Tag: gripe

  • Aumento de casos de SRAG preocupa especialistas em saúde no Brasil

    Aumento de casos de SRAG preocupa especialistas em saúde no Brasil

    Especialistas em saúde pública estão em alerta devido ao recente aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o Brasil.

    O crescimento significativo de infecções tem sido observado em crianças, jovens e adultos, uma mudança preocupante que desafia as tendências anteriores.

    Os vírus respiratórios, como influenza, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus, estão entre os principais responsáveis por essa onda de casos. A situação é agravada pela reversão na tendência de aumento de casos em pessoas com mais de 50 anos, que agora apresentam uma diminuição, principalmente devido à redução dos casos de Covid-19.

    Autoridades de saúde enfatizam a importância da prevenção. Recomendações incluem a procura por atendimento médico ao primeiro sinal de sintomas, repouso adequado, uso contínuo de máscaras em locais fechados e, acima de tudo, a vacinação. A vacinação continua sendo a ferramenta mais eficaz para prevenir não apenas a Covid-19, mas também outras infecções respiratórias graves.

    O crescimento significativo de infecções tem sido observado em crianças, jovens e adultos, uma mudança preocupante que desafia as tendências anteriores.

    Os vírus respiratórios, como influenza, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus, estão entre os principais responsáveis por essa onda de casos. A situação é agravada pela reversão na tendência de aumento de casos em pessoas com mais de 50 anos, que agora apresentam uma diminuição, principalmente devido à redução dos casos de Covid-19.

    Autoridades de saúde enfatizam a importância da prevenção. Recomendações incluem a procura por atendimento médico ao primeiro sinal de sintomas, repouso adequado, uso contínuo de máscaras em locais fechados e, acima de tudo, a vacinação. A vacinação continua sendo a ferramenta mais eficaz para prevenir não apenas a Covid-19, mas também outras infecções respiratórias graves.

  • Aumento nos casos de doenças respiratórias preocupa especialistas

    Aumento nos casos de doenças respiratórias preocupa especialistas

    Especialistas em saúde pública estão em alerta com o aumento significativo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o Brasil, conforme o último Boletim InfoGripe da Fiocruz.

    Dados recentes indicam uma tendência crescente de infecções, com variações regionais nos vírus predominantes.

    No Centro-Sul, a Covid-19 continua sendo a principal preocupação, enquanto as regiões Sudeste e Sul também enfrentam um surto de influenza, sugerindo uma cocirculação dos vírus. O Nordeste e o Norte destacam-se pelo aumento de casos de influenza, especialmente entre a população adulta.

    O vírus sincicial respiratório (VSR) está ressurgindo, afetando principalmente crianças pequenas e idosos. Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19 e a gripe como ferramentas essenciais de prevenção. Ele também recomenda o uso de máscaras de alta qualidade (N95 e PFF2) para diminuir o risco de contrair vírus respiratórios, particularmente em unidades de saúde.

    A Fiocruz aconselha que pessoas com sintomas semelhantes aos de um resfriado, especialmente aquelas em grupos de risco, busquem atendimento médico para receber o tratamento adequado. A análise da Semana Epidemiológica 9 mostra um aumento nos casos de SRAG, com maior impacto em crianças de até dois anos e idosos.

    Vinte e três unidades federativas e dezoito capitais apresentam sinais de crescimento nos casos de SRAG. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e reforçam a necessidade de medidas preventivas para controlar a disseminação dos vírus respiratórios.

    Dados recentes indicam uma tendência crescente de infecções, com variações regionais nos vírus predominantes.

    No Centro-Sul, a Covid-19 continua sendo a principal preocupação, enquanto as regiões Sudeste e Sul também enfrentam um surto de influenza, sugerindo uma cocirculação dos vírus. O Nordeste e o Norte destacam-se pelo aumento de casos de influenza, especialmente entre a população adulta.

    O vírus sincicial respiratório (VSR) está ressurgindo, afetando principalmente crianças pequenas e idosos. Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19 e a gripe como ferramentas essenciais de prevenção. Ele também recomenda o uso de máscaras de alta qualidade (N95 e PFF2) para diminuir o risco de contrair vírus respiratórios, particularmente em unidades de saúde.

