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  • Os 5 países com a internet mais vulnerável do mundo

    Os 5 países com a internet mais vulnerável do mundo

    A internet é uma ferramenta essencial para a comunicação, a educação, o trabalho, o entretenimento e a cidadania.

    No entanto, nem todos os países têm acesso à internet de qualidade, segura e confiável. Alguns países enfrentam problemas como censura, ataques cibernéticos, infraestrutura precária e baixa penetração da internet. Esses fatores tornam a internet mais vulnerável e menos acessível para seus habitantes.

    Neste artigo, vamos apresentar os 5 países com a internet mais vulnerável do mundo, de acordo com o Índice de Segurança Cibernética Global (GCSI, na sigla em inglês) de 2020, elaborado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). O GCSI mede o nível de comprometimento de cada país com a segurança cibernética, considerando cinco aspectos: medidas legais, técnicas, organizacionais, de capacitação e de cooperação. O índice varia de 0 a 1, sendo 1 o mais alto e 0 o mais baixo.

    5. Líbia

    A Líbia ocupa o quinto lugar entre os países com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,131. O país africano sofre com uma guerra civil desde 2011, que afeta gravemente a infraestrutura e a estabilidade da internet. A Líbia tem uma das menores taxas de penetração da internet do mundo, com apenas 24% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. Além disso, a Líbia enfrenta problemas de censura, bloqueio de sites, interrupção de serviços e ataques cibernéticos de grupos armados e hackers estrangeiros.

    4. República Centro-Africana

    A República Centro-Africana é o quarto país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,113. O país também vive uma situação de conflito armado desde 2013, que prejudica o desenvolvimento e a segurança da internet. A República Centro-Africana tem a menor taxa de penetração da internet do mundo, com apenas 7% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. O país também tem uma infraestrutura de telecomunicações deficiente, com poucos provedores de internet, baixa velocidade e alta tarifa. A República Centro-Africana também carece de medidas legais, técnicas e organizacionais para proteger a internet de ameaças cibernéticas.

    3. Coreia do Norte

    A Coreia do Norte é o terceiro país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,078. O país asiático é conhecido por ter um dos regimes mais fechados e autoritários do mundo, que controla rigorosamente o acesso e o uso da internet. A Coreia do Norte tem uma rede interna isolada do resto do mundo, chamada Kwangmyong, que oferece apenas alguns sites e serviços aprovados pelo governo. Apenas uma pequena elite tem acesso à internet global, mas sob forte vigilância e restrição. A Coreia do Norte também é acusada de realizar ataques cibernéticos contra outros países, como os Estados Unidos e a Coreia do Sul.

    2. Iêmen

    O Iêmen é o segundo país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,031. O país árabe está em guerra desde 2015, o que afeta severamente a infraestrutura e a qualidade da internet. O Iêmen tem uma das mais baixas taxas de penetração da internet do mundo, com apenas 26% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. O país também sofre com cortes frequentes de energia e de internet, censura de conteúdo, bloqueio de aplicativos e sites, e ataques cibernéticos de grupos rebeldes e potências estrangeiras.

    1. Guiné Equatorial

    A Guiné Equatorial é o país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,000. O país africano não tem nenhuma pontuação em nenhum dos cinco aspectos do GCSI, o que indica uma total ausência de medidas de segurança cibernética. A Guiné Equatorial tem uma das mais baixas taxas de penetração da internet do mundo, com apenas 8% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. O país também tem uma infraestrutura de telecomunicações inadequada, com poucos provedores de internet, baixa velocidade e alta tarifa. A Guiné Equatorial também é conhecida por ter um regime repressivo, que limita a liberdade de expressão e de informação na internet.

    No entanto, nem todos os países têm acesso à internet de qualidade, segura e confiável. Alguns países enfrentam problemas como censura, ataques cibernéticos, infraestrutura precária e baixa penetração da internet. Esses fatores tornam a internet mais vulnerável e menos acessível para seus habitantes.

