Tag: Emprego

  • Com isolamento baixo e atividade melhor, analistas acreditam na recuperação da economia neste ano


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  • Brasil cria 401 mil vagas com carteira assinada em fevereiro

    Segundo o Ministério da Economia, foi o melhor resultado para fevereiro 30 em anos.

    A maior geração de empregos formais para o mês havia sido registrada em 2011.

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Governo deve prorrogar programa de redução de jornada e salários


    Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, a ideia é manter as regras até dezembro para evitar uma nova onda de demissões.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://www.otempo.com.br/cmlink/brasil-1.650232`; the status code is `200` and content-type is `text/html;charset=utf-8`

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • CAE aprovou seguro-desemprego para agricultores familiares em caso de seca, geadas ou enchentes

    Agricultores familiares poderão receber seguro-desemprego em casos de estiagem prolongada, geadas ou enchente. É o que propõe projeto de lei (PLS 577/2007) votado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE). Para senadores como Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Armando Monteiro (PTB-PE), a proposta do senador Garibaldi Alves Filho (MDB-RN) é justa e equilibrada. A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado. Ouça o áudio com mais informações.

  • Decreto regulamenta 5% das vagas de concurso para pessoas com deficiência

    Decreto editado pelo governo cria regras para permitir a participação dos candidatos com deficiência nos concursos públicos e cumprir a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), que reserva uma cota de 5% dos cargos e empregos para esta parcela da população. Para garantir os direitos previstos na legislação, o Senado analisa uma série de projetos que buscam permitir a entrada destas pessoas no mercado de trabalho. Uma das propostas (PLS 316/2016) estabelece que as pesquisas populacionais feitas pelo IBGE deverão gerar dados e informações sobre a aptidão para o trabalho das pessoas com deficiência. Mais informações com o repórter George Cardim, da Rádio Senado.

  • Novo Código Comercial não pode prejudicar pequenos e médios empreendedores, alertam especialistas

    Uma parte significativa dos desempregados brasileiros busca nas práticas empreendedoras informais suas alternativas de sobrevivência. A afirmativa foi feita por João Carlos Polidoro, presidente da Associação Comercial de Campo Grande (MS), durante audiência realizada na cidade nesta sexta-feira (11) pela comissão que elabora um novo Código Comercial (PLS 487/2013).

    Polidoro acrescentou que a informalidade nas relações negociais tem explodido nos últimos anos, um dos reflexos da crise econômica, por isso o Código deve priorizar ao máximo a simplicidade de procedimentos e a desburocratização e ter um olhar mais atento a micros e pequenos empreendedores. Para ele, o país precisa desenvolver estratégias visando incluir as milhões de pessoas hoje na informalidade, o que incrementará o mercado interno.

    — Mais do que nunca, o emprego e a renda estão vinculados a pequenos empreendimentos, muito mais do que a médias ou grandes companhias. Milhões de pessoas estão empreendendo por pura necessidade, porque perderam seus empregos. Honestamente, me parece que o anteprojeto hoje não os contempla, o Código tem mais de 1.100 artigos e não reconhece que grandes, médios e pequenos negócios vivem realidades completamente diferentes — criticou.

    Como alternativa para simplificar procedimentos e desburocratizar a atuação empresarial, Polidoro pediu ao relator, senador Pedro Chaves (PRB-MS), para concentrar ao máximo no ambiente online, a prestação de contas ao poder público. Lembrou que lidar com a burocracia é uma das coisas que mais consome recursos de quem procura empreender “de forma leal” no país, prejudicando também aí fortemente os pequenos negócios.

    Na resposta a Polidoro, Chaves garantiu que irá acolher sugestões de mudanças no texto, que vem recebendo por meio das audiências. Acrescentou que agiu desta forma quando foi o relator da reforma do Ensino Médio “que saiu completamente diferente da versão enviada pelo governo”. Garantiu que seu foco número 1 é desburocratizar ao máximo todos os procedimentos ligados à atividade empresarial, e que o texto final será apresentado à sociedade em 20 de junho.

    Mudanças

    Outros participantes da audiência expuseram visões semelhantes à de Polidoro.

    Para o promotor de Justiça Paulo César Zene, as associações ligadas a micros e pequenos empreendedores precisam se engajar mais nas discussões do novo Código. Para ele, o anteprojeto “só traz segurança jurídica aos bancos, ao mercado financeiro”, e também desconsidera que os micros e pequenos negócios vivem realidades totalmente distintas das grandes empresas.

