Tag: cibersegurança

  • Governo quer criar agência de cibersegurança e cobrar taxa de internet

    Governo quer criar agência de cibersegurança e cobrar taxa de internet

    Um projeto de lei que prevê a criação de uma agência nacional de segurança cibernética, a ANCiber, e a cobrança de uma taxa sobre o uso da internet e o registro de domínios está sendo elaborado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

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    A proposta, que deve ser enviada ao Congresso ainda neste ano, tem como objetivo conter o aumento de ciberataques no Brasil e custará cerca de R$ 600 milhões por ano.

    Para financiar a agência, o GSI pretende cobrar uma taxa de 1,5% sobre o valor dos serviços de internet e de 10% sobre o valor do registro de domínios. A taxa seria recolhida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e repassada à ANCiber.

    A ANCiber seria uma autarquia de regime especial, com 800 servidores, e teria como missão coordenar as ações de defesa cibernética do país, monitorar as redes e sistemas críticos, prevenir e responder a incidentes, capacitar profissionais e promover a conscientização da sociedade sobre o tema.

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    A proposta, que deve ser enviada ao Congresso ainda neste ano, tem como objetivo conter o aumento de ciberataques no Brasil e custará cerca de R$ 600 milhões por ano.

    Para financiar a agência, o GSI pretende cobrar uma taxa de 1,5% sobre o valor dos serviços de internet e de 10% sobre o valor do registro de domínios. A taxa seria recolhida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e repassada à ANCiber.

    A ANCiber seria uma autarquia de regime especial, com 800 servidores, e teria como missão coordenar as ações de defesa cibernética do país, monitorar as redes e sistemas críticos, prevenir e responder a incidentes, capacitar profissionais e promover a conscientização da sociedade sobre o tema.

  • Como Brasil e EUA podem se proteger das ameaças cibernéticas globais

    Como Brasil e EUA podem se proteger das ameaças cibernéticas globais

    A cibersegurança é um tema cada vez mais relevante e urgente em um mundo conectado e vulnerável a ataques cibernéticos.

    Segundo a MIT Technology Review Brasil, esses ataques aumentaram em 2021 e podem se tornar ainda mais frequentes e sofisticados em 2022. Diante desse cenário, como Brasil e Estados Unidos estão se preparando para enfrentar os desafios da cibersegurança?

    A matéria da MIT Technology Review Brasil analisa as estratégias nacionais de cibersegurança dos dois países e aponta as principais semelhanças e diferenças entre elas. Ambos reconhecem a importância de proteger seus interesses nacionais, seus cidadãos e suas instituições contra as ameaças cibernéticas, mas também enfrentam desafios como a falta de recursos humanos qualificados, a necessidade de cooperação internacional e a complexidade regulatória.

    O Brasil lançou sua Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (ENSC) em 2020, com o objetivo de fortalecer a governança, a capacitação, a inovação e a resiliência no campo da cibersegurança. A ENSC prevê a criação de uma Agência Nacional de Segurança Cibernética (ANSC), que seria responsável por coordenar as ações do governo e dos setores privado e acadêmico. Além disso, a ENSC busca promover a conscientização da sociedade sobre os riscos cibernéticos e incentivar o desenvolvimento de soluções nacionais de cibersegurança.

    Os Estados Unidos, por sua vez, têm uma longa trajetória na área de cibersegurança e contam com diversas agências e órgãos dedicados ao tema. Em 2021, o governo americano lançou uma nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (NCS), que visa proteger o país contra as ameaças cibernéticas provenientes de atores estatais e não estatais. A NCS enfatiza a importância de deter os adversários, defender os ativos críticos, capacitar os aliados e parceiros, e promover um ambiente internacional seguro e estável no ciberespaço.

    Apesar das iniciativas dos dois países, a matéria da MIT Technology Review Brasil questiona se essas estratégias nacionais de cibersegurança são suficientes para proteger nações e instituições contra os ataques cibernéticos. A matéria sugere que é preciso transformar as estratégias em ações efetivas, que envolvam não apenas o governo, mas também o setor privado, a academia e a sociedade civil. Além disso, é preciso investir em educação, pesquisa, desenvolvimento e inovação em cibersegurança, bem como em cooperação regional e global para enfrentar os desafios comuns.

    Segundo a MIT Technology Review Brasil, esses ataques aumentaram em 2021 e podem se tornar ainda mais frequentes e sofisticados em 2022. Diante desse cenário, como Brasil e Estados Unidos estão se preparando para enfrentar os desafios da cibersegurança?

    A matéria da MIT Technology Review Brasil analisa as estratégias nacionais de cibersegurança dos dois países e aponta as principais semelhanças e diferenças entre elas. Ambos reconhecem a importância de proteger seus interesses nacionais, seus cidadãos e suas instituições contra as ameaças cibernéticas, mas também enfrentam desafios como a falta de recursos humanos qualificados, a necessidade de cooperação internacional e a complexidade regulatória.

    O Brasil lançou sua Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (ENSC) em 2020, com o objetivo de fortalecer a governança, a capacitação, a inovação e a resiliência no campo da cibersegurança. A ENSC prevê a criação de uma Agência Nacional de Segurança Cibernética (ANSC), que seria responsável por coordenar as ações do governo e dos setores privado e acadêmico. Além disso, a ENSC busca promover a conscientização da sociedade sobre os riscos cibernéticos e incentivar o desenvolvimento de soluções nacionais de cibersegurança.

    Os Estados Unidos, por sua vez, têm uma longa trajetória na área de cibersegurança e contam com diversas agências e órgãos dedicados ao tema. Em 2021, o governo americano lançou uma nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (NCS), que visa proteger o país contra as ameaças cibernéticas provenientes de atores estatais e não estatais. A NCS enfatiza a importância de deter os adversários, defender os ativos críticos, capacitar os aliados e parceiros, e promover um ambiente internacional seguro e estável no ciberespaço.

    Apesar das iniciativas dos dois países, a matéria da MIT Technology Review Brasil questiona se essas estratégias nacionais de cibersegurança são suficientes para proteger nações e instituições contra os ataques cibernéticos. A matéria sugere que é preciso transformar as estratégias em ações efetivas, que envolvam não apenas o governo, mas também o setor privado, a academia e a sociedade civil. Além disso, é preciso investir em educação, pesquisa, desenvolvimento e inovação em cibersegurança, bem como em cooperação regional e global para enfrentar os desafios comuns.