. Ele afirmou que isso acontecerá porque o retorno do imposto força o repasse de preços ao consumidor para as compras online.

    Trajano disse que esse repasse está abaixo dos concorrentes, mas que ainda assim pode prejudicar as vendas online da empresa, que superaram as das lojas físicas pela primeira vez no primeiro trimestre de 2023. Ele também disse que a reintrodução do imposto contribuiu para o aumento do prejuízo da companhia no período, que foi de R$ 391,2 milhões.

    O Difal ICMS ainda é alvo de disputa judicial entre os estados e as empresas, que divergem sobre quando a cobrança deve começar. Os estados defendem que seja em 2022, enquanto as empresas querem que seja em 2023. Enquanto isso, os consumidores e os varejistas online precisam se adaptar à nova realidade tributária do país.

    Esse imposto foi criado em 2015 para equilibrar a arrecadação entre os estados de origem e destino das mercadorias, mas foi suspenso em 2021 por falta de uma lei complementar que o regulamentasse. Em janeiro de 2022, essa lei foi publicada e passou a valer no início de 2023.

    O Difal ICMS tem um impacto direto nos preços dos produtos vendidos pela internet, pois aumenta o custo das operações interestaduais. Isso significa que os consumidores podem pagar mais caro pelos mesmos produtos que comprariam nas lojas físicas, dependendo do estado onde moram.

    Um exemplo de empresa que está sendo afetada pelo Difal ICMS é o Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do país. Em uma teleconferência de resultados, o diretor-presidente da companhia, Frederico Trajano, disse que os preços das lojas físicas devem se tornar mais atrativos se comparados aos do ecommerce. Ele afirmou que isso acontecerá porque o retorno do imposto força o repasse de preços ao consumidor para as compras online.

    Trajano disse que esse repasse está abaixo dos concorrentes, mas que ainda assim pode prejudicar as vendas online da empresa, que superaram as das lojas físicas pela primeira vez no primeiro trimestre de 2023. Ele também disse que a reintrodução do imposto contribuiu para o aumento do prejuízo da companhia no período, que foi de R$ 391,2 milhões.

    O Difal ICMS ainda é alvo de disputa judicial entre os estados e as empresas, que divergem sobre quando a cobrança deve começar. Os estados defendem que seja em 2022, enquanto as empresas querem que seja em 2023. Enquanto isso, os consumidores e os varejistas online precisam se adaptar à nova realidade tributária do país.

  • Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Você costuma usar adoçante no lugar do açúcar para tentar emagrecer ou evitar o diabetes? Se sim, você pode estar cometendo um engano. Segundo uma nova diretriz da Organização Mundial de Saúde (OMS), os adoçantes artificiais devem ser usados apenas por quem já tem diabetes e em quantidades mínimas.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

  • Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    A política de paridade internacional de preços da Petrobras é uma forma de definir o valor dos combustíveis vendidos pela estatal com base nos preços praticados no mercado internacional, considerando também o câmbio e os custos de importação.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.

  • HOPO 14-1: um novo medicamento oral para remover a contaminação radioativa do corpo

    HOPO 14-1: um novo medicamento oral para remover a contaminação radioativa do corpo

    A contaminação radioativa interna ocorre quando elementos radioativos são absorvidos pela pele ferida, inalados ou ingeridos. Isso pode acontecer como resultado de um acidente em uma usina nuclear ou da detonação de uma “bomba suja” ou arma nuclear.

    Como os átomos dos elementos radioativos decaem, eles emitem radiação ionizante, que pode danificar o DNA, os tecidos e os órgãos. Um método para reduzir o risco desse dano é remover os elementos radioativos do corpo o mais rápido possível após a contaminação ocorrer.

    Atualmente, existem dois produtos aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) para remover a contaminação radioativa interna. Esses medicamentos, ambos baseados em dietilenotriamina pentaacetato (DTPA), são administrados por via intravenosa por um profissional de saúde e podem remover três elementos radioativos: plutônio, amerício e cúrio. No entanto, esses medicamentos têm limitações, como a necessidade de uma via de administração invasiva e demorada e a baixa eficácia contra outros elementos radioativos.

    HOPO 14-1 é um novo medicamento experimental que foi formulado como uma cápsula oral, que seria mais fácil do que um medicamento intravenoso de estocar e implantar e administrar durante uma emergência. Além disso, HOPO 14-1 pode remover efetivamente muitos contaminantes radioativos, incluindo urânio e neptúnio, além de plutônio, amerício e cúrio. Estudos pré-clínicos mostraram que HOPO 14-1 é até 100 vezes mais eficaz do que DTPA na ligação e remoção desses elementos radioativos.