    A Fiocruz aconselha que pessoas com sintomas semelhantes aos de um resfriado, especialmente aquelas em grupos de risco, busquem atendimento médico para receber o tratamento adequado. A análise da Semana Epidemiológica 9 mostra um aumento nos casos de SRAG, com maior impacto em crianças de até dois anos e idosos.

    Vinte e três unidades federativas e dezoito capitais apresentam sinais de crescimento nos casos de SRAG. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e reforçam a necessidade de medidas preventivas para controlar a disseminação dos vírus respiratórios.

  • Vacinação contra a gripe é prorrogada até 15 de setembro em São Paulo

    Vacinação contra a gripe é prorrogada até 15 de setembro em São Paulo

    A Secretaria da Saúde do estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (31) que a campanha de vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 15 de setembro.

    A medida visa ampliar a cobertura vacinal, que está em 49,5%, abaixo da meta de 90%. A vacina está disponível para toda a população acima de seis meses de idade em mais de 5 mil postos de saúde espalhados pelo estado.

    A vacina contra a gripe é fornecida pelo Instituto Butantan e protege contra os tipos mais comuns e graves de influenza, que podem causar complicações respiratórias, internações e mortes. Em 2023, foram registradas 241 mortes e 2.543 casos de influenza no estado de São Paulo. A vacina é atualizada anualmente, de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação dos vírus no mundo.

    A vacina é segura e eficaz, e as reações adversas são leves e passageiras, como dor e vermelhidão no local da aplicação, febre baixa e mal-estar. A vacina não causa gripe, pois é composta por fragmentos inativados dos vírus. A vacinação é especialmente importante para as pessoas que fazem parte dos grupos de risco, como idosos, gestantes, crianças, profissionais da saúde e pessoas com doenças crônicas.

    A Secretaria da Saúde recomenda que as pessoas procurem os postos de saúde o quanto antes para se vacinar contra a gripe, respeitando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19, como uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos. A vacinação contra a gripe pode ser feita simultaneamente com a vacinação contra a Covid-19, desde que haja um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    A gripe é uma doença respiratória causada por vírus que se transmite facilmente pelo ar, por meio de gotículas expelidas ao tossir ou espirrar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça e muscular. A gripe pode ser prevenida com a vacinação anual, além de medidas como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e ambientes fechados e cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.

    A medida visa ampliar a cobertura vacinal, que está em 49,5%, abaixo da meta de 90%. A vacina está disponível para toda a população acima de seis meses de idade em mais de 5 mil postos de saúde espalhados pelo estado.

    A vacina contra a gripe é fornecida pelo Instituto Butantan e protege contra os tipos mais comuns e graves de influenza, que podem causar complicações respiratórias, internações e mortes. Em 2023, foram registradas 241 mortes e 2.543 casos de influenza no estado de São Paulo. A vacina é atualizada anualmente, de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação dos vírus no mundo.

    A vacina é segura e eficaz, e as reações adversas são leves e passageiras, como dor e vermelhidão no local da aplicação, febre baixa e mal-estar. A vacina não causa gripe, pois é composta por fragmentos inativados dos vírus. A vacinação é especialmente importante para as pessoas que fazem parte dos grupos de risco, como idosos, gestantes, crianças, profissionais da saúde e pessoas com doenças crônicas.

    A Secretaria da Saúde recomenda que as pessoas procurem os postos de saúde o quanto antes para se vacinar contra a gripe, respeitando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19, como uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos. A vacinação contra a gripe pode ser feita simultaneamente com a vacinação contra a Covid-19, desde que haja um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    A gripe é uma doença respiratória causada por vírus que se transmite facilmente pelo ar, por meio de gotículas expelidas ao tossir ou espirrar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça e muscular. A gripe pode ser prevenida com a vacinação anual, além de medidas como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e ambientes fechados e cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.

  • Vacina da gripe para cachorro: o que você precisa saber

    Vacina da gripe para cachorro: o que você precisa saber

    A gripe canina é uma doença que afeta o sistema respiratório dos cães e pode causar tosse, febre, falta de apetite e apatia.

    Ela é causada por vírus e bactérias que se transmitem pelo contato direto ou indireto entre os animais. A gripe canina pode ser prevenida com a vacinação, que é a forma mais eficaz de proteger o seu pet contra essa doença.