    Quem também expôs esta visão, mas desta vez voltada para os pequenos produtores rurais, foi o presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB no Mato Grosso do Sul, Douglas Oliveira. Ele lamenta que o anteprojeto desconsidere as imprevisibilidades ligadas às condições climáticas para pequenos empreendimentos no campo.

    — Muita gente na área rural também está empreendendo porque perdeu seus postos de trabalho. As grandes empresas possuem pessoal especializado, departamentos focados no cálculo de riscos climáticos, e ainda assim não raro passam por prejuízos em seus empreendimentos. Já quem é micro e pequeno produtor está muito mais sujeito a estas intempéries, não é inteligente desconsiderar este fato.

    Contraponto

    Na resposta aos participantes, o jurista Fábio Ulhoa Coelho, presidente da comissão que elaborou o anteprojeto, garantiu que o novo Código, caso seja aprovado, “gerará uma atmosfera de negócios muito menos afetada pela burocracia e com muito mais segurança jurídica”.

    — Num mundo ideal, deveria existir o menor número de normas e regras, mas não dá. As relações hoje em dia são muito complexas, mas posso garantir a vocês que o Código, com seus mais de 1.000 artigos, é o mínimo para que seja garantida a atividade empresarial neste país. Se você deixa de regular certos aspectos, pode acabar gerando problemas muito maiores aos próprios empreendedores.

    Coelho ainda acrescentou que o potencial burocrático neste caso “não pode ser julgado pela quantidade de artigos, mas sim pela filosofia neles aplicada”, e que o Código substituirá as muitas leis hoje dispersas que regulam as atividades empresariais. Por Agência Senado.

  • Número de ocupados cresce entre menos escolarizados, jovens e mulheres, diz Ipea

    O recuo da taxa de desocupação é maior entre trabalhadores com ensino fundamental e médio, jovens e mulheres, concluiu o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na seção Mercado de Trabalho da Carta de Conjuntura, publicada hoje (3).

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    Segundo o Ipea, apesar do aumento registrado no início do ano, devido à sazonalidade do período, a taxa de desocupação vem caindo na comparação interanual “de forma consistente e atinge todos os segmentos da população”, sendo mais intenso nesse grupo de trabalhadores.

    “Embora ainda se encontre em níveis muito abaixo dos observados no período pré-crise, o contingente de trabalhadores ocupados vem crescendo, na comparação interanual, desde o trimestre encerrado em julho de 2017, de tal modo que, em fevereiro de 2018, a taxa de expansão interanual apontada foi de 2%”, diz o Ipea.

    Entre os trabalhadores com ensino médio incompleto, a taxa de desocupação caiu de 24,2% para 20,4% entre primeiro e o último trimestre de 2017. Na mesma base de comparação, o desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos recuou de 28,8% para 25,3%. No caso das mulheres, a desocupação passou de 15,8% para 13,2%. A mesma taxa para os homens recuou menos, ao passar de 12,2% para 10,5%.

    Rendimentos

    Os maiores aumentos salariais foram auferidos pelos homens (2,6%), pelos trabalhadores com ensino médio incompleto (5%) e pelos moradores das regiões Norte (5,4%) e Nordeste (4,3%), na comparação entre o primeiro e o quarto trimestre de 2017.

    O estudo do Ipea foi feito com base em em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por: Agência Brasil

  • Google lança funcionalidade que ajuda a procurar emprego

    Está desempregado (a)? O Google te ajuda! A empresa anunciou na terça-feira (30/01), que irá mostrar vagas de emprego direto no resultado das buscas. O recurso será liberado em breve em países da América Latina, incluindo o Brasil.

    Com o novo recurso, o resultado das buscas vai listar as oportunidades de acordo com o termo pesquisado, informando quando a vaga foi inserida e com a possibilidade de filtrar por localização.

    Inicialmente, as oportunidades listadas virão do LinkedIn, Empregos.com.br, OLX, Trampos.co e Vagas.com.br. O buscador vai passar a mostrar assim que elas forem postadas, oferecendo ao usuário a oportunidade de tomar conhecimento de forma mais rápida, ao pesquisar a vaga direto pelo Google. Também será possível criar alertas, para receber a notificação de novas oportunidades por e-mail.

    Se o usuário estiver logado com sua conta do Google, algumas vagas podem informar até mesmo quanto tempo demoraria o trajeto de casa até a empresa.