Tag: Emprego

  • 5 empregos que vão estar em alta na próxima década e como se preparar para eles

    5 empregos que vão estar em alta na próxima década e como se preparar para eles

    O mercado de trabalho está em constante transformação e as profissões que estarão em alta na próxima década podem ser diferentes das que são hoje.

    Por isso, é importante estar atento às tendências e se qualificar para as áreas que terão mais demanda e oportunidades.

    Segundo pesquisas de consultorias e publicações especializadas, algumas das profissões que estarão em alta até 2030 são:

    • Desenvolvedor de software: com o avanço da tecnologia e da digitalização, os profissionais que sabem criar e gerenciar sistemas, aplicativos e plataformas serão cada vez mais requisitados. Para se destacar nessa área, é preciso ter conhecimentos de linguagens de programação, banco de dados, inteligência artificial e segurança da informação. Fonte: Link

    • Especialista em ESG: ESG é a sigla em inglês para Environmental, Social and Governance, ou seja, critérios ambientais, sociais e de governança que medem o impacto e a sustentabilidade de uma empresa ou investimento. Os especialistas em ESG são responsáveis por avaliar e orientar as organizações nesses aspectos, buscando alinhar os negócios com os valores da sociedade e do planeta. Para atuar nessa área, é preciso ter formação em administração, economia, engenharia ou áreas afins, além de conhecimentos sobre sustentabilidade, ética e responsabilidade social. Fonte: Link

    • Gestor da inovação e criatividade: esse profissional tem como função repensar as estratégias de uma empresa, seja em seu core business ou em alguma área específica, com o objetivo de melhorar seu modelo de negócio, sua competitividade e sua adaptabilidade às mudanças do mercado. Para isso, ele precisa ter habilidades como design thinking, ferramentas ágeis, pensamento crítico e capacidade de liderança. Fonte: Link

    • Inteligência relacional: essa é uma competência que envolve a capacidade de se relacionar bem com pessoas de diferentes culturas, perfis e contextos, usando a inteligência social e emocional para criar conexões positivas e produtivas. Essa habilidade será cada vez mais valorizada em um mundo globalizado, diverso e conectado, onde a colaboração virtual é uma realidade. Profissões como representantes de vendas, especialistas em marketing e atendimento ao cliente devem se beneficiar dessa competência. Fonte: Link

    • Aprendizagem ao longo da vida: essa não é uma profissão em si, mas uma atitude que pode fazer a diferença na carreira de qualquer pessoa. Com o mundo se movendo tão rápido como é, precisamos nos tornar uma sociedade de pessoas que estão sempre aprendendo coisas novas. Mas também precisamos mudar a forma como aprendemos, buscando fontes confiáveis, atualizadas e relevantes para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Fonte: Link

    Essas são apenas algumas das profissões que estarão em alta na próxima década, mas existem muitas outras que podem surgir ou se transformar nesse período. O importante é estar atento às oportunidades e se preparar para elas com estudo, dedicação e curiosidade.

    Por isso, é importante estar atento às tendências e se qualificar para as áreas que terão mais demanda e oportunidades.

    Segundo pesquisas de consultorias e publicações especializadas, algumas das profissões que estarão em alta até 2030 são:

    • Desenvolvedor de software: com o avanço da tecnologia e da digitalização, os profissionais que sabem criar e gerenciar sistemas, aplicativos e plataformas serão cada vez mais requisitados. Para se destacar nessa área, é preciso ter conhecimentos de linguagens de programação, banco de dados, inteligência artificial e segurança da informação. Fonte: Link

    • Especialista em ESG: ESG é a sigla em inglês para Environmental, Social and Governance, ou seja, critérios ambientais, sociais e de governança que medem o impacto e a sustentabilidade de uma empresa ou investimento. Os especialistas em ESG são responsáveis por avaliar e orientar as organizações nesses aspectos, buscando alinhar os negócios com os valores da sociedade e do planeta. Para atuar nessa área, é preciso ter formação em administração, economia, engenharia ou áreas afins, além de conhecimentos sobre sustentabilidade, ética e responsabilidade social. Fonte: Link

    • Gestor da inovação e criatividade: esse profissional tem como função repensar as estratégias de uma empresa, seja em seu core business ou em alguma área específica, com o objetivo de melhorar seu modelo de negócio, sua competitividade e sua adaptabilidade às mudanças do mercado. Para isso, ele precisa ter habilidades como design thinking, ferramentas ágeis, pensamento crítico e capacidade de liderança. Fonte: Link

