Tag: Inovação

  • Congresso E-Vigilância 2023: saiba tudo sobre o evento que discute inovações na saúde e controle de doenças transmissíveis

    Congresso E-Vigilância 2023: saiba tudo sobre o evento que discute inovações na saúde e controle de doenças transmissíveis

    O Congresso E-Vigilância 2023 é um evento que visa promover o debate e a troca de experiências sobre as inovações na saúde e controle de doenças transmissíveis.

    O que é o Congresso E-Vigilância 2023?

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma iniciativa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de dezembro, no Rio de Janeiro, no campus Maracanã do Cefet/RJ.

    O congresso tem como tema Inovações para uma saúde integral e única, e busca explorar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, ambientais e sociais no risco de doenças e na capacidade de resposta. O evento também pretende discutir as oportunidades e limites das novas tecnologias, como inteligência artificial, big data, internet das coisas, blockchain, entre outras, para a vigilância em saúde.

    Como participar do Congresso E-Vigilância 2023?

    As inscrições para o Congresso E-Vigilância 2023 estão abertas até o dia 30 de novembro, pelo site oficial do evento . O valor da inscrição é de apenas R$ 30 para estudantes e R$ 60 para profissionais. Os participantes terão direito a certificado digital e acesso às gravações das palestras.

    O congresso também está recebendo trabalhos científicos até o dia 15 de outubro, nas modalidades pôster ou comunicação oral. Os trabalhos devem estar relacionados aos seguintes eixos temáticos:

    • Vigilância em saúde: conceitos, métodos e práticas

    • Vigilância em saúde: desafios frente às mudanças climáticas, ambientais e sociais

    • Vigilância em saúde: inovações tecnológicas e seus impactos

    • Vigilância em saúde: políticas públicas, participação social e cooperação internacional

    Os trabalhos selecionados serão publicados nos anais do congresso e concorrerão a prêmios. Mais informações sobre as normas para submissão podem ser encontradas no site oficial do evento .

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma oportunidade única para conhecer as últimas novidades na área de saúde e controle de doenças transmissíveis, bem como interagir com profissionais e pesquisadores de renome. Não perca essa chance de se atualizar e contribuir para uma saúde integral e única! Inscreva-se já!

    O que é o Congresso E-Vigilância 2023?

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma iniciativa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de dezembro, no Rio de Janeiro, no campus Maracanã do Cefet/RJ.

    O congresso tem como tema Inovações para uma saúde integral e única, e busca explorar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, ambientais e sociais no risco de doenças e na capacidade de resposta. O evento também pretende discutir as oportunidades e limites das novas tecnologias, como inteligência artificial, big data, internet das coisas, blockchain, entre outras, para a vigilância em saúde.

    Como participar do Congresso E-Vigilância 2023?

    As inscrições para o Congresso E-Vigilância 2023 estão abertas até o dia 30 de novembro, pelo site oficial do evento . O valor da inscrição é de apenas R$ 30 para estudantes e R$ 60 para profissionais. Os participantes terão direito a certificado digital e acesso às gravações das palestras.

    O congresso também está recebendo trabalhos científicos até o dia 15 de outubro, nas modalidades pôster ou comunicação oral. Os trabalhos devem estar relacionados aos seguintes eixos temáticos:

    • Vigilância em saúde: conceitos, métodos e práticas

    • Vigilância em saúde: desafios frente às mudanças climáticas, ambientais e sociais

    • Vigilância em saúde: inovações tecnológicas e seus impactos

    • Vigilância em saúde: políticas públicas, participação social e cooperação internacional

    Os trabalhos selecionados serão publicados nos anais do congresso e concorrerão a prêmios. Mais informações sobre as normas para submissão podem ser encontradas no site oficial do evento .

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma oportunidade única para conhecer as últimas novidades na área de saúde e controle de doenças transmissíveis, bem como interagir com profissionais e pesquisadores de renome. Não perca essa chance de se atualizar e contribuir para uma saúde integral e única! Inscreva-se já!

  • Como a inteligência artificial está mudando o mercado de trabalho

    Como a inteligência artificial está mudando o mercado de trabalho

    A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nossas vidas, seja nos assistentes virtuais, nos carros autônomos ou nos robôs industriais.

