Tag: infecção

  • Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Um homem de 59 anos morreu na Geórgia, nos Estados Unidos, após ser infectado pela ameba Naegleria fowleri, conhecida como ‘comedora de cérebro’.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

  • Por quê perdemos gordura e músculo durante uma infecção?

    Por quê perdemos gordura e músculo durante uma infecção?

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou como o corpo responde ao desperdício, uma condição caracterizada pela perda de peso e massa muscular, durante uma infecção parasitária.

    Os pesquisadores usaram camundongos infectados com o parasita Trypanosoma brucei, que causa a doença do sono em humanos, para investigar os mecanismos moleculares e celulares envolvidos no desperdício.

    Eles descobriram que a resposta ao desperdício ocorre em duas fases, cada uma regulada por diferentes tipos de células imunológicas. Na primeira fase, as células T CD8+ ativam o metabolismo lipídico e induzem a perda de gordura. Na segunda fase, as células T CD4+ estimulam a inflamação e promovem a perda de músculo. Os pesquisadores também testaram o efeito da perda de gordura e músculo na sobrevivência dos camundongos infectados. Eles descobriram que a perda de gordura não teve nenhum benefício na luta contra a infecção, mas a perda de músculo sim. Os camundongos que perderam mais músculo tiveram uma sobrevida mais longa do que os que perderam menos.

    Os autores do estudo sugerem que a perda de músculo pode ser uma estratégia adaptativa para reduzir o consumo de energia e preservar os órgãos vitais durante uma infecção crônica. Eles também afirmam que seus achados informam o desenvolvimento de terapias mais eficazes que poupam as pessoas do desperdício e aumentam nossa compreensão de como o desperdício influencia a sobrevivência e a morbidade em infecções, cânceres, doenças crônicas e muito mais.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores usaram camundongos infectados com o parasita Trypanosoma brucei, que causa a doença do sono em humanos, para investigar os mecanismos moleculares e celulares envolvidos no desperdício.

    Eles descobriram que a resposta ao desperdício ocorre em duas fases, cada uma regulada por diferentes tipos de células imunológicas. Na primeira fase, as células T CD8+ ativam o metabolismo lipídico e induzem a perda de gordura. Na segunda fase, as células T CD4+ estimulam a inflamação e promovem a perda de músculo. Os pesquisadores também testaram o efeito da perda de gordura e músculo na sobrevivência dos camundongos infectados. Eles descobriram que a perda de gordura não teve nenhum benefício na luta contra a infecção, mas a perda de músculo sim. Os camundongos que perderam mais músculo tiveram uma sobrevida mais longa do que os que perderam menos.

    Os autores do estudo sugerem que a perda de músculo pode ser uma estratégia adaptativa para reduzir o consumo de energia e preservar os órgãos vitais durante uma infecção crônica. Eles também afirmam que seus achados informam o desenvolvimento de terapias mais eficazes que poupam as pessoas do desperdício e aumentam nossa compreensão de como o desperdício influencia a sobrevivência e a morbidade em infecções, cânceres, doenças crônicas e muito mais.

    Fonte: Link.