Tag: Fake News

  • Sua Saúde em Risco: Quando Opiniões Pessoais de Médicos Substituem a Ciência

    Sua Saúde em Risco: Quando Opiniões Pessoais de Médicos Substituem a Ciência

    A internet democratizou o acesso à informação, mas também gerou um problema sério: a propagação de informações médicas imprecisas por profissionais da saúde nas redes sociais e nos consultórios.

    Os médicos precisam atuar como fontes confiáveis de informação, baseando suas recomendações em evidências científicas robustas e atualizadas. A priorização de visões pessoais e a negligência na análise crítica de estudos científicos colocam em risco a saúde dos pacientes e a credibilidade da profissão médica.

    Um exemplo preocupante é o da desinformação disseminada por alguns profissionais de saúde, incluindo médicos influenciadores nas redes sociais, que se posicionam contra a vacinação.

    Para defender sua perspectiva, eles recorrem a estudos questionáveis não revisados por pares, pesquisas antigas e obsoletas e, em certos casos, deturpam os resultados dos estudos.

    Quando profissionais da saúde usam sua posição para disseminar informações incorretas sobre vacinas, as consequências podem ser sérias. Isso pode levar pacientes em seus consultórios e seguidores nas redes sociais a não se protegerem adequadamente, comprometendo a própria saúde.

    Outro exemplo alarmante é o caso de um médico radiologista que associou, sem embasamento científico adequado, o uso de telas em dispositivos eletrônicos ao aumento de casos de autismo.

    Ao citar estudos que “confirmam” sua tese, o médico ignora ou distorce as conclusões reais das pesquisas. Na verdade, os estudos indicados apontam para a possibilidade do uso de telas intensificar sintomas de autismo já existentes, e não para causar a doença. Essa atitude irresponsável demonstra a influência do viés de confirmação, onde o profissional busca apenas informações que comprovam suas crenças pré-existentes, ignorando dados contrários.

    É crucial que os médicos atuem como fontes confiáveis de informação, baseando suas recomendações em evidências científicas robustas e atualizadas. A priorização de visões pessoais e a negligência na análise crítica de estudos científicos colocam em risco a saúde dos pacientes e a credibilidade da profissão médica.

    É fundamental que os pacientes também desenvolvam senso crítico e busquem informações em fontes confiáveis, como órgãos de saúde pública e instituições de pesquisa renomadas. A internet pode ser um aliado na busca por conhecimento, mas é essencial filtrar as informações e consultar diversos pontos de vista antes de tomar decisões importantes sobre sua saúde.

    A combinação de responsabilidade profissional e senso crítico por parte dos pacientes é essencial para combater a desinformação na área da saúde e garantir que todos tenham acesso a informações confiáveis e embasadas em evidências científicas.


    Os médicos precisam atuar como fontes confiáveis de informação, baseando suas recomendações em evidências científicas robustas e atualizadas. A priorização de visões pessoais e a negligência na análise crítica de estudos científicos colocam em risco a saúde dos pacientes e a credibilidade da profissão médica.

    Um exemplo preocupante é o da desinformação disseminada por alguns profissionais de saúde, incluindo médicos influenciadores nas redes sociais, que se posicionam contra a vacinação.

    Para defender sua perspectiva, eles recorrem a estudos questionáveis não revisados por pares, pesquisas antigas e obsoletas e, em certos casos, deturpam os resultados dos estudos.

    Quando profissionais da saúde usam sua posição para disseminar informações incorretas sobre vacinas, as consequências podem ser sérias. Isso pode levar pacientes em seus consultórios e seguidores nas redes sociais a não se protegerem adequadamente, comprometendo a própria saúde.

    Outro exemplo alarmante é o caso de um médico radiologista que associou, sem embasamento científico adequado, o uso de telas em dispositivos eletrônicos ao aumento de casos de autismo.

    Ao citar estudos que “confirmam” sua tese, o médico ignora ou distorce as conclusões reais das pesquisas. Na verdade, os estudos indicados apontam para a possibilidade do uso de telas intensificar sintomas de autismo já existentes, e não para causar a doença. Essa atitude irresponsável demonstra a influência do viés de confirmação, onde o profissional busca apenas informações que comprovam suas crenças pré-existentes, ignorando dados contrários.

    É crucial que os médicos atuem como fontes confiáveis de informação, baseando suas recomendações em evidências científicas robustas e atualizadas. A priorização de visões pessoais e a negligência na análise crítica de estudos científicos colocam em risco a saúde dos pacientes e a credibilidade da profissão médica.

    É fundamental que os pacientes também desenvolvam senso crítico e busquem informações em fontes confiáveis, como órgãos de saúde pública e instituições de pesquisa renomadas. A internet pode ser um aliado na busca por conhecimento, mas é essencial filtrar as informações e consultar diversos pontos de vista antes de tomar decisões importantes sobre sua saúde.

    A combinação de responsabilidade profissional e senso crítico por parte dos pacientes é essencial para combater a desinformação na área da saúde e garantir que todos tenham acesso a informações confiáveis e embasadas em evidências científicas.


  • Jogo de Computador Ensina Adolescentes a Identificar Fake News

    Jogo de Computador Ensina Adolescentes a Identificar Fake News

    Pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, apresentaram um jogo de computador pode ser uma ferramenta eficaz para auxiliar adolescentes a desenvolverem habilidades de discernimento entre notícias confiáveis e enganosas.

    O estudo, que envolveu 516 estudantes suecos do ensino médio, testou o jogo “Bad News” em diferentes ambientes de sala de aula, obtendo resultados positivos em todos os formatos testados.