    Neste artigo, vamos apresentar os 5 países com a internet mais vulnerável do mundo, de acordo com o Índice de Segurança Cibernética Global (GCSI, na sigla em inglês) de 2020, elaborado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). O GCSI mede o nível de comprometimento de cada país com a segurança cibernética, considerando cinco aspectos: medidas legais, técnicas, organizacionais, de capacitação e de cooperação. O índice varia de 0 a 1, sendo 1 o mais alto e 0 o mais baixo.

    5. Líbia

    A Líbia ocupa o quinto lugar entre os países com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,131. O país africano sofre com uma guerra civil desde 2011, que afeta gravemente a infraestrutura e a estabilidade da internet. A Líbia tem uma das menores taxas de penetração da internet do mundo, com apenas 24% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. Além disso, a Líbia enfrenta problemas de censura, bloqueio de sites, interrupção de serviços e ataques cibernéticos de grupos armados e hackers estrangeiros.

    4. República Centro-Africana

    A República Centro-Africana é o quarto país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,113. O país também vive uma situação de conflito armado desde 2013, que prejudica o desenvolvimento e a segurança da internet. A República Centro-Africana tem a menor taxa de penetração da internet do mundo, com apenas 7% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. O país também tem uma infraestrutura de telecomunicações deficiente, com poucos provedores de internet, baixa velocidade e alta tarifa. A República Centro-Africana também carece de medidas legais, técnicas e organizacionais para proteger a internet de ameaças cibernéticas.

    3. Coreia do Norte

    A Coreia do Norte é o terceiro país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,078. O país asiático é conhecido por ter um dos regimes mais fechados e autoritários do mundo, que controla rigorosamente o acesso e o uso da internet. A Coreia do Norte tem uma rede interna isolada do resto do mundo, chamada Kwangmyong, que oferece apenas alguns sites e serviços aprovados pelo governo. Apenas uma pequena elite tem acesso à internet global, mas sob forte vigilância e restrição. A Coreia do Norte também é acusada de realizar ataques cibernéticos contra outros países, como os Estados Unidos e a Coreia do Sul.

    2. Iêmen

    O Iêmen é o segundo país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,031. O país árabe está em guerra desde 2015, o que afeta severamente a infraestrutura e a qualidade da internet. O Iêmen tem uma das mais baixas taxas de penetração da internet do mundo, com apenas 26% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. O país também sofre com cortes frequentes de energia e de internet, censura de conteúdo, bloqueio de aplicativos e sites, e ataques cibernéticos de grupos rebeldes e potências estrangeiras.

    1. Guiné Equatorial

    A Guiné Equatorial é o país com a internet mais vulnerável do mundo, com um índice GCSI de 0,000. O país africano não tem nenhuma pontuação em nenhum dos cinco aspectos do GCSI, o que indica uma total ausência de medidas de segurança cibernética. A Guiné Equatorial tem uma das mais baixas taxas de penetração da internet do mundo, com apenas 8% da população tendo acesso à rede, segundo o Banco Mundial. O país também tem uma infraestrutura de telecomunicações inadequada, com poucos provedores de internet, baixa velocidade e alta tarifa. A Guiné Equatorial também é conhecida por ter um regime repressivo, que limita a liberdade de expressão e de informação na internet.

  • Nômade digital: o que é, como se tornar um e quais são as vantagens e desvantagens

    Nômade digital: o que é, como se tornar um e quais são as vantagens e desvantagens

    Você já imaginou trabalhar de qualquer lugar do mundo, sem precisar de um escritório ou de uma localização fixa? Essa é a realidade de muitos profissionais que adotaram o estilo de vida nômade digital.

    Mas o que significa ser um nômade digital? Quais são os requisitos, as vantagens e as desvantagens de viver assim? Neste post, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto.

    O que é ser nômade digital?

    Nômade digital é um termo que se refere a um profissional que trabalha de forma online e que pode viajar ou se mudar de um lugar para outro, sem depender de um escritório ou de uma localização fixa. Ele precisa apenas de uma boa conexão com a internet para realizar suas atividades, que podem ser variadas, como redação, fotografia, design, consultoria, ensino, etc.

