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  • Exercício concentrado nos fins de semana pode proteger seu coração, diz estudo

    Exercício concentrado nos fins de semana pode proteger seu coração, diz estudo

    Você sabia que fazer exercício físico apenas nos fins de semana pode ser tão bom para o seu coração quanto fazê-lo regularmente durante a semana?

    via GIPHY

    É o que sugere um estudo recente publicado no JAMA, que acompanhou quase 90 mil pessoas por uma semana inteira usando acelerômetros de pulso.

    Os pesquisadores descobriram que as pessoas que realizavam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa em um ou dois dias da semana tinham riscos semelhantes de doenças cardíacas e derrame do que aquelas que distribuíam a atividade de forma mais uniforme. Isso significa que você não precisa se sentir culpado se não tiver tempo de se exercitar durante a semana, desde que compense nos fins de semana.

    Claro, isso não significa que você deva abandonar completamente a atividade física nos outros dias, pois ela traz outros benefícios para a saúde, como melhorar o humor, o sono e a função cognitiva.

    Mas se você é um guerreiro de fim de semana, pode ficar tranquilo sabendo que está cuidando do seu coração. E se você é inativo, talvez seja hora de começar a se mexer, nem que seja aos sábados e domingos. Seu coração vai agradecer!

    Fonte: Link.

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    É o que sugere um estudo recente publicado no JAMA, que acompanhou quase 90 mil pessoas por uma semana inteira usando acelerômetros de pulso.

    Os pesquisadores descobriram que as pessoas que realizavam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa em um ou dois dias da semana tinham riscos semelhantes de doenças cardíacas e derrame do que aquelas que distribuíam a atividade de forma mais uniforme. Isso significa que você não precisa se sentir culpado se não tiver tempo de se exercitar durante a semana, desde que compense nos fins de semana.

    Claro, isso não significa que você deva abandonar completamente a atividade física nos outros dias, pois ela traz outros benefícios para a saúde, como melhorar o humor, o sono e a função cognitiva.

    Mas se você é um guerreiro de fim de semana, pode ficar tranquilo sabendo que está cuidando do seu coração. E se você é inativo, talvez seja hora de começar a se mexer, nem que seja aos sábados e domingos. Seu coração vai agradecer!

    Fonte: Link.

  • Fim de semana: como surgiu e por que deveria ser maior?

    Fim de semana: como surgiu e por que deveria ser maior?

    Você sabe quem inventou o fim de semana? E por que muitas pessoas defendem que ele deveria ser mais longo que dois dias?

    Neste post, vamos contar um pouco da história do fim de semana e dos argumentos a favor de uma jornada de trabalho mais curta.

    O fim de semana, como conhecemos hoje, é uma conquista recente dos trabalhadores. Foi resultado da luta operária surgida na Inglaterra depois da Revolução Industrial, no início do século 19. Antes disso, os trabalhadores só podiam descansar por motivos religiosos, mas não recebiam salário pelos dias parados.

    Mas por que o sábado e o domingo foram escolhidos como dias de descanso? A explicação vem da Antiguidade. Os romanos e os pagãos dedicavam o sábado ao deus Saturno, que regia a agricultura. Esse dia era reservado para o descanso e o agradecimento pela colheita. No judaísmo, o sábado também era sagrado, pois era o dia em que Deus descansou após criar o mundo.

    Já o domingo ganhou esse status na era cristã, pois foi o dia em que Jesus ressuscitou dos mortos. Por isso, os cristãos consagraram o domingo ao Senhor e, para que os fiéis pudessem ir aos cultos, era natural que fosse um dia sem trabalho.

    Hoje, muitas pessoas defendem que o fim de semana deveria ser maior que dois dias, pois a jornada de trabalho atual é muito desgastante e prejudicial à saúde física e mental dos trabalhadores. Além disso, um fim de semana maior poderia estimular o lazer, a cultura, a convivência familiar e social e até mesmo a economia.

