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  • Vinho ajuda a emagrecer?

    Unir o útil ao agradável é o que há. De acordo com uma pesquisa de 2009 realizada na Universidade de Harvard, nos EUA, o consumo de bebidas alcoólicas, como por exemplo o vinho, pode evitar o ganho de peso. Nesse estudo, os cientistas acompanharam quase 20 mil mulheres durante 13 anos, observando seu peso e seus hábitos em relação ao consumo de álcool.

    O resultado foi que, quando comparadas com as participantes que nunca bebiam, as mulheres que relatavam um consumo de bebida alcoólica de leve a moderado apresentaram um risco menor de desenvolver sobrepeso ou se tornarem obesas.

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    Outra questão levantada é que entre bebidas como destilado, cerveja e vinho, este é o que mais se destaca na prevenção de peso.

    Isso ocorre porque o vinho tinto contém flavonoides, que têm poder antioxidante. Essas substâncias são benéficas para nossa saúde, pois elas atuam neutralizando radicais livres e impedindo a oxidação do colesterol ruim (LDL), diminuindo assim os riscos relacionados a doenças como a aterosclerose.

    IMPORTANTE:

    Vale destacar que apesar disso o vinho tinto não possui nutriente importante para o nosso organismo. Ou seja, o consumo de álcool em excesso pode gerar também uma série de outros problemas de saúde.

  • Ellen Rocche perdeu 12 kg em três meses; descubra como!

    Pensando em arrasar no desfile de Carnaval, Ellen Rocche iniciou em novembro do ano passado um tratamento nutricional à base de frutas diuréticas. Com a dieta, a atriz acabou eliminando 12 kg.

    “O cardápio foi elaborado para promover o aumento de massa muscular, a redução de gordura corporal e o ganho de tônus e densidade”, disse Rogério Oliveira, nutricionista-chefe da equipe da clínica Guilherme Corradi.

    o início do processo, em novembro, Ellen passou por uma reeducação nutricional, incluindo alimentos mais saudáveis e funcionais na dieta, como as frutas diuréticas: melão, melancia, kiwi, limão e abacaxi.

    A fase mais restritiva, de acordo com o site, aconteceu nos cinco dias antes do desfile. Nesse período, os cafés da manhã de Ellen Rocche eram compostos de claras de ovos e frutas. Almoços e jantares tinham opções de um filé de frango, peixe ou carne magra, acompanhado de batata doce, mandioca ou abóbora.

  • Veja quais são as duas melhores dietas para emagrecer, segundo ranking americano

    Assim como todos os anos, a revista americana U.S. News & World Report divulgou, recentemente, o ranking Best Diets (Melhores Dietas), que é feito consultando especialistas de instituições americanas de peso, como Johns Hopkins, Tufts Medical Center, Universidade Harvard, Mayo Clinic e por aí vai.

    Da análise desse júri saem as campeãs em várias categorias: a dieta ideal para emagrecer, a mais fácil de seguir e a que controla melhor o diabetes, por exemplo.

    Neste ano, duas estratégias alimentares dividem a medalha de ouro. Uma delas é figurinha carimbada no pódio: trata-se da dieta DASH, sigla em inglês que significa “Medidas Dietéticas para Controlar a Hipertensão”. A seu lado está a Dieta Mediterrânea, reverenciada em diversos estudos científicos.

    Conheça mais sobre elas:

    A dieta DASH

    Seu principal objetivo é prevenir e controlar a pressão alta, fazendo cair o risco de infarto e derrame. No cardápio, são priorizados alimentos ricos em substâncias como potássio, cálcio, proteínas e fibras. Na prática, a ideia é investir naqueles grupos reconhecidamente saudáveis – ou seja, frutas, verduras, legumes, grãos integrais, leguminosas, carnes magras e lácteos com baixo teor de gordura.

    Por outro lado, é preciso limitar o consumo de fontes de gorduras saturadas, a exemplo de carnes gordas e laticínios integrais, e produtos abastecidos de açúcar, como doces, refrigerantes e néctares. Acima de tudo, recomenda-se, claro, prestar bastante atenção na quantidade de sódio, o mineral que faz a pressão decolar. Ele está no sal de cozinha e em muitos produtos industrializados. A indicação é não exceder os 2 300 miligramas de sódio por dia – o melhor mesmo seria ingerir até 1 500 miligramas.

    A Dieta Mediterrânea

    As vantagens atribuídas a ela são diversas, como perda de peso, prevenção de câncer, menor risco e controle de diabetes, além de benefícios para o coração e cérebro. A dieta tem esse nome porque é seguida por povos que moram perto do Mar Mediterrâneo, no sul da Europa, e são conhecidos por sua longa expectativa de vida.

    Mas não dá para definir um cardápio fechado. No site da U.S News, é lembrado que os gregos comem diferente dos italianos, que, por sua vez, não fazem o mesmo tipo de refeição dos franceses e espanhóis. O que não dá para negar: existem similaridades cruciais entre os pratos dessas populações.

    Por exemplo: frutas, verduras, legumes, grãos integrais, leguminosas, oleaginosas, azeite de oliva e ervas e especiarias aromáticas são comuns nas refeições dessa gente toda. Peixes e frutos do mar também têm lugar especial no menu. Frango, ovo, queijos e iogurte aparecem com moderação, enquanto os doces e a carne vermelha ficam restritos a ocasiões especiais.

    Um item bastante lembrado ao falar de Dieta Mediterrânea é o vinho tinto, que contém resveratrol – substância lembrada, entre outras coisas, por blindar o coração. Mas não é para encher a cara: recomenda-se uma taça por dia. O suco de uva integral é uma ótima alternativa.