Tag: coração

  • Colesterol alto na juventude pode afetar as artérias pelo resto da vida, revela estudo

    Colesterol alto na juventude pode afetar as artérias pelo resto da vida, revela estudo

    Muitas pessoas pensam que os problemas de colesterol só aparecem na vida adulta; no entanto, pesquisas recentes indicam que os riscos associados ao colesterol alto podem começar bem mais cedo e durar a vida toda.

    Um exemplo é o estudo recente da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que revelou que manter o colesterol sob controle, desde a infância, pode ser fundamental para evitar problemas graves no futuro.

    A aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias, que são os vasos que levam o sangue do coração para o resto do corpo. Essas placas são chamadas de ateromas e, com o tempo, podem bloquear o fluxo de sangue, causando doenças cardíacas ou até mesmo um infarto. O colesterol alto é um dos fatores que mais contribuem para a formação dessas placas.

    Para entender como o colesterol afeta a saúde desde cedo, pesquisadores da Universidade de Cambridge fizeram um experimento com camundongos. Eles alimentaram os camundongos jovens com uma dieta rica em gordura de forma intermitente — uma semana com alimentos gordurosos, seguida de algumas semanas com alimentação normal, e assim por diante.

    Os resultados foram claros: os camundongos que seguiram essa dieta intermitente tiveram maior risco de desenvolver aterosclerose do que aqueles que seguiram uma dieta equilibrada. A exposição repetida e precoce a níveis altos de gordura fez com que as placas de gordura nas artérias se formassem mais rápido, mesmo que os períodos de descanso na dieta parecessem normalizar os níveis de colesterol.

    Além do estudo em camundongos, os pesquisadores analisaram dados do Estudo de Risco Cardiovascular em Jovens Finlandeses, que acompanhou crianças e jovens ao longo de vários anos. Eles descobriram que crianças com níveis de colesterol alto tinham maior acúmulo de placas nas artérias quando se tornavam adultas, mesmo que os níveis de colesterol tivessem voltado ao normal depois.

    O estudo mostrou que ter níveis altos de colesterol, mesmo que apenas por períodos curtos durante a juventude, pode causar danos duradouros às artérias. Isso sugere que o efeito negativo do colesterol alto na juventude pode ser permanente, mesmo se os níveis voltarem ao normal depois.

    Como Proteger o Coração Desde Cedo?

    1. Dieta Balanceada: Uma alimentação saudável, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e pobre em alimentos gordurosos e ultraprocessados, é uma maneira eficaz de manter o colesterol sob controle.
    2. Atividade Física: Praticar exercícios regularmente ajuda a controlar os níveis de colesterol e a manter o coração saudável.
    3. Monitoramento de Saúde: Fazer exames regulares para medir o colesterol pode ajudar a detectar problemas cedo. Se os níveis estiverem altos, é possível fazer ajustes na dieta e no estilo de vida.
    4. Medicações, se Necessário: Para quem já precisa de medicamentos, como as estatinas, é importante seguir a recomendação médica e não interromper o tratamento mesmo que o colesterol volte ao normal. O estudo sugere que parar o tratamento pode aumentar o risco de desenvolver aterosclerose no futuro.

    O risco de doenças cardíacas pode começar muito antes do que imaginamos, e o colesterol alto na juventude é um fator importante. O estudo da Universidade de Cambridge reforça a importância de manter hábitos saudáveis desde cedo, para proteger o coração e a saúde ao longo da vida. A prevenção começa com escolhas conscientes e, se necessário, com o acompanhamento médico adequado.

    Cuidar da saúde do coração é algo que deve começar ainda na infância — para que a juventude seja vivida plenamente e a vida adulta seja mais saudável.

    Fontes: Link, Link 2.


    Um exemplo é o estudo recente da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que revelou que manter o colesterol sob controle, desde a infância, pode ser fundamental para evitar problemas graves no futuro.

    A aterosclerose é o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias, que são os vasos que levam o sangue do coração para o resto do corpo. Essas placas são chamadas de ateromas e, com o tempo, podem bloquear o fluxo de sangue, causando doenças cardíacas ou até mesmo um infarto. O colesterol alto é um dos fatores que mais contribuem para a formação dessas placas.

    Para entender como o colesterol afeta a saúde desde cedo, pesquisadores da Universidade de Cambridge fizeram um experimento com camundongos. Eles alimentaram os camundongos jovens com uma dieta rica em gordura de forma intermitente — uma semana com alimentos gordurosos, seguida de algumas semanas com alimentação normal, e assim por diante.

    Os resultados foram claros: os camundongos que seguiram essa dieta intermitente tiveram maior risco de desenvolver aterosclerose do que aqueles que seguiram uma dieta equilibrada. A exposição repetida e precoce a níveis altos de gordura fez com que as placas de gordura nas artérias se formassem mais rápido, mesmo que os períodos de descanso na dieta parecessem normalizar os níveis de colesterol.