    Existem três tipos de vacinas contra a gripe canina disponíveis no Brasil: oral, intranasal e injetável. Todas elas contêm partes inativadas da bactéria Bordetella bronchiseptica, que é o principal agente causador da gripe canina. A vacina oral é aplicada em dose única na boca do animal, a vacina intranasal é aplicada em dose única no nariz do animal e a vacina injetável é aplicada em duas doses no músculo do animal. A escolha do tipo de vacina depende da avaliação do veterinário e do tutor, levando em conta as características do animal, o histórico vacinal, o risco de exposição e as preferências pessoais.

    A primeira dose da vacina contra a gripe canina pode ser aplicada a partir de oito semanas de idade. O reforço da vacina deve ser feito anualmente, independentemente do tipo de vacina. A vacinação é importante para evitar que o seu pet desenvolva complicações graves da gripe canina, como pneumonia, bronquite ou traqueíte. Além disso, a vacinação ajuda a reduzir a circulação dos agentes infecciosos entre os cães e a proteger os animais que não podem ser vacinados, como os filhotes, os idosos ou os imunodeprimidos.

    Se você tem um amigo peludo, não deixe de levá-lo ao veterinário regularmente e mantenha sua carteira de vacinação em dia.

    Ela é causada por vírus e bactérias que se transmitem pelo contato direto ou indireto entre os animais. A gripe canina pode ser prevenida com a vacinação, que é a forma mais eficaz de proteger o seu pet contra essa doença.

    Existem três tipos de vacinas contra a gripe canina disponíveis no Brasil: oral, intranasal e injetável. Todas elas contêm partes inativadas da bactéria Bordetella bronchiseptica, que é o principal agente causador da gripe canina. A vacina oral é aplicada em dose única na boca do animal, a vacina intranasal é aplicada em dose única no nariz do animal e a vacina injetável é aplicada em duas doses no músculo do animal. A escolha do tipo de vacina depende da avaliação do veterinário e do tutor, levando em conta as características do animal, o histórico vacinal, o risco de exposição e as preferências pessoais.

    A primeira dose da vacina contra a gripe canina pode ser aplicada a partir de oito semanas de idade. O reforço da vacina deve ser feito anualmente, independentemente do tipo de vacina. A vacinação é importante para evitar que o seu pet desenvolva complicações graves da gripe canina, como pneumonia, bronquite ou traqueíte. Além disso, a vacinação ajuda a reduzir a circulação dos agentes infecciosos entre os cães e a proteger os animais que não podem ser vacinados, como os filhotes, os idosos ou os imunodeprimidos.

    Se você tem um amigo peludo, não deixe de levá-lo ao veterinário regularmente e mantenha sua carteira de vacinação em dia.

  • Aumento de H1N1 em adultos preocupa autoridades de saúde no Brasil

    Aumento de H1N1 em adultos preocupa autoridades de saúde no Brasil

    O Brasil está enfrentando um aumento do número de casos de gripe em adultos, principalmente causada pelo vírus influenza A, subtipo H1N1. Segundo o Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado no dia 1º de junho, cerca de 31% dos casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na população a partir de 15 anos estavam associados…

    O H1N1 é um vírus que pode ser prevenido pela vacina contra a gripe, que está disponível gratuitamente para toda a população com mais de seis meses de idade no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, apenas 40% do público-alvo tomou a vacina até o final de maio, o que levou à prorrogação da campanha nacional de vacinação em ao menos sete estados, entre eles Rio de Janeiro e São Paulo.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da imunização, especialmente diante da pandemia de coronavírus, que ainda não está controlada no país. “A vacina contra a gripe é uma forma de proteger a saúde individual e coletiva, reduzindo o risco de complicações e óbitos por influenza e também evitando sobrecarga do sistema de saúde”, afirma.

    Além dos adultos, as crianças também estão sofrendo com o aumento de infecções respiratórias, principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que é responsável por quadros graves de bronquiolite e pneumonia. O VSR vem crescendo desde abril e atinge principalmente as crianças até quatro anos de idade, sendo mais grave nas menores de dois anos. O vírus não tem vacina e nem tratamento específico, apenas medidas de suporte.

