Tag: Estudo

  • Leite materno protege filhotes de camundongos de infecção bacteriana, diz estudo

    Leite materno protege filhotes de camundongos de infecção bacteriana, diz estudo

    Um estudo liderado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg revelou um novo benefício do leite materno para a saúde dos filhotes de camundongos.

    Segundo o trabalho, publicado na revista Cell, o leite materno contém componentes imunológicos que moldam o ambiente do intestino dos filhotes, tornando-os menos suscetíveis a certas bactérias causadoras de doenças.

    Os pesquisadores descobriram que os filhotes que mamaram de mães cujo leite materno não tinha uma proteína complementar chave ficaram mais vulneráveis à infecção por Citrobacter rodentium, uma bactéria que infecta o intestino dos camundongos. Essa bactéria é semelhante a alguns tipos de E. coli que causam diarreia em humanos, mas não em camundongos.

    Os componentes complementares do leite materno são proteínas que podem atacar diretamente as células bacterianas e alterar a composição da microbiota intestinal, que é o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo e influenciam a saúde e a doença. Essa mudança na microbiota intestinal faz com que os filhotes de camundongos fiquem menos propensos a ter uma inflamação prejudicial na presença de Citrobacter rodentium, protegendo-os de uma possível colite, ou seja, uma inflamação do cólon.

    “Esses achados revelam um papel crítico das proteínas complementares do leite materno na modelagem da microbiota intestinal dos filhotes durante os estágios iniciais do desenvolvimento, promovendo a saúde infantil e defendendo contra patógenos”, diz o professor Fengyi Wan, PhD, autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores também confirmaram, em análises separadas em laboratório, que o leite materno humano contém esses componentes complementares, que demonstraram uma atividade semelhante na eliminação de bactérias específicas.

    Esses resultados ampliam o nosso conhecimento sobre os mecanismos de proteção do leite materno, que já é conhecido por fornecer uma excelente nutrição aos bebês e por compartilhar anticorpos e células brancas do sangue da mãe.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, pelo Departamento de Defesa dos EUA, pela Associação Americana de Imunologistas e pela Associação Americana do Coração.

    Fonte: Link.

    Segundo o trabalho, publicado na revista Cell, o leite materno contém componentes imunológicos que moldam o ambiente do intestino dos filhotes, tornando-os menos suscetíveis a certas bactérias causadoras de doenças.

    Os pesquisadores descobriram que os filhotes que mamaram de mães cujo leite materno não tinha uma proteína complementar chave ficaram mais vulneráveis à infecção por Citrobacter rodentium, uma bactéria que infecta o intestino dos camundongos. Essa bactéria é semelhante a alguns tipos de E. coli que causam diarreia em humanos, mas não em camundongos.

    Os componentes complementares do leite materno são proteínas que podem atacar diretamente as células bacterianas e alterar a composição da microbiota intestinal, que é o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo e influenciam a saúde e a doença. Essa mudança na microbiota intestinal faz com que os filhotes de camundongos fiquem menos propensos a ter uma inflamação prejudicial na presença de Citrobacter rodentium, protegendo-os de uma possível colite, ou seja, uma inflamação do cólon.

    “Esses achados revelam um papel crítico das proteínas complementares do leite materno na modelagem da microbiota intestinal dos filhotes durante os estágios iniciais do desenvolvimento, promovendo a saúde infantil e defendendo contra patógenos”, diz o professor Fengyi Wan, PhD, autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores também confirmaram, em análises separadas em laboratório, que o leite materno humano contém esses componentes complementares, que demonstraram uma atividade semelhante na eliminação de bactérias específicas.

    Esses resultados ampliam o nosso conhecimento sobre os mecanismos de proteção do leite materno, que já é conhecido por fornecer uma excelente nutrição aos bebês e por compartilhar anticorpos e células brancas do sangue da mãe.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, pelo Departamento de Defesa dos EUA, pela Associação Americana de Imunologistas e pela Associação Americana do Coração.

