Tag: Conselho Federal de Medicina

  • Conselho Federal de Medicina define que inalação de cloroquina só pode ser feita como procedimento experimental


    Foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (12) uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que estabelece como ‘procedimento experimental’ a administração de hidroxicloroquina e cloroquina em apresentação inalatória.

    Pelo texto, tratamentos médicos baseados nessa abordagem só podem ser realizados por meio de protocolos de pesquisa aprovados pelo sistema de Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    No Brasil, quatro pessoas morreram após o procedimento. Estudos feitos em várias partes do mundo desde o ano passado mostraram que o uso oral do medicamento não é eficaz no combate ao coronavírus. Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que o medicamento não seja usado como prevenção da doença.


    Ouça a W:

    [arm_restrict_content plan=”1,2,unregistered” type=”show”]
    [/arm_restrict_content] [arm_restrict_content plan=”1,2,unregistered” type=”show”]

    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

    [/arm_restrict_content]

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

    [spreaker type=player resource=”show_id=4878290″ width=”100%” height=”350px” theme=”light” playlist=”show” playlist-continuous=”false” autoplay=”false” live-autoplay=”false” chapters-image=”true” episode-image-position=”right” hide-logo=”false” hide-likes=”false” hide-comments=”false” hide-sharing=”false” hide-download=”true”]


    Veja também:


  • Gasto com saúde no país está defasado em 42%, diz Conselho Federal de Medicina

    O órgão realizou uma análise dos dados referentes a gastos com saúde em 2017. A defasagem foi medida frente ao IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o indicador oficial que mede a inflação do país.

    Para o órgão, é necessário rever a emenda constitucional que criou o teto de gastos para não causar mais mortes por falta de atendimentos na saúde pública.

    De acordo com os dados apresentados pelo CFM, por dia, o governo – nos níveis federal, estadual e municipal – desembolsa apenas R$ 3,48 para cada cidadão. Entre os estados com piores índices de investimento está o Pará.

    Se a média do país foi de R$ 1.271,65, no Pará o gasto foi de R$ 703,67 por pessoa, ao ano. Maranhão vem em segundo lugar, com apenas R$ 750 desembolsado por pessoa.

    De acordo com o presidente da entidade, Carlos Vital Tavares, mesmo com um aumento absoluto nos últimos anos, quando se compara a outros países, os valores gastos com saúde pública ainda são baixos.

    Valdir Araújo da Federação Médica Brasileira demonstrou preocupação ao afirmar que a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro já teria manifestado que a saúde nãp precisaria de novos aportes.

    Os conselheiros do CFM pretendem conseguir uma audiência com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e, nos níveis estaduais, com os governadores eleitos, para buscar uma mudança de cenários.

    Na avaliação da entidade, se os investimentos continuarem dessa forma, a expectativa é de fechamento de leitos, maior sucateamento dos postos de saúde, entre outros pontos.

    Em nota, o Ministério da Saúde disse que desconhece o método utilizado pelo Conselho Federal de Medicina sobre gastos per capita em saúde no país.

    Segundo a pasta, em 2017, os gastos públicos em ações e serviços públicos de saúde registraram uma despesa, por pessoa, de R$ 1.320,48, um aumento de 119% em relação a 2008, quando foi aplicado R$ 602,10.

    Ressaltou ainda que cumpre o estabelecido pela Constituição Federal, garantindo valores acima do piso constitucional de 15% da Receita Corrente Líquida acrescido da inflação.