    De acordo com o Boletim InfoGripe, 19 estados e 14 capitais apresentam sinal de crescimento de SRAG, que pode ser causada por diversos vírus respiratórios. A recomendação é procurar atendimento médico em caso de sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar, e seguir as medidas de prevenção, como lavar as mãos, usar máscara e evitar aglomerações.

    Fonte: Link.

    O H1N1 é um vírus que pode ser prevenido pela vacina contra a gripe, que está disponível gratuitamente para toda a população com mais de seis meses de idade no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, apenas 40% do público-alvo tomou a vacina até o final de maio, o que levou à prorrogação da campanha nacional de vacinação em ao menos sete estados, entre eles Rio de Janeiro e São Paulo.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da imunização, especialmente diante da pandemia de coronavírus, que ainda não está controlada no país. “A vacina contra a gripe é uma forma de proteger a saúde individual e coletiva, reduzindo o risco de complicações e óbitos por influenza e também evitando sobrecarga do sistema de saúde”, afirma.

    Além dos adultos, as crianças também estão sofrendo com o aumento de infecções respiratórias, principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que é responsável por quadros graves de bronquiolite e pneumonia. O VSR vem crescendo desde abril e atinge principalmente as crianças até quatro anos de idade, sendo mais grave nas menores de dois anos. O vírus não tem vacina e nem tratamento específico, apenas medidas de suporte.

    De acordo com o Boletim InfoGripe, 19 estados e 14 capitais apresentam sinal de crescimento de SRAG, que pode ser causada por diversos vírus respiratórios. A recomendação é procurar atendimento médico em caso de sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar, e seguir as medidas de prevenção, como lavar as mãos, usar máscara e evitar aglomerações.

    Fonte: Link.

  • Internações infantis por Síndrome Respiratória Aguda Grave permanecem em alta

    Internações infantis por Síndrome Respiratória Aguda Grave permanecem em alta

    As crianças estão entre os grupos mais afetados pelas doenças respiratórias graves, segundo um estudo da Fiocruz, divulgado.

    A SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) é uma complicação de uma infecção respiratória que pode levar à insuficiência respiratória e à necessidade de internação hospitalar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e falta de ar. Algumas pessoas podem apresentar também dor no peito, cianose (cor azulada da pele e das mucosas), desidratação e alteração do estado mental.

    Existem vários vírus que podem causar SRAG, mas os mais frequentes são o Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19), o vírus influenza A e B (os vírus da gripe) e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Cada um desses vírus tem características próprias e pode afetar mais ou menos determinados grupos de pessoas.

    O Sars-CoV-2 é o vírus que causa a Covid-19, uma doença que se espalhou pelo mundo desde o final de 2019 e que já matou mais de 3 milhões de pessoas. Esse vírus pode infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos e pessoas com doenças crônicas. As crianças geralmente têm sintomas leves ou assintomáticos, mas podem transmitir o vírus para outras pessoas. Por isso, é importante que elas usem máscara, mantenham o distanciamento social e higienizem as mãos com frequência. Além disso, as crianças com mais de 12 anos já podem se vacinar contra a Covid-19 em alguns países.

    O vírus influenza A e B são os vírus que causam a gripe, uma doença muito comum que ocorre todos os anos, principalmente no inverno. Esses vírus podem infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos, crianças menores de 5 anos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Os sintomas da gripe são parecidos com os da Covid-19, mas costumam ser mais intensos e durar menos tempo. A melhor forma de prevenir a gripe é se vacinar todos os anos contra os tipos de vírus influenza que circulam na época.

    O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é um vírus que causa infecções respiratórias principalmente em bebês e crianças pequenas. Esse vírus pode causar desde um resfriado comum até uma bronquiolite ou uma pneumonia grave. Os sintomas do VSR são febre, tosse seca, chiado no peito e dificuldade para respirar. O VSR é muito contagioso e pode se espalhar pelo contato direto com secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Não existe vacina contra o VSR, mas existem algumas medidas para prevenir a infecção, como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados.

    Segundo o estudo da Fiocruz, baseado nos dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de maio de 2023, houve um aumento dos casos de SRAG associados ao VSR entre as crianças em 13 das 27 unidades federativas do Brasil. Já entre os adultos, houve uma queda dos casos associados ao Sars-CoV-2 e um aumento dos casos associados ao vírus influenza A e B em diversos estados.