    O National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID), parte do National Institutes of Health (NIH), está financiando o ensaio clínico de fase 1 de HOPO 14-1, que é patrocinado e conduzido pela SRI International de Menlo Park, Califórnia. O ensaio clínico está ocorrendo em um local em Plymouth, Michigan, sob a liderança de Sascha N. Goonewardena, MD, um médico-investigador na Unidade de Ensaios Clínicos da SRI e professor assistente de medicina na Universidade de Michigan Medical School em Ann Arbor. O ensaio começou em abril de 2023 e busca definir o perfil de segurança e tolerabilidade de HOPO 14-1 em participantes saudáveis.

    O desenvolvimento deste medicamento foi especialmente inovador, pois o medicamento anteriormente aprovado para descontaminação de radionuclídeos transurânicos, DTPA, só pode ser administrado por via intravenosa ou por nebulizador – ambos os quais são opções menos viáveis ​​para tratar rapidamente grandes populações do que a via oral de HOPO 14-1. Uma rota de administração mais fácil é fundamental para tratar rapidamente as pessoas em situações de emergência de contaminação radioativa.

    O NIAID financiou a descoberta e o desenvolvimento de HOPO 14-1 desde 2006. O ingrediente farmacêutico ativo no medicamento é chamado de 3,4,3-LI (1,2-HOPO). Mais informações sobre este ensaio clínico estão disponíveis em clinicaltrials.gov sob o estudo NCT05628961.

    Fonte: Link.

    Como os átomos dos elementos radioativos decaem, eles emitem radiação ionizante, que pode danificar o DNA, os tecidos e os órgãos. Um método para reduzir o risco desse dano é remover os elementos radioativos do corpo o mais rápido possível após a contaminação ocorrer.

    Atualmente, existem dois produtos aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) para remover a contaminação radioativa interna. Esses medicamentos, ambos baseados em dietilenotriamina pentaacetato (DTPA), são administrados por via intravenosa por um profissional de saúde e podem remover três elementos radioativos: plutônio, amerício e cúrio. No entanto, esses medicamentos têm limitações, como a necessidade de uma via de administração invasiva e demorada e a baixa eficácia contra outros elementos radioativos.

    HOPO 14-1 é um novo medicamento experimental que foi formulado como uma cápsula oral, que seria mais fácil do que um medicamento intravenoso de estocar e implantar e administrar durante uma emergência. Além disso, HOPO 14-1 pode remover efetivamente muitos contaminantes radioativos, incluindo urânio e neptúnio, além de plutônio, amerício e cúrio. Estudos pré-clínicos mostraram que HOPO 14-1 é até 100 vezes mais eficaz do que DTPA na ligação e remoção desses elementos radioativos.

    O National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID), parte do National Institutes of Health (NIH), está financiando o ensaio clínico de fase 1 de HOPO 14-1, que é patrocinado e conduzido pela SRI International de Menlo Park, Califórnia. O ensaio clínico está ocorrendo em um local em Plymouth, Michigan, sob a liderança de Sascha N. Goonewardena, MD, um médico-investigador na Unidade de Ensaios Clínicos da SRI e professor assistente de medicina na Universidade de Michigan Medical School em Ann Arbor. O ensaio começou em abril de 2023 e busca definir o perfil de segurança e tolerabilidade de HOPO 14-1 em participantes saudáveis.

    O desenvolvimento deste medicamento foi especialmente inovador, pois o medicamento anteriormente aprovado para descontaminação de radionuclídeos transurânicos, DTPA, só pode ser administrado por via intravenosa ou por nebulizador – ambos os quais são opções menos viáveis ​​para tratar rapidamente grandes populações do que a via oral de HOPO 14-1. Uma rota de administração mais fácil é fundamental para tratar rapidamente as pessoas em situações de emergência de contaminação radioativa.

    O NIAID financiou a descoberta e o desenvolvimento de HOPO 14-1 desde 2006. O ingrediente farmacêutico ativo no medicamento é chamado de 3,4,3-LI (1,2-HOPO). Mais informações sobre este ensaio clínico estão disponíveis em clinicaltrials.gov sob o estudo NCT05628961.

    Fonte: Link.

