Tag: dólar

  • Dólar Poderia Ter Caído para R$ 4,60 em 2023, Segundo Genial Investimentos

    Dólar Poderia Ter Caído para R$ 4,60 em 2023, Segundo Genial Investimentos

    A Genial Investimentos afirma que o real poderia ter se fortalecido em relação ao dólar em 2023 se o Brasil não estivesse passando por problemas políticos.

    Por causa dessa incerteza, quem vende produtos agrícolas e minerais para outros países preferiu deixar parte do dinheiro que ganhou fora do Brasil. Além disso, notícias recentes mostram que o dólar pode continuar a ganhar valor.

    A Genial Investimentos também disse que o Brasil vendeu muito mais para outros países do que comprou em 2023, quase o dobro de 2020. Isso poderia ter feito o dólar valer cerca de R$ 4,60, ou seja, 24 centavos a menos do que realmente valia no final do ano. Mas isso não aconteceu porque parte do dinheiro ganho com as vendas ficou fora do Brasil.

    Desde então, a situação ficou pior. A economia dos Estados Unidos está indo bem e a inflação está sob controle, então eles decidiram não diminuir os juros. Isso fez com que investidores preferissem investir nos EUA em vez de países como o Brasil. Recentemente, problemas no Oriente Médio e mudanças nas metas do governo brasileiro fizeram o dólar chegar perto de R$ 5,30 na terça-feira (16).

    Os analistas da Genial notaram que, desde 2022, há uma diferença entre o quanto o Brasil vende para outros países e o quanto desse dinheiro realmente volta para o Brasil. Se quem vende produtos tivesse trazido o mesmo tanto de dinheiro para o Brasil que trazia antes da pandemia, o real estaria mais valorizado. Antes da Covid-19, quase todo o dinheiro das vendas voltava para o Brasil.


    Por causa dessa incerteza, quem vende produtos agrícolas e minerais para outros países preferiu deixar parte do dinheiro que ganhou fora do Brasil. Além disso, notícias recentes mostram que o dólar pode continuar a ganhar valor.

    A Genial Investimentos também disse que o Brasil vendeu muito mais para outros países do que comprou em 2023, quase o dobro de 2020. Isso poderia ter feito o dólar valer cerca de R$ 4,60, ou seja, 24 centavos a menos do que realmente valia no final do ano. Mas isso não aconteceu porque parte do dinheiro ganho com as vendas ficou fora do Brasil.

    Desde então, a situação ficou pior. A economia dos Estados Unidos está indo bem e a inflação está sob controle, então eles decidiram não diminuir os juros. Isso fez com que investidores preferissem investir nos EUA em vez de países como o Brasil. Recentemente, problemas no Oriente Médio e mudanças nas metas do governo brasileiro fizeram o dólar chegar perto de R$ 5,30 na terça-feira (16).

    Os analistas da Genial notaram que, desde 2022, há uma diferença entre o quanto o Brasil vende para outros países e o quanto desse dinheiro realmente volta para o Brasil. Se quem vende produtos tivesse trazido o mesmo tanto de dinheiro para o Brasil que trazia antes da pandemia, o real estaria mais valorizado. Antes da Covid-19, quase todo o dinheiro das vendas voltava para o Brasil.


  • Brics quer criar moeda comum para substituir o dólar

    Brics quer criar moeda comum para substituir o dólar

    A ideia é que a moeda seja baseada em uma cesta de moedas nacionais e tenha um valor fixo em relação ao dólar.

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta sexta-feira (25) que o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, iniciará estudos para criar uma moeda de referência para substituir o dólar nas trocas comerciais entre os países-membros e outros seis que se integrarão em 2024.

    Segundo ele, a moeda comum facilitaria a vida das pessoas e reduziria os custos de transação. 

    Ele afirmou que ninguém quer mudar a unidade monetária do país, mas sim ter uma alternativa ao dólar, que não foi escolhido por nenhum fórum mundial, mas se impôs após o fim do padrão ouro.

    A moeda ainda não tem um nome oficial, mas é chamada informalmente de R5, uma referência às iniciais dos países do Brics. 

    A área econômica dos países do bloco irá apresentar uma solução na próxima reunião da Cúpula, em 2024, na Rússia.

    A iniciativa do Brics foi criticada pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Em entrevista à imprensa, ele disse que a moeda americana é global pelo poder da economia dos EUA e que qualquer tentativa de descartá-la seria um erro. Ele questionou qual moeda seria usada pelo Brics e desejou boa sorte.

    O Brics é um grupo de países emergentes que representa cerca de 40% da população mundial e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global. O bloco busca aumentar a cooperação econômica, política e social entre seus membros e fortalecer sua voz no cenário internacional. Em 2024, o Brics irá incorporar mais seis países: Argentina, Indonésia, México, Nigéria, Turquia e Vietnã.