    E você, o que acha dessa ideia? Deixe seu comentário e compartilhe este post com seus amigos!

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Neste post, vamos contar um pouco da história do fim de semana e dos argumentos a favor de uma jornada de trabalho mais curta.

    O fim de semana, como conhecemos hoje, é uma conquista recente dos trabalhadores. Foi resultado da luta operária surgida na Inglaterra depois da Revolução Industrial, no início do século 19. Antes disso, os trabalhadores só podiam descansar por motivos religiosos, mas não recebiam salário pelos dias parados.

    Mas por que o sábado e o domingo foram escolhidos como dias de descanso? A explicação vem da Antiguidade. Os romanos e os pagãos dedicavam o sábado ao deus Saturno, que regia a agricultura. Esse dia era reservado para o descanso e o agradecimento pela colheita. No judaísmo, o sábado também era sagrado, pois era o dia em que Deus descansou após criar o mundo.

    Já o domingo ganhou esse status na era cristã, pois foi o dia em que Jesus ressuscitou dos mortos. Por isso, os cristãos consagraram o domingo ao Senhor e, para que os fiéis pudessem ir aos cultos, era natural que fosse um dia sem trabalho.

    Hoje, muitas pessoas defendem que o fim de semana deveria ser maior que dois dias, pois a jornada de trabalho atual é muito desgastante e prejudicial à saúde física e mental dos trabalhadores. Além disso, um fim de semana maior poderia estimular o lazer, a cultura, a convivência familiar e social e até mesmo a economia.

    E você, o que acha dessa ideia? Deixe seu comentário e compartilhe este post com seus amigos!

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • 7 filmes sobre cientistas mulheres que você precisa assistir

    7 filmes sobre cientistas mulheres que você precisa assistir

    As mulheres têm contribuições importantes para o avanço da ciência em diversas áreas, como astronomia, biologia, física e matemática.

    Para homenagear essas mulheres incríveis, selecionamos 7 filmes que retratam suas histórias, desafios e descobertas. Confira!

    1. Estrelas Além do Tempo (2016)
      O filme conta a história real de três cientistas negras que trabalharam na Nasa nos anos 1960, durante a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe) enfrentaram o preconceito racial e de gênero para se destacarem na agência espacial com seus talentos em matemática, computação e engenharia.

    2. A Teoria de Tudo (2014)
      O filme é baseado na biografia de Jane Hawking (Felicity Jones), a primeira esposa do famoso físico Stephen Hawking (Eddie Redmayne). Jane era uma estudante de literatura inglesa quando se apaixonou por Stephen, que sofria de esclerose lateral amiotrófica. O filme mostra como ela o apoiou em sua carreira científica e em sua luta contra a doença, ao mesmo tempo em que se dedicava aos seus próprios estudos e à família.

    3. Marie Curie (2016)
      O filme retrata a vida da cientista polonesa Marie Curie (Karolina Gruszka), a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel e a única a ganhar dois prêmios em áreas diferentes: física e química. O filme mostra sua parceria e seu casamento com o cientista Pierre Curie (Charles Berling), com quem descobriu os elementos químicos polônio e rádio, e sua trajetória após a morte dele em um acidente.

    4. Radioactive (2019)
      Outro filme sobre Marie Curie, desta vez interpretada por Rosamund Pike. O filme aborda não só sua vida pessoal e profissional, mas também as consequências de suas descobertas para a humanidade, tanto positivas quanto negativas. O filme mostra como o rádio foi usado para tratar o câncer, mas também para criar bombas atômicas.

    5. Ágora (2009)
      O filme se passa no Egito do século 4, quando o Império Romano estava em decadência e o cristianismo se expandia. A protagonista é Hipátia (Rachel Weisz), uma filósofa e astrônoma que lecionava na biblioteca de Alexandria, um dos maiores centros culturais da antiguidade. O filme mostra como ela tentou preservar o conhecimento científico diante das turbulências políticas e religiosas que ameaçavam sua vida e sua obra.