  • O Brasil e a América do Sul lideram o uso excessivo de agrotóxicos, alerta jornal francês

    O Brasil e a América do Sul lideram o uso excessivo de agrotóxicos, alerta jornal francês

    O jornal francês Le Monde publicou uma matéria sobre o “Atlas dos Agrotóxicos 2022”, um relatório que mostra a pegada mundial de um negócio tóxico que afeta a saúde humana e o meio ambiente.

    O Atlas, elaborado por organizações não governamentais da Europa e da América Latina, revela que o uso de agrotóxicos aumentou 80% desde 1990 em todo o mundo, sendo que o Brasil e a América do Sul são os maiores consumidores dessas substâncias.

    Segundo o Atlas, o Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, com uma média de 7,3 litros por habitante por ano. Em seguida, vem a Argentina, com 6,9 litros, e o Paraguai, com 5,9 litros. Esses países são os principais produtores de soja, milho e algodão transgênicos, que dependem de grandes quantidades de herbicidas para combater as ervas daninhas. O Atlas também destaca que muitos dos agrotóxicos usados na América do Sul são proibidos ou restritos na União Europeia (UE), por representarem riscos à saúde e ao ambiente.

    Os agrotóxicos são responsáveis por causar diversos problemas, como intoxicações agudas e crônicas, câncer, malformações congênitas, distúrbios hormonais, neurológicos e reprodutivos, além de contaminar os solos, as águas, os alimentos e a biodiversidade. De acordo com um estudo citado pelo Atlas, 385 milhões de pessoas na agricultura adoecem a cada ano por intoxicação aguda por agrotóxicos, sendo que 11 mil morrem. As mulheres e os trabalhadores rurais do Sul global são os mais afetados.

    O Atlas também denuncia o poder das corporações que dominam o mercado global de agrotóxicos, como Bayer-Monsanto, Syngenta-ChemChina e Corteva Agriscience. Essas empresas faturam bilhões de dólares com a venda de seus produtos químicos e influenciam as políticas públicas e as normas regulatórias dos países onde atuam. O Atlas aponta que essas empresas usam estratégias como lobby, propaganda enganosa, ocultação de dados científicos e pressão sobre os agricultores para manter e expandir seus negócios.

    Diante desse cenário alarmante, o Atlas propõe uma mudança urgente no modelo agrícola vigente, baseado na monocultura intensiva e no uso de agrotóxicos. O Atlas defende a transição para uma agricultura agroecológica, que respeita os ciclos da natureza, a diversidade dos ecossistemas e a soberania alimentar dos povos. O Atlas também recomenda medidas como a redução progressiva do uso de agrotóxicos, o fortalecimento dos órgãos de fiscalização e controle, a proteção dos direitos humanos e ambientais dos trabalhadores rurais e dos consumidores e a responsabilização das empresas poluidoras.

    O “Atlas dos Agrotóxicos 2022” é uma ferramenta importante para conscientizar a sociedade sobre os impactos negativos dos agrotóxicos e para mobilizar ações em defesa de uma agricultura mais sustentável e saudável para todos.

    Fonte: Link.

    O Atlas, elaborado por organizações não governamentais da Europa e da América Latina, revela que o uso de agrotóxicos aumentou 80% desde 1990 em todo o mundo, sendo que o Brasil e a América do Sul são os maiores consumidores dessas substâncias.

    Segundo o Atlas, o Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, com uma média de 7,3 litros por habitante por ano. Em seguida, vem a Argentina, com 6,9 litros, e o Paraguai, com 5,9 litros. Esses países são os principais produtores de soja, milho e algodão transgênicos, que dependem de grandes quantidades de herbicidas para combater as ervas daninhas. O Atlas também destaca que muitos dos agrotóxicos usados na América do Sul são proibidos ou restritos na União Europeia (UE), por representarem riscos à saúde e ao ambiente.

    Os agrotóxicos são responsáveis por causar diversos problemas, como intoxicações agudas e crônicas, câncer, malformações congênitas, distúrbios hormonais, neurológicos e reprodutivos, além de contaminar os solos, as águas, os alimentos e a biodiversidade. De acordo com um estudo citado pelo Atlas, 385 milhões de pessoas na agricultura adoecem a cada ano por intoxicação aguda por agrotóxicos, sendo que 11 mil morrem. As mulheres e os trabalhadores rurais do Sul global são os mais afetados.

    O Atlas também denuncia o poder das corporações que dominam o mercado global de agrotóxicos, como Bayer-Monsanto, Syngenta-ChemChina e Corteva Agriscience. Essas empresas faturam bilhões de dólares com a venda de seus produtos químicos e influenciam as políticas públicas e as normas regulatórias dos países onde atuam. O Atlas aponta que essas empresas usam estratégias como lobby, propaganda enganosa, ocultação de dados científicos e pressão sobre os agricultores para manter e expandir seus negócios.