    Mas como essa tecnologia está afetando o mercado de trabalho? Será que a IA vai substituir os humanos ou criar novas oportunidades?

    Um relatório do banco Goldman Sachs estima que a IA poderia substituir cerca de 300 milhões de empregos em tempo integral até 2030, principalmente nas áreas de manufatura, transporte e varejo. Por outro lado, a IA também poderia gerar novos empregos, aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos serviços.

    Um exemplo de como a IA está transformando o trabalho é o caso da IKEA, a gigante sueca de móveis. A empresa capacitou 8,5 mil funcionários de call centers como consultores de design, usando uma IA chamada Billie para atender as chamadas dos clientes. Billie é capaz de entender as necessidades dos clientes, sugerir produtos e até criar projetos em 3D. Assim, os funcionários humanos podem se concentrar em oferecer um atendimento personalizado e criativo.

    No entanto, nem todos os trabalhadores estão otimistas com a IA. Uma pesquisa da PwC revelou que 37% dos trabalhadores estão preocupados com a possibilidade de perderem seus empregos para a IA nos próximos cinco anos. Esse medo é maior entre os trabalhadores da linha de frente, que usam menos a tecnologia e têm menos qualificação.

    Para evitar esse cenário, é preciso investir em educação e capacitação dos trabalhadores para que eles possam se adaptar às mudanças e se beneficiar da IA. Além disso, é importante que a IA seja usada de forma ética e responsável, respeitando os direitos humanos e a diversidade.

    O futuro do trabalho pode ser uma parceria entre humanos e máquinas, onde cada um contribui com suas habilidades e competências. A IA pode oferecer acesso rápido ao conteúdo liderado por humanos, como redações, dublagens, músicas e vídeos. Os humanos podem oferecer criatividade, empatia, senso crítico e valores. Juntos, eles podem criar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios do século XXI.

    Mas como essa tecnologia está afetando o mercado de trabalho? Será que a IA vai substituir os humanos ou criar novas oportunidades?

    Um relatório do banco Goldman Sachs estima que a IA poderia substituir cerca de 300 milhões de empregos em tempo integral até 2030, principalmente nas áreas de manufatura, transporte e varejo. Por outro lado, a IA também poderia gerar novos empregos, aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos serviços.

    Um exemplo de como a IA está transformando o trabalho é o caso da IKEA, a gigante sueca de móveis. A empresa capacitou 8,5 mil funcionários de call centers como consultores de design, usando uma IA chamada Billie para atender as chamadas dos clientes. Billie é capaz de entender as necessidades dos clientes, sugerir produtos e até criar projetos em 3D. Assim, os funcionários humanos podem se concentrar em oferecer um atendimento personalizado e criativo.

    No entanto, nem todos os trabalhadores estão otimistas com a IA. Uma pesquisa da PwC revelou que 37% dos trabalhadores estão preocupados com a possibilidade de perderem seus empregos para a IA nos próximos cinco anos. Esse medo é maior entre os trabalhadores da linha de frente, que usam menos a tecnologia e têm menos qualificação.

    Para evitar esse cenário, é preciso investir em educação e capacitação dos trabalhadores para que eles possam se adaptar às mudanças e se beneficiar da IA. Além disso, é importante que a IA seja usada de forma ética e responsável, respeitando os direitos humanos e a diversidade.

    O futuro do trabalho pode ser uma parceria entre humanos e máquinas, onde cada um contribui com suas habilidades e competências. A IA pode oferecer acesso rápido ao conteúdo liderado por humanos, como redações, dublagens, músicas e vídeos. Os humanos podem oferecer criatividade, empatia, senso crítico e valores. Juntos, eles podem criar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios do século XXI.

  • CEO de submarino que implodiu admitiu ter “quebrado regras” na construção da embarcação

    CEO de submarino que implodiu admitiu ter “quebrado regras” na construção da embarcação

    O CEO e fundador da OceanGate, Stockton Rush, que morreu no submarino Titan que implodiu nas profundezas do Oceano Atlântico no domingo, admitiu há dois anos que o design da embarcação havia “quebrado algumas regras”.

    Mas ele disse que isso fazia parte do objetivo de seu submarino experimental, que ele descreveu como uma nova forma inovadora de explorar as profundezas do oceano.