    No jogo, os participantes assumem o papel de disseminadores de notícias, precisando identificar e analisar informações para determinar sua veracidade. Essa dinâmica imersiva e engajadora contribuiu para o aprendizado, levando a uma melhora na capacidade dos alunos de reconhecer técnicas manipulativas em posts nas redes sociais e distinguir entre notícias confiáveis e fake news.

    O estudo também destacou a relevância de uma postura crítica pré-existente em relação à confiabilidade das fontes de informação. Alunos que já demonstravam essa postura apresentaram melhor desempenho na identificação de desinformação, e essa atitude se tornou ainda mais positiva após a experiência com o jogo.

    Além disso, vários participantes relataram um aprimoramento em suas avaliações de credibilidade e na capacidade de explicar de forma mais sofisticada como identificam técnicas manipulativas.

    Os pesquisadores ressaltam o papel dos elementos competitivos do jogo como motivadores do interesse e do aprendizado. Os resultados sugerem que a gamificação, quando utilizada de forma estratégica, pode ser uma ferramenta valiosa para o ensino formal na área de alfabetização midiática e informacional.

    Combate à desinformação e o papel da gamificação na educação:

    O estudo contribui para o debate sobre o uso da gamificação como ferramenta de aprendizagem na escola. Apesar de algumas crenças de que a gamificação por si só garante um aprendizado mais eficaz, os resultados demonstram que a inclusão de elementos competitivos, como no caso do jogo “Bad News”, não necessariamente se traduz em um aprendizado mais aprofundado. No entanto, a gamificação pode ser um elemento positivo ao tornar o processo mais divertido e engajador, especialmente quando utilizada em conjunto com outras estratégias pedagógicas.

    O estudo da Universidade de Uppsala oferece insights valiosos para educadores e pais sobre o potencial da gamificação como ferramenta no combate à desinformação e na promoção da alfabetização midiática entre os jovens. A utilização de jogos como o “Bad News”, em conjunto com outras metodologias de ensino, pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades críticas essenciais para a navegação segura e responsável no mundo digital.

    Fonte: Link.


    O estudo, que envolveu 516 estudantes suecos do ensino médio, testou o jogo “Bad News” em diferentes ambientes de sala de aula, obtendo resultados positivos em todos os formatos testados.

    No jogo, os participantes assumem o papel de disseminadores de notícias, precisando identificar e analisar informações para determinar sua veracidade. Essa dinâmica imersiva e engajadora contribuiu para o aprendizado, levando a uma melhora na capacidade dos alunos de reconhecer técnicas manipulativas em posts nas redes sociais e distinguir entre notícias confiáveis e fake news.

    O estudo também destacou a relevância de uma postura crítica pré-existente em relação à confiabilidade das fontes de informação. Alunos que já demonstravam essa postura apresentaram melhor desempenho na identificação de desinformação, e essa atitude se tornou ainda mais positiva após a experiência com o jogo.

    Além disso, vários participantes relataram um aprimoramento em suas avaliações de credibilidade e na capacidade de explicar de forma mais sofisticada como identificam técnicas manipulativas.

    Os pesquisadores ressaltam o papel dos elementos competitivos do jogo como motivadores do interesse e do aprendizado. Os resultados sugerem que a gamificação, quando utilizada de forma estratégica, pode ser uma ferramenta valiosa para o ensino formal na área de alfabetização midiática e informacional.

    Combate à desinformação e o papel da gamificação na educação:

    O estudo contribui para o debate sobre o uso da gamificação como ferramenta de aprendizagem na escola. Apesar de algumas crenças de que a gamificação por si só garante um aprendizado mais eficaz, os resultados demonstram que a inclusão de elementos competitivos, como no caso do jogo “Bad News”, não necessariamente se traduz em um aprendizado mais aprofundado. No entanto, a gamificação pode ser um elemento positivo ao tornar o processo mais divertido e engajador, especialmente quando utilizada em conjunto com outras estratégias pedagógicas.

    O estudo da Universidade de Uppsala oferece insights valiosos para educadores e pais sobre o potencial da gamificação como ferramenta no combate à desinformação e na promoção da alfabetização midiática entre os jovens. A utilização de jogos como o “Bad News”, em conjunto com outras metodologias de ensino, pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades críticas essenciais para a navegação segura e responsável no mundo digital.

    Fonte: Link.


  • WhatsApp e Governo Federal buscam ações contra fake news; saiba quais

    WhatsApp e Governo Federal buscam ações contra fake news; saiba quais

    Liberdade de expressão e a proteção dos cidadãos em um ambiente digital seguro estão entre as pautas do Governo Federal e WhatsApp

    Em uma reunião realizada no Palácio do Planalto em Brasília (DF), na última quinta-feira (9), o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (SECOM) da Presidência da República, Paulo Pimenta e o CEO Global do WhatsApp, Will Cathcart, discutiram assuntos de relevância nacional para o ambiente digital.

    Entre os temas, foi discutida a criação de um assistente virtual no WhatsApp para o fornecimento de informações oficiais sobre vacinas e o calendário de vacinação em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa, concretizada com a articulação da SECOM no âmbito do Programa Saúde com Ciência, visa aprimorar a comunicação governamental e garantir que os cidadãos tenham acesso a informações confiáveis relacionadas à saúde pública, de acordo com informações divulgadas em comunicado de imprensa.

    Também foi discutida a utilização de ferramentas do aplicativo de mensagens para a promoção da liberdade de expressão, ao mesmo tempo em que assegurem a proteção dos cidadãos contra a disseminação de informações falsas, discursos de ódio e outros tipos de conteúdo prejudicial, conhecidas popularmente como “fake news”.