    Fonte: Link.

  • Método usado para prever efeitos das mudanças climáticas nas espécies pode estar errado, diz estudo

    Método usado para prever efeitos das mudanças climáticas nas espécies pode estar errado, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences questiona a validade de um método amplamente usado para prever como as espécies vão se adaptar às mudanças climáticas.

    O método, chamado de substituição espaço-por-tempo, usa dados de diferentes locais para estimar como as espécies reagiriam ao aquecimento global. Por exemplo, comparar o crescimento de árvores em regiões mais quentes e mais frias para inferir como elas responderiam a um aumento de temperatura.

    Os pesquisadores, da Universidade do Arizona, do Serviço Florestal dos EUA e da Universidade Brown, testaram esse método usando uma espécie de árvore muito comum no oeste dos EUA, o pinheiro ponderosa. Essa árvore tem importância ecológica e econômica, pois fornece madeira, habitat para animais e proteção contra erosão. Existem duas variedades principais de pinheiro ponderosa: a do Pacífico e a das Montanhas Rochosas, que têm diferentes adaptações ao clima.

    Os pesquisadores analisaram os anéis de crescimento de pinheiros ponderosa de diferentes regiões e períodos históricos, e compararam com as previsões do método de substituição espaço-por-tempo. Eles descobriram que o método falhou em captar a resposta negativa da espécie ao aquecimento, sugerindo que ela deveria se beneficiar, quando na verdade ela sofre.

    “Esse método diz que os pinheiros ponderosa deveriam se beneficiar do aquecimento, mas eles na verdade sofrem com o aquecimento. Isso é perigoso e enganoso”, disse Margaret Evans, uma das autoras do estudo e professora associada do Laboratório de Anéis de Árvore da Universidade do Arizona.

    Os autores alertam que o método de substituição espaço-por-tempo pode ser enganoso e perigoso para a conservação das espécies, pois pode subestimar os efeitos negativos das mudanças climáticas e levar a decisões equivocadas de manejo. Eles recomendam o uso de outras abordagens, como modelos baseados em processos, experimentos e observações de longo prazo.

    “Não podemos confiar em um método que não reflete a realidade. Precisamos de métodos mais robustos e confiáveis para prever como as espécies vão se adaptar às mudanças climáticas, pois isso é crucial para a sua sobrevivência e para a nossa”, concluiu Evans.

    O método, chamado de substituição espaço-por-tempo, usa dados de diferentes locais para estimar como as espécies reagiriam ao aquecimento global. Por exemplo, comparar o crescimento de árvores em regiões mais quentes e mais frias para inferir como elas responderiam a um aumento de temperatura.

    Os pesquisadores, da Universidade do Arizona, do Serviço Florestal dos EUA e da Universidade Brown, testaram esse método usando uma espécie de árvore muito comum no oeste dos EUA, o pinheiro ponderosa. Essa árvore tem importância ecológica e econômica, pois fornece madeira, habitat para animais e proteção contra erosão. Existem duas variedades principais de pinheiro ponderosa: a do Pacífico e a das Montanhas Rochosas, que têm diferentes adaptações ao clima.

    Os pesquisadores analisaram os anéis de crescimento de pinheiros ponderosa de diferentes regiões e períodos históricos, e compararam com as previsões do método de substituição espaço-por-tempo. Eles descobriram que o método falhou em captar a resposta negativa da espécie ao aquecimento, sugerindo que ela deveria se beneficiar, quando na verdade ela sofre.

    “Esse método diz que os pinheiros ponderosa deveriam se beneficiar do aquecimento, mas eles na verdade sofrem com o aquecimento. Isso é perigoso e enganoso”, disse Margaret Evans, uma das autoras do estudo e professora associada do Laboratório de Anéis de Árvore da Universidade do Arizona.