    Diante desse cenário alarmante, o Atlas propõe uma mudança urgente no modelo agrícola vigente, baseado na monocultura intensiva e no uso de agrotóxicos. O Atlas defende a transição para uma agricultura agroecológica, que respeita os ciclos da natureza, a diversidade dos ecossistemas e a soberania alimentar dos povos. O Atlas também recomenda medidas como a redução progressiva do uso de agrotóxicos, o fortalecimento dos órgãos de fiscalização e controle, a proteção dos direitos humanos e ambientais dos trabalhadores rurais e dos consumidores e a responsabilização das empresas poluidoras.

    O “Atlas dos Agrotóxicos 2022” é uma ferramenta importante para conscientizar a sociedade sobre os impactos negativos dos agrotóxicos e para mobilizar ações em defesa de uma agricultura mais sustentável e saudável para todos.

    Fonte: Link.

  • Brasil confirma primeiros casos de gripe aviária em aves silvestres no ES

    Brasil confirma primeiros casos de gripe aviária em aves silvestres no ES

    A gripe aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves domésticas e silvestres, podendo causar graves prejuízos econômicos para a avicultura comercial e riscos à saúde pública.

    O vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) pode ser transmitido por aves migratórias que entram em contato com aves locais, seja de subsistência, produção ou silvestres.

    O Brasil nunca registrou casos de IAAP em seu território, mas recentemente o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a identificação dos dois primeiros casos da doença em duas aves marinhas da espécie Trinta-réis-de-bando, resgatadas no litoral do Espírito Santo. Esses foram os primeiros casos da doença registrados no Brasil.

    Segundo o Mapa, as aves não fazem parte do sistema de produção avícola e não há risco de contaminação nas fábricas de frangos e ovos ou de afetar o abastecimento interno. Os alimentos podem ser consumidos com segurança. Além disso, o ministério ressalta que a situação não muda o reconhecimento do Brasil como país livre da gripe aviária pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

    Apesar disso, o Mapa declarou estado de alerta e intensificou as medidas de prevenção e vigilância da doença no país, em atenção ao aumento dos casos de IAAP na América do Sul. Países vizinhos como Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e Chile já notificaram focos da doença em aves silvestres e domésticas. O período de maior migração de aves do Hemisfério Norte para a América do Sul vai de novembro a abril.

    O Mapa orienta os produtores a reforçarem as medidas de biosseguridade nas granjas e a notificarem imediatamente qualquer suspeita da doença aos serviços veterinários oficiais ou pela internet na plataforma e-Sisbravet. A influenza aviária de alta patogenicidade é caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais clínicos, tais como andar cambaleante; torcicolo; dificuldade respiratória e diarreia.

    A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne de frango ou ovos, mas pode infectar humanos por meio do contato com aves infectadas, vivas ou mortas. Por isso, não se deve tocar ou recolher aves doentes, pois o vírus fica presente em fezes e secreções respiratórias dos animais.

    A Embrapa Suínos e Aves disponibiliza em seu site informações básicas sobre a influenza aviária para produtores, viajantes e extensionistas, além de um plano de contingência para a doença.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) pode ser transmitido por aves migratórias que entram em contato com aves locais, seja de subsistência, produção ou silvestres.

    O Brasil nunca registrou casos de IAAP em seu território, mas recentemente o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a identificação dos dois primeiros casos da doença em duas aves marinhas da espécie Trinta-réis-de-bando, resgatadas no litoral do Espírito Santo. Esses foram os primeiros casos da doença registrados no Brasil.

    Segundo o Mapa, as aves não fazem parte do sistema de produção avícola e não há risco de contaminação nas fábricas de frangos e ovos ou de afetar o abastecimento interno. Os alimentos podem ser consumidos com segurança. Além disso, o ministério ressalta que a situação não muda o reconhecimento do Brasil como país livre da gripe aviária pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

    Apesar disso, o Mapa declarou estado de alerta e intensificou as medidas de prevenção e vigilância da doença no país, em atenção ao aumento dos casos de IAAP na América do Sul. Países vizinhos como Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e Chile já notificaram focos da doença em aves silvestres e domésticas. O período de maior migração de aves do Hemisfério Norte para a América do Sul vai de novembro a abril.