    Além disso, o ministro Paulo Pimenta destacou o papel fundamental da Secretaria de Comunicação Social no fortalecimento das políticas públicas no ambiente digital, citando especificamente as ações do Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as Políticas de Saúde Pública.

    Lançado durante o mês de outubro, o comitê pretende desempenhar um papel vital na comunicação estratégica e na articulação de acordos com as plataformas de mídias sociais e o Ministério da Saúde para a divulgação de informações precisas sobre vacinação.

    As ações do Comitê incluem o lançamento de um assistente virtual do Ministério da Saúde no WhatsApp, em parceria com a Robbu, líder em soluções para comunicação de negócios, e a Meta, com o propósito de informar gratuitamente a população brasileira sobre as principais características, orientações e datas de vacinação, visando combater a disseminação de informações falsas e promover a participação ativa dos cidadãos nas campanhas de vacinação.

    Durante a reunião, também foram discutidos os avanços do Brasil nos debates da regulação de plataformas digitais e medidas implementadas pelo WhatsApp, como a limitação de encaminhamentos de mensagens ou mídias recebidas de outros usuários, com objetivo de reduzir a circulação de conteúdo nocivo e falso, reduzindo possíveis efeitos prejudiciais.

    O WhatsApp, por sua vez, reconhece o avanço nas discussões com a remoção da rastreabilidade, que impactaria diretamente na criptografia de ponta a ponta que protege a privacidade e a segurança das comunicações pessoais.

    Paulo Pimenta e Will Cathcart reafirmaram o compromisso de trabalharem juntos na busca de um equilíbrio entre a promoção da liberdade de expressão e a proteção dos cidadãos em um ambiente digital seguro e responsável no Brasil.

    Em uma reunião realizada no Palácio do Planalto em Brasília (DF), na última quinta-feira (9), o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (SECOM) da Presidência da República, Paulo Pimenta e o CEO Global do WhatsApp, Will Cathcart, discutiram assuntos de relevância nacional para o ambiente digital.

    Entre os temas, foi discutida a criação de um assistente virtual no WhatsApp para o fornecimento de informações oficiais sobre vacinas e o calendário de vacinação em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa, concretizada com a articulação da SECOM no âmbito do Programa Saúde com Ciência, visa aprimorar a comunicação governamental e garantir que os cidadãos tenham acesso a informações confiáveis relacionadas à saúde pública, de acordo com informações divulgadas em comunicado de imprensa.

    Também foi discutida a utilização de ferramentas do aplicativo de mensagens para a promoção da liberdade de expressão, ao mesmo tempo em que assegurem a proteção dos cidadãos contra a disseminação de informações falsas, discursos de ódio e outros tipos de conteúdo prejudicial, conhecidas popularmente como “fake news”.

    Além disso, o ministro Paulo Pimenta destacou o papel fundamental da Secretaria de Comunicação Social no fortalecimento das políticas públicas no ambiente digital, citando especificamente as ações do Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as Políticas de Saúde Pública.

    Lançado durante o mês de outubro, o comitê pretende desempenhar um papel vital na comunicação estratégica e na articulação de acordos com as plataformas de mídias sociais e o Ministério da Saúde para a divulgação de informações precisas sobre vacinação.

    As ações do Comitê incluem o lançamento de um assistente virtual do Ministério da Saúde no WhatsApp, em parceria com a Robbu, líder em soluções para comunicação de negócios, e a Meta, com o propósito de informar gratuitamente a população brasileira sobre as principais características, orientações e datas de vacinação, visando combater a disseminação de informações falsas e promover a participação ativa dos cidadãos nas campanhas de vacinação.

    Durante a reunião, também foram discutidos os avanços do Brasil nos debates da regulação de plataformas digitais e medidas implementadas pelo WhatsApp, como a limitação de encaminhamentos de mensagens ou mídias recebidas de outros usuários, com objetivo de reduzir a circulação de conteúdo nocivo e falso, reduzindo possíveis efeitos prejudiciais.

    O WhatsApp, por sua vez, reconhece o avanço nas discussões com a remoção da rastreabilidade, que impactaria diretamente na criptografia de ponta a ponta que protege a privacidade e a segurança das comunicações pessoais.

    Paulo Pimenta e Will Cathcart reafirmaram o compromisso de trabalharem juntos na busca de um equilíbrio entre a promoção da liberdade de expressão e a proteção dos cidadãos em um ambiente digital seguro e responsável no Brasil.

  • Como a IA pode criar desinformação mais convincente do que os humanos

    Como a IA pode criar desinformação mais convincente do que os humanos

    A desinformação é um problema crescente na era digital, especialmente nas redes sociais, onde as pessoas podem compartilhar informações falsas ou enganosas com facilidade.

    Mas e se a desinformação fosse criada não por humanos, mas por inteligência artificial (IA)? Um novo estudo sugere que esse cenário pode ser mais perigoso do que pensamos.

    Os pesquisadores da Universidade de Washington e da Universidade de Stanford usaram o modelo de linguagem GPT-3 da OpenAI, um dos mais avançados do mundo, para gerar tweets falsos sobre temas como mudança climática e Covid. Eles compararam esses tweets com tweets reais do Twitter, escritos por humanos, que também continham desinformação sobre os mesmos temas. Eles então pediram a um grupo de participantes para avaliar a veracidade e a persuasão dos tweets.