    Além do estudo em camundongos, os pesquisadores analisaram dados do Estudo de Risco Cardiovascular em Jovens Finlandeses, que acompanhou crianças e jovens ao longo de vários anos. Eles descobriram que crianças com níveis de colesterol alto tinham maior acúmulo de placas nas artérias quando se tornavam adultas, mesmo que os níveis de colesterol tivessem voltado ao normal depois.

    O estudo mostrou que ter níveis altos de colesterol, mesmo que apenas por períodos curtos durante a juventude, pode causar danos duradouros às artérias. Isso sugere que o efeito negativo do colesterol alto na juventude pode ser permanente, mesmo se os níveis voltarem ao normal depois.

    Como Proteger o Coração Desde Cedo?

    1. Dieta Balanceada: Uma alimentação saudável, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e pobre em alimentos gordurosos e ultraprocessados, é uma maneira eficaz de manter o colesterol sob controle.
    2. Atividade Física: Praticar exercícios regularmente ajuda a controlar os níveis de colesterol e a manter o coração saudável.
    3. Monitoramento de Saúde: Fazer exames regulares para medir o colesterol pode ajudar a detectar problemas cedo. Se os níveis estiverem altos, é possível fazer ajustes na dieta e no estilo de vida.
    4. Medicações, se Necessário: Para quem já precisa de medicamentos, como as estatinas, é importante seguir a recomendação médica e não interromper o tratamento mesmo que o colesterol volte ao normal. O estudo sugere que parar o tratamento pode aumentar o risco de desenvolver aterosclerose no futuro.

    O risco de doenças cardíacas pode começar muito antes do que imaginamos, e o colesterol alto na juventude é um fator importante. O estudo da Universidade de Cambridge reforça a importância de manter hábitos saudáveis desde cedo, para proteger o coração e a saúde ao longo da vida. A prevenção começa com escolhas conscientes e, se necessário, com o acompanhamento médico adequado.

    Cuidar da saúde do coração é algo que deve começar ainda na infância — para que a juventude seja vivida plenamente e a vida adulta seja mais saudável.

    Fontes: Link, Link 2.


  • Combinar medicamentos para diabetes pode trazer benefícios para o coração e os rins

    Combinar medicamentos para diabetes pode trazer benefícios para o coração e os rins

    O uso combinado de inibidores do co-transportador de sódio glicose 2 (SGLT2) e agonistas do receptor de peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP1-RA) oferece proteção adicional contra doenças cardíacas e renais em pacientes com diabetes.

    Os SGLT2 e GLP1-RA são classes de medicamentos que reduzem a glicose no sangue e melhoram os resultados cardiovasculares.

    Estudos demonstraram que o uso desses medicamentos em conjunto melhora o controle da glicose no sangue e seus efeitos combinados na doença cardíaca e na insuficiência renal.

    Pesquisadores reuniram dados de 12 ensaios controlados por placebo em grande escala de SGLT2 envolvendo 73.238 pacientes com diabetes, dos quais 3.065 já estavam recebendo GLP1-RA, mostrando que os benefícios dos SGLT2 foram observados independentemente do uso de GLP1-RA.

    Os SGLT2 reduziram o risco de eventos cardiovasculares adversos e a hospitalização por insuficiência cardíaca, bem como o risco de progressão da doença renal crônica, quando adicionados aos GLP1-RA, sem identificar novas preocupações com a segurança.

    Essas descobertas destacam a importância da combinação dessas classes de medicamentos para melhorar o controle da glicose no sangue e os resultados cardiovasculares, sem identificar riscos à saúde.

    Fonte: Link.


    Os SGLT2 e GLP1-RA são classes de medicamentos que reduzem a glicose no sangue e melhoram os resultados cardiovasculares.

    Estudos demonstraram que o uso desses medicamentos em conjunto melhora o controle da glicose no sangue e seus efeitos combinados na doença cardíaca e na insuficiência renal.

    Pesquisadores reuniram dados de 12 ensaios controlados por placebo em grande escala de SGLT2 envolvendo 73.238 pacientes com diabetes, dos quais 3.065 já estavam recebendo GLP1-RA, mostrando que os benefícios dos SGLT2 foram observados independentemente do uso de GLP1-RA.

    Os SGLT2 reduziram o risco de eventos cardiovasculares adversos e a hospitalização por insuficiência cardíaca, bem como o risco de progressão da doença renal crônica, quando adicionados aos GLP1-RA, sem identificar novas preocupações com a segurança.

    Essas descobertas destacam a importância da combinação dessas classes de medicamentos para melhorar o controle da glicose no sangue e os resultados cardiovasculares, sem identificar riscos à saúde.

    Fonte: Link.


