Tag: crimes

  • Quais crimes Bolsonaro pode ter cometido ao falsificar seu cartão de vacina?

    Quais crimes Bolsonaro pode ter cometido ao falsificar seu cartão de vacina?

    O ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo investigado por supostamente falsificar seu cartão de vacinação contra a covid-19.

    Mas esse não é o único crime que ele pode ter cometido durante a pandemia. Neste artigo, vamos explicar quais são as outras infrações que ele pode ter praticado e quais são as consequências jurídicas para cada uma delas.

    O crime de falsidade ideológica consiste em inserir dados falsos em um documento público ou particular, com o objetivo de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria inserido no seu cartão de vacina que recebeu duas doses da Pfizer, mas ele mesmo declara que não foi vacinado.

    O crime de charlatanismo consiste em anunciar ou promover curas ou tratamentos que se sabe ineficazes ou sem comprovação científica. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria promovido remédios como a cloroquina e a ivermectina, que não têm eficácia comprovada contra a covid-19.

    O crime de epidemia consiste em causar ou propagar doença contagiosa ou perigosa à vida. A pena prevista é de reclusão de dez a quinze anos. No caso de Bolsonaro, ele teria contribuído para a disseminação do vírus ao minimizar a gravidade da doença, desestimular o uso de máscaras e o distanciamento social, e realizar aglomerações sem medidas de proteção.

    O crime de infração de medida sanitária preventiva consiste em infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. A pena prevista é de detenção de um mês a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria descumprido normas e orientações das autoridades de saúde pública, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde.

    Esses são alguns dos crimes que podem ser atribuídos ao ex-presidente, mas cabe aos órgãos competentes investigar e julgar os fatos. A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu retirar o sigilo do cartão de vacina de Bolsonaro, mas o Ministério da Saúde só poderá divulgar os dados quando for concluída a investigação sobre a eventual fraude.

    Mas esse não é o único crime que ele pode ter cometido durante a pandemia. Neste artigo, vamos explicar quais são as outras infrações que ele pode ter praticado e quais são as consequências jurídicas para cada uma delas.

    O crime de falsidade ideológica consiste em inserir dados falsos em um documento público ou particular, com o objetivo de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria inserido no seu cartão de vacina que recebeu duas doses da Pfizer, mas ele mesmo declara que não foi vacinado.

    O crime de charlatanismo consiste em anunciar ou promover curas ou tratamentos que se sabe ineficazes ou sem comprovação científica. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria promovido remédios como a cloroquina e a ivermectina, que não têm eficácia comprovada contra a covid-19.

    O crime de epidemia consiste em causar ou propagar doença contagiosa ou perigosa à vida. A pena prevista é de reclusão de dez a quinze anos. No caso de Bolsonaro, ele teria contribuído para a disseminação do vírus ao minimizar a gravidade da doença, desestimular o uso de máscaras e o distanciamento social, e realizar aglomerações sem medidas de proteção.

    O crime de infração de medida sanitária preventiva consiste em infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. A pena prevista é de detenção de um mês a um ano e multa. No caso de Bolsonaro, ele teria descumprido normas e orientações das autoridades de saúde pública, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde.

    Esses são alguns dos crimes que podem ser atribuídos ao ex-presidente, mas cabe aos órgãos competentes investigar e julgar os fatos. A Controladoria-Geral da União (CGU) decidiu retirar o sigilo do cartão de vacina de Bolsonaro, mas o Ministério da Saúde só poderá divulgar os dados quando for concluída a investigação sobre a eventual fraude.

  • Operação em favelas do Rio recupera 35 veículos roubados e prende 3 pessoas

    A Polícia Civil divulgou o balanço da Operação Colina, em curso desde a manhã de hoje (6) nas favelas Falett, Fogueteiro e Prazeres, localizadas no bairro de Santa Teresa, na região central do Rio de Janeiro. Três pessoas foram presas e 35 veículos roubados foram recuperados. Além disso, foram apreendidas cinco pistolas, drogas sintéticas, material para acondicionar entorpecentes, 55 pinos de cocaína e grande quantidade de maconha, distribuída em 82 tabletes, 2.010 trouxinhas e 183 saquinhos de sacolés.

    A Operação Colina visava a cumprir 50 mandados de prisão referentes a inquéritos que envolvem os crimes de tráfico, associação para o tráfico e roubo. Foram mobilizados 300 agentes da Polícia Civil, que contaram com o apoio Batalhão de Ações com Cães (BAC) da Polícia Militar.

    Dos 50 mandados, apenas um foi cumprido, contra Alessandro da Cunha dos Reis da Silva, de 23 anos. Outros dois homens, um de 22 anos e outro de 35, foram presos em flagrante durante a operação. Também foi apreendido um adolescente de 17 anos.

    Na comunidade do Escondidinho, vizinha ao Morro dos Prazeres, houve troca de tiros. Segundo a Polícia Civil, um homem envolvido no confronto, ainda não identificado, foi baleado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

    As investigações utilizaram vídeos gravados em bocas de fumo e fotos publicadas em redes sociais. Nas imagens, os suspeitos ostentam armas. De acordo com a Polícia Civil, o tráfico que ocorre nos três morros é controlado por dois grupos de uma mesma facção. No Fallet e no Fogueteiro, as ações dos criminosos são chefiadas por Paulo Cesar Baptista de Castro, conhecido por Paulinhozinho. Já no Morro dos Prazeres, o líder seria Cláudio Augusto dos Santos, o Jiló. Há mandados de prisão contra ambos. Por: Agência Brasil

  • Polícia Federal vai investigar crime virtual de ódio contra mulheres

    A partir de hoje (4), a Polícia Federal (PF) será a responsável por investigar crimes virtuais contra as mulheres. A Lei 13.642/2018, publicada hoje no Diário Oficial da União , altera a Lei 10.446/2002, que trata sobre as infrações penais de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme.

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    Nesse caso, a PF, hoje ligada ao Ministério Extraordinário da Segurança Pública, assume as investigações, com apoio dos órgãos de segurança pública locais.

    A publicação de hoje estabelece que a PF também vai investigar quaisquer crimes praticados por meio da rede mundial de computadores que difundam conteúdo misógino, definidos como aqueles que propagam o ódio ou a aversão às mulheres.

    Além desses crimes, também é competência da força federal, de acordo com a lei de 2002, a investigação de sequestro por motivação política ou em razão da função pública exercida pela vítima; de formação de cartel; e de crimes relativos à violação a direitos humanos.

    A PF trabalha em casos de furto, roubo ou receptação de cargas, quando houver indícios da atuação de grupos criminosos em mais de um estado; em casos de falsificação e venda, inclusive pela internet, de produtos para fins terapêuticos ou medicinais; e em casos de furto, roubo ou dano contra instituições financeiras, incluindo agências bancárias ou caixas eletrônicos, também quando a atuação dos criminosos for interestadual. Por: Agência Nacional