    O nômade digital tem dois aspectos essenciais em seu estilo de vida: ganhar dinheiro na internet e viajar ou se mudar constantemente sem ter um local fixo para viver. Ele pode escolher seu próprio ambiente de trabalho e mudá-lo sempre que quiser, desde que tenha acesso à rede. Ele pode conhecer novas culturas e lugares, ter flexibilidade de horários e reduzir custos com transporte e alimentação.

    Como se tornar um nômade digital?

    Para se tornar um nômade digital, é preciso ter algumas habilidades e competências, como:

    • Disciplina: é preciso ter autocontrole para cumprir os prazos, gerenciar o tempo e equilibrar o trabalho e o lazer.
    • Organização: é preciso ter um planejamento financeiro e uma reserva de emergência, além de se informar sobre as questões legais e burocráticas de cada país que deseja visitar.
    • Adaptação: é preciso se adaptar a diferentes acomodações, transportes, climas, idiomas e costumes.
    • Comunicação: é preciso ter domínio de idiomas, uso de ferramentas digitais e capacidade de se relacionar com clientes, parceiros e colegas online.
    • Criatividade: é preciso ter ideias inovadoras e soluções práticas para os desafios que surgem no caminho.

    Além disso, é importante definir um nicho de atuação, criar uma estratégia de marketing pessoal, construir uma rede de contatos e clientes, escolher os destinos que deseja visitar e buscar formas de socializar, participar de eventos e comunidades online e manter contato com a família e os amigos.

    Quais são as vantagens e desvantagens de ser um nômade digital?

    Ser um nômade digital tem seus prós e contras. Algumas vantagens são:

    • Liberdade para escolher seu próprio ambiente de trabalho
    • Flexibilidade de horários
    • Oportunidade de conhecer novas culturas e lugares
    • Redução de custos com transporte e alimentação

    Algumas desvantagens são:

    • Falta de rotina
    • Instabilidade financeira
    • Solidão
    • Não ter moradia

    Ser um nômade digital não é um mar de rosas. Por trás de todo profissional bem sucedido, seja ele um nômade digital ou não, existe muito trabalho duro, uma acurada inteligência emocional, o desenvolvimento de inúmeras habilidades, networking, proatividade e muita disciplina.

    Se você se interessou por esse estilo de vida, saiba que existem muitas possibilidades para se tornar um nômade digital. Mas também saiba que existem muitos desafios e dificuldades. Por isso, pesquise bem antes de tomar essa decisão e prepare-se para viver uma experiência única.

    Mas o que significa ser um nômade digital? Quais são os requisitos, as vantagens e as desvantagens de viver assim? Neste post, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto.

    O que é ser nômade digital?

    Nômade digital é um termo que se refere a um profissional que trabalha de forma online e que pode viajar ou se mudar de um lugar para outro, sem depender de um escritório ou de uma localização fixa. Ele precisa apenas de uma boa conexão com a internet para realizar suas atividades, que podem ser variadas, como redação, fotografia, design, consultoria, ensino, etc.

    O nômade digital tem dois aspectos essenciais em seu estilo de vida: ganhar dinheiro na internet e viajar ou se mudar constantemente sem ter um local fixo para viver. Ele pode escolher seu próprio ambiente de trabalho e mudá-lo sempre que quiser, desde que tenha acesso à rede. Ele pode conhecer novas culturas e lugares, ter flexibilidade de horários e reduzir custos com transporte e alimentação.

    Como se tornar um nômade digital?

    Para se tornar um nômade digital, é preciso ter algumas habilidades e competências, como:

    • Disciplina: é preciso ter autocontrole para cumprir os prazos, gerenciar o tempo e equilibrar o trabalho e o lazer.
    • Organização: é preciso ter um planejamento financeiro e uma reserva de emergência, além de se informar sobre as questões legais e burocráticas de cada país que deseja visitar.
    • Adaptação: é preciso se adaptar a diferentes acomodações, transportes, climas, idiomas e costumes.
    • Comunicação: é preciso ter domínio de idiomas, uso de ferramentas digitais e capacidade de se relacionar com clientes, parceiros e colegas online.
    • Criatividade: é preciso ter ideias inovadoras e soluções práticas para os desafios que surgem no caminho.