  • Estudo revela ligação entre bebidas doces e arritmia cardíaca

    Estudo revela ligação entre bebidas doces e arritmia cardíaca

    Em um mundo onde a saúde é cada vez mais valorizada, uma nova pesquisa traz à tona preocupações sobre algo que muitos de nós consumimos diariamente: bebidas adoçadas.

    O estudo, que analisou dados do UK Biobank, revelou uma associação entre o consumo de bebidas adoçadas, tanto com açúcar quanto artificialmente, e um risco aumentado de fibrilação atrial (FA) – um tipo comum de arritmia cardíaca.

    A fibrilação atrial afeta milhões de pessoas em todo o mundo e está relacionada a complicações graves, como acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. A pesquisa mostrou que pessoas que consumiam mais de dois litros por semana dessas bebidas tinham um risco 20% maior de desenvolver FA.

    Diante desses achados, os especialistas recomendam cautela. Reduzir ou evitar o consumo de bebidas adoçadas pode ser um passo simples, mas significativo, para proteger o coração. No entanto, é importante notar que os resultados do estudo são observacionais. Isso significa que, embora exista uma associação, não se pode afirmar com certeza que as bebidas adoçadas causam FA.

    Ainda assim, a mensagem é clara: moderar o consumo dessas bebidas pode ser benéfico para a saúde do coração. Então, da próxima vez que você pensar em pegar aquele refrigerante gelado ou suco de caixinha, lembre-se de que alternativas mais saudáveis, como água e chás naturais, podem ser escolhas mais amigáveis ao seu coração.

    Este artigo serve como um lembrete gentil para repensarmos nossas escolhas diárias e seu impacto em nossa saúde a longo prazo. Afinal, um coração saudável é um dos pilares de uma vida plena e feliz.

    Fonte: Link.

    O estudo, que analisou dados do UK Biobank, revelou uma associação entre o consumo de bebidas adoçadas, tanto com açúcar quanto artificialmente, e um risco aumentado de fibrilação atrial (FA) – um tipo comum de arritmia cardíaca.

    A fibrilação atrial afeta milhões de pessoas em todo o mundo e está relacionada a complicações graves, como acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. A pesquisa mostrou que pessoas que consumiam mais de dois litros por semana dessas bebidas tinham um risco 20% maior de desenvolver FA.

    Diante desses achados, os especialistas recomendam cautela. Reduzir ou evitar o consumo de bebidas adoçadas pode ser um passo simples, mas significativo, para proteger o coração. No entanto, é importante notar que os resultados do estudo são observacionais. Isso significa que, embora exista uma associação, não se pode afirmar com certeza que as bebidas adoçadas causam FA.

    Ainda assim, a mensagem é clara: moderar o consumo dessas bebidas pode ser benéfico para a saúde do coração. Então, da próxima vez que você pensar em pegar aquele refrigerante gelado ou suco de caixinha, lembre-se de que alternativas mais saudáveis, como água e chás naturais, podem ser escolhas mais amigáveis ao seu coração.

    Este artigo serve como um lembrete gentil para repensarmos nossas escolhas diárias e seu impacto em nossa saúde a longo prazo. Afinal, um coração saudável é um dos pilares de uma vida plena e feliz.

    Fonte: Link.

  • Qual é a média de sobrevida e os cuidados necessários após transplante de coração

    Qual é a média de sobrevida e os cuidados necessários após transplante de coração

    O apresentador de televisão, Fausto Silva, popularmente conhecido como Faustão, passou por um delicado transplante de coração no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

    O procedimento cirúrgico foi necessário devido à gravidade do estado de saúde do apresentador, que estava em diálise e necessitando de medicamentos para auxiliar no funcionamento de seu coração.

    A insuficiência cardíaca em estágio final é uma condição de saúde séria, e o transplante de coração é considerado o tratamento padrão nesses casos. O procedimento envolve a substituição de um coração danificado ou doente por um coração saudável de um doador compatível. A expectativa de vida média de um paciente após um transplante de coração é de cerca de 9,16 anos, de acordo com dados médicos.

    As taxas de sobrevivência após um transplante de coração variam ao longo do tempo. No primeiro ano após a cirurgia, cerca de 75% dos pacientes sobrevivem. Aos 5 anos, a taxa de sobrevivência cai para 64%, enquanto aos 10 anos é de 53%. Essas taxas, no entanto, podem ser afetadas por complicações pós-cirúrgicas, como rejeição, infecção e doença arterial coronariana.

    Os primeiros dias após o transplante são cruciais, e a recuperação de Faustão parece estar progredindo de maneira satisfatória. Após 72 horas da cirurgia, o apresentador já apresentava boa comunicação e disposição. Alguns procedimentos médicos, como a retirada de drenos e cateteres, foram realizados, e ele iniciou sessões de fisioterapia para acelerar sua recuperação.