    Esses dados mostram que as doenças respiratórias graves continuam sendo um problema de saúde pública no país e que é preciso estar atento aos sintomas e às formas de prevenção. Se você ou seu filho apresentarem sinais de SRAG, procure atendimento médico imediatamente. E não se esqueça de seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a transmissão dos vírus respiratórios.

    A SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) é uma complicação de uma infecção respiratória que pode levar à insuficiência respiratória e à necessidade de internação hospitalar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e falta de ar. Algumas pessoas podem apresentar também dor no peito, cianose (cor azulada da pele e das mucosas), desidratação e alteração do estado mental.

    Existem vários vírus que podem causar SRAG, mas os mais frequentes são o Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19), o vírus influenza A e B (os vírus da gripe) e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Cada um desses vírus tem características próprias e pode afetar mais ou menos determinados grupos de pessoas.

    O Sars-CoV-2 é o vírus que causa a Covid-19, uma doença que se espalhou pelo mundo desde o final de 2019 e que já matou mais de 3 milhões de pessoas. Esse vírus pode infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos e pessoas com doenças crônicas. As crianças geralmente têm sintomas leves ou assintomáticos, mas podem transmitir o vírus para outras pessoas. Por isso, é importante que elas usem máscara, mantenham o distanciamento social e higienizem as mãos com frequência. Além disso, as crianças com mais de 12 anos já podem se vacinar contra a Covid-19 em alguns países.

    O vírus influenza A e B são os vírus que causam a gripe, uma doença muito comum que ocorre todos os anos, principalmente no inverno. Esses vírus podem infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos, crianças menores de 5 anos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Os sintomas da gripe são parecidos com os da Covid-19, mas costumam ser mais intensos e durar menos tempo. A melhor forma de prevenir a gripe é se vacinar todos os anos contra os tipos de vírus influenza que circulam na época.

    O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é um vírus que causa infecções respiratórias principalmente em bebês e crianças pequenas. Esse vírus pode causar desde um resfriado comum até uma bronquiolite ou uma pneumonia grave. Os sintomas do VSR são febre, tosse seca, chiado no peito e dificuldade para respirar. O VSR é muito contagioso e pode se espalhar pelo contato direto com secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Não existe vacina contra o VSR, mas existem algumas medidas para prevenir a infecção, como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados.

    Segundo o estudo da Fiocruz, baseado nos dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de maio de 2023, houve um aumento dos casos de SRAG associados ao VSR entre as crianças em 13 das 27 unidades federativas do Brasil. Já entre os adultos, houve uma queda dos casos associados ao Sars-CoV-2 e um aumento dos casos associados ao vírus influenza A e B em diversos estados.

    Esses dados mostram que as doenças respiratórias graves continuam sendo um problema de saúde pública no país e que é preciso estar atento aos sintomas e às formas de prevenção. Se você ou seu filho apresentarem sinais de SRAG, procure atendimento médico imediatamente. E não se esqueça de seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a transmissão dos vírus respiratórios.

  • Como a vacina contra a gripe é feita e por que ela salva vidas

    Como a vacina contra a gripe é feita e por que ela salva vidas

    A gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza, que pode provocar complicações graves e até levar à morte, especialmente em grupos de risco como idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

    Por isso, a vacinação contra a gripe é uma medida de prevenção essencial para proteger a saúde individual e coletiva.

    Mas você sabe como a vacina contra a gripe é feita e por que ela precisa ser atualizada todos os anos? Neste post, vamos explicar como funciona o processo de produção das vacinas contra a gripe e quais são os benefícios da imunização para a população.

    Como a vacina contra a gripe é feita?

    A vacina contra a gripe utiliza o vírus desativado, incapaz de causar a doença, para estimular o corpo a produzir os anticorpos específicos para o tipo de gripe. Esses anticorpos são capazes de reconhecer e neutralizar o vírus caso ele entre em contato com o organismo.

    No entanto, o vírus influenza sofre constantes mutações, o que significa que ele pode mudar de forma e escapar da defesa dos anticorpos. Por isso, é necessário atualizar a composição da vacina todos os anos, de acordo com as cepas do vírus que mais circulam no momento.