    Além disso, é importante definir um nicho de atuação, criar uma estratégia de marketing pessoal, construir uma rede de contatos e clientes, escolher os destinos que deseja visitar e buscar formas de socializar, participar de eventos e comunidades online e manter contato com a família e os amigos.

    Quais são as vantagens e desvantagens de ser um nômade digital?

    Ser um nômade digital tem seus prós e contras. Algumas vantagens são:

    • Liberdade para escolher seu próprio ambiente de trabalho
    • Flexibilidade de horários
    • Oportunidade de conhecer novas culturas e lugares
    • Redução de custos com transporte e alimentação

    Algumas desvantagens são:

    • Falta de rotina
    • Instabilidade financeira
    • Solidão
    • Não ter moradia

    Ser um nômade digital não é um mar de rosas. Por trás de todo profissional bem sucedido, seja ele um nômade digital ou não, existe muito trabalho duro, uma acurada inteligência emocional, o desenvolvimento de inúmeras habilidades, networking, proatividade e muita disciplina.

    Se você se interessou por esse estilo de vida, saiba que existem muitas possibilidades para se tornar um nômade digital. Mas também saiba que existem muitos desafios e dificuldades. Por isso, pesquise bem antes de tomar essa decisão e prepare-se para viver uma experiência única.

  • 8 Ways to make money on the internet with your cell phone in 2023

    8 Ways to make money on the internet with your cell phone in 2023

    Did you know that your cell phone can be a tool for you to make extra money? There are several ways to take advantage of your free time and internet access to generate income using your device. In this post, we will show you 8 ways to make money on the internet with your cell…

    1. Watch videos that pay

    A simple and fun way to make money with your cell phone is to watch videos that pay. Some apps, such as TikTok and Kwai, offer rewards for users who watch videos on the platform and invite new users. The points accumulated can be exchanged for money, cell phone recharges or discounts on partner products. To withdraw the money, you can use Pix, bank transfer or PayPal.

    2. Use apps to make money

    Another way to make money with your cell phone is to use apps that offer rewards for performing simple tasks, such as answering surveys, playing games, watching ads or shopping online. Some examples of apps that pay are Google Opinion Rewards, Méliuz, PicPay and CashApp. The amounts may vary depending on the app and the task performed, but they are usually credited in Google Play Store credits, PayPal or bank account.

    3. Offer your services on websites and apps

    If you have any skill or knowledge that you can offer as a service, you can use websites and apps to advertise your work and find customers. For example, you can offer services such as writing, translation, design, programming, consulting, tutoring, among others. Some websites and apps that connect professionals and customers are Workana, Fiverr, GetNinjas and Superprof.

    4. Answer surveys

    A way to make money with your cell phone that does not require much skill is to answer online surveys. There are websites and apps that pay you to give your opinion on products, services or various topics. The surveys are quick and multiple choice, and the values depend on the duration and complexity of the survey. Some websites and apps that pay for surveys are Toluna, SurveyMonkey Rewards, Lifepoints and PiniOn.

    5. Work with digital marketing by cell phone

    If you are interested in working with digital marketing, you can use your cell phone to create content, manage social networks, make ads or sell products online. Digital marketing is a growing market that offers several opportunities for those who want to make money on the internet with their cell phone. You can learn about digital marketing through online courses, blogs, podcasts or videos.

    6. Teach online

    If you have mastery over a subject or language, you can teach online by cell phone and make money by sharing your knowledge. You can use platforms such as Zoom, Skype or Google Meet to make video calls with your students and teach the desired content. You can charge by hour or by package of classes, according to your availability and demand.

    7. Be a digital influencer

    If you like to communicate with the public and have charisma, you can become a digital influencer and make money with your cell phone. A digital influencer is someone who creates relevant and engaging content for social networks and has a loyal audience that follows their posts. You can make money with your cell phone by being a digital influencer through partnerships with brands, advertising or selling your own products.