    Rush era uma das cinco pessoas a bordo do Titan, um submarino que teria implodido a cerca de 3.800 metros de profundidade e matado instantaneamente todos os passageiros. A Guarda Costeira dos EUA confirmou na quinta-feira que encontrou destroços “consistentes com a perda catastrófica da câmara de pressão” após um enorme esforço de busca e resgate pela embarcação.

    Anos antes da tragédia, Rush disse em uma entrevista em 2021 ao youtuber espanhol alanxelmundo que esperava ser lembrado como um inovador. “Eu acho que foi o general MacArthur quem disse: ‘Você é lembrado pelas regras que você quebra’”, disse Rush, sorrindo.

    O CEO reconheceu que havia “quebrado algumas regras” com a fabricação do Titan, mas estava confiante de que seu design era sólido. “Eu acho que eu as quebrei com lógica e boa engenharia por trás de mim. Fibra de carbono e titânio? Há uma regra de que você não faz isso”, disse ele ao alanxelmundo. “Bem, eu fiz”.

    O casco do Titan, que foi feito para resistir à esmagadora pressão do mar profundo, foi construído com fibra de carbono de grau aeroespacial que a OceanGate disse ter sido projetada sob um acordo com a NASA. Mas os cascos dos submarinos são normalmente feitos usando metais sólidos como aço ou titânio.

    Em 2017, Rush disse à revista CompositesWorld que usou fibra de carbono para o Titan – então chamado de Cyclops 2 – porque isso eliminaria a necessidade de espuma sintática, um material caro mas durável frequentemente usado para fazer submarinos.

    Em sua entrevista de 2021 ao alanxelmundo, Rush disse que a escolha do material era mais sobre pioneirismo na exploração oceânica. “É escolher as regras que você quebra que são as que vão agregar valor aos outros e à sociedade”, disse Rush. “E isso realmente, para mim, é sobre inovação”.

    No entanto, a decisão de Rush de “quebrar algumas regras” pode ter custado sua vida e a de seus companheiros. A Sociedade de Tecnologia Marinha (MTS) alertou a empresa em 2018 que seus designs experimentais e sua falha em seguir protocolos de segurança aceitos pela indústria poderiam levar a resultados “catastróficos”.

    Um membro da MTS, Brian Kemper, afirmou que a OceanGate lançou propositalmente seu submarino em águas internacionais para evitar regulamentos da indústria.

    O ex-diretor de operações marinhas da OceanGate, David Lochridge, afirmou em 2018 que foi demitido por alertar Rush sobre suas preocupações com a construção da embarcação e a falta de testes de segurança. Ele posteriormente processou a empresa por demissão injusta.

    “Os passageiros pagantes não estariam cientes e não seriam informados sobre este design experimental, a falta de testes não-destrutivos do casco ou que materiais inflamáveis perigosos estavam sendo usados dentro do submarino”, disseram os advogados de Lochridge na ação.

    Rush havia dito repetidamente que queria ser conhecido como um inovador e sentia que os regulamentos e regras de segurança estavam impedindo a verdadeira inovação em entrevistas passadas e conversas relatadas.

    Em uma entrevista viral de 2022 à CBS, onde o CEO revelou que todo o submarino é controlado por um controle de videogame modificado, Rush minimizou os perigos dos mergulhos em alto mar como apenas mais um risco no jogo da vida.

    Mas ele disse que isso fazia parte do objetivo de seu submarino experimental, que ele descreveu como uma nova forma inovadora de explorar as profundezas do oceano.

    Rush era uma das cinco pessoas a bordo do Titan, um submarino que teria implodido a cerca de 3.800 metros de profundidade e matado instantaneamente todos os passageiros. A Guarda Costeira dos EUA confirmou na quinta-feira que encontrou destroços “consistentes com a perda catastrófica da câmara de pressão” após um enorme esforço de busca e resgate pela embarcação.

    Anos antes da tragédia, Rush disse em uma entrevista em 2021 ao youtuber espanhol alanxelmundo que esperava ser lembrado como um inovador. “Eu acho que foi o general MacArthur quem disse: ‘Você é lembrado pelas regras que você quebra’”, disse Rush, sorrindo.