    Os autores alertam que o método de substituição espaço-por-tempo pode ser enganoso e perigoso para a conservação das espécies, pois pode subestimar os efeitos negativos das mudanças climáticas e levar a decisões equivocadas de manejo. Eles recomendam o uso de outras abordagens, como modelos baseados em processos, experimentos e observações de longo prazo.

    “Não podemos confiar em um método que não reflete a realidade. Precisamos de métodos mais robustos e confiáveis para prever como as espécies vão se adaptar às mudanças climáticas, pois isso é crucial para a sua sobrevivência e para a nossa”, concluiu Evans.

  • O que acontece quando o cérebro perde um centro neural?

    O que acontece quando o cérebro perde um centro neural?

    Como o cérebro humano consegue entender e produzir a linguagem, esse sistema complexo de símbolos e regras que usamos para nos comunicar?

    E o que aconteceria se uma parte do cérebro responsável pela linguagem fosse danificada ou removida? Essas são algumas das questões que intrigam os neurocientistas, os cientistas que estudam o funcionamento do cérebro e do sistema nervoso.

    Para tentar responder a essas perguntas, uma equipe internacional de neurocientistas, liderada pelos professores Matthew Howard III e Christopher Petkov, da Universidade de Iowa, realizou um experimento raro e inovador, que foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. O experimento consistiu em obter os primeiros registros diretos da atividade cerebral de pacientes que tinham que passar por uma cirurgia para remover um tumor cerebral que afetava uma área chamada giro temporal médio posterior (pMTG), localizada na parte lateral do cérebro.

    O pMTG é considerado um centro neural para o significado da linguagem, ou seja, uma área que tem muitas conexões com outras áreas do cérebro e que ajuda a coordenar a atividade cerebral necessária para entender e responder à fala. Os centros neurais são como os centros de uma roda de bicicleta, de um aeroporto ou de um café, que conectam e organizam as partes que saem ou chegam deles. No entanto, a existência e a necessidade de centros neurais específicos para certas funções cerebrais têm sido controversas na neurociência. Alguns cientistas acreditam que o cérebro, por ser uma rede neural altamente conectada, pode compensar a perda de um centro neural, da mesma forma que o trânsito pode ser desviado em torno de um centro da cidade bloqueado.

    Os resultados do experimento mostraram que o pMTG é um centro neural essencial para o processamento do significado da linguagem, mas que o cérebro humano tenta compensar sua perda de forma imediata e parcial, ativando outras áreas da rede neural da linguagem. Isso revela a importância dos centros neurais nas redes neurais e a capacidade notável do cérebro humano de se adaptar a situações adversas e de preservar funções vitais, como a comunicação.

    O experimento também abriu novas possibilidades de investigação sobre como o cérebro humano processa a linguagem e como ele se recupera de lesões ou doenças que afetam essa função. Além disso, o experimento pode contribuir para o desenvolvimento de tratamentos e terapias para pessoas que sofrem de distúrbios da linguagem, como a afasia, que afeta a compreensão e a produção da fala.

    O experimento foi realizado com a colaboração de pacientes voluntários, que concordaram em participar do estudo antes de passar pela cirurgia. Os pacientes foram submetidos a testes de linguagem antes e depois da desconexão do pMTG, enquanto os pesquisadores registravam a atividade cerebral por meio de eletrodos implantados no cérebro. Os testes de linguagem consistiam em ouvir e repetir frases simples ou complexas, ou responder a perguntas sobre o significado das frases.

    Os pesquisadores esperam que o experimento possa inspirar outros estudos semelhantes, que explorem outras áreas e funções do cérebro humano, e que possam ampliar o conhecimento sobre esse órgão fascinante e misterioso que nos permite pensar, sentir e interagir com o mundo.

    E o que aconteceria se uma parte do cérebro responsável pela linguagem fosse danificada ou removida? Essas são algumas das questões que intrigam os neurocientistas, os cientistas que estudam o funcionamento do cérebro e do sistema nervoso.