    8. Sell used products

    A way to make money with your cell phone and still get rid of things that you no longer use is to sell used products. You can sell clothes, books, electronics, furniture, among other items that are in good condition and that may interest other people. You can use websites and apps such as OLX, Mercado Livre, Enjoei and Shopee to advertise your products and negotiate with buyers.

    Conclusion

    As you saw, there are several ways to make money on the internet with your cell phone in 2023. You just need to choose the one that best suits your profile, your time and your goals. Remember that making money with your cell phone requires dedication, discipline and planning, just like any other activity. So take advantage of the opportunities that the internet offers and start generating extra income with your device.

    1. Watch videos that pay

    A simple and fun way to make money with your cell phone is to watch videos that pay. Some apps, such as TikTok and Kwai, offer rewards for users who watch videos on the platform and invite new users. The points accumulated can be exchanged for money, cell phone recharges or discounts on partner products. To withdraw the money, you can use Pix, bank transfer or PayPal.

    2. Use apps to make money

    Another way to make money with your cell phone is to use apps that offer rewards for performing simple tasks, such as answering surveys, playing games, watching ads or shopping online. Some examples of apps that pay are Google Opinion Rewards, Méliuz, PicPay and CashApp. The amounts may vary depending on the app and the task performed, but they are usually credited in Google Play Store credits, PayPal or bank account.

    3. Offer your services on websites and apps

    If you have any skill or knowledge that you can offer as a service, you can use websites and apps to advertise your work and find customers. For example, you can offer services such as writing, translation, design, programming, consulting, tutoring, among others. Some websites and apps that connect professionals and customers are Workana, Fiverr, GetNinjas and Superprof.

    4. Answer surveys

    A way to make money with your cell phone that does not require much skill is to answer online surveys. There are websites and apps that pay you to give your opinion on products, services or various topics. The surveys are quick and multiple choice, and the values depend on the duration and complexity of the survey. Some websites and apps that pay for surveys are Toluna, SurveyMonkey Rewards, Lifepoints and PiniOn.

    5. Work with digital marketing by cell phone

    If you are interested in working with digital marketing, you can use your cell phone to create content, manage social networks, make ads or sell products online. Digital marketing is a growing market that offers several opportunities for those who want to make money on the internet with their cell phone. You can learn about digital marketing through online courses, blogs, podcasts or videos.

    6. Teach online

    If you have mastery over a subject or language, you can teach online by cell phone and make money by sharing your knowledge. You can use platforms such as Zoom, Skype or Google Meet to make video calls with your students and teach the desired content. You can charge by hour or by package of classes, according to your availability and demand.

    7. Be a digital influencer

    If you like to communicate with the public and have charisma, you can become a digital influencer and make money with your cell phone. A digital influencer is someone who creates relevant and engaging content for social networks and has a loyal audience that follows their posts. You can make money with your cell phone by being a digital influencer through partnerships with brands, advertising or selling your own products.

    8. Sell used products

    A way to make money with your cell phone and still get rid of things that you no longer use is to sell used products. You can sell clothes, books, electronics, furniture, among other items that are in good condition and that may interest other people. You can use websites and apps such as OLX, Mercado Livre, Enjoei and Shopee to advertise your products and negotiate with buyers.

    Conclusion

    As you saw, there are several ways to make money on the internet with your cell phone in 2023. You just need to choose the one that best suits your profile, your time and your goals. Remember that making money with your cell phone requires dedication, discipline and planning, just like any other activity. So take advantage of the opportunities that the internet offers and start generating extra income with your device.

  • 8 Formas de ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023

    8 Formas de ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023

    Você sabia que o seu celular pode ser uma ferramenta para você ganhar dinheiro extra? Existem diversas formas de aproveitar o tempo livre e o acesso à internet para gerar renda usando o seu aparelho.

    Neste post, vamos te mostrar 8 formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Confira!

