Tag: impressão 3D

  • Impressora 3D Aprende a Usar Materiais Recicláveis

    Impressora 3D Aprende a Usar Materiais Recicláveis

    Pesquisadores desenvolveram uma nova impressora 3D capaz de ajustar automaticamente os parâmetros de impressão para materiais desconhecidos.

    Essa inovação abre caminho para o uso mais amplo de materiais renováveis e reciclados, superando um dos maiores desafios da impressão 3D: a necessidade de configurar manualmente até 100 parâmetros diferentes, um processo que costuma ser complexo e demorado.

    A equipe de pesquisa conseguiu essa façanha modificando o extrusor da impressora, que agora pode medir as forças e o fluxo do material durante a impressão. Com isso, a impressora pode “aprender” sobre novos materiais em tempo real e criar automaticamente um perfil de impressão adequado, sem a necessidade de intervenção humana.

    Esse desenvolvimento não só simplifica o processo de impressão 3D como também tem um impacto ambiental positivo. Tradicionalmente, a impressão 3D depende de polímeros e resinas derivados de combustíveis fósseis, que não são recicláveis. Com a possibilidade de usar materiais sustentáveis com mais facilidade, espera-se uma redução significativa no impacto ambiental dessa indústria.

    A pesquisa ainda está em andamento, mas os resultados até agora são promissores e podem levar a uma mudança radical na forma como produzimos objetos, tornando a impressão 3D uma ferramenta ainda mais valiosa para um futuro sustentável.

    Fonte: Link.


    Essa inovação abre caminho para o uso mais amplo de materiais renováveis e reciclados, superando um dos maiores desafios da impressão 3D: a necessidade de configurar manualmente até 100 parâmetros diferentes, um processo que costuma ser complexo e demorado.

    A equipe de pesquisa conseguiu essa façanha modificando o extrusor da impressora, que agora pode medir as forças e o fluxo do material durante a impressão. Com isso, a impressora pode “aprender” sobre novos materiais em tempo real e criar automaticamente um perfil de impressão adequado, sem a necessidade de intervenção humana.

    Esse desenvolvimento não só simplifica o processo de impressão 3D como também tem um impacto ambiental positivo. Tradicionalmente, a impressão 3D depende de polímeros e resinas derivados de combustíveis fósseis, que não são recicláveis. Com a possibilidade de usar materiais sustentáveis com mais facilidade, espera-se uma redução significativa no impacto ambiental dessa indústria.

    A pesquisa ainda está em andamento, mas os resultados até agora são promissores e podem levar a uma mudança radical na forma como produzimos objetos, tornando a impressão 3D uma ferramenta ainda mais valiosa para um futuro sustentável.

    Fonte: Link.


  • Pesquisadores criam réplica de orelha humana através de impressão 3D

    Pesquisadores criam réplica de orelha humana através de impressão 3D

    Cientistas da Weill Cornell Medicine e Cornell Engineering alcançaram um marco na medicina regenerativa ao desenvolver uma réplica de orelha humana adulta.

    Este feito, que utiliza impressão 3D e engenharia de tecidos, pode transformar o futuro das reconstruções de orelha.

    O Dr. Jason Spector, que lidera a pesquisa, destaca que a reconstrução de orelha é um processo que normalmente exige múltiplas cirurgias. A nova técnica promete ser uma alternativa mais natural e menos invasiva para pacientes com malformações congênitas ou que sofreram perda da orelha.

    A inovação envolve cartilagem de origem animal, tratada para prevenir rejeição imune, inserida em suportes plásticos impressos em 3D que imitam a forma da orelha. Esses suportes funcionam como reforços internos, mantendo a forma da orelha enquanto o tecido se desenvolve.

    Embora o material ainda não seja tão forte quanto a cartilagem natural, os pesquisadores pretendem adicionar condrócitos do paciente ao enxerto. Isso deve aumentar a resistência do material, aproximando-o das propriedades biomecânicas da orelha natural.

    Esse progresso é um avanço significativo para a cirurgia reconstrutiva, abrindo caminho para tratamentos mais eficazes e naturais para aqueles que precisam de reconstrução auricular.

    Fonte: Link.


    Este feito, que utiliza impressão 3D e engenharia de tecidos, pode transformar o futuro das reconstruções de orelha.

    O Dr. Jason Spector, que lidera a pesquisa, destaca que a reconstrução de orelha é um processo que normalmente exige múltiplas cirurgias. A nova técnica promete ser uma alternativa mais natural e menos invasiva para pacientes com malformações congênitas ou que sofreram perda da orelha.