    Para definir quais são as cepas que devem compor a vacina, os laboratórios seguem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação do vírus influenza no mundo todo e faz recomendações anuais sobre a composição da vacina.

    No Brasil, as vacinas contra a gripe são produzidas pelo Instituto Butantan, que recebe as cepas indicadas pela OMS e as multiplica em ovos de galinha embrionados. Depois, os vírus são inativados por meio de agentes químicos e separados das impurezas. Em seguida, eles são misturados com um adjuvante, que é uma substância que potencializa a resposta imunológica. Por fim, as vacinas são envasadas em frascos ou seringas e distribuídas para toda a rede pública de saúde.

    As vacinas utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) são trivalentes, ou seja, protegem contra três tipos de vírus influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B. Já as vacinas disponíveis na rede privada podem ser tetravalentes, que incluem uma cepa adicional do tipo B.

    Por que a vacina contra a gripe salva vidas?

    A vacinação contra a gripe é uma estratégia eficaz para reduzir as complicações, internações e mortalidade associadas à doença. Segundo a OMS, as epidemias do vírus influenza sazonal resultam em cerca de 3 a 5 milhões de casos graves e até 650 mil mortes no mundo por ano.

    Além disso, a vacinação contra a gripe também contribui para diminuir o impacto sobre os serviços de saúde, especialmente em tempos de pandemia de Covid-19. Ao prevenir os casos de gripe, evita-se que os sintomas sejam confundidos com os da Covid-19 e que haja sobrecarga nos sistemas de diagnóstico e tratamento.

    Estudos científicos mostram que a vacinação contra a gripe pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias e em até 75% a mortalidade por complicações da doença.

    Por isso, a vacinação contra a gripe é uma medida de prevenção essencial para proteger a saúde individual e coletiva.

    Mas você sabe como a vacina contra a gripe é feita e por que ela precisa ser atualizada todos os anos? Neste post, vamos explicar como funciona o processo de produção das vacinas contra a gripe e quais são os benefícios da imunização para a população.

    Como a vacina contra a gripe é feita?

    A vacina contra a gripe utiliza o vírus desativado, incapaz de causar a doença, para estimular o corpo a produzir os anticorpos específicos para o tipo de gripe. Esses anticorpos são capazes de reconhecer e neutralizar o vírus caso ele entre em contato com o organismo.

    No entanto, o vírus influenza sofre constantes mutações, o que significa que ele pode mudar de forma e escapar da defesa dos anticorpos. Por isso, é necessário atualizar a composição da vacina todos os anos, de acordo com as cepas do vírus que mais circulam no momento.

    Para definir quais são as cepas que devem compor a vacina, os laboratórios seguem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação do vírus influenza no mundo todo e faz recomendações anuais sobre a composição da vacina.

    No Brasil, as vacinas contra a gripe são produzidas pelo Instituto Butantan, que recebe as cepas indicadas pela OMS e as multiplica em ovos de galinha embrionados. Depois, os vírus são inativados por meio de agentes químicos e separados das impurezas. Em seguida, eles são misturados com um adjuvante, que é uma substância que potencializa a resposta imunológica. Por fim, as vacinas são envasadas em frascos ou seringas e distribuídas para toda a rede pública de saúde.

    As vacinas utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) são trivalentes, ou seja, protegem contra três tipos de vírus influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B. Já as vacinas disponíveis na rede privada podem ser tetravalentes, que incluem uma cepa adicional do tipo B.

    Por que a vacina contra a gripe salva vidas?

    A vacinação contra a gripe é uma estratégia eficaz para reduzir as complicações, internações e mortalidade associadas à doença. Segundo a OMS, as epidemias do vírus influenza sazonal resultam em cerca de 3 a 5 milhões de casos graves e até 650 mil mortes no mundo por ano.

    Além disso, a vacinação contra a gripe também contribui para diminuir o impacto sobre os serviços de saúde, especialmente em tempos de pandemia de Covid-19. Ao prevenir os casos de gripe, evita-se que os sintomas sejam confundidos com os da Covid-19 e que haja sobrecarga nos sistemas de diagnóstico e tratamento.

    Estudos científicos mostram que a vacinação contra a gripe pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias e em até 75% a mortalidade por complicações da doença.