    O CEO reconheceu que havia “quebrado algumas regras” com a fabricação do Titan, mas estava confiante de que seu design era sólido. “Eu acho que eu as quebrei com lógica e boa engenharia por trás de mim. Fibra de carbono e titânio? Há uma regra de que você não faz isso”, disse ele ao alanxelmundo. “Bem, eu fiz”.

    O casco do Titan, que foi feito para resistir à esmagadora pressão do mar profundo, foi construído com fibra de carbono de grau aeroespacial que a OceanGate disse ter sido projetada sob um acordo com a NASA. Mas os cascos dos submarinos são normalmente feitos usando metais sólidos como aço ou titânio.

    Em 2017, Rush disse à revista CompositesWorld que usou fibra de carbono para o Titan – então chamado de Cyclops 2 – porque isso eliminaria a necessidade de espuma sintática, um material caro mas durável frequentemente usado para fazer submarinos.

    Em sua entrevista de 2021 ao alanxelmundo, Rush disse que a escolha do material era mais sobre pioneirismo na exploração oceânica. “É escolher as regras que você quebra que são as que vão agregar valor aos outros e à sociedade”, disse Rush. “E isso realmente, para mim, é sobre inovação”.

    No entanto, a decisão de Rush de “quebrar algumas regras” pode ter custado sua vida e a de seus companheiros. A Sociedade de Tecnologia Marinha (MTS) alertou a empresa em 2018 que seus designs experimentais e sua falha em seguir protocolos de segurança aceitos pela indústria poderiam levar a resultados “catastróficos”.

    Um membro da MTS, Brian Kemper, afirmou que a OceanGate lançou propositalmente seu submarino em águas internacionais para evitar regulamentos da indústria.

    O ex-diretor de operações marinhas da OceanGate, David Lochridge, afirmou em 2018 que foi demitido por alertar Rush sobre suas preocupações com a construção da embarcação e a falta de testes de segurança. Ele posteriormente processou a empresa por demissão injusta.

    “Os passageiros pagantes não estariam cientes e não seriam informados sobre este design experimental, a falta de testes não-destrutivos do casco ou que materiais inflamáveis perigosos estavam sendo usados dentro do submarino”, disseram os advogados de Lochridge na ação.

    Rush havia dito repetidamente que queria ser conhecido como um inovador e sentia que os regulamentos e regras de segurança estavam impedindo a verdadeira inovação em entrevistas passadas e conversas relatadas.

    Em uma entrevista viral de 2022 à CBS, onde o CEO revelou que todo o submarino é controlado por um controle de videogame modificado, Rush minimizou os perigos dos mergulhos em alto mar como apenas mais um risco no jogo da vida.

  • Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    A Medida Provisória 1.147/22, publicada em 29 de novembro de 2022, propõe a redução das taxas de juros do BNDES para projetos de inovação.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

  • Brasil fica em 64º lugar em ranking mundial de inovação

    O Brasil ocupou o 64º lugar no ranking mundial de inovação. O país ganhou cinco posições em relação ao ano anterior, quando ficou em 69º na listagem mundial. O índice é calculado pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual e tem como parceiro local a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    A liderança do ranking ficou com a Suíça. O país foi seguido por Holanda, Suécia, Reino Unido, Cingapura, Estados Unidos, Finlândia, Dinamarca, Alemanha e Irlanda. Entre os países de renda média-alta, o destaque foi da China, seguida por Malásia, Bulgária, Croácia e Tailândia. Entre os de renda média-baixa, os mais bem posicionados foram Ucrânia, Vietnã e Moldávia. Já nos países de renda baixa, alcançaram melhor desempenho Tanzânia, Ruanda e Senegal.

    O Brasil foi classificado na categoria das nações de renda média-alta, ocupando a 15ª posição neste grupo. Dentro da região latino-americana, o país ficou na 6ª colocação.
    Insumos e condições institucionais

    O Brasil subiu no ranking quando considerados os chamados insumos de inovação, ficando na 58ª posição. Neste indicador, são levados em consideração itens como instituições, capital humano, pesquisa, infraestrutura e sofisticação de mercado e negócio. No ano anterior, havia ficado em 60º lugar.

