Tag: Cármen Lúcia

  • Temer viaja para reunião do Mercosul e da Aliança do Pacífico; Cármen Lúcia assume Presidência

    O presidente Michel Temer viaja, nesta segunda-feira (23), para participar da primeira reunião entre presidentes do Mercosul e da Aliança do Pacífico, em Puerto Vallarta, no México.

    Durante o encontro, os países devem assinar pelo menos dois acordos de cooperação, sendo um deles entre o Mercosul e a Colômbia, que trata de comércio de serviços, e o outro entre Brasil e México, sobre assuntos aduaneiros. Dos países da Aliança do Pacífico, o México é o único que não possui um acordo de comércio com o Brasil.

    Na ausência de Michel Temer, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, assume a Presidência da República. Isso porque o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o do Senado, Eunício Oliveira, que estão na linha de sucessão da Presidência, também têm viagens marcadas para o exterior neste período.

    VEJA MAIS:
    Curta a página da W Rádio Brasil no Facebook!
    Mercado financeiro reduz estimativa de inflação de 4,15% para 4,11% para este ano
    PSL oficializa Jair Bolsonaro como candidato à Presidência da República

    Esta é a quarta vez que Cármen Lúcia assume a Presidência da República e deve ficar no posto durante toda a semana porque, depois da agenda em Puerto Vallarta, Temer seguirá para Joanesburgo, na África do Sul, onde participará da 10ª Cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Por Radioagência Nacional.

  • STF adia para o segundo semestre julgamento de liberdade de Lula

    A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, não pautou para esta sexta-feira (29) novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido foi liberado na noite desta quinta-feira (28) para julgamento em plenário pelo relator ministro Edson Fachin.

    A sessão desta sexta foi a última antes dos ministros do STF tirarem o recesso forense. Eles só voltarão a se reunir em plenário em 8 de agosto. Durante a sessão, Cármen Lúcia disse que não pautaria o pedido de Lula por orientação de Fachin.

    De acordo com Fachin, o pedido não poderia ser julgado pois na noite de ontem (28) a defesa de Lula apresentou um novo recurso, na forma de embargos de declaração, contra uma decisão sua, o que, segundo o ministro, impede o julgamento do pedido de liberdade.

    Durante a sessão, Fachin disse que os embargos precisam ser “julgados antes de qualquer ato processual”, motivo pelo qual o pedido de soltura em si não poderia ser analisado nesta sexta-feira pelo plenário.

    “Quando for o caso será liberado para o plenário e será trazido imediatamente”, afirmou Cármen Lúcia.

    Reclamação

    Em outra reclamação, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes, em que questiona a decisão de Fachin de enviar o pedido de liberdade ao plenário, e não à Segunda Turma, como queriam os advogados, também é pedida uma liminar (decisão provisória) para que o ex-presidente seja solto.

    Questionado na saída da sessão se decidirá ainda nesta sexta-feira sobre a reclamação, Moraes respondeu que sim.

    VEJA MAIS:
    Pela primeira vez desde 1974, Brasil não tem nenhum jogador conhecido pelo apelido na Copa
    Marte pode ter sido habitável 100 milhões de anos antes da Terra, dizem cientistas
    Curta a página da W Rádio Brasil no Facebook!

    Inelegibilidade

    Nos embargos protocolados na noite de ontem (29), a defesa quer que não seja julgada a questão da inelegibilidade de Lula, e somente sua eventual soltura, no pedido que foi enviado por Fachin ao plenário.

    Ao justificar o envio ao plenário, em decisão de sexta-feira (22), Fachin disse que a questão deve ser tratada pela Corte por passar pela análise do trecho da Lei da Ficha Limpa que prevê a suspensão da inelegibilidade “sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal”.

    Segundo a defesa de Lula, a análise da inelegibilidade não foi solicitada, e pede a Fachin que reverta sua justificativa.

    “O embargante requereu exclusivamente a suspensão dos efeitos dos acórdãos proferidos pelo Tribunal de Apelação para restabelecer sua liberdade plena. A petição inicial, nesse sentido, é de hialina [límpida] clareza ao requerer o efeito suspensivo para impedir a “execução provisória da pena até o julgamento final do caso pelo Supremo Tribunal Federal”, sustentou a defesa.

    Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP) e teve a pena executada pelo juiz federal Sergio Moro após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça, conforme definiu o STF.

    Com a confirmação da condenação na Operação Lava Jato, o ex-presidente foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados pelos órgãos colegiados da Justiça. No entanto, Lula ainda pode ser beneficiado por uma liminar e disputar as eleições. Ele tem até 15 de agosto para se registrar como candidato. Por Agência Brasil.

  • Fachin rejeita habeas corpus ao ex-presidente Lula

    O julgamento do pedido de habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou no Supremo Tribunal Federal (STF) há cerca de 50 minutos. Na abertura da sessão, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, disse que o Supremo cumpre seu papel de interpretar a Constituição e pediu respeito, mais uma vez, a decisão da Corte.

    O primeiro a votar foi o relator Edson Fachin, que rejeitou o pedido de habeas corpus. Em seguida, votaria o ministro Alexandre de Moraes, mas o ministro Gilmar Mendes votou antes, porque pediu para antecipar o voto. Ele disse que discorda do relator e que deve se posicionar a favor da concessão do habeas corpus, abrindo, assim, uma divergência. Por: Radioagência Nacional

    Acompanhe ao vivo: STF julga nesta quarta-feira habeas corpus de Lula