    Para tentar responder a essas perguntas, uma equipe internacional de neurocientistas, liderada pelos professores Matthew Howard III e Christopher Petkov, da Universidade de Iowa, realizou um experimento raro e inovador, que foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. O experimento consistiu em obter os primeiros registros diretos da atividade cerebral de pacientes que tinham que passar por uma cirurgia para remover um tumor cerebral que afetava uma área chamada giro temporal médio posterior (pMTG), localizada na parte lateral do cérebro.

    O pMTG é considerado um centro neural para o significado da linguagem, ou seja, uma área que tem muitas conexões com outras áreas do cérebro e que ajuda a coordenar a atividade cerebral necessária para entender e responder à fala. Os centros neurais são como os centros de uma roda de bicicleta, de um aeroporto ou de um café, que conectam e organizam as partes que saem ou chegam deles. No entanto, a existência e a necessidade de centros neurais específicos para certas funções cerebrais têm sido controversas na neurociência. Alguns cientistas acreditam que o cérebro, por ser uma rede neural altamente conectada, pode compensar a perda de um centro neural, da mesma forma que o trânsito pode ser desviado em torno de um centro da cidade bloqueado.

    Os resultados do experimento mostraram que o pMTG é um centro neural essencial para o processamento do significado da linguagem, mas que o cérebro humano tenta compensar sua perda de forma imediata e parcial, ativando outras áreas da rede neural da linguagem. Isso revela a importância dos centros neurais nas redes neurais e a capacidade notável do cérebro humano de se adaptar a situações adversas e de preservar funções vitais, como a comunicação.

    O experimento também abriu novas possibilidades de investigação sobre como o cérebro humano processa a linguagem e como ele se recupera de lesões ou doenças que afetam essa função. Além disso, o experimento pode contribuir para o desenvolvimento de tratamentos e terapias para pessoas que sofrem de distúrbios da linguagem, como a afasia, que afeta a compreensão e a produção da fala.

    O experimento foi realizado com a colaboração de pacientes voluntários, que concordaram em participar do estudo antes de passar pela cirurgia. Os pacientes foram submetidos a testes de linguagem antes e depois da desconexão do pMTG, enquanto os pesquisadores registravam a atividade cerebral por meio de eletrodos implantados no cérebro. Os testes de linguagem consistiam em ouvir e repetir frases simples ou complexas, ou responder a perguntas sobre o significado das frases.

    Os pesquisadores esperam que o experimento possa inspirar outros estudos semelhantes, que explorem outras áreas e funções do cérebro humano, e que possam ampliar o conhecimento sobre esse órgão fascinante e misterioso que nos permite pensar, sentir e interagir com o mundo.

  • Novo mecanismo de reconhecimento de células cancerosas abre possibilidades de tratamento

    Novo mecanismo de reconhecimento de células cancerosas abre possibilidades de tratamento

    Um estudo realizado por pesquisadores da UCLA Jonsson Comprehensive Cancer Center revelou uma defesa imune oculta contra o câncer, que pode abrir novas possibilidades de tratamento para pacientes com tumores agressivos.

    O estudo foi publicado na revista Nature Immunology.

    Os pesquisadores descobriram que certas células do sistema imunológico podem reconhecer e matar as células cancerosas mesmo quando elas não têm uma proteína chamada B2M, que é essencial para que o sistema imunológico identifique as células anormais. A proteína B2M faz parte de um complexo que apresenta os antígenos tumorais, ou seja, as moléculas que sinalizam a presença do câncer, às células T CD8+, que são responsáveis por eliminar as células infectadas ou malignas.

    No entanto, alguns tipos de câncer conseguem escapar dessa vigilância imunológica ao perder ou reduzir a expressão da proteína B2M, tornando-se invisíveis para as células T CD8+. Esses tumores costumam ser mais resistentes aos tratamentos convencionais, como a quimioterapia e a radioterapia, e também às terapias imunológicas, como o bloqueio de pontos de controle, que visam liberar os freios que impedem as células T de atacar o câncer.