    Os resultados foram surpreendentes: os participantes tiveram 3% menos probabilidade de identificar os tweets falsos gerados por IA do que aqueles escritos por humanos. Além disso, eles classificaram os tweets falsos gerados por IA como mais persuasivos do que os tweets reais escritos por humanos.

    Os pesquisadores acreditam que isso se deve à forma como o GPT-3 produz texto. O modelo usa uma grande quantidade de dados para aprender padrões de linguagem e gerar texto coerente e conciso. Isso pode tornar o texto mais fácil de processar e mais convincente para os leitores. Por exemplo, um tweet falso gerado por IA sobre mudança climática dizia: “O aquecimento global é uma farsa criada pela China para enfraquecer a economia americana”. Um tweet real escrito por um humano dizia: “O aquecimento global é uma mentira inventada pelos liberais para controlar nossas vidas”.

    Os pesquisadores alertam para os riscos da desinformação gerada por IA, especialmente se ela for usada para fins maliciosos ou políticos. Eles também pedem cautela para não superestimar seu impacto, pois ainda há limitações na capacidade do GPT-3 de gerar texto factual e relevante. Eles sugerem que os desenvolvedores de IA devem incorporar mecanismos de verificação e responsabilidade em seus modelos, e que os usuários de redes sociais devem ser críticos e céticos em relação às informações que consomem.

    Mas e se a desinformação fosse criada não por humanos, mas por inteligência artificial (IA)? Um novo estudo sugere que esse cenário pode ser mais perigoso do que pensamos.

    Os pesquisadores da Universidade de Washington e da Universidade de Stanford usaram o modelo de linguagem GPT-3 da OpenAI, um dos mais avançados do mundo, para gerar tweets falsos sobre temas como mudança climática e Covid. Eles compararam esses tweets com tweets reais do Twitter, escritos por humanos, que também continham desinformação sobre os mesmos temas. Eles então pediram a um grupo de participantes para avaliar a veracidade e a persuasão dos tweets.

    Os resultados foram surpreendentes: os participantes tiveram 3% menos probabilidade de identificar os tweets falsos gerados por IA do que aqueles escritos por humanos. Além disso, eles classificaram os tweets falsos gerados por IA como mais persuasivos do que os tweets reais escritos por humanos.

    Os pesquisadores acreditam que isso se deve à forma como o GPT-3 produz texto. O modelo usa uma grande quantidade de dados para aprender padrões de linguagem e gerar texto coerente e conciso. Isso pode tornar o texto mais fácil de processar e mais convincente para os leitores. Por exemplo, um tweet falso gerado por IA sobre mudança climática dizia: “O aquecimento global é uma farsa criada pela China para enfraquecer a economia americana”. Um tweet real escrito por um humano dizia: “O aquecimento global é uma mentira inventada pelos liberais para controlar nossas vidas”.

    Os pesquisadores alertam para os riscos da desinformação gerada por IA, especialmente se ela for usada para fins maliciosos ou políticos. Eles também pedem cautela para não superestimar seu impacto, pois ainda há limitações na capacidade do GPT-3 de gerar texto factual e relevante. Eles sugerem que os desenvolvedores de IA devem incorporar mecanismos de verificação e responsabilidade em seus modelos, e que os usuários de redes sociais devem ser críticos e céticos em relação às informações que consomem.

  • Não caia nas fake news sobre a mamografia: saiba a verdade sobre o exame

    Não caia nas fake news sobre a mamografia: saiba a verdade sobre o exame

    A mamografia é um exame de imagem que usa raios X para examinar as mamas e detectar possíveis alterações, como cistos, nódulos e tumores.

    Ela é considerada o método mais eficaz para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama, o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama responde por 11,7% do total de casos no planeta, com 2,2 milhões de casos diagnosticados em 2020. No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum, ultrapassando 66 mil novos casos apenas em 2021. A doença matou 18.032 brasileiros em 2020, sendo 207 homens e 17.825 mulheres, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

    Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas se o câncer de mama fosse descoberto em sua fase inicial, quando as chances de cura são superiores a 90%. Por isso, a mamografia é tão importante para a saúde das mulheres. Um estudo realizado na Inglaterra mostrou que o índice de mortalidade é 25% menor entre mulheres que realizam mamografia anualmente, a partir dos 40 anos.

    As principais sociedades médicas no Brasil e no mundo recomendam que as mulheres assintomáticas façam mamografias anuais ou bienais, iniciando a partir dos 40 ou 50 anos, dependendo do país. No Brasil, as sociedades médicas recomendam o rastreamento mamográfico anual para as mulheres entre 40 a 75 anos.

    Infelizmente, existem muitas informações falsas que circulam nas redes sociais sobre a mamografia, gerando medo e desconfiança nas mulheres. Uma delas é que o exame de mamografia provoca câncer na tireoide. Essa afirmação é totalmente falsa e não tem nenhuma evidência científica que a sustente.

    A Sociedade Brasileira de Mastologia e a Comissão Nacional de Mamografia afirmam que não há nenhum dado que suporte a relação entre mamografia e câncer de tireoide. Pelo contrário, o uso de protetor de tireoide durante a mamografia é contraindicado, pois pode atrapalhar o posicionamento adequado e levar a repetições desnecessárias do exame.

    O risco de câncer induzido pela radiação é extremamente baixo, tendo em consideração as doses de radiação envolvidas em cada exame. E não existe estudo que demonstre que os riscos excedam os benefícios, na faixa etária recomendada.

    Outra informação falsa é que uma biópsia leva a desenvolver câncer. Isso também é um absurdo que foge à compreensão de qualquer médico com conhecimento na área oncológica. A biópsia é um procedimento seguro e essencial para confirmar ou descartar o diagnóstico de câncer de mama.