    1. Assista vídeos que pagam

    Uma forma simples e divertida de ganhar dinheiro pelo celular é assistir a vídeos que pagam. Alguns aplicativos, como o TikTok e o Kwai, oferecem recompensas para os usuários que assistem aos vídeos da plataforma e convidam novos usuários. Os pontos acumulados podem ser trocados por dinheiro, recargas de celular ou descontos em produtos parceiros. Para sacar o dinheiro, você pode usar Pix, transferência bancária ou PayPal.

    2. Utilize apps para ganhar dinheiro

    Outra forma de ganhar dinheiro pelo celular é utilizar apps que oferecem recompensas por realizar tarefas simples, como responder pesquisas, jogar jogos, assistir anúncios ou fazer compras online. Alguns exemplos de apps que pagam são o Google Opinion Rewards, o Méliuz, o PicPay e o CashApp. Os valores podem variar de acordo com o app e a tarefa realizada, mas geralmente são creditados em créditos da Google Play Store, PayPal ou conta bancária.

    3. Ofereça seus serviços em sites e apps

    Se você tem alguma habilidade ou conhecimento que possa oferecer como serviço, você pode usar sites e apps para divulgar o seu trabalho e encontrar clientes. Por exemplo, você pode oferecer serviços de redação, tradução, design, programação, consultoria, aulas particulares, entre outros. Alguns sites e apps que conectam profissionais e clientes são o Workana, o Fiverr, o GetNinjas e o Superprof.

    4. Responda pesquisas

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular que não exige muita habilidade é responder pesquisas online. Existem sites e apps que pagam para você dar a sua opinião sobre produtos, serviços ou temas variados. As pesquisas são rápidas e de múltipla escolha, e os valores dependem da duração e da complexidade da pesquisa. Alguns sites e apps que pagam por pesquisas são o Toluna, o SurveyMonkey Rewards, o Lifepoints e o PiniOn.

    5. Trabalhe com marketing digital pelo celular

    Se você tem interesse em trabalhar com marketing digital, você pode usar o seu celular para criar conteúdo, gerenciar redes sociais, fazer anúncios ou vender produtos online. O marketing digital é um mercado em crescimento que oferece diversas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet pelo celular. Você pode aprender sobre marketing digital através de cursos online, blogs, podcasts ou vídeos.

    6. Dê aulas online

    Se você tem domínio sobre algum assunto ou idioma, você pode dar aulas online pelo celular e ganhar dinheiro compartilhando o seu conhecimento. Você pode usar plataformas como o Zoom, o Skype ou o Google Meet para fazer videochamadas com os seus alunos e ensinar o conteúdo desejado. Você pode cobrar por hora ou por pacote de aulas, de acordo com a sua disponibilidade e demanda.

    7. Seja um influenciador digital

    Se você gosta de se comunicar com o público e tem carisma, você pode se tornar um influenciador digital e ganhar dinheiro pelo celular. Um influenciador digital é alguém que cria conteúdo relevante e engajante para as redes sociais e tem uma audiência fiel que acompanha as suas postagens. Você pode ganhar dinheiro pelo celular sendo um influenciador digital através de parcerias com marcas, publicidade ou venda de produtos próprios.

    8. Venda produtos usados

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular e ainda se livrar de coisas que você não usa mais é vender produtos usados. Você pode vender roupas, livros, eletrônicos, móveis, entre outros itens que estejam em bom estado e que possam interessar a outras pessoas. Você pode usar sites e apps como o OLX, o Mercado Livre, o Enjoei e o Shopee para anunciar os seus produtos e negociar com os compradores.

    Conclusão

    Como você viu, existem diversas formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Você só precisa escolher a que mais se adapta ao seu perfil, ao seu tempo e aos seus objetivos. Lembre-se de que ganhar dinheiro pelo celular requer dedicação, disciplina e planejamento, assim como qualquer outra atividade. Por isso, aproveite as oportunidades que a internet oferece e comece a gerar renda extra pelo seu aparelho.

    Neste post, vamos te mostrar 8 formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Confira!