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta sexta-feira (25) que o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, iniciará estudos para criar uma moeda de referência para substituir o dólar nas trocas comerciais entre os países-membros e outros seis que se integrarão em 2024.

    Segundo ele, a moeda comum facilitaria a vida das pessoas e reduziria os custos de transação. 

    Ele afirmou que ninguém quer mudar a unidade monetária do país, mas sim ter uma alternativa ao dólar, que não foi escolhido por nenhum fórum mundial, mas se impôs após o fim do padrão ouro.

    A moeda ainda não tem um nome oficial, mas é chamada informalmente de R5, uma referência às iniciais dos países do Brics. 

    A área econômica dos países do bloco irá apresentar uma solução na próxima reunião da Cúpula, em 2024, na Rússia.

    A iniciativa do Brics foi criticada pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Em entrevista à imprensa, ele disse que a moeda americana é global pelo poder da economia dos EUA e que qualquer tentativa de descartá-la seria um erro. Ele questionou qual moeda seria usada pelo Brics e desejou boa sorte.

    O Brics é um grupo de países emergentes que representa cerca de 40% da população mundial e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global. O bloco busca aumentar a cooperação econômica, política e social entre seus membros e fortalecer sua voz no cenário internacional. Em 2024, o Brics irá incorporar mais seis países: Argentina, Indonésia, México, Nigéria, Turquia e Vietnã.

  • Mercado reduz expectativa de inflação e dólar para 2023

    Mercado reduz expectativa de inflação e dólar para 2023

    O mercado financeiro reduziu pela segunda semana consecutiva a expectativa de inflação para 2023, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (31/7).

    A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,90% para 4,84%, ainda acima da meta central de 4,25% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

    A expectativa para o câmbio também foi revisada para baixo, com o dólar encerrando o ano a R$ 4,91, ante R$ 4,97 na semana anterior. O mercado manteve a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,24% e da taxa básica de juros (Selic) em 12%.

    O Boletim Focus é uma pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com as principais instituições financeiras do país. O objetivo é coletar as projeções dos analistas sobre os principais indicadores econômicos do país.

    A inflação tem sido um dos principais desafios para a política econômica do governo, que tem adotado medidas de ajuste fiscal e monetário para tentar conter a alta dos preços. Em junho, o IPCA registrou uma variação de 0,35%, acumulando 3,77% no ano e 8,35% em 12 meses.

    O Banco Central tem elevado a Selic desde março deste ano, quando iniciou um ciclo de aperto monetário para combater as pressões inflacionárias. A taxa básica de juros está atualmente em 10,25% ao ano e deve subir mais 0,75 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que começa nesta terça-feira (1º/8).

    O mercado espera que a Selic chegue a 12% até o final do ano e permaneça nesse patamar até o final de 2023. A taxa de juros é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para influenciar a atividade econômica e o nível de preços.

    O crescimento econômico também tem sido afetado pela crise sanitária provocada pela pandemia da Covid-19, que reduziu a demanda e a oferta de bens e serviços. O PIB brasileiro caiu 4,1% em 2022, a maior queda da série histórica iniciada em 1996.

    Para este ano, o mercado espera uma recuperação da economia, impulsionada pela vacinação da população e pelo avanço das reformas estruturais. A projeção é que o PIB cresça 2,24%, abaixo da estimativa do governo, que é de 3,5%.

    O câmbio também tem refletido as incertezas domésticas e internacionais. O dólar tem se valorizado frente ao real em meio às turbulências políticas, fiscais e sanitárias no Brasil e à expectativa de retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos.

    A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira (28/7) cotada a R$ 5,11, acumulando uma alta de 0,86% no mês e de 0,23% no ano. O mercado espera que o dólar se desvalorize até o final do ano e feche a R$ 4,91. Para 2023, a projeção é que a moeda fique em R$ 5.

    A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,90% para 4,84%, ainda acima da meta central de 4,25% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

    A expectativa para o câmbio também foi revisada para baixo, com o dólar encerrando o ano a R$ 4,91, ante R$ 4,97 na semana anterior. O mercado manteve a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,24% e da taxa básica de juros (Selic) em 12%.

    O Boletim Focus é uma pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com as principais instituições financeiras do país. O objetivo é coletar as projeções dos analistas sobre os principais indicadores econômicos do país.

    A inflação tem sido um dos principais desafios para a política econômica do governo, que tem adotado medidas de ajuste fiscal e monetário para tentar conter a alta dos preços. Em junho, o IPCA registrou uma variação de 0,35%, acumulando 3,77% no ano e 8,35% em 12 meses.