    Faustão é uma figura icônica na televisão brasileira, tendo comandado o programa “Domingão do Faustão” na Rede Globo por mais de 30 anos. Sua saída da emissora em junho de 2022 marcou o fim de uma era na televisão brasileira. O apresentador estava prestes a estrear um novo programa na Band, mas sua saúde o levou a adiar seus planos temporariamente.

    A notícia do transplante de coração de Faustão mobilizou uma onda de solidariedade e apoio por parte dos fãs e colegas da indústria do entretenimento. Sua recuperação é aguardada com expectativa, e o Brasil torce para que ele retorne em breve à televisão, onde deixou uma marca indelével ao longo de décadas de carreira.

    O procedimento cirúrgico foi necessário devido à gravidade do estado de saúde do apresentador, que estava em diálise e necessitando de medicamentos para auxiliar no funcionamento de seu coração.

    A insuficiência cardíaca em estágio final é uma condição de saúde séria, e o transplante de coração é considerado o tratamento padrão nesses casos. O procedimento envolve a substituição de um coração danificado ou doente por um coração saudável de um doador compatível. A expectativa de vida média de um paciente após um transplante de coração é de cerca de 9,16 anos, de acordo com dados médicos.

    As taxas de sobrevivência após um transplante de coração variam ao longo do tempo. No primeiro ano após a cirurgia, cerca de 75% dos pacientes sobrevivem. Aos 5 anos, a taxa de sobrevivência cai para 64%, enquanto aos 10 anos é de 53%. Essas taxas, no entanto, podem ser afetadas por complicações pós-cirúrgicas, como rejeição, infecção e doença arterial coronariana.

    Os primeiros dias após o transplante são cruciais, e a recuperação de Faustão parece estar progredindo de maneira satisfatória. Após 72 horas da cirurgia, o apresentador já apresentava boa comunicação e disposição. Alguns procedimentos médicos, como a retirada de drenos e cateteres, foram realizados, e ele iniciou sessões de fisioterapia para acelerar sua recuperação.

    Faustão é uma figura icônica na televisão brasileira, tendo comandado o programa “Domingão do Faustão” na Rede Globo por mais de 30 anos. Sua saída da emissora em junho de 2022 marcou o fim de uma era na televisão brasileira. O apresentador estava prestes a estrear um novo programa na Band, mas sua saúde o levou a adiar seus planos temporariamente.

    A notícia do transplante de coração de Faustão mobilizou uma onda de solidariedade e apoio por parte dos fãs e colegas da indústria do entretenimento. Sua recuperação é aguardada com expectativa, e o Brasil torce para que ele retorne em breve à televisão, onde deixou uma marca indelével ao longo de décadas de carreira.

  • Pesquisa revela risco da terapia celular para o coração

    Pesquisa revela risco da terapia celular para o coração

    Uma nova pesquisa das Universidades de Surrey e Oxford, na Inglaterra, mostrou que um tipo de célula que ajuda a reparar o tecido cardíaco após um infarto pode também aumentar o risco de arritmias, que são alterações no ritmo dos batimentos cardíacos.

    Os pesquisadores esperam que os resultados possam abrir novas possibilidades para tratamentos regenerativos seguros para pessoas que sofreram um infarto.

    A terapia celular é uma técnica que usa células criadas em laboratório a partir de células-tronco para substituir ou restaurar células danificadas por doenças ou lesões. No caso do coração, a terapia celular visa regenerar o tecido cardíaco que morre por falta de oxigênio durante um infarto, causando uma cicatriz que prejudica a função do órgão.

    O estudo, publicado na revista Cellular and Molecular Life Sciences, focou nas interações entre as células derivadas de células-tronco chamadas de cardiomiócitos (células que formam o músculo cardíaco) e os miofibroblastos, que são células que tentam reparar o tecido cardíaco após um infarto.

    Os pesquisadores descobriram que os miofibroblastos afetam as propriedades elétricas e o controle de cálcio das células cardíacas, além de alterar a expressão de genes responsáveis por funções vitais do coração, levando à instabilidade elétrica. Isso pode provocar arritmias, que podem ser fatais se não tratadas.

    Os pesquisadores identificaram a interleucina-6 (IL-6), uma molécula liberada pelos miofibroblastos que está envolvida em processos inflamatórios, como um fator chave nessa interação. Eles descobriram que bloquear a sinalização da IL-6 reduziu os efeitos negativos dos miofibroblastos nas células cardíacas.

    A Dra. Patrizia Camelliti, autora principal do estudo, disse: “Entender a relação entre os miofibroblastos e as células cardíacas pode ser a chave para desenvolver tratamentos regenerativos seguros para aqueles que sofreram um infarto. Nosso estudo mostrou que a IL-6 tem um papel importante nesse processo e que seu bloqueio pode melhorar a terapia celular do coração.”