    1. Assista vídeos que pagam

    Uma forma simples e divertida de ganhar dinheiro pelo celular é assistir a vídeos que pagam. Alguns aplicativos, como o TikTok e o Kwai, oferecem recompensas para os usuários que assistem aos vídeos da plataforma e convidam novos usuários. Os pontos acumulados podem ser trocados por dinheiro, recargas de celular ou descontos em produtos parceiros. Para sacar o dinheiro, você pode usar Pix, transferência bancária ou PayPal.

    2. Utilize apps para ganhar dinheiro

    Outra forma de ganhar dinheiro pelo celular é utilizar apps que oferecem recompensas por realizar tarefas simples, como responder pesquisas, jogar jogos, assistir anúncios ou fazer compras online. Alguns exemplos de apps que pagam são o Google Opinion Rewards, o Méliuz, o PicPay e o CashApp. Os valores podem variar de acordo com o app e a tarefa realizada, mas geralmente são creditados em créditos da Google Play Store, PayPal ou conta bancária.

    3. Ofereça seus serviços em sites e apps

    Se você tem alguma habilidade ou conhecimento que possa oferecer como serviço, você pode usar sites e apps para divulgar o seu trabalho e encontrar clientes. Por exemplo, você pode oferecer serviços de redação, tradução, design, programação, consultoria, aulas particulares, entre outros. Alguns sites e apps que conectam profissionais e clientes são o Workana, o Fiverr, o GetNinjas e o Superprof.

    4. Responda pesquisas

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular que não exige muita habilidade é responder pesquisas online. Existem sites e apps que pagam para você dar a sua opinião sobre produtos, serviços ou temas variados. As pesquisas são rápidas e de múltipla escolha, e os valores dependem da duração e da complexidade da pesquisa. Alguns sites e apps que pagam por pesquisas são o Toluna, o SurveyMonkey Rewards, o Lifepoints e o PiniOn.

    5. Trabalhe com marketing digital pelo celular

    Se você tem interesse em trabalhar com marketing digital, você pode usar o seu celular para criar conteúdo, gerenciar redes sociais, fazer anúncios ou vender produtos online. O marketing digital é um mercado em crescimento que oferece diversas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet pelo celular. Você pode aprender sobre marketing digital através de cursos online, blogs, podcasts ou vídeos.

    6. Dê aulas online

    Se você tem domínio sobre algum assunto ou idioma, você pode dar aulas online pelo celular e ganhar dinheiro compartilhando o seu conhecimento. Você pode usar plataformas como o Zoom, o Skype ou o Google Meet para fazer videochamadas com os seus alunos e ensinar o conteúdo desejado. Você pode cobrar por hora ou por pacote de aulas, de acordo com a sua disponibilidade e demanda.

    7. Seja um influenciador digital

    Se você gosta de se comunicar com o público e tem carisma, você pode se tornar um influenciador digital e ganhar dinheiro pelo celular. Um influenciador digital é alguém que cria conteúdo relevante e engajante para as redes sociais e tem uma audiência fiel que acompanha as suas postagens. Você pode ganhar dinheiro pelo celular sendo um influenciador digital através de parcerias com marcas, publicidade ou venda de produtos próprios.

    8. Venda produtos usados

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular e ainda se livrar de coisas que você não usa mais é vender produtos usados. Você pode vender roupas, livros, eletrônicos, móveis, entre outros itens que estejam em bom estado e que possam interessar a outras pessoas. Você pode usar sites e apps como o OLX, o Mercado Livre, o Enjoei e o Shopee para anunciar os seus produtos e negociar com os compradores.

    Conclusão

    Como você viu, existem diversas formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Você só precisa escolher a que mais se adapta ao seu perfil, ao seu tempo e aos seus objetivos. Lembre-se de que ganhar dinheiro pelo celular requer dedicação, disciplina e planejamento, assim como qualquer outra atividade. Por isso, aproveite as oportunidades que a internet oferece e comece a gerar renda extra pelo seu aparelho.

  • PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    O Projeto de Lei 2630/2020, conhecido como PL das Fake News, tem como objetivo combater a disseminação de conteúdos falsos ou prejudiciais nas plataformas digitais. Mas como definir o que é falso ou prejudicial? E quem deve fazer essa definição?