    Portanto, não se deixe enganar pelas fake news sobre a mamografia. Esse exame pode salvar vidas e é uma das medidas mais fáceis que as mulheres podem tomar para serem mais saudáveis e detectarem um possível câncer de mama precocemente.

    Para saber mais sobre a mamografia e o câncer de mama, consulte fontes confiáveis como:

    E lembre-se: se você tem mais de 40 anos ou tem histórico familiar de câncer de mama, faça sua mamografia regularmente e consulte seu médico ginecologista ou mastologista. Sua saúde agradece!

    Ela é considerada o método mais eficaz para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama, o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama responde por 11,7% do total de casos no planeta, com 2,2 milhões de casos diagnosticados em 2020. No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum, ultrapassando 66 mil novos casos apenas em 2021. A doença matou 18.032 brasileiros em 2020, sendo 207 homens e 17.825 mulheres, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

    Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas se o câncer de mama fosse descoberto em sua fase inicial, quando as chances de cura são superiores a 90%. Por isso, a mamografia é tão importante para a saúde das mulheres. Um estudo realizado na Inglaterra mostrou que o índice de mortalidade é 25% menor entre mulheres que realizam mamografia anualmente, a partir dos 40 anos.

    As principais sociedades médicas no Brasil e no mundo recomendam que as mulheres assintomáticas façam mamografias anuais ou bienais, iniciando a partir dos 40 ou 50 anos, dependendo do país. No Brasil, as sociedades médicas recomendam o rastreamento mamográfico anual para as mulheres entre 40 a 75 anos.

    Infelizmente, existem muitas informações falsas que circulam nas redes sociais sobre a mamografia, gerando medo e desconfiança nas mulheres. Uma delas é que o exame de mamografia provoca câncer na tireoide. Essa afirmação é totalmente falsa e não tem nenhuma evidência científica que a sustente.

    A Sociedade Brasileira de Mastologia e a Comissão Nacional de Mamografia afirmam que não há nenhum dado que suporte a relação entre mamografia e câncer de tireoide. Pelo contrário, o uso de protetor de tireoide durante a mamografia é contraindicado, pois pode atrapalhar o posicionamento adequado e levar a repetições desnecessárias do exame.

    O risco de câncer induzido pela radiação é extremamente baixo, tendo em consideração as doses de radiação envolvidas em cada exame. E não existe estudo que demonstre que os riscos excedam os benefícios, na faixa etária recomendada.

    Outra informação falsa é que uma biópsia leva a desenvolver câncer. Isso também é um absurdo que foge à compreensão de qualquer médico com conhecimento na área oncológica. A biópsia é um procedimento seguro e essencial para confirmar ou descartar o diagnóstico de câncer de mama.

    Portanto, não se deixe enganar pelas fake news sobre a mamografia. Esse exame pode salvar vidas e é uma das medidas mais fáceis que as mulheres podem tomar para serem mais saudáveis e detectarem um possível câncer de mama precocemente.

    Para saber mais sobre a mamografia e o câncer de mama, consulte fontes confiáveis como:

    E lembre-se: se você tem mais de 40 anos ou tem histórico familiar de câncer de mama, faça sua mamografia regularmente e consulte seu médico ginecologista ou mastologista. Sua saúde agradece!

  • Baixa adesão à vacina da gripe no Brasil pode ter relação com fake news

    Baixa adesão à vacina da gripe no Brasil pode ter relação com fake news

    A campanha de vacinação contra a gripe no Brasil terminou na quarta-feira (31/05) com um resultado decepcionante: menos de 40 milhões de doses aplicadas, o que representa menos de 50% do público-alvo. A meta do Ministério da Saúde era alcançar 90% das pessoas elegíveis para receber o imunizante, mas apenas o Amapá chegou perto desse…

    Uma das possíveis causas para a baixa adesão à vacina da gripe é a disseminação de fake news sobre os imunizantes, que geram desconfiança e medo na população. Algumas das notícias falsas mais comuns são:

    – A vacina da gripe provoca gripe: isso é impossível, pois a vacina é feita com vírus inativado, que não pode causar a doença. Além disso, a vacina protege contra os tipos mais comuns de vírus da gripe, mas não contra outros agentes que podem causar resfriados e infecções respiratórias.

    – A vacina da gripe contém vacina contra Covid-19: isso é uma mentira sem fundamento, pois as vacinas contra gripe e Covid-19 têm composições diferentes e objetivos distintos. As vacinas contra Covid-19 são bivalentes, ou seja, protegem contra duas variantes do coronavírus, enquanto as vacinas contra gripe são trivalentes ou quadrivalentes, ou seja, protegem contra três ou quatro tipos de vírus da gripe.

    – A vacina da gripe pode deixar sequelas a longo prazo: isso é uma especulação sem evidências científicas, pois as vacinas são testadas e aprovadas por órgãos reguladores antes de serem liberadas para uso. Os eventuais efeitos colaterais das vacinas são raros e leves, e costumam ocorrer nos primeiros dias após a aplicação.

    Essas e outras fake news sobre vacinas podem ser facilmente desmentidas por fontes confiáveis, como médicos, cientistas e veículos de comunicação sérios. É importante buscar informações de qualidade e não compartilhar conteúdos duvidosos ou enganosos nas redes sociais.

    A vacina da gripe é uma medida de prevenção importante para evitar complicações graves causadas pela doença, como pneumonia, infarto e derrame. A gripe também pode aumentar o risco de infecção por Covid-19 ou agravar o quadro clínico dos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde solicitou aos estados e municípios que estendam os calendários de vacinação enquanto houver estoque de doses.