    A terapia celular para o coração é uma área de pesquisa promissora, mas ainda enfrenta muitos desafios, como a baixa sobrevivência e integração das células transplantadas, a imunogenicidade, a heterogeneidade e a qualidade das células, e os efeitos adversos potenciais, como arritmias, tumores e inflamação.

    As células cardíacas derivadas de células-tronco são consideradas uma fonte ideal de células para a terapia celular do coração, pois podem ser geradas a partir de células do próprio paciente, evitando problemas de rejeição imunológica, e podem se diferenciar em todos os tipos de células do coração, como átrios, ventrículos e células do nó sinoatrial.

    Os miofibroblastos são células que se originam da ativação e transdiferenciação de fibroblastos residentes ou de outras fontes, como células endoteliais, pericitos ou células-tronco mesenquimais. Eles desempenham um papel importante na cicatrização de feridas, mas também contribuem para a fibrose e a disfunção cardíaca após um infarto.

    O estudo dos pesquisadores ingleses abre novas perspectivas para aprimorar a terapia celular do coração, buscando formas de reduzir ou eliminar os miofibroblastos ou a IL-6, e assim evitar as arritmias e melhorar a função cardíaca dos pacientes que sofreram um infarto.

    Os pesquisadores esperam que os resultados possam abrir novas possibilidades para tratamentos regenerativos seguros para pessoas que sofreram um infarto.

    A terapia celular é uma técnica que usa células criadas em laboratório a partir de células-tronco para substituir ou restaurar células danificadas por doenças ou lesões. No caso do coração, a terapia celular visa regenerar o tecido cardíaco que morre por falta de oxigênio durante um infarto, causando uma cicatriz que prejudica a função do órgão.

    O estudo, publicado na revista Cellular and Molecular Life Sciences, focou nas interações entre as células derivadas de células-tronco chamadas de cardiomiócitos (células que formam o músculo cardíaco) e os miofibroblastos, que são células que tentam reparar o tecido cardíaco após um infarto.

    Os pesquisadores descobriram que os miofibroblastos afetam as propriedades elétricas e o controle de cálcio das células cardíacas, além de alterar a expressão de genes responsáveis por funções vitais do coração, levando à instabilidade elétrica. Isso pode provocar arritmias, que podem ser fatais se não tratadas.

    Os pesquisadores identificaram a interleucina-6 (IL-6), uma molécula liberada pelos miofibroblastos que está envolvida em processos inflamatórios, como um fator chave nessa interação. Eles descobriram que bloquear a sinalização da IL-6 reduziu os efeitos negativos dos miofibroblastos nas células cardíacas.

    A Dra. Patrizia Camelliti, autora principal do estudo, disse: “Entender a relação entre os miofibroblastos e as células cardíacas pode ser a chave para desenvolver tratamentos regenerativos seguros para aqueles que sofreram um infarto. Nosso estudo mostrou que a IL-6 tem um papel importante nesse processo e que seu bloqueio pode melhorar a terapia celular do coração.”

    A terapia celular para o coração é uma área de pesquisa promissora, mas ainda enfrenta muitos desafios, como a baixa sobrevivência e integração das células transplantadas, a imunogenicidade, a heterogeneidade e a qualidade das células, e os efeitos adversos potenciais, como arritmias, tumores e inflamação.

    As células cardíacas derivadas de células-tronco são consideradas uma fonte ideal de células para a terapia celular do coração, pois podem ser geradas a partir de células do próprio paciente, evitando problemas de rejeição imunológica, e podem se diferenciar em todos os tipos de células do coração, como átrios, ventrículos e células do nó sinoatrial.

    Os miofibroblastos são células que se originam da ativação e transdiferenciação de fibroblastos residentes ou de outras fontes, como células endoteliais, pericitos ou células-tronco mesenquimais. Eles desempenham um papel importante na cicatrização de feridas, mas também contribuem para a fibrose e a disfunção cardíaca após um infarto.

    O estudo dos pesquisadores ingleses abre novas perspectivas para aprimorar a terapia celular do coração, buscando formas de reduzir ou eliminar os miofibroblastos ou a IL-6, e assim evitar as arritmias e melhorar a função cardíaca dos pacientes que sofreram um infarto.

  • Engenheiros criam modelo robótico do ventrículo direito do coração humano

    Engenheiros criam modelo robótico do ventrículo direito do coração humano

    Uma equipe de engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) criou um modelo robótico do ventrículo direito do coração, que imita o movimento e a ação de bombeamento do sangue dos corações vivos.

    O ventrículo direito é a parte do coração que envia o sangue para os pulmões, onde ele recebe oxigênio.

    O modelo robótico, chamado de ventrículo direito robótico, ou RRV, é feito de um material semelhante ao tecido cardíaco, que é cultivado com células cardíacas humanas. O tecido é conectado a músculos artificiais que se contraem quando uma corrente elétrica é aplicada, simulando as batidas do coração.