    • Inteligência relacional: essa é uma competência que envolve a capacidade de se relacionar bem com pessoas de diferentes culturas, perfis e contextos, usando a inteligência social e emocional para criar conexões positivas e produtivas. Essa habilidade será cada vez mais valorizada em um mundo globalizado, diverso e conectado, onde a colaboração virtual é uma realidade. Profissões como representantes de vendas, especialistas em marketing e atendimento ao cliente devem se beneficiar dessa competência. Fonte: Link

    • Aprendizagem ao longo da vida: essa não é uma profissão em si, mas uma atitude que pode fazer a diferença na carreira de qualquer pessoa. Com o mundo se movendo tão rápido como é, precisamos nos tornar uma sociedade de pessoas que estão sempre aprendendo coisas novas. Mas também precisamos mudar a forma como aprendemos, buscando fontes confiáveis, atualizadas e relevantes para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Fonte: Link

    Essas são apenas algumas das profissões que estarão em alta na próxima década, mas existem muitas outras que podem surgir ou se transformar nesse período. O importante é estar atento às oportunidades e se preparar para elas com estudo, dedicação e curiosidade.

  • Como conseguir um emprego em tempos de crise: 5 dicas práticas

    Como conseguir um emprego em tempos de crise: 5 dicas práticas

    A crise econômica afetou milhões de pessoas não só no Brasil, mas em todo o mundo. Pessoas que perderam seus empregos ou tiveram sua renda reduzida.

    Nesse cenário, encontrar uma nova oportunidade de trabalho pode ser um desafio. Mas não é impossível. Veja algumas dicas para aumentar suas chances de conseguir um emprego em tempos de crise:

    1. Atualize seu currículo e seu perfil nas redes sociais profissionais. Destaque suas habilidades, experiências e resultados relevantes para a vaga que você deseja. Use palavras-chave que chamem a atenção dos recrutadores e mostrem seu diferencial.

    2. Amplie sua rede de contatos. Aproveite as plataformas digitais para se conectar com pessoas da sua área de atuação, participar de grupos, eventos e cursos online. Assim, você pode ficar por dentro das novidades do mercado, trocar ideias e receber indicações de vagas.

    3. Busque capacitação constante. A crise também é uma oportunidade de aprender coisas novas e se adaptar às mudanças. Invista em cursos online, livros, podcasts e outros recursos que possam ampliar seus conhecimentos e competências. Isso pode fazer a diferença na hora da entrevista.

    4. Seja flexível e criativo. Em tempos de crise, é preciso estar aberto a novas possibilidades e soluções. Talvez você precise mudar de área, de cidade ou de salário. Ou talvez você possa aproveitar seus talentos para criar seu próprio negócio ou trabalhar como freelancer. O importante é não desistir e buscar alternativas.

    5. Cuide da sua saúde mental e emocional. A crise pode gerar estresse, ansiedade e frustração, o que pode afetar sua autoestima e sua motivação. Por isso, é fundamental cuidar do seu bem-estar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e reservar um tempo para relaxar e se divertir.

    Nesse cenário, encontrar uma nova oportunidade de trabalho pode ser um desafio. Mas não é impossível. Veja algumas dicas para aumentar suas chances de conseguir um emprego em tempos de crise:

    1. Atualize seu currículo e seu perfil nas redes sociais profissionais. Destaque suas habilidades, experiências e resultados relevantes para a vaga que você deseja. Use palavras-chave que chamem a atenção dos recrutadores e mostrem seu diferencial.

    2. Amplie sua rede de contatos. Aproveite as plataformas digitais para se conectar com pessoas da sua área de atuação, participar de grupos, eventos e cursos online. Assim, você pode ficar por dentro das novidades do mercado, trocar ideias e receber indicações de vagas.

    3. Busque capacitação constante. A crise também é uma oportunidade de aprender coisas novas e se adaptar às mudanças. Invista em cursos online, livros, podcasts e outros recursos que possam ampliar seus conhecimentos e competências. Isso pode fazer a diferença na hora da entrevista.

    4. Seja flexível e criativo. Em tempos de crise, é preciso estar aberto a novas possibilidades e soluções. Talvez você precise mudar de área, de cidade ou de salário. Ou talvez você possa aproveitar seus talentos para criar seu próprio negócio ou trabalhar como freelancer. O importante é não desistir e buscar alternativas.