  • Vacinação contra a gripe começa hoje no Brasil: saiba quem pode se imunizar

    Vacinação contra a gripe começa hoje no Brasil: saiba quem pode se imunizar

    A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa hoje (10) em todo o país e vai até o dia 9 de junho.

    O objetivo é imunizar cerca de 80 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários, como idosos, gestantes, crianças, profissionais de saúde e educação, entre outros.

    A vacina protege contra três tipos de vírus que causam a gripe: o influenza A (H1N1), o influenza A (H3N2) e o influenza B. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina é segura e reduz as complicações que podem levar a casos graves da doença e óbitos.

    A vacinação contra a gripe é especialmente importante neste momento de pandemia de covid-19, pois ajuda a evitar sobrecarga no sistema de saúde e facilita o diagnóstico diferencial entre as duas doenças.

    Para se vacinar, é preciso procurar uma unidade de saúde mais próxima e apresentar um documento com foto e o cartão de vacinação. Quem já tomou a vacina contra a covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    Para saber mais sobre a vacinação contra a gripe, acesse o site do Ministério da Saúde.

    O objetivo é imunizar cerca de 80 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários, como idosos, gestantes, crianças, profissionais de saúde e educação, entre outros.

    A vacina protege contra três tipos de vírus que causam a gripe: o influenza A (H1N1), o influenza A (H3N2) e o influenza B. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina é segura e reduz as complicações que podem levar a casos graves da doença e óbitos.

    A vacinação contra a gripe é especialmente importante neste momento de pandemia de covid-19, pois ajuda a evitar sobrecarga no sistema de saúde e facilita o diagnóstico diferencial entre as duas doenças.

    Para se vacinar, é preciso procurar uma unidade de saúde mais próxima e apresentar um documento com foto e o cartão de vacinação. Quem já tomou a vacina contra a covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    Para saber mais sobre a vacinação contra a gripe, acesse o site do Ministério da Saúde.

  • Vacina da gripe na rede privada: preço, quem pode tomar e onde encontrar

    Vacina da gripe na rede privada: preço, quem pode tomar e onde encontrar

    A vacina contra a gripe é uma forma de prevenir as complicações causadas pelo vírus influenza, que pode levar a pneumonia, internações e até mortes.

    Com a pandemia de covid-19, a imunização se torna ainda mais importante para evitar sobrecarga nos serviços de saúde e confusão nos diagnósticos.

    A rede privada de saúde já está se preparando para oferecer a vacina tetravalente contra a gripe a partir de abril. Essa vacina protege contra quatro tipos de vírus influenza: dois da linhagem A (H1N1 e H3N2) e dois da linhagem B (Victoria e Yamagata). O preço varia entre R$ 100 e R$ 150 por dose.

    Na rede pública, a vacinação contra a gripe começará em abril para os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos, crianças, gestantes, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades. A vacina disponível no SUS será a trivalente, que protege contra três tipos de vírus influenza: dois da linhagem A (H1N1 e H3N2) e um da linhagem B (Victoria).

    A recomendação é que as pessoas tomem a vacina contra a gripe todos os anos, pois os vírus sofrem mutações constantes e as cepas são atualizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, é importante respeitar o intervalo mínimo de 14 dias entre as doses das vacinas contra a gripe e contra a covid-19.

    Com a pandemia de covid-19, a imunização se torna ainda mais importante para evitar sobrecarga nos serviços de saúde e confusão nos diagnósticos.

    A rede privada de saúde já está se preparando para oferecer a vacina tetravalente contra a gripe a partir de abril. Essa vacina protege contra quatro tipos de vírus influenza: dois da linhagem A (H1N1 e H3N2) e dois da linhagem B (Victoria e Yamagata). O preço varia entre R$ 100 e R$ 150 por dose.

    Na rede pública, a vacinação contra a gripe começará em abril para os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos, crianças, gestantes, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades. A vacina disponível no SUS será a trivalente, que protege contra três tipos de vírus influenza: dois da linhagem A (H1N1 e H3N2) e um da linhagem B (Victoria).

    A recomendação é que as pessoas tomem a vacina contra a gripe todos os anos, pois os vírus sofrem mutações constantes e as cepas são atualizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, é importante respeitar o intervalo mínimo de 14 dias entre as doses das vacinas contra a gripe e contra a covid-19.