    O Mapa orienta os produtores a reforçarem as medidas de biosseguridade nas granjas e a notificarem imediatamente qualquer suspeita da doença aos serviços veterinários oficiais ou pela internet na plataforma e-Sisbravet. A influenza aviária de alta patogenicidade é caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais clínicos, tais como andar cambaleante; torcicolo; dificuldade respiratória e diarreia.

    A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne de frango ou ovos, mas pode infectar humanos por meio do contato com aves infectadas, vivas ou mortas. Por isso, não se deve tocar ou recolher aves doentes, pois o vírus fica presente em fezes e secreções respiratórias dos animais.

    A Embrapa Suínos e Aves disponibiliza em seu site informações básicas sobre a influenza aviária para produtores, viajantes e extensionistas, além de um plano de contingência para a doença.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Petrobras aprova nova estratégia comercial de preços dos combustíveis

    Petrobras aprova nova estratégia comercial de preços dos combustíveis

    A empresa decidiu não seguir mais o preço de paridade de importação, que depende do dólar e do mercado internacional do petróleo.

    Agora, a Petrobras vai considerar o custo alternativo do cliente, que são as outras opções de fornecimento, e o valor marginal para a empresa, que são as diferentes possibilidades de produção, importação e exportação.

    A ideia é ter preços competitivos em cada região e mercado, otimizar os ativos de refino e garantir a rentabilidade sustentável da companhia.

    Os reajustes não terão uma periodicidade definida e evitarão repassar a volatilidade externa aos consumidores brasileiros.

    A nova estratégia foi aprovada pela diretoria executiva da Petrobras na segunda-feira (15) e anunciada na terça-feira (16).

    Agora, a Petrobras vai considerar o custo alternativo do cliente, que são as outras opções de fornecimento, e o valor marginal para a empresa, que são as diferentes possibilidades de produção, importação e exportação.

    A ideia é ter preços competitivos em cada região e mercado, otimizar os ativos de refino e garantir a rentabilidade sustentável da companhia.

    Os reajustes não terão uma periodicidade definida e evitarão repassar a volatilidade externa aos consumidores brasileiros.

    A nova estratégia foi aprovada pela diretoria executiva da Petrobras na segunda-feira (15) e anunciada na terça-feira (16).

  • Lula gastou R$ 12,1 milhões no cartão corporativo em apenas quatro meses de governo

    Lula gastou R$ 12,1 milhões no cartão corporativo em apenas quatro meses de governo

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o seu terceiro mandato em janeiro de 2023 com a promessa de retomar o crescimento econômico e social do país.

    No entanto, nos primeiros quatro meses de governo, ele também se destacou por outro motivo: os altos gastos com o cartão corporativo da Presidência da República.

    Segundo um levantamento da revista Crusoé, com base em dados do Portal da Transparência, Lula gastou R$ 12,1 milhões com o cartão corporativo entre janeiro e abril de 2023. Esse valor é quase metade do que o seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), gastou em todo o ano de 2022 (R$ 24 milhões).

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo incluem despesas com transporte, alimentação, hospedagem, eventos e serviços diversos. A maior parte dos gastos foi com a categoria “transporte terrestre, aquaviário e aéreo”, que somou R$ 6,8 milhões. Em seguida, vem a categoria “serviços de apoio”, que engloba serviços de limpeza, segurança, manutenção e outros, com R$ 2,5 milhões.

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo são os maiores desde que esse instrumento foi criado, em 2001. O cartão corporativo serve para pagar despesas emergenciais ou de pequeno valor de servidores e autoridades em viagens ou no exercício de suas funções. No entanto, parte desses gastos é mantida sob sigilo por questões de segurança.

    A divulgação dos gastos de Lula com o cartão corporativo gerou críticas nas redes sociais e na imprensa. Alguns internautas compararam os gastos do petista com os de outros presidentes, como Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). Segundo dados da Controladoria Geral da União (CGU), Lula gastou mais em quatro meses do que Dilma em cinco anos (R$ 1,2 milhão) e Temer em quatro anos (R$ 2 milhões).

    O governo Lula não se pronunciou sobre os gastos com o cartão corporativo. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) informou que as despesas estão dentro da legalidade e que seguem os mesmos critérios dos governos anteriores.

    No entanto, nos primeiros quatro meses de governo, ele também se destacou por outro motivo: os altos gastos com o cartão corporativo da Presidência da República.

    Segundo um levantamento da revista Crusoé, com base em dados do Portal da Transparência, Lula gastou R$ 12,1 milhões com o cartão corporativo entre janeiro e abril de 2023. Esse valor é quase metade do que o seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), gastou em todo o ano de 2022 (R$ 24 milhões).

