Tag: Fiocruz Minas

  • Fiocruz Minas lança estudo inovador para monitorar sequelas pós-covid em pacientes

    Fiocruz Minas lança estudo inovador para monitorar sequelas pós-covid em pacientes

    O estudo, “Fiocruz Vita”, tem como objetivo de acompanhar e analisar as sequelas deixadas pela Covid-19 em pacientes que não necessitaram de internação em UTI/CTI.

    O estudo, que é aberto para crianças acima de cinco anos e adultos residentes na região de Belo Horizonte, busca caracterizar o perfil imunológico e hematológico desses indivíduos. A pesquisa visa entender como essas alterações podem estar relacionadas às condições de saúde dos pacientes após a recuperação da Covid-19.

    Durante o período de 18 meses, os participantes serão monitorados através de consultas regulares no Centro de Saúde Carlos Prates. A equipe de pesquisa espera que os resultados possam contribuir significativamente para o desenvolvimento de estratégias de tratamento e reabilitação para aqueles afetados pelas consequências a longo prazo do coronavírus.

    Fonte: Link.


    O estudo, que é aberto para crianças acima de cinco anos e adultos residentes na região de Belo Horizonte, busca caracterizar o perfil imunológico e hematológico desses indivíduos. A pesquisa visa entender como essas alterações podem estar relacionadas às condições de saúde dos pacientes após a recuperação da Covid-19.

    Durante o período de 18 meses, os participantes serão monitorados através de consultas regulares no Centro de Saúde Carlos Prates. A equipe de pesquisa espera que os resultados possam contribuir significativamente para o desenvolvimento de estratégias de tratamento e reabilitação para aqueles afetados pelas consequências a longo prazo do coronavírus.

    Fonte: Link.


  • Drogas sintéticas prejudicam a memória e o aprendizado ao afetar o hipocampo, revela estudo

    Drogas sintéticas prejudicam a memória e o aprendizado ao afetar o hipocampo, revela estudo

    As drogas sintéticas são um grande problema de saúde pública, pois são vendidas ilegalmente como alternativas menos nocivas a outras drogas, mas na verdade podem causar danos graves ao cérebro.

    via GIPHY

    Um estudo da Fiocruz Minas revelou como essas substâncias afetam o hipocampo, a região cerebral responsável pela memória, aprendizado e emoções.

    Os pesquisadores analisaram os efeitos de dois compostos sintéticos, 25H-NBOMe ou 25H-NBOH, que são derivados da feniletilamina, uma molécula que ocorre naturalmente no corpo humano e está envolvida na regulação do humor e da atenção. Esses compostos são conhecidos por provocar alucinações visuais intensas e alterações na percepção do tempo e do espaço.

    Os cientistas expuseram ratos a doses baixas dessas drogas por 28 dias e observaram as mudanças que ocorreram no hipocampo. Eles descobriram que as duas drogas interferiram na formação de novos neurônios, um processo chamado neurogênese, que é essencial para a plasticidade cerebral e a adaptação a novas situações. Além disso, as drogas causaram a morte de neurônios já existentes, reduzindo o número total de células cerebrais.

    As drogas também alteraram a expressão de vários genes relacionados à atividade neuronal, à comunicação entre as células nervosas, ao estresse oxidativo e ao vício. Essas alterações podem comprometer o funcionamento normal do hipocampo e aumentar o risco de desenvolver dependência química e outros transtornos mentais.

    Os autores do estudo alertam para os perigos que essas drogas representam para a saúde mental e física dos usuários e para a necessidade de mais pesquisas sobre os mecanismos pelos quais elas afetam o cérebro. Eles também sugerem que as autoridades de saúde devem tomar medidas para prevenir o consumo dessas substâncias e oferecer tratamento adequado aos dependentes.

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    Um estudo da Fiocruz Minas revelou como essas substâncias afetam o hipocampo, a região cerebral responsável pela memória, aprendizado e emoções.