    5. Cuide da sua saúde mental e emocional. A crise pode gerar estresse, ansiedade e frustração, o que pode afetar sua autoestima e sua motivação. Por isso, é fundamental cuidar do seu bem-estar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e reservar um tempo para relaxar e se divertir.
  • Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    O Brasil criou 241.700 empregos formais em fevereiro de 2023, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

  • Emprego: quais são as áreas que mais contratam profissionais no Brasil

    Emprego: quais são as áreas que mais contratam profissionais no Brasil

    Se você está em busca de uma recolocação no mercado de trabalho ou de uma transição de carreira, é importante saber quais são as áreas que mais contratam profissionais no Brasil.

    Segundo o Guia Salarial da Robert Half, uma consultoria de Recursos Humanos, as profissões em alta para 2023 estão ligadas à tecnologia, engenharia, finanças, vendas e marketing.

    Essas áreas se beneficiam do reaquecimento da economia e da transformação digital, que exigem profissionais qualificados e atualizados. Além disso, elas oferecem bons salários, que podem ultrapassar R$ 30 mil em alguns casos. Por outro lado, os profissionais que estão iniciando suas carreiras podem encontrar mais dificuldades para se inserir no mercado, pois as empresas buscam experiência e especialização.

    Entre as profissões que mais vão contratar em 2023, destacam-se:

    • Cientista de dados: responsável por coletar, analisar e interpretar dados para gerar insights e soluções para os negócios. É uma das carreiras mais valorizadas do momento, com salário médio de R$ 15 mil e podendo chegar a R$ 26.700.

    • Gerente de supply chain: responsável por planejar e gerenciar toda a cadeia de suprimentos de uma empresa, desde a compra de matérias-primas até a entrega do produto final ao cliente. É uma função estratégica, que visa otimizar os processos, reduzir custos e aumentar a satisfação dos clientes. O salário médio é de R$ 18 mil e pode alcançar R$ 30 mil.

    • Engenheiro de aplicação/vendas: responsável por apresentar soluções técnicas aos clientes, demonstrando os benefícios e diferenciais dos produtos ou serviços da empresa. É uma profissão que une conhecimentos de engenharia e de vendas, sendo muito requisitada em diversos segmentos. O salário médio é de R$ 10 mil e pode chegar a R$ 18 mil.

    • Gerente de marketing digital: responsável por planejar e executar as estratégias de marketing online da empresa, utilizando ferramentas como redes sociais, e-mail marketing, SEO, Google Ads, entre outras. É uma profissão que exige criatividade, análise de dados e atualização constante. O salário médio é de R$ 12 mil e pode atingir R$ 25 mil.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Segundo o Guia Salarial da Robert Half, uma consultoria de Recursos Humanos, as profissões em alta para 2023 estão ligadas à tecnologia, engenharia, finanças, vendas e marketing.

    Essas áreas se beneficiam do reaquecimento da economia e da transformação digital, que exigem profissionais qualificados e atualizados. Além disso, elas oferecem bons salários, que podem ultrapassar R$ 30 mil em alguns casos. Por outro lado, os profissionais que estão iniciando suas carreiras podem encontrar mais dificuldades para se inserir no mercado, pois as empresas buscam experiência e especialização.

    Entre as profissões que mais vão contratar em 2023, destacam-se:

    • Cientista de dados: responsável por coletar, analisar e interpretar dados para gerar insights e soluções para os negócios. É uma das carreiras mais valorizadas do momento, com salário médio de R$ 15 mil e podendo chegar a R$ 26.700.

    • Gerente de supply chain: responsável por planejar e gerenciar toda a cadeia de suprimentos de uma empresa, desde a compra de matérias-primas até a entrega do produto final ao cliente. É uma função estratégica, que visa otimizar os processos, reduzir custos e aumentar a satisfação dos clientes. O salário médio é de R$ 18 mil e pode alcançar R$ 30 mil.

    • Engenheiro de aplicação/vendas: responsável por apresentar soluções técnicas aos clientes, demonstrando os benefícios e diferenciais dos produtos ou serviços da empresa. É uma profissão que une conhecimentos de engenharia e de vendas, sendo muito requisitada em diversos segmentos. O salário médio é de R$ 10 mil e pode chegar a R$ 18 mil.