    Os melhores índices registrados no país foram nos quesitos de gastos em educação (23º colocado) , investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (27º), dispêndio de empresas em P&D (22º) e qualidade das universidades (27º). Os autores também destacaram a capacidade de absorção de conhecimento (31º), pagamentos em propriedade intelectual (10º), importações de alta tecnologia (23º) e escala de mercado (8º).

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    Já os pontos fracos foram apontados pelo relatório nas instituições (82º), ambiente de negócios (110º), facilidade de abertura de negócios (123º), graduados em engenharias e ciências (79º), crédito (104º) e a formação de capital bruto (104º).
    Produtos e inovação

    Já nos produtos da inovação, o Brasil foi para o 70º lugar. Nessa categoria são considerados produtos científicos e tecnológicos e indicadores relacionados a eles, como patentes e publicações em revistas e periódicos acadêmicos. O índice subiu em relação ao ano anterior, quando ficou na 80ª colocação.

    No índice de eficiência de inovação, o Brasil pulou para a 85ª posição. Esse indicador mede o quanto um país consegue produzir tecnologia frente aos insumos, condições institucionais e estrutura de capital humano e pesquisa. Neste quesito foi registrada a maior diferente na comparação com 2017, quando a posição conquistada foi a de número 100. Por Agência Brasil.

  • Projeto que proíbe uso de animais em testes de cosméticos está pronto para ser votado na CAE

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) entregou à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) seu relatório sobre o projeto que proíbe uso de animais em pesquisas e testes para produção de cosméticos. Com isso, a proposta (PLC 70/2014) está pronta para entrar na pauta do colegiado. A tarefa de definir quais as proposições a serem votadas é do presidente da comissão, Tasso Jereissati (PSDB-SP).

    O texto não só proíbe testes de ingredientes e de produtos cosméticos em animais, como veda o comércio de produtos que tenham sido testados e incentiva técnicas alternativas para avaliar a segurança das formulações.

    Os testes em animais só poderão ser permitidos pela autoridade sanitária em situações excepcionais, em que houver ‘graves preocupações em relação à segurança de um ingrediente cosmético’ e após consulta à sociedade. Para isso, é necessário que o ingrediente seja amplamente usado no mercado e não possa ser substituído; que seja detectado problema específico de saúde humana relacionado ao ingrediente; que inexista método alternativo de teste.

    As empresas terão prazo de três anos para atualização de sua política de pesquisa e desenvolvimento e adaptação de sua infraestrutura para um modelo de inovação responsável. A proposição não gera qualquer impacto no desenvolvimento de medicamentos e vacinas, pois se restringe ao teste de cosméticos e produtos de higiene pessoal.

    Conforme a relatora, 37 países, que constituem um enorme mercado consumidor, já aprovaram leis proibindo ou limitando testes em animais para cosméticos ou a venda de cosméticos testados em animais, incluindo os 28 países membros da União Europeia (UE).

    “Discussões similares estão acontecendo nos parlamentos de outros países, como Estados Unidos, Canadá, Chile e Japão. A cada ano cresce o número de países que proíbem os testes cosméticos e a venda de produtos cosméticos recém-testados em animais. Isso resulta em uma série de consequências econômicas”, afirmou em seu voto a senadora Gleisi.

    O PLC 70/2014 já passou pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), que aprovou o relatório do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

    Emendas

    Na CAE, a senadora Gleisi Hoffmann manteve praticamente inalterado o relatório de Randolfe Rodrigues. Apenas apresentou três emendas: uma para melhorar a técnica legislativa; outra alterar a ementa e a terceira para impedir a utilização, na produção de cosméticos, de dados oriundos de testes em animais obtidos para os chamados “ingredientes de duplo uso”, que são aqueles que continuarão a ser testados em animais em outras cadeias produtivas, como na indústria farmacêutica ou de alimentos.

    Tramitação conjunta

    De autoria do deputado Ricardo Izar (PP-SP), o PLC 70/20154 tramita em conjunto com os projetos de lei do Senado 438/2013, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), e 45/2014, de Alvaro Dias (Pode-PR). As três proposições buscam impedir a utilização de animais em testes cosméticos, mas a relatora optou pela proposição da Câmara por ser mais detalhada. Com informações da Agência Senado.