    Os engenheiros conseguiram controlar as contrações do ventrículo robótico e observar como suas válvulas naturais e outras estruturas complexas funcionam. Eles também puderam ajustar o modelo para reproduzir estados saudáveis e doentes do coração, como hipertensão pulmonar e infarto do miocárdio, que são condições que afetam o ventrículo direito e podem levar à insuficiência cardíaca.

    Além disso, eles usaram o modelo para testar dispositivos cardíacos, como uma válvula mecânica para reparar uma válvula natural defeituosa, e ver como o ventrículo robótico se comportava em resposta. Eles esperam que o modelo possa ser usado como uma plataforma realista para estudar distúrbios do ventrículo direito e testar dispositivos e terapias voltados para o tratamento desses distúrbios.

    “O ventrículo direito é particularmente suscetível à disfunção em ambientes de terapia intensiva, especialmente em pacientes em ventilação mecânica”, diz Manisha Singh, uma pesquisadora do MIT que é uma das autoras do estudo. “O simulador RRV pode ser usado no futuro para estudar os efeitos da ventilação mecânica no ventrículo direito e desenvolver estratégias para prevenir a insuficiência cardíaca direita nesses pacientes vulneráveis.”

    O estudo foi publicado na revista Nature Cardiovascular Research e contou com a colaboração de pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Cleveland Clinic. Os engenheiros pretendem continuar aprimorando o modelo e integrá-lo com outros modelos de órgãos, como o ventrículo esquerdo, que é responsável por bombear o sangue oxigenado para o resto do corpo. Eles também querem testar o modelo com diferentes tipos de células cardíacas, como as derivadas de células-tronco, que podem ter potencial para regenerar o tecido cardíaco danificado.

    Fonte: Link.

    O ventrículo direito é a parte do coração que envia o sangue para os pulmões, onde ele recebe oxigênio.

    O modelo robótico, chamado de ventrículo direito robótico, ou RRV, é feito de um material semelhante ao tecido cardíaco, que é cultivado com células cardíacas humanas. O tecido é conectado a músculos artificiais que se contraem quando uma corrente elétrica é aplicada, simulando as batidas do coração.

    Os engenheiros conseguiram controlar as contrações do ventrículo robótico e observar como suas válvulas naturais e outras estruturas complexas funcionam. Eles também puderam ajustar o modelo para reproduzir estados saudáveis e doentes do coração, como hipertensão pulmonar e infarto do miocárdio, que são condições que afetam o ventrículo direito e podem levar à insuficiência cardíaca.

    Além disso, eles usaram o modelo para testar dispositivos cardíacos, como uma válvula mecânica para reparar uma válvula natural defeituosa, e ver como o ventrículo robótico se comportava em resposta. Eles esperam que o modelo possa ser usado como uma plataforma realista para estudar distúrbios do ventrículo direito e testar dispositivos e terapias voltados para o tratamento desses distúrbios.

    “O ventrículo direito é particularmente suscetível à disfunção em ambientes de terapia intensiva, especialmente em pacientes em ventilação mecânica”, diz Manisha Singh, uma pesquisadora do MIT que é uma das autoras do estudo. “O simulador RRV pode ser usado no futuro para estudar os efeitos da ventilação mecânica no ventrículo direito e desenvolver estratégias para prevenir a insuficiência cardíaca direita nesses pacientes vulneráveis.”

    O estudo foi publicado na revista Nature Cardiovascular Research e contou com a colaboração de pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Cleveland Clinic. Os engenheiros pretendem continuar aprimorando o modelo e integrá-lo com outros modelos de órgãos, como o ventrículo esquerdo, que é responsável por bombear o sangue oxigenado para o resto do corpo. Eles também querem testar o modelo com diferentes tipos de células cardíacas, como as derivadas de células-tronco, que podem ter potencial para regenerar o tecido cardíaco danificado.

    Fonte: Link.

  • Como é a vida após um transplante de coração? Saiba a média de sobrevida e os cuidados necessários

    Como é a vida após um transplante de coração? Saiba a média de sobrevida e os cuidados necessários

    O apresentador de televisão, Fausto Silva, popularmente conhecido como Faustão, passou por um delicado transplante de coração no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

    O procedimento cirúrgico foi necessário devido à gravidade do estado de saúde do apresentador, que estava em diálise e necessitando de medicamentos para auxiliar no funcionamento de seu coração.

    A insuficiência cardíaca em estágio final é uma condição de saúde séria, e o transplante de coração é considerado o tratamento padrão nesses casos. O procedimento envolve a substituição de um coração danificado ou doente por um coração saudável de um doador compatível. A expectativa de vida média de um paciente após um transplante de coração é de cerca de 9,16 anos, de acordo com dados médicos.

