Tag: Egito

  • Descoberta de nova baleia extinta no Egito revela a origem das baleias modernas

    Descoberta de nova baleia extinta no Egito revela a origem das baleias modernas

    Uma nova espécie de baleia extinta foi descoberta por uma equipe de cientistas egípcios no deserto do Egito.

    A baleia, chamada Tutcetus rayanensis, viveu há 41 milhões de anos no antigo mar que cobria a região. É a menor e uma das mais antigas espécies de baleias conhecidas na África.

    A baleia pertence ao grupo dos basilossauros, que descendem de animais terrestres que se adaptaram à vida no mar. T. rayanensis é um exemplo da primeira fase dessa transição, com uma cauda forte, nadadeiras e pequenos membros posteriores, que podem ter sido usados para acasalamento.

    O nome da nova espécie vem de Tutankhamun (Rei Tut), o famoso faraó do Egito Antigo, e Cetus, a palavra grega para baleia. Rayanensis se refere à área protegida de Wadi El-Rayan, onde o fóssil foi encontrado.

    O fóssil foi descoberto em 2016 por uma equipe liderada pelo Dr. Hesham Sallam, do Centro de Pesquisa em Paleontologia e Paleoecologia da Universidade de Mansoura. A equipe publicou sua descoberta na revista científica PLOS ONE.

    O Dr. Sallam disse que a nova espécie é importante para entender a evolução das baleias e sua adaptação ao ambiente marinho. Ele também disse que o Egito é um tesouro de fósseis de baleias, que revelam a história da vida no antigo mar.

    A baleia, chamada Tutcetus rayanensis, viveu há 41 milhões de anos no antigo mar que cobria a região. É a menor e uma das mais antigas espécies de baleias conhecidas na África.

    A baleia pertence ao grupo dos basilossauros, que descendem de animais terrestres que se adaptaram à vida no mar. T. rayanensis é um exemplo da primeira fase dessa transição, com uma cauda forte, nadadeiras e pequenos membros posteriores, que podem ter sido usados para acasalamento.

    O nome da nova espécie vem de Tutankhamun (Rei Tut), o famoso faraó do Egito Antigo, e Cetus, a palavra grega para baleia. Rayanensis se refere à área protegida de Wadi El-Rayan, onde o fóssil foi encontrado.

    O fóssil foi descoberto em 2016 por uma equipe liderada pelo Dr. Hesham Sallam, do Centro de Pesquisa em Paleontologia e Paleoecologia da Universidade de Mansoura. A equipe publicou sua descoberta na revista científica PLOS ONE.

    O Dr. Sallam disse que a nova espécie é importante para entender a evolução das baleias e sua adaptação ao ambiente marinho. Ele também disse que o Egito é um tesouro de fósseis de baleias, que revelam a história da vida no antigo mar.

  • Brasileiros são presos no Egito acusados de tráfico de drogas

    Dois jovens brasileiros foram presos no Cairo, capital do Egito, acusados de tráfico internacional de drogas.

    Sócio de uma academia de ginástica em Novo Hamburgo, na grande Porto Alegre, Jean Sperb de 25, chegou a pedir dinheiro emprestado a alunos e amigos antes de viajar. Ele e Luana Paranhos, de 23, embarcaram para o Egito num voo que saiu de São Paulo.

    Os dois estão presos acusados de tráfico internacional de drogas.

    O Ministério das Relações Exteriores não informou nem a quantidade nem o tipo de droga que os brasileiros transportavam. O que se sabe é que Jean e Luana foram presos no dia 9, assim que desembarcaram no aeroporto do Cairo.

    O rastreamento do celular de Jean mostrou que antes de ir para o Egito ele ficou duas semanas em Guajará-Mirim, em Rondônia, na fronteira com a Bolívia.

    O irmão de Luana acredita que ela foi iludida pela falsa promessa de uma viagem romântica.

    “Ela avisou a mãe que ia fazer uma viagem com o namorado e ela demonstrava muita alegria na viagem,” disse Marlon Paranhos.

    Para a família, a embaixada brasileira no Cairo afirmou que os jovens presos estão bem.

    As leis do Egito preveem penas duras para narcotraficantes, inclusive a pena de morte.

    “Eu faço um apelo para que ajudem a minha irmã lá porque ela é inocente, ela não tem culpa, a Luana foi iludida”, completou irmão de Luana.