    A vacina da gripe é segura, eficaz e gratuita para os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes, crianças, povos indígenas, profissionais de saúde e outros. A vacina também está disponível para toda a população acima de seis meses nas redes privadas. Quem já tomou a vacina contra Covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    Uma das possíveis causas para a baixa adesão à vacina da gripe é a disseminação de fake news sobre os imunizantes, que geram desconfiança e medo na população. Algumas das notícias falsas mais comuns são:

    – A vacina da gripe provoca gripe: isso é impossível, pois a vacina é feita com vírus inativado, que não pode causar a doença. Além disso, a vacina protege contra os tipos mais comuns de vírus da gripe, mas não contra outros agentes que podem causar resfriados e infecções respiratórias.

    – A vacina da gripe contém vacina contra Covid-19: isso é uma mentira sem fundamento, pois as vacinas contra gripe e Covid-19 têm composições diferentes e objetivos distintos. As vacinas contra Covid-19 são bivalentes, ou seja, protegem contra duas variantes do coronavírus, enquanto as vacinas contra gripe são trivalentes ou quadrivalentes, ou seja, protegem contra três ou quatro tipos de vírus da gripe.

    – A vacina da gripe pode deixar sequelas a longo prazo: isso é uma especulação sem evidências científicas, pois as vacinas são testadas e aprovadas por órgãos reguladores antes de serem liberadas para uso. Os eventuais efeitos colaterais das vacinas são raros e leves, e costumam ocorrer nos primeiros dias após a aplicação.

    Essas e outras fake news sobre vacinas podem ser facilmente desmentidas por fontes confiáveis, como médicos, cientistas e veículos de comunicação sérios. É importante buscar informações de qualidade e não compartilhar conteúdos duvidosos ou enganosos nas redes sociais.

    A vacina da gripe é uma medida de prevenção importante para evitar complicações graves causadas pela doença, como pneumonia, infarto e derrame. A gripe também pode aumentar o risco de infecção por Covid-19 ou agravar o quadro clínico dos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde solicitou aos estados e municípios que estendam os calendários de vacinação enquanto houver estoque de doses.

    A vacina da gripe é segura, eficaz e gratuita para os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes, crianças, povos indígenas, profissionais de saúde e outros. A vacina também está disponível para toda a população acima de seis meses nas redes privadas. Quem já tomou a vacina contra Covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

  • Como o PL 2630 pode afetar a publicidade digital no Brasil

    Como o PL 2630 pode afetar a publicidade digital no Brasil

    O Projeto de Lei 2630/2020, também conhecido como Lei das Fake News, é uma proposta que visa regulamentar as redes sociais e os serviços de mensagens privadas, estabelecendo normas de transparência e responsabilidade para o combate à desinformação e ao aumento da transparência na internet.

    O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

    Embora o objetivo do projeto seja nobre, ele pode trazer consequências negativas e indesejadas para a publicidade digital e para as empresas que dependem dela para divulgar seus produtos e serviços. Segundo especialistas do setor, o PL 2630 pode impactar a internet que conhecemos de três maneiras principais:

    – Obrigar a divulgação de informações estratégicas que poderiam ser usadas por pessoas mal-intencionadas para manipular os sistemas de busca e de recomendação de conteúdo, prejudicando a qualidade e a segurança dos resultados e favorecendo a disseminação de conteúdo falso ou de baixa qualidade;

    – Exigir o rastreamento dos usuários e das mensagens trocadas em plataformas privadas, violando o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais, além de aumentar os custos operacionais e os riscos jurídicos para as empresas que oferecem esses serviços;

    – Impor restrições à publicidade digital, limitando as possibilidades de segmentação e personalização dos anúncios, reduzindo a eficiência e a competitividade das campanhas e afetando negativamente o retorno sobre o investimento dos anunciantes.

    Diante desses desafios, é importante que o Congresso Nacional promova um debate amplo e democrático sobre o tema, ouvindo os diversos atores envolvidos na publicidade digital, como empresas, agências, veículos, criadores de conteúdo e consumidores. A publicidade digital é um setor dinâmico e inovador, que contribui para o desenvolvimento econômico e social do país, gerando empregos, renda e oportunidades. Por isso, é fundamental que qualquer regulamentação seja feita com base em evidências, equilíbrio e respeito aos direitos fundamentais.

    O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

    Embora o objetivo do projeto seja nobre, ele pode trazer consequências negativas e indesejadas para a publicidade digital e para as empresas que dependem dela para divulgar seus produtos e serviços. Segundo especialistas do setor, o PL 2630 pode impactar a internet que conhecemos de três maneiras principais:

    – Obrigar a divulgação de informações estratégicas que poderiam ser usadas por pessoas mal-intencionadas para manipular os sistemas de busca e de recomendação de conteúdo, prejudicando a qualidade e a segurança dos resultados e favorecendo a disseminação de conteúdo falso ou de baixa qualidade;

    – Exigir o rastreamento dos usuários e das mensagens trocadas em plataformas privadas, violando o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais, além de aumentar os custos operacionais e os riscos jurídicos para as empresas que oferecem esses serviços;

    – Impor restrições à publicidade digital, limitando as possibilidades de segmentação e personalização dos anúncios, reduzindo a eficiência e a competitividade das campanhas e afetando negativamente o retorno sobre o investimento dos anunciantes.