    Para entender melhor como o sistema imunológico pode combater esses tumores, os pesquisadores usaram a técnica de edição genética CRISPR/CAS9 para criar camundongos com melanoma que não tinham a proteína B2M, simulando a situação de alguns pacientes humanos. Eles descobriram que, nesses camundongos, outras células imunes, chamadas de células T CD4+ e células natural killer (NK), podiam ainda lutar contra o câncer quando recebiam o tratamento de bloqueio de pontos de controle.

    De forma semelhante, em uma grande amostra de pacientes com melanoma, eles encontraram que os tumores que não tinham a proteína B2M apresentavam uma maior presença de células NK ativadas, sugerindo que essas células podem ter um papel vital no combate ao câncer quando os marcadores usuais estão ausentes.

    O estudo mostra que o sistema imunológico tem um mecanismo de reserva para reconhecer e atacar as células cancerosas que não têm B2M, envolvendo as células T CD4+ e NK. Isso indica que outras estratégias de tratamento que visam essas células podem ser exploradas para melhorar os resultados dos pacientes com cânceres agressivos, como o melanoma, que é o tipo mais grave de câncer de pele. Os pesquisadores pretendem continuar investigando os mecanismos moleculares envolvidos nessa resposta imune alternativa e testar novas combinações de terapias imunológicas que possam potencializar o efeito das células T CD4+ e NK.

    O estudo foi publicado na revista Nature Immunology.

    Os pesquisadores descobriram que certas células do sistema imunológico podem reconhecer e matar as células cancerosas mesmo quando elas não têm uma proteína chamada B2M, que é essencial para que o sistema imunológico identifique as células anormais. A proteína B2M faz parte de um complexo que apresenta os antígenos tumorais, ou seja, as moléculas que sinalizam a presença do câncer, às células T CD8+, que são responsáveis por eliminar as células infectadas ou malignas.

    No entanto, alguns tipos de câncer conseguem escapar dessa vigilância imunológica ao perder ou reduzir a expressão da proteína B2M, tornando-se invisíveis para as células T CD8+. Esses tumores costumam ser mais resistentes aos tratamentos convencionais, como a quimioterapia e a radioterapia, e também às terapias imunológicas, como o bloqueio de pontos de controle, que visam liberar os freios que impedem as células T de atacar o câncer.

    Para entender melhor como o sistema imunológico pode combater esses tumores, os pesquisadores usaram a técnica de edição genética CRISPR/CAS9 para criar camundongos com melanoma que não tinham a proteína B2M, simulando a situação de alguns pacientes humanos. Eles descobriram que, nesses camundongos, outras células imunes, chamadas de células T CD4+ e células natural killer (NK), podiam ainda lutar contra o câncer quando recebiam o tratamento de bloqueio de pontos de controle.

    De forma semelhante, em uma grande amostra de pacientes com melanoma, eles encontraram que os tumores que não tinham a proteína B2M apresentavam uma maior presença de células NK ativadas, sugerindo que essas células podem ter um papel vital no combate ao câncer quando os marcadores usuais estão ausentes.

    O estudo mostra que o sistema imunológico tem um mecanismo de reserva para reconhecer e atacar as células cancerosas que não têm B2M, envolvendo as células T CD4+ e NK. Isso indica que outras estratégias de tratamento que visam essas células podem ser exploradas para melhorar os resultados dos pacientes com cânceres agressivos, como o melanoma, que é o tipo mais grave de câncer de pele. Os pesquisadores pretendem continuar investigando os mecanismos moleculares envolvidos nessa resposta imune alternativa e testar novas combinações de terapias imunológicas que possam potencializar o efeito das células T CD4+ e NK.

  • COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores do King’s College London revelou que pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração, ou seja, que apresentam sintomas persistentes da doença por mais de 12 semanas, podem ter sua função cerebral prejudicada por até dois anos após a infecção pelo vírus.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

    Fonte: Link.