    As taxas de sobrevivência após um transplante de coração variam ao longo do tempo. No primeiro ano após a cirurgia, cerca de 75% dos pacientes sobrevivem. Aos 5 anos, a taxa de sobrevivência cai para 64%, enquanto aos 10 anos é de 53%. Essas taxas, no entanto, podem ser afetadas por complicações pós-cirúrgicas, como rejeição, infecção e doença arterial coronariana.

    Os primeiros dias após o transplante são cruciais, e a recuperação de Faustão parece estar progredindo de maneira satisfatória. Após 72 horas da cirurgia, o apresentador já apresentava boa comunicação e disposição. Alguns procedimentos médicos, como a retirada de drenos e cateteres, foram realizados, e ele iniciou sessões de fisioterapia para acelerar sua recuperação.

    Faustão é uma figura icônica na televisão brasileira, tendo comandado o programa “Domingão do Faustão” na Rede Globo por mais de 30 anos. Sua saída da emissora em junho de 2022 marcou o fim de uma era na televisão brasileira. O apresentador estava prestes a estrear um novo programa na Band, mas sua saúde o levou a adiar seus planos temporariamente.

    A notícia do transplante de coração de Faustão mobilizou uma onda de solidariedade e apoio por parte dos fãs e colegas da indústria do entretenimento. Sua recuperação é aguardada com expectativa, e o Brasil torce para que ele retorne em breve à televisão, onde deixou uma marca indelével ao longo de décadas de carreira.

    O procedimento cirúrgico foi necessário devido à gravidade do estado de saúde do apresentador, que estava em diálise e necessitando de medicamentos para auxiliar no funcionamento de seu coração.

    A insuficiência cardíaca em estágio final é uma condição de saúde séria, e o transplante de coração é considerado o tratamento padrão nesses casos. O procedimento envolve a substituição de um coração danificado ou doente por um coração saudável de um doador compatível. A expectativa de vida média de um paciente após um transplante de coração é de cerca de 9,16 anos, de acordo com dados médicos.

    As taxas de sobrevivência após um transplante de coração variam ao longo do tempo. No primeiro ano após a cirurgia, cerca de 75% dos pacientes sobrevivem. Aos 5 anos, a taxa de sobrevivência cai para 64%, enquanto aos 10 anos é de 53%. Essas taxas, no entanto, podem ser afetadas por complicações pós-cirúrgicas, como rejeição, infecção e doença arterial coronariana.

    Os primeiros dias após o transplante são cruciais, e a recuperação de Faustão parece estar progredindo de maneira satisfatória. Após 72 horas da cirurgia, o apresentador já apresentava boa comunicação e disposição. Alguns procedimentos médicos, como a retirada de drenos e cateteres, foram realizados, e ele iniciou sessões de fisioterapia para acelerar sua recuperação.

    Faustão é uma figura icônica na televisão brasileira, tendo comandado o programa “Domingão do Faustão” na Rede Globo por mais de 30 anos. Sua saída da emissora em junho de 2022 marcou o fim de uma era na televisão brasileira. O apresentador estava prestes a estrear um novo programa na Band, mas sua saúde o levou a adiar seus planos temporariamente.

    A notícia do transplante de coração de Faustão mobilizou uma onda de solidariedade e apoio por parte dos fãs e colegas da indústria do entretenimento. Sua recuperação é aguardada com expectativa, e o Brasil torce para que ele retorne em breve à televisão, onde deixou uma marca indelével ao longo de décadas de carreira.

  • Exercício concentrado nos fins de semana pode proteger seu coração, diz estudo

    Exercício concentrado nos fins de semana pode proteger seu coração, diz estudo

    Você sabia que fazer exercício físico apenas nos fins de semana pode ser tão bom para o seu coração quanto fazê-lo regularmente durante a semana?

    via GIPHY

    É o que sugere um estudo recente publicado no JAMA, que acompanhou quase 90 mil pessoas por uma semana inteira usando acelerômetros de pulso.

    Os pesquisadores descobriram que as pessoas que realizavam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa em um ou dois dias da semana tinham riscos semelhantes de doenças cardíacas e derrame do que aquelas que distribuíam a atividade de forma mais uniforme. Isso significa que você não precisa se sentir culpado se não tiver tempo de se exercitar durante a semana, desde que compense nos fins de semana.

    Claro, isso não significa que você deva abandonar completamente a atividade física nos outros dias, pois ela traz outros benefícios para a saúde, como melhorar o humor, o sono e a função cognitiva.

    Mas se você é um guerreiro de fim de semana, pode ficar tranquilo sabendo que está cuidando do seu coração. E se você é inativo, talvez seja hora de começar a se mexer, nem que seja aos sábados e domingos. Seu coração vai agradecer!

    Fonte: Link.

    via GIPHY

    É o que sugere um estudo recente publicado no JAMA, que acompanhou quase 90 mil pessoas por uma semana inteira usando acelerômetros de pulso.