    • Gerente de marketing digital: responsável por planejar e executar as estratégias de marketing online da empresa, utilizando ferramentas como redes sociais, e-mail marketing, SEO, Google Ads, entre outras. É uma profissão que exige criatividade, análise de dados e atualização constante. O salário médio é de R$ 12 mil e pode atingir R$ 25 mil.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Desemprego tem menor patamar desde 2015

    Desemprego tem menor patamar desde 2015

    Entre os setores que mais geraram empregos estão os serviços (1,5 milhão), a indústria (800 mil) e o comércio (600 mil).

    O desemprego no Brasil caiu para 9,3% em 2022, o menor patamar desde 2015, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira. A taxa representa uma queda de 1,7 ponto percentual em relação a 2021 e de 4 pontos percentuais em relação ao pico da crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.

    O resultado foi impulsionado pela recuperação da atividade econômica e pela vacinação em massa da população brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 4% em 2022, após uma expansão de 5,2% em 2021 e uma contração de 4,1% em 2020.

    O número de pessoas ocupadas aumentou em 3 milhões no ano passado e chegou a 95 milhões. Já o número de desocupados diminuiu em 2 milhões e ficou em 9,7 milhões. A população fora da força de trabalho também caiu em cerca de um milhão e somou 64 milhões.

    Entre os setores que mais geraram empregos estão os serviços (1,5 milhão), a indústria (800 mil) e o comércio (600 mil). A construção civil também se destacou com um crescimento de quase 10% na ocupação.

    Apesar da melhora nos indicadores do mercado de trabalho, ainda há desafios a serem enfrentados. A informalidade atingiu quase metade dos trabalhadores (49%) e a renda média real dos ocupados ficou estagnada em R$2.400.

    Além disso, há uma pressão inflacionária que reduz o poder de compra dos consumidores e afeta principalmente os mais pobres. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o ano passado em 8%, acima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central.

    Para este ano, as expectativas são positivas mas cautelosas. O governo espera que a taxa de desemprego continue caindo e chegue a cerca de 8% no final do ano. Já os analistas do mercado financeiro projetam um crescimento do PIB entre 3% e 4%, mas alertam para os riscos fiscais e políticos que podem atrapalhar a recuperação econômica.

    O desemprego no Brasil caiu para 9,3% em 2022, o menor patamar desde 2015, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira. A taxa representa uma queda de 1,7 ponto percentual em relação a 2021 e de 4 pontos percentuais em relação ao pico da crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.

    O resultado foi impulsionado pela recuperação da atividade econômica e pela vacinação em massa da população brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 4% em 2022, após uma expansão de 5,2% em 2021 e uma contração de 4,1% em 2020.

    O número de pessoas ocupadas aumentou em 3 milhões no ano passado e chegou a 95 milhões. Já o número de desocupados diminuiu em 2 milhões e ficou em 9,7 milhões. A população fora da força de trabalho também caiu em cerca de um milhão e somou 64 milhões.

    Entre os setores que mais geraram empregos estão os serviços (1,5 milhão), a indústria (800 mil) e o comércio (600 mil). A construção civil também se destacou com um crescimento de quase 10% na ocupação.

    Apesar da melhora nos indicadores do mercado de trabalho, ainda há desafios a serem enfrentados. A informalidade atingiu quase metade dos trabalhadores (49%) e a renda média real dos ocupados ficou estagnada em R$2.400.

    Além disso, há uma pressão inflacionária que reduz o poder de compra dos consumidores e afeta principalmente os mais pobres. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o ano passado em 8%, acima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central.

    Para este ano, as expectativas são positivas mas cautelosas. O governo espera que a taxa de desemprego continue caindo e chegue a cerca de 8% no final do ano. Já os analistas do mercado financeiro projetam um crescimento do PIB entre 3% e 4%, mas alertam para os riscos fiscais e políticos que podem atrapalhar a recuperação econômica.

  • Dados divulgados pelo governo mostram que Brasil criou 280,7 mil vagas com carteira assinada em maio


    Segundo dados divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), no acumulado de janeiro a maio, país abriu 1,233 milhão de novas vagas.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o ritmo de criação de empregos formais continua acelerado e surpreendendo.

    “Nós esperamos que as demais medidas que estamos tomando venham ainda acelerar esse processo”, disse o ministro durante apresentação dos dados.

    (mais…)
  • Taxa de desemprego bate recorde e chega a 14,7% no primeiro trimestre


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    Veja também:

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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