  • Ketamina é eficaz no tratamento da depressão severa, diz estudo

    Ketamina é eficaz no tratamento da depressão severa, diz estudo

    Um estudo conduzido por pesquisadores do Massachusetts General Brigham, nos Estados Unidos, comparou os efeitos da ketamina e da eletroconvulsoterapia (ECT) no tratamento da depressão resistente ao tratamento. Os resultados, publicados na revista New England Journal of Medicine, mostraram que a ketamina foi mais eficaz e teve menos efeitos colaterais do que a ECT.

    A ketamina é um anestésico e analgésico que tem sido usado há décadas em medicina veterinária e humana. Estudos anteriores já haviam sugerido que doses baixas da droga poderiam ter um efeito antidepressivo rápido e duradouro em pessoas com transtorno depressivo maior (TDM).

    O estudo envolveu 403 pacientes com TDM não psicótico que não responderam a pelo menos dois antidepressivos diferentes. Eles foram divididos em dois grupos: um recebeu ketamina intravenosa duas vezes por semana durante três semanas, e outro recebeu ECT três vezes por semana durante o mesmo período. Os pacientes foram acompanhados por seis meses após o tratamento e responderam a questionários sobre seus sintomas depressivos, qualidade de vida e memória.

    Os pesquisadores encontraram que 55% dos pacientes que receberam ketamina e 41% dos que receberam ECT tiveram uma melhora de pelo menos 50% em seus sintomas depressivos e uma melhora na qualidade de vida que durou ao longo dos seis meses de monitoramento. O tratamento com ECT foi associado a perda de memória e efeitos adversos musculoesqueléticos. O tratamento com ketamina não teve efeitos colaterais significativos, exceto por uma experiência de dissociação transitória no momento da aplicação.

    Segundo Amit Anand, diretor de Psiquiatria Translacional Clínica do Massachusetts General Brigham e professor de psiquiatria na Harvard Medical School, este é o maior estudo comparando ketamina e ECT para depressão já realizado, e o único que também mediu os impactos na memória.

    “ECT tem sido o padrão-ouro para tratar a depressão severa há mais de 80 anos”, disse Anand. “Mas é também um tratamento controverso porque pode causar perda de memória, requer anestesia e está associado a estigma social. Este estudo nos mostra que a ketamina intravenosa foi não inferior à ECT para o tratamento da depressão resistente ao tratamento não psicótica e poderia ser considerada como uma alternativa adequada para a condição”.

    Os autores ressaltam que seus achados se baseiam em desfechos auto-relatados e que o desenho aberto do estudo poderia ter influenciado as taxas de resposta. Mas sua abordagem centrada no paciente e seu desenho realista podem também ser uma força, permitindo que os resultados sejam mais facilmente traduzidos para a prática clínica.

    Anand e sua equipe estão agora trabalhando em um estudo de acompanhamento comparando ECT e ketamina para pacientes com depressão suicida aguda para ver se o mesmo impacto promissor é encontrado nessa população.

    “Pessoas com depressão resistente ao tratamento sofrem muito, então é animador que estudos como este estejam adicionando novas opções para elas”, disse Anand. “Com este estudo realista, os resultados são imediatamente transferíveis para o cenário clínico”.

    Fontes: Link1, Link 2.

    A ketamina é um anestésico e analgésico que tem sido usado há décadas em medicina veterinária e humana. Estudos anteriores já haviam sugerido que doses baixas da droga poderiam ter um efeito antidepressivo rápido e duradouro em pessoas com transtorno depressivo maior (TDM).

    O estudo envolveu 403 pacientes com TDM não psicótico que não responderam a pelo menos dois antidepressivos diferentes. Eles foram divididos em dois grupos: um recebeu ketamina intravenosa duas vezes por semana durante três semanas, e outro recebeu ECT três vezes por semana durante o mesmo período. Os pacientes foram acompanhados por seis meses após o tratamento e responderam a questionários sobre seus sintomas depressivos, qualidade de vida e memória.