    6. Temple Grandin (2010)
      O filme é uma cinebiografia de Temple Grandin (Claire Danes), uma cientista e ativista autista que revolucionou o manejo de animais na pecuária. O filme mostra como ela usou sua capacidade de pensar visualmente e sua empatia pelos animais para criar sistemas mais humanos e eficientes de abate. O filme também retrata os desafios que ela enfrentou para se adaptar à sociedade e se tornar uma professora universitária.

    7. Código Enigma (2014)
      O filme narra a história de Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático e criptógrafo que liderou uma equipe de cientistas para decifrar os códigos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Entre eles estava Joan Clarke (Keira Knightley), uma brilhante matemática que se tornou amiga e noiva de Turing, apesar dele ser homossexual. O filme mostra como eles conseguiram criar uma máquina capaz de quebrar o código Enigma, considerada a precursora dos computadores modernos.

    Para homenagear essas mulheres incríveis, selecionamos 7 filmes que retratam suas histórias, desafios e descobertas. Confira!

    1. Estrelas Além do Tempo (2016)
      O filme conta a história real de três cientistas negras que trabalharam na Nasa nos anos 1960, durante a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe) enfrentaram o preconceito racial e de gênero para se destacarem na agência espacial com seus talentos em matemática, computação e engenharia.

    2. A Teoria de Tudo (2014)
      O filme é baseado na biografia de Jane Hawking (Felicity Jones), a primeira esposa do famoso físico Stephen Hawking (Eddie Redmayne). Jane era uma estudante de literatura inglesa quando se apaixonou por Stephen, que sofria de esclerose lateral amiotrófica. O filme mostra como ela o apoiou em sua carreira científica e em sua luta contra a doença, ao mesmo tempo em que se dedicava aos seus próprios estudos e à família.

    3. Marie Curie (2016)
      O filme retrata a vida da cientista polonesa Marie Curie (Karolina Gruszka), a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel e a única a ganhar dois prêmios em áreas diferentes: física e química. O filme mostra sua parceria e seu casamento com o cientista Pierre Curie (Charles Berling), com quem descobriu os elementos químicos polônio e rádio, e sua trajetória após a morte dele em um acidente.

    4. Radioactive (2019)
      Outro filme sobre Marie Curie, desta vez interpretada por Rosamund Pike. O filme aborda não só sua vida pessoal e profissional, mas também as consequências de suas descobertas para a humanidade, tanto positivas quanto negativas. O filme mostra como o rádio foi usado para tratar o câncer, mas também para criar bombas atômicas.

    5. Ágora (2009)
      O filme se passa no Egito do século 4, quando o Império Romano estava em decadência e o cristianismo se expandia. A protagonista é Hipátia (Rachel Weisz), uma filósofa e astrônoma que lecionava na biblioteca de Alexandria, um dos maiores centros culturais da antiguidade. O filme mostra como ela tentou preservar o conhecimento científico diante das turbulências políticas e religiosas que ameaçavam sua vida e sua obra.

    6. Temple Grandin (2010)
      O filme é uma cinebiografia de Temple Grandin (Claire Danes), uma cientista e ativista autista que revolucionou o manejo de animais na pecuária. O filme mostra como ela usou sua capacidade de pensar visualmente e sua empatia pelos animais para criar sistemas mais humanos e eficientes de abate. O filme também retrata os desafios que ela enfrentou para se adaptar à sociedade e se tornar uma professora universitária.

    7. Código Enigma (2014)
      O filme narra a história de Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático e criptógrafo que liderou uma equipe de cientistas para decifrar os códigos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Entre eles estava Joan Clarke (Keira Knightley), uma brilhante matemática que se tornou amiga e noiva de Turing, apesar dele ser homossexual. O filme mostra como eles conseguiram criar uma máquina capaz de quebrar o código Enigma, considerada a precursora dos computadores modernos.