    Diante desses desafios, é importante que o Congresso Nacional promova um debate amplo e democrático sobre o tema, ouvindo os diversos atores envolvidos na publicidade digital, como empresas, agências, veículos, criadores de conteúdo e consumidores. A publicidade digital é um setor dinâmico e inovador, que contribui para o desenvolvimento econômico e social do país, gerando empregos, renda e oportunidades. Por isso, é fundamental que qualquer regulamentação seja feita com base em evidências, equilíbrio e respeito aos direitos fundamentais.

  • O que você precisa saber sobre o PL das Fake News

    O que você precisa saber sobre o PL das Fake News

    O PL das Fake News (PL 2630/2020) é um projeto de lei que visa estabelecer normas para a transparência e a responsabilidade das plataformas de redes sociais e de serviços de mensagens privadas na internet.

    O objetivo é combater a desinformação e a incitação à violência que podem afetar a democracia e os direitos humanos.

    O projeto foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE) em maio de 2020 e aprovado pelo Senado em junho do mesmo ano. Desde então, ele tramita na Câmara dos Deputados, onde recebeu uma nova versão do relator Orlando Silva (PCdoB-SP) em março de 2021. Um requerimento de urgência para votar o projeto no plenário foi rejeitado em abril de 2021, mas um novo requerimento deve ser apreciado em breve.

    O PL das Fake News tem gerado polêmica e debate entre diferentes setores da sociedade. Alguns defendem que ele é necessário para garantir a liberdade de expressão e o direito à informação verídica e plural. Outros criticam que ele pode representar uma ameaça à privacidade e à autonomia dos usuários e das plataformas na internet.

    Entre as principais medidas previstas no projeto estão:

    – A exigência de que as plataformas adotem políticas de moderação de conteúdo que respeitem os princípios constitucionais e os direitos humanos;

    – A obrigatoriedade de que as plataformas identifiquem e rotulem conteúdos patrocinados, impulsionados ou produzidos por robôs;

    – A proibição de que as plataformas excluam ou limitem o alcance de conteúdos sem justa causa ou sem informar os motivos aos usuários;

    – A criação de mecanismos para que os usuários possam recorrer das decisões das plataformas sobre a remoção ou a redução de visibilidade de conteúdos;

    – A determinação de que as plataformas mantenham registros dos conteúdos removidos ou rotulados por violarem as regras da plataforma ou a legislação brasileira;

    – A previsão de sanções administrativas para as plataformas que descumprirem a lei, que podem variar desde advertência até multa de até 10% do faturamento no Brasil.

    O projeto também estabelece regras específicas para os serviços de mensagens privadas, como o WhatsApp e o Telegram. Entre elas estão:

    – A limitação do número de encaminhamentos de uma mesma mensagem para até cinco usuários ou grupos por vez;

    – A limitação do número de membros em um grupo para até 256 pessoas;

    – A exigência de que os serviços obtenham o consentimento prévio dos usuários para incluí-los em grupos ou listas de transmissão;

    – A exigência de que os serviços identifiquem as mensagens que foram encaminhadas e não foram criadas pelo usuário que as enviou.

    O PL das Fake News ainda está sujeito a alterações na Câmara dos Deputados e pode enfrentar resistências tanto da oposição quanto da base governista. Além disso, ele pode ser questionado judicialmente por entidades que defendem os interesses das plataformas ou dos usuários na internet.

    Para saber mais sobre o PL das Fake News, confira as fontes abaixo:

    Fontes: Link 1, Link 2.

    O objetivo é combater a desinformação e a incitação à violência que podem afetar a democracia e os direitos humanos.

    O projeto foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE) em maio de 2020 e aprovado pelo Senado em junho do mesmo ano. Desde então, ele tramita na Câmara dos Deputados, onde recebeu uma nova versão do relator Orlando Silva (PCdoB-SP) em março de 2021. Um requerimento de urgência para votar o projeto no plenário foi rejeitado em abril de 2021, mas um novo requerimento deve ser apreciado em breve.

    O PL das Fake News tem gerado polêmica e debate entre diferentes setores da sociedade. Alguns defendem que ele é necessário para garantir a liberdade de expressão e o direito à informação verídica e plural. Outros criticam que ele pode representar uma ameaça à privacidade e à autonomia dos usuários e das plataformas na internet.

    Entre as principais medidas previstas no projeto estão:

    – A exigência de que as plataformas adotem políticas de moderação de conteúdo que respeitem os princípios constitucionais e os direitos humanos;

    – A obrigatoriedade de que as plataformas identifiquem e rotulem conteúdos patrocinados, impulsionados ou produzidos por robôs;

    – A proibição de que as plataformas excluam ou limitem o alcance de conteúdos sem justa causa ou sem informar os motivos aos usuários;

    – A criação de mecanismos para que os usuários possam recorrer das decisões das plataformas sobre a remoção ou a redução de visibilidade de conteúdos;

    – A determinação de que as plataformas mantenham registros dos conteúdos removidos ou rotulados por violarem as regras da plataforma ou a legislação brasileira;

    – A previsão de sanções administrativas para as plataformas que descumprirem a lei, que podem variar desde advertência até multa de até 10% do faturamento no Brasil.

    O projeto também estabelece regras específicas para os serviços de mensagens privadas, como o WhatsApp e o Telegram. Entre elas estão:

    – A limitação do número de encaminhamentos de uma mesma mensagem para até cinco usuários ou grupos por vez;

    – A limitação do número de membros em um grupo para até 256 pessoas;

    – A exigência de que os serviços obtenham o consentimento prévio dos usuários para incluí-los em grupos ou listas de transmissão;

    – A exigência de que os serviços identifiquem as mensagens que foram encaminhadas e não foram criadas pelo usuário que as enviou.