    Os pesquisadores encontraram que 55% dos pacientes que receberam ketamina e 41% dos que receberam ECT tiveram uma melhora de pelo menos 50% em seus sintomas depressivos e uma melhora na qualidade de vida que durou ao longo dos seis meses de monitoramento. O tratamento com ECT foi associado a perda de memória e efeitos adversos musculoesqueléticos. O tratamento com ketamina não teve efeitos colaterais significativos, exceto por uma experiência de dissociação transitória no momento da aplicação.

    Segundo Amit Anand, diretor de Psiquiatria Translacional Clínica do Massachusetts General Brigham e professor de psiquiatria na Harvard Medical School, este é o maior estudo comparando ketamina e ECT para depressão já realizado, e o único que também mediu os impactos na memória.

    “ECT tem sido o padrão-ouro para tratar a depressão severa há mais de 80 anos”, disse Anand. “Mas é também um tratamento controverso porque pode causar perda de memória, requer anestesia e está associado a estigma social. Este estudo nos mostra que a ketamina intravenosa foi não inferior à ECT para o tratamento da depressão resistente ao tratamento não psicótica e poderia ser considerada como uma alternativa adequada para a condição”.

    Os autores ressaltam que seus achados se baseiam em desfechos auto-relatados e que o desenho aberto do estudo poderia ter influenciado as taxas de resposta. Mas sua abordagem centrada no paciente e seu desenho realista podem também ser uma força, permitindo que os resultados sejam mais facilmente traduzidos para a prática clínica.

    Anand e sua equipe estão agora trabalhando em um estudo de acompanhamento comparando ECT e ketamina para pacientes com depressão suicida aguda para ver se o mesmo impacto promissor é encontrado nessa população.

    “Pessoas com depressão resistente ao tratamento sofrem muito, então é animador que estudos como este estejam adicionando novas opções para elas”, disse Anand. “Com este estudo realista, os resultados são imediatamente transferíveis para o cenário clínico”.

    Fontes: Link1, Link 2.

  • Por que os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores? Estudo surpreendente revela uma reviravolta na evolução

    Por que os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores? Estudo surpreendente revela uma reviravolta na evolução

    Segundo um estudo publicado na revista Science Advances, os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores ao longo do tempo, em comparação com os de seus ancestrais lobos.

    Mas qual é a razão por trás desse fenômeno?

    Os pesquisadores analisaram mais de 200 crânios de cães e lobos de diferentes épocas e regiões, e descobriram que os cães modernos têm um volume cerebral cerca de 30% maior do que os lobos antigos. Eles também observaram que essa diferença não se deve apenas ao tamanho corporal, mas sim a uma expansão específica das regiões cerebrais relacionadas à cognição social.

    A hipótese dos cientistas é que os cães se adaptaram ao convívio com os humanos, desenvolvendo habilidades como reconhecer emoções, seguir comandos e cooperar. Essas capacidades exigem mais processamento cerebral, o que pode ter levado ao aumento do órgão. Além disso, os cães podem ter se beneficiado da seleção artificial feita pelos humanos, que favoreceu os animais mais inteligentes e dóceis.

    O estudo é um exemplo de como a domesticação pode afetar a evolução dos animais, e também de como os cães são seres incríveis e complexos. Se você tem um amigo de quatro patas, saiba que ele tem um cérebro muito especial!

    Fonte: Link.

    Mas qual é a razão por trás desse fenômeno?

    Os pesquisadores analisaram mais de 200 crânios de cães e lobos de diferentes épocas e regiões, e descobriram que os cães modernos têm um volume cerebral cerca de 30% maior do que os lobos antigos. Eles também observaram que essa diferença não se deve apenas ao tamanho corporal, mas sim a uma expansão específica das regiões cerebrais relacionadas à cognição social.

    A hipótese dos cientistas é que os cães se adaptaram ao convívio com os humanos, desenvolvendo habilidades como reconhecer emoções, seguir comandos e cooperar. Essas capacidades exigem mais processamento cerebral, o que pode ter levado ao aumento do órgão. Além disso, os cães podem ter se beneficiado da seleção artificial feita pelos humanos, que favoreceu os animais mais inteligentes e dóceis.