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo incluem despesas com transporte, alimentação, hospedagem, eventos e serviços diversos. A maior parte dos gastos foi com a categoria “transporte terrestre, aquaviário e aéreo”, que somou R$ 6,8 milhões. Em seguida, vem a categoria “serviços de apoio”, que engloba serviços de limpeza, segurança, manutenção e outros, com R$ 2,5 milhões.

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo são os maiores desde que esse instrumento foi criado, em 2001. O cartão corporativo serve para pagar despesas emergenciais ou de pequeno valor de servidores e autoridades em viagens ou no exercício de suas funções. No entanto, parte desses gastos é mantida sob sigilo por questões de segurança.

    A divulgação dos gastos de Lula com o cartão corporativo gerou críticas nas redes sociais e na imprensa. Alguns internautas compararam os gastos do petista com os de outros presidentes, como Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). Segundo dados da Controladoria Geral da União (CGU), Lula gastou mais em quatro meses do que Dilma em cinco anos (R$ 1,2 milhão) e Temer em quatro anos (R$ 2 milhões).

    O governo Lula não se pronunciou sobre os gastos com o cartão corporativo. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) informou que as despesas estão dentro da legalidade e que seguem os mesmos critérios dos governos anteriores.

  • Fezolinetant: o novo medicamento para tratar os fogachos da menopausa

    Fezolinetant: o novo medicamento para tratar os fogachos da menopausa

    A menopausa é uma fase da vida das mulheres que traz muitas mudanças hormonais e físicas. Uma das mais incômodas são os fogachos, aquelas ondas de calor repentinas que causam suor e desconforto.

    Muitas mulheres recorrem à terapia hormonal para aliviar esses sintomas, mas essa opção pode ter efeitos colaterais indesejados, como risco de câncer de mama e trombose.

    Por isso, pesquisadores têm buscado outras formas de tratar os fogachos sem interferir nos hormônios femininos. Uma delas é o fezolinetant, um medicamento que age no cérebro, bloqueando a ação de um neurotransmissor chamado neuroquinina B. Esse neurotransmissor está envolvido na regulação da temperatura corporal e aumenta durante a menopausa.

    O fezolinetant foi testado em ensaios clínicos com mais de 2 mil mulheres na pós-menopausa que sofriam de fogachos moderados a graves. Os resultados mostraram que o medicamento reduziu significativamente a frequência e a intensidade dos fogachos, melhorando a qualidade de vida das participantes. Além disso, o fezolinetant teve poucos efeitos colaterais, sendo bem tolerado pelas mulheres.

    Com base nesses dados, a FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o fezolinetant como o primeiro tratamento não hormonal para os fogachos da menopausa. O medicamento deve chegar ao mercado americano em 2023, sob o nome comercial de Kyzatrex.

    O fezolinetant representa uma nova esperança para as mulheres que sofrem com os fogachos e não querem ou não podem usar hormônios. No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do medicamento a longo prazo e em diferentes grupos populacionais.

    Fonte: Link.

    Muitas mulheres recorrem à terapia hormonal para aliviar esses sintomas, mas essa opção pode ter efeitos colaterais indesejados, como risco de câncer de mama e trombose.

    Por isso, pesquisadores têm buscado outras formas de tratar os fogachos sem interferir nos hormônios femininos. Uma delas é o fezolinetant, um medicamento que age no cérebro, bloqueando a ação de um neurotransmissor chamado neuroquinina B. Esse neurotransmissor está envolvido na regulação da temperatura corporal e aumenta durante a menopausa.

    O fezolinetant foi testado em ensaios clínicos com mais de 2 mil mulheres na pós-menopausa que sofriam de fogachos moderados a graves. Os resultados mostraram que o medicamento reduziu significativamente a frequência e a intensidade dos fogachos, melhorando a qualidade de vida das participantes. Além disso, o fezolinetant teve poucos efeitos colaterais, sendo bem tolerado pelas mulheres.

    Com base nesses dados, a FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o fezolinetant como o primeiro tratamento não hormonal para os fogachos da menopausa. O medicamento deve chegar ao mercado americano em 2023, sob o nome comercial de Kyzatrex.

    O fezolinetant representa uma nova esperança para as mulheres que sofrem com os fogachos e não querem ou não podem usar hormônios. No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do medicamento a longo prazo e em diferentes grupos populacionais.

    Fonte: Link.