    A inovação envolve cartilagem de origem animal, tratada para prevenir rejeição imune, inserida em suportes plásticos impressos em 3D que imitam a forma da orelha. Esses suportes funcionam como reforços internos, mantendo a forma da orelha enquanto o tecido se desenvolve.

    Embora o material ainda não seja tão forte quanto a cartilagem natural, os pesquisadores pretendem adicionar condrócitos do paciente ao enxerto. Isso deve aumentar a resistência do material, aproximando-o das propriedades biomecânicas da orelha natural.

    Esse progresso é um avanço significativo para a cirurgia reconstrutiva, abrindo caminho para tratamentos mais eficazes e naturais para aqueles que precisam de reconstrução auricular.

    Fonte: Link.


  • Próteses cranianas personalizadas por impressão 3D no SUS: uma inovação brasileira

    Próteses cranianas personalizadas por impressão 3D no SUS: uma inovação brasileira

    Você sabia que cerca de 30 mil pessoas por ano no Brasil precisam de uma cirurgia para reconstruir parte do crânio que foi perdida por algum motivo, como um acidente, um tumor ou uma infecção? 

    Esse problema, chamado de falha óssea craniana, pode causar danos neurológicos graves e comprometer a qualidade de vida dos pacientes.

    Para resolver esse problema, existem algumas opções de próteses cranianas disponíveis no mercado, mas elas têm desvantagens como o alto custo, o risco de infecção, a falta de adaptação ao formato do crânio e a necessidade de importação. Por isso, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia que permite a produção de próteses cranianas personalizadas por impressão 3D, usando um material chamado PMMA (polimetilmetacrilato), que é biocompatível, resistente e barato.

    A tecnologia foi desenvolvida pelo Laboratório de Biofabricação do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O processo consiste em obter imagens da tomografia computadorizada do paciente, transformá-las em um modelo 3D digital da prótese, imprimir a prótese em PMMA e esterilizá-la para o implante.

    Os resultados obtidos até agora são animadores. A tecnologia já foi testada em 12 pacientes que precisavam de cranioplastia, e todos eles apresentaram uma melhora significativa na aparência e na função neurológica. Além disso, a tecnologia reduziu o tempo de cirurgia em 40%, o tempo de internação em 50% e o custo da prótese em 90%, comparado às alternativas disponíveis.

    O projeto ainda está em fase de validação clínica, mas os pesquisadores esperam que ele possa ser amplamente difundido no Sistema Único de Saúde (SUS) e beneficiar milhares de pacientes que precisam de cranioplastia. Eles também pretendem expandir a tecnologia para outras partes do corpo, como o maxilar e a mandíbula.

    Essa é uma inovação brasileira que mostra o potencial da impressão 3D na medicina e na saúde. Parabéns aos pesquisadores envolvidos nesse trabalho!

    Esse problema, chamado de falha óssea craniana, pode causar danos neurológicos graves e comprometer a qualidade de vida dos pacientes.

    Para resolver esse problema, existem algumas opções de próteses cranianas disponíveis no mercado, mas elas têm desvantagens como o alto custo, o risco de infecção, a falta de adaptação ao formato do crânio e a necessidade de importação. Por isso, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia que permite a produção de próteses cranianas personalizadas por impressão 3D, usando um material chamado PMMA (polimetilmetacrilato), que é biocompatível, resistente e barato.

    A tecnologia foi desenvolvida pelo Laboratório de Biofabricação do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O processo consiste em obter imagens da tomografia computadorizada do paciente, transformá-las em um modelo 3D digital da prótese, imprimir a prótese em PMMA e esterilizá-la para o implante.

    Os resultados obtidos até agora são animadores. A tecnologia já foi testada em 12 pacientes que precisavam de cranioplastia, e todos eles apresentaram uma melhora significativa na aparência e na função neurológica. Além disso, a tecnologia reduziu o tempo de cirurgia em 40%, o tempo de internação em 50% e o custo da prótese em 90%, comparado às alternativas disponíveis.

    O projeto ainda está em fase de validação clínica, mas os pesquisadores esperam que ele possa ser amplamente difundido no Sistema Único de Saúde (SUS) e beneficiar milhares de pacientes que precisam de cranioplastia. Eles também pretendem expandir a tecnologia para outras partes do corpo, como o maxilar e a mandíbula.

    Essa é uma inovação brasileira que mostra o potencial da impressão 3D na medicina e na saúde. Parabéns aos pesquisadores envolvidos nesse trabalho!