    O estudo é um exemplo de como a domesticação pode afetar a evolução dos animais, e também de como os cães são seres incríveis e complexos. Se você tem um amigo de quatro patas, saiba que ele tem um cérebro muito especial!

    Fonte: Link.

  • COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    A hipertensão é uma condição que afeta milhões de pessoas no mundo todo e está associada a um maior risco de complicações cardiovasculares.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

    Fonte: Link.

  • Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Um estudo publicado na revista Sleep em 2017 analisou os hábitos de uso das redes sociais e a frequência de distúrbios do sono em uma amostra de 1.788 jovens adultos nos Estados Unidos.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

  • O que a ciência está descobrindo sobre o órgão mais complexo do corpo humano

    O que a ciência está descobrindo sobre o órgão mais complexo do corpo humano

    O cérebro é um órgão fascinante que ainda guarda muitos mistérios para a ciência.

    Você sabia que o cérebro humano continua afiado até os 60 anos? Essa é uma das descobertas de um estudo publicado na revista Nature Human Behaviour, que analisou a velocidade de tomada de decisão de mais de um milhão de pessoas entre 10 e 80 anos.

    Os pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, usaram uma tarefa online para medir o tempo que os participantes levavam para classificar imagens como boas ou ruins.

    Eles descobriram que a velocidade mental não começou a diminuir até os 60 anos, mas a cautela nas decisões aumentou com a idade.

    Outro estudo publicado na revista Nature abordou os possíveis efeitos de longo prazo da pandemia sobre o cérebro. Os cientistas estão interessados em monitorar se a covid-19 também ocasionará aumento da taxa de casos de Parkinson nas próximas décadas, como já foi observado em outras pandemias causadas por vírus que podem invadir o tecido cerebral. Além disso, eles alertam para as consequências neurológicas da covid-19 em alguns pacientes recuperados, como perda dos sentidos do olfato e do paladar, confusão mental, depressão e ansiedade.

    Esses são apenas alguns exemplos dos artigos sobre o cérebro publicados na Revista Nature, uma das mais prestigiadas publicações científicas do mundo.

    A página da Revista Nature que lista os artigos mais recentes sobre diversos temas científicos é uma ótima fonte de informação para quem se interessa por ciência. Nessa página, você pode encontrar artigos sobre o cérebro publicados na revista ou em outras fontes confiáveis.

    Você sabia que o cérebro humano continua afiado até os 60 anos? Essa é uma das descobertas de um estudo publicado na revista Nature Human Behaviour, que analisou a velocidade de tomada de decisão de mais de um milhão de pessoas entre 10 e 80 anos.

    Os pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, usaram uma tarefa online para medir o tempo que os participantes levavam para classificar imagens como boas ou ruins.

    Eles descobriram que a velocidade mental não começou a diminuir até os 60 anos, mas a cautela nas decisões aumentou com a idade.

    Outro estudo publicado na revista Nature abordou os possíveis efeitos de longo prazo da pandemia sobre o cérebro. Os cientistas estão interessados em monitorar se a covid-19 também ocasionará aumento da taxa de casos de Parkinson nas próximas décadas, como já foi observado em outras pandemias causadas por vírus que podem invadir o tecido cerebral. Além disso, eles alertam para as consequências neurológicas da covid-19 em alguns pacientes recuperados, como perda dos sentidos do olfato e do paladar, confusão mental, depressão e ansiedade.

    Esses são apenas alguns exemplos dos artigos sobre o cérebro publicados na Revista Nature, uma das mais prestigiadas publicações científicas do mundo.

    A página da Revista Nature que lista os artigos mais recentes sobre diversos temas científicos é uma ótima fonte de informação para quem se interessa por ciência. Nessa página, você pode encontrar artigos sobre o cérebro publicados na revista ou em outras fontes confiáveis.