    Os pesquisadores descobriram que as pessoas que realizavam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa em um ou dois dias da semana tinham riscos semelhantes de doenças cardíacas e derrame do que aquelas que distribuíam a atividade de forma mais uniforme. Isso significa que você não precisa se sentir culpado se não tiver tempo de se exercitar durante a semana, desde que compense nos fins de semana.

    Claro, isso não significa que você deva abandonar completamente a atividade física nos outros dias, pois ela traz outros benefícios para a saúde, como melhorar o humor, o sono e a função cognitiva.

    Mas se você é um guerreiro de fim de semana, pode ficar tranquilo sabendo que está cuidando do seu coração. E se você é inativo, talvez seja hora de começar a se mexer, nem que seja aos sábados e domingos. Seu coração vai agradecer!

    Fonte: Link.

  • Estudo mostra relação entre urbanização e saúde cardiometabólica dos povos indígenas no Brasil

    Estudo mostra relação entre urbanização e saúde cardiometabólica dos povos indígenas no Brasil

    Um estudo publicado na revista The Lancet mostrou que a urbanização está associada a um aumento da prevalência de obesidade, hipertensão e mortalidade cardiovascular entre os povos indígenas brasileiros.

    Os pesquisadores analisaram dados de revisões sistemáticas e meta-análises, do censo brasileiro e de registros nacionais de saúde, além do impacto do desmatamento da Amazônia.

    O estudo revelou que os povos indígenas que vivem em regiões mais urbanizadas, com menor cobertura florestal, apresentam maiores níveis de pressão arterial, índice de massa corporal e risco cardiovascular do que aqueles que vivem em regiões mais preservadas e tradicionais. Os autores também observaram uma tendência de aumento desses fatores de risco ao longo do tempo, acompanhando as mudanças no estilo de vida e na alimentação dos indígenas.

    Os resultados sugerem que a urbanização tem um efeito negativo sobre a saúde cardiometaólica dos povos indígenas brasileiros, que já enfrentam diversas desigualdades e vulnerabilidades sociais e sanitárias. Os autores defendem a necessidade de políticas públicas que respeitem e valorizem a diversidade cultural e ambiental dos povos indígenas, bem como garantam o seu acesso à saúde de qualidade e à proteção de seus territórios.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores analisaram dados de revisões sistemáticas e meta-análises, do censo brasileiro e de registros nacionais de saúde, além do impacto do desmatamento da Amazônia.

    O estudo revelou que os povos indígenas que vivem em regiões mais urbanizadas, com menor cobertura florestal, apresentam maiores níveis de pressão arterial, índice de massa corporal e risco cardiovascular do que aqueles que vivem em regiões mais preservadas e tradicionais. Os autores também observaram uma tendência de aumento desses fatores de risco ao longo do tempo, acompanhando as mudanças no estilo de vida e na alimentação dos indígenas.

    Os resultados sugerem que a urbanização tem um efeito negativo sobre a saúde cardiometaólica dos povos indígenas brasileiros, que já enfrentam diversas desigualdades e vulnerabilidades sociais e sanitárias. Os autores defendem a necessidade de políticas públicas que respeitem e valorizem a diversidade cultural e ambiental dos povos indígenas, bem como garantam o seu acesso à saúde de qualidade e à proteção de seus territórios.

    Fonte: Link.

  • Por que a falta de sono é ruim para o coração?

    Nos últimos anos vários estudos têm mostrado que pessoas que não dormem o suficiente apresentam um risco maior de ter algum tipo de AVC e ataque cardíaco.

    Agora, uma nova pesquisa da Universidade do Colorado ajudou a explicar o porquê.

    Segundo os resultados do estudo, pessoas que dormem menos de 7 horas por noite têm menores níveis de três reguladores fisiológicos no sangue.

    “Este estudo propõe um novo potencial mecanismo através do qual o sono influencia a saúde do coração e, em geral fisiologia”, disse o autor sênior Cristóvão de Souza, professor de Fisiologia Integrativa.

    Em outro estudo recente, descobriu-se que homens adultos que dormem 6 horas por noite têm problemas com as células endoteliais (linha de vasos sanguíneos e suas artérias que não se dilatam e se contraem).

    “É plausível que as pessoas precisam, no mínimo, de 7 horas de sono por noite para manter os níveis de importantes reguladores fisiológicos, tais como microRNAs”, disse Souza.

    As microRNAs influenciam a expressão do gene e desempenham um papel chave na manutenção da saúde vascular.

    A investigação está em curso no DeSouza laboratório para determinar se a restauração de hábitos saudáveis de sono pode restaurar os níveis de microRNAs.

    Os resultados podem levar a novos testes não invasivos em pacientes com problemas de sono e que estão preocupados com sua saúde.