    O PL das Fake News ainda está sujeito a alterações na Câmara dos Deputados e pode enfrentar resistências tanto da oposição quanto da base governista. Além disso, ele pode ser questionado judicialmente por entidades que defendem os interesses das plataformas ou dos usuários na internet.

    Para saber mais sobre o PL das Fake News, confira as fontes abaixo:

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Café com sangue de boi: uma fake news que não tem fundamento

    Café com sangue de boi: uma fake news que não tem fundamento

    Você já ouviu falar que o café em pó que você compra no supermercado tem sangue de boi na composição?

    Essa é uma das fake news que circulam nas redes sociais há algum tempo, mas que não tem nenhuma prova ou evidência científica.

    A origem dessa mentira é um vídeo que mostra um suposto motorista de caminhão dizendo que viu carretas-tanque descarregando sangue de boi em uma fábrica de café no Espírito Santo. O homem afirma que o sangue é torrado e moído junto com o café para dar peso e volume às embalagens.

    No entanto, essa história não faz sentido por vários motivos. Primeiro, porque o sangue de boi é um produto de origem animal que não pode ser usado na fabricação do café em pó, segundo a legislação sanitária brasileira. Segundo, porque o sangue de boi tem um cheiro e um sabor muito fortes e característicos, que seriam facilmente percebidos pelos consumidores. Terceiro, porque o sangue de boi é um produto perecível que se deteriora rapidamente, o que comprometeria a qualidade e a validade do café em pó.

    A Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC) já desmentiu essa fake news em 2020 e reforçou o seu compromisso com a qualidade do café nacional. A ABIC certifica os produtos que atendem aos padrões mínimos de qualidade exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Além disso, a ABIC monitora constantemente as amostras de café em pó do mercado e não detectou nenhuma com vestígios de sangue.

    Portanto, não caia nessa fake news e confie no café em pó brasileiro, que é um dos melhores do mundo. O café é uma bebida saudável, saborosa e energética, que não precisa de nenhum aditivo para ser apreciada.

    Essa é uma das fake news que circulam nas redes sociais há algum tempo, mas que não tem nenhuma prova ou evidência científica.

    A origem dessa mentira é um vídeo que mostra um suposto motorista de caminhão dizendo que viu carretas-tanque descarregando sangue de boi em uma fábrica de café no Espírito Santo. O homem afirma que o sangue é torrado e moído junto com o café para dar peso e volume às embalagens.

    No entanto, essa história não faz sentido por vários motivos. Primeiro, porque o sangue de boi é um produto de origem animal que não pode ser usado na fabricação do café em pó, segundo a legislação sanitária brasileira. Segundo, porque o sangue de boi tem um cheiro e um sabor muito fortes e característicos, que seriam facilmente percebidos pelos consumidores. Terceiro, porque o sangue de boi é um produto perecível que se deteriora rapidamente, o que comprometeria a qualidade e a validade do café em pó.

    A Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC) já desmentiu essa fake news em 2020 e reforçou o seu compromisso com a qualidade do café nacional. A ABIC certifica os produtos que atendem aos padrões mínimos de qualidade exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Além disso, a ABIC monitora constantemente as amostras de café em pó do mercado e não detectou nenhuma com vestígios de sangue.

    Portanto, não caia nessa fake news e confie no café em pó brasileiro, que é um dos melhores do mundo. O café é uma bebida saudável, saborosa e energética, que não precisa de nenhum aditivo para ser apreciada.

  • Médicos que oferecem tratamentos de Detox Vacinal ou Reversão Vacinal estão cometendo crime

    Médicos que oferecem tratamentos de Detox Vacinal ou Reversão Vacinal estão cometendo crime

    Suposto tratamento que promete eliminar os efeitos da vacinação contra a covid-19 do organismo é uma mentira que pode colocar sua saúde em risco.

    Os serviços de detox vacinal ou reversão vacinal oferecidos por estes médicos não têm embasamento científico e não conferem nenhum benefício ao paciente. Pelo contrário, podem expor as pessoas a riscos desnecessários, como reações alérgicas, intoxicações ou interações medicamentosas.

    A ideia de um tratamento detox vacinal não tem base científica. O nosso sistema imunológico é capaz de lidar com substâncias estranhas ao organismo, como é o caso das vacinas. As vacinas estimulam a produção de anticorpos específicos contra o vírus da covid-19, que ficam armazenados na memória imunológica e nos protegem de uma infecção futura.

    Não há como “eliminar” esses anticorpos do corpo, nem há motivo para isso.

    Portanto, não existe detox vacinal ou reversão vacinal. Essas são práticas enganosas que podem configurar curandeirismo e serem enquadradas como crime pelo artigo 248 do Código Penal.

    Os serviços de detox vacinal ou reversão vacinal oferecidos por estes médicos não têm embasamento científico e não conferem nenhum benefício ao paciente. Pelo contrário, podem expor as pessoas a riscos desnecessários, como reações alérgicas, intoxicações ou interações medicamentosas.

    A ideia de um tratamento detox vacinal não tem base científica. O nosso sistema imunológico é capaz de lidar com substâncias estranhas ao organismo, como é o caso das vacinas. As vacinas estimulam a produção de anticorpos específicos contra o vírus da covid-19, que ficam armazenados na memória imunológica e nos protegem de uma infecção futura.

    Não há como “eliminar” esses anticorpos do corpo, nem há motivo para isso.

    Portanto, não existe detox vacinal ou reversão vacinal. Essas são práticas enganosas que podem configurar curandeirismo e serem enquadradas como crime pelo artigo 248 do Código Penal.