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

  • Golpes do Pix: Conheça os mais famosos e saiba como evitar cair neles

    Golpes do Pix: Conheça os mais famosos e saiba como evitar cair neles

    O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos que permite transferir dinheiro entre contas bancárias em segundos, sem custo para o usuário.

    Mas essa facilidade também atrai a atenção de criminosos que tentam aplicar golpes na internet usando o Pix como isca.

    Veja a seguir alguns dos golpes mais comuns e como se proteger deles:

    • Sequestro do WhatsApp: o golpista clona o aplicativo de mensagens de uma pessoa e pede dinheiro aos seus contatos, usando o Pix como forma de pagamento. Para evitar esse golpe, ative a verificação em duas etapas no WhatsApp e não forneça o código de acesso a ninguém.

    • Falso cadastro do Pix: o golpista envia um link por e-mail, SMS ou redes sociais para que a vítima faça o cadastro das chaves do Pix em um site falso, que rouba seus dados bancários. Para evitar esse golpe, cadastre as chaves do Pix apenas nos canais oficiais do seu banco e não clique em links suspeitos.

    • Falsa central de atendimento: o golpista liga para a vítima se passando por um funcionário do banco ou de uma empresa e pede informações pessoais ou senhas para confirmar uma transação ou resolver um problema com o Pix. Para evitar esse golpe, não forneça dados sensíveis por telefone e desconfie de ligações não solicitadas.

    • Falsa promoção ou investimento: o golpista usa perfis falsos nas redes sociais para oferecer vantagens financeiras em troca de um depósito via Pix. O golpista promete lucros altos e rápidos, mas depois some com o dinheiro da vítima. Para evitar esse golpe, não acredite em ofertas milagrosas e verifique a reputação da empresa ou pessoa antes de fazer qualquer pagamento.

    • Falsa venda ou compra: o golpista anuncia um produto ou serviço na internet por um preço muito baixo e pede que o pagamento seja feito via Pix. Depois de receber o dinheiro, o golpista não entrega o produto ou serviço e bloqueia o contato com a vítima. Para evitar esse golpe, prefira usar plataformas confiáveis de comércio eletrônico e desconfie de preços muito abaixo do mercado.

    Mas essa facilidade também atrai a atenção de criminosos que tentam aplicar golpes na internet usando o Pix como isca.

    Veja a seguir alguns dos golpes mais comuns e como se proteger deles:

    • Sequestro do WhatsApp: o golpista clona o aplicativo de mensagens de uma pessoa e pede dinheiro aos seus contatos, usando o Pix como forma de pagamento. Para evitar esse golpe, ative a verificação em duas etapas no WhatsApp e não forneça o código de acesso a ninguém.

    • Falso cadastro do Pix: o golpista envia um link por e-mail, SMS ou redes sociais para que a vítima faça o cadastro das chaves do Pix em um site falso, que rouba seus dados bancários. Para evitar esse golpe, cadastre as chaves do Pix apenas nos canais oficiais do seu banco e não clique em links suspeitos.

    • Falsa central de atendimento: o golpista liga para a vítima se passando por um funcionário do banco ou de uma empresa e pede informações pessoais ou senhas para confirmar uma transação ou resolver um problema com o Pix. Para evitar esse golpe, não forneça dados sensíveis por telefone e desconfie de ligações não solicitadas.

    • Falsa promoção ou investimento: o golpista usa perfis falsos nas redes sociais para oferecer vantagens financeiras em troca de um depósito via Pix. O golpista promete lucros altos e rápidos, mas depois some com o dinheiro da vítima. Para evitar esse golpe, não acredite em ofertas milagrosas e verifique a reputação da empresa ou pessoa antes de fazer qualquer pagamento.

    • Falsa venda ou compra: o golpista anuncia um produto ou serviço na internet por um preço muito baixo e pede que o pagamento seja feito via Pix. Depois de receber o dinheiro, o golpista não entrega o produto ou serviço e bloqueia o contato com a vítima. Para evitar esse golpe, prefira usar plataformas confiáveis de comércio eletrônico