    Os pesquisadores analisaram os efeitos de dois compostos sintéticos, 25H-NBOMe ou 25H-NBOH, que são derivados da feniletilamina, uma molécula que ocorre naturalmente no corpo humano e está envolvida na regulação do humor e da atenção. Esses compostos são conhecidos por provocar alucinações visuais intensas e alterações na percepção do tempo e do espaço.

    Os cientistas expuseram ratos a doses baixas dessas drogas por 28 dias e observaram as mudanças que ocorreram no hipocampo. Eles descobriram que as duas drogas interferiram na formação de novos neurônios, um processo chamado neurogênese, que é essencial para a plasticidade cerebral e a adaptação a novas situações. Além disso, as drogas causaram a morte de neurônios já existentes, reduzindo o número total de células cerebrais.

    As drogas também alteraram a expressão de vários genes relacionados à atividade neuronal, à comunicação entre as células nervosas, ao estresse oxidativo e ao vício. Essas alterações podem comprometer o funcionamento normal do hipocampo e aumentar o risco de desenvolver dependência química e outros transtornos mentais.

    Os autores do estudo alertam para os perigos que essas drogas representam para a saúde mental e física dos usuários e para a necessidade de mais pesquisas sobre os mecanismos pelos quais elas afetam o cérebro. Eles também sugerem que as autoridades de saúde devem tomar medidas para prevenir o consumo dessas substâncias e oferecer tratamento adequado aos dependentes.

  • Células reprogramadas podem combater o câncer de mama, diz estudo

    Células reprogramadas podem combater o câncer de mama, diz estudo

    O câncer de mama é um dos tipos mais comuns e letais de câncer entre as mulheres. Mas uma nova pesquisa da Fiocruz Minas pode trazer esperança para o tratamento dessa doença.

    Os pesquisadores conseguiram reprogramar células do sistema imunológico para atacar e impedir o crescimento de tumores malignos de mama em camundongos. O estudo foi publicado no International Journal of Pharmaceutics e mostra que essa abordagem pode ser uma alternativa promissora à quimioterapia e à radioterapia, que têm muitos efeitos colaterais.

    Para reprogramar as células, os pesquisadores usaram nanopartículas carregadas com uma molécula chamada interferon gama, que estimula a resposta imune contra o câncer. As nanopartículas foram injetadas nos tumores dos camundongos e liberaram o interferon gama gradualmente, ativando as células do sistema imunológico que estavam no local. Essas células, chamadas de macrófagos, passaram a reconhecer e eliminar as células cancerígenas, reduzindo o tamanho dos tumores em até 80%.

    Os pesquisadores acreditam que essa técnica pode ser aplicada a outros tipos de câncer, além de ser mais segura e eficaz do que os tratamentos convencionais. Eles pretendem realizar mais testes pré-clínicos e clínicos para comprovar a eficácia e a segurança dessa abordagem.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Os pesquisadores conseguiram reprogramar células do sistema imunológico para atacar e impedir o crescimento de tumores malignos de mama em camundongos. O estudo foi publicado no International Journal of Pharmaceutics e mostra que essa abordagem pode ser uma alternativa promissora à quimioterapia e à radioterapia, que têm muitos efeitos colaterais.

    Para reprogramar as células, os pesquisadores usaram nanopartículas carregadas com uma molécula chamada interferon gama, que estimula a resposta imune contra o câncer. As nanopartículas foram injetadas nos tumores dos camundongos e liberaram o interferon gama gradualmente, ativando as células do sistema imunológico que estavam no local. Essas células, chamadas de macrófagos, passaram a reconhecer e eliminar as células cancerígenas, reduzindo o tamanho dos tumores em até 80%.

    Os pesquisadores acreditam que essa técnica pode ser aplicada a outros tipos de câncer, além de ser mais segura e eficaz do que os tratamentos convencionais. Eles pretendem realizar mais testes pré-clínicos e clínicos para comprovar a eficácia e a segurança dessa abordagem.

    Fontes: Link 1, Link 2.