    O Banco Central tem elevado a Selic desde março deste ano, quando iniciou um ciclo de aperto monetário para combater as pressões inflacionárias. A taxa básica de juros está atualmente em 10,25% ao ano e deve subir mais 0,75 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que começa nesta terça-feira (1º/8).

    O mercado espera que a Selic chegue a 12% até o final do ano e permaneça nesse patamar até o final de 2023. A taxa de juros é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para influenciar a atividade econômica e o nível de preços.

    O crescimento econômico também tem sido afetado pela crise sanitária provocada pela pandemia da Covid-19, que reduziu a demanda e a oferta de bens e serviços. O PIB brasileiro caiu 4,1% em 2022, a maior queda da série histórica iniciada em 1996.

    Para este ano, o mercado espera uma recuperação da economia, impulsionada pela vacinação da população e pelo avanço das reformas estruturais. A projeção é que o PIB cresça 2,24%, abaixo da estimativa do governo, que é de 3,5%.

    O câmbio também tem refletido as incertezas domésticas e internacionais. O dólar tem se valorizado frente ao real em meio às turbulências políticas, fiscais e sanitárias no Brasil e à expectativa de retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos.

    A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira (28/7) cotada a R$ 5,11, acumulando uma alta de 0,86% no mês e de 0,23% no ano. O mercado espera que o dólar se desvalorize até o final do ano e feche a R$ 4,91. Para 2023, a projeção é que a moeda fique em R$ 5.

  • Inflação em 2023 deve superar 6%, segundo Boletim Focus

    Inflação em 2023 deve superar 6%, segundo Boletim Focus

    A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve fechar o ano de 2023 acima de 6%, segundo a mediana das expectativas dos economistas do mercado consultados pelo Banco Central.

    De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24), a projeção para o IPCA em 2023 subiu pela terceira semana consecutiva, passando de 6,01% para 6,04%. Essa é a segunda vez que a estimativa ultrapassa a marca dos 6% no ano.

    A meta de inflação para 2023, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,25% e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. A alta da inflação reflete os efeitos da crise hídrica, da alta dos combustíveis e dos alimentos e da desvalorização cambial sobre os preços.

    Apesar da maior pressão inflacionária vista pelo mercado, a expectativa para a taxa básica de juros da economia (Selic) foi mantida em 12,50% ao ano para o fim de 2023. O mesmo acontece com a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que ficou em 0,96%. Já a previsão para o dólar foi de R$ 5,20 para o fim deste ano e R$ 5,25 para o próximo.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24), a projeção para o IPCA em 2023 subiu pela terceira semana consecutiva, passando de 6,01% para 6,04%. Essa é a segunda vez que a estimativa ultrapassa a marca dos 6% no ano.

    A meta de inflação para 2023, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,25% e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. A alta da inflação reflete os efeitos da crise hídrica, da alta dos combustíveis e dos alimentos e da desvalorização cambial sobre os preços.

    Apesar da maior pressão inflacionária vista pelo mercado, a expectativa para a taxa básica de juros da economia (Selic) foi mantida em 12,50% ao ano para o fim de 2023. O mesmo acontece com a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que ficou em 0,96%. Já a previsão para o dólar foi de R$ 5,20 para o fim deste ano e R$ 5,25 para o próximo.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Dólar tem maior queda diária desde o fim de janeiro e cai para R$ 5,65

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  • Bolsa cai e dólar tem maior alta desde setembro fechando a semana em R$ 5,47

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  • Dólar fecha na mínima em quatro meses e emenda 3ª semana de queda com expectativa de fluxo


    No fechamento, o dólar à vista caiu 0,28%, a 5,1251 reais na venda, menor patamar desde 22 de julho (5,1143 reais).

    Em dezembro, a moeda perde 4,14%. No ano, o dólar ainda sobe 27,72%.

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  • Dólar registra forte queda após vitória de Biden e esperanças sobre vacina


    O dólar opera em queda nesta segunda-feira (9), ficando abaixo de R$ 5,25 até as 11 horas. A mínima chegou a R$ 5,2247, menor cotação desde 16 de setembro.

    O movimento se deve pela vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais americanas e após a divulgação de que a vacina da Pfizer contra Covid-19 é mais de 90% eficaz.

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  • Real é a terceira moeda que mais perdeu valor desde o início de 2020, atrás apenas da Zâmbia e da Venezuela


    Em uma lista com 121 países, a moeda brasileira acumula queda de 28,5% em relação ao dólar.

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://news.google.com/topstories?hl=pt-BR&gl=BR&ceid=BR:pt-419`; the status code is `200` and content-type is `text/html; charset=utf-8`

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  • Ibovespa recua 4,8% em setembro e dólar sobe 2,52%


    Setembro chegou ao fim. Confira o balanço do mês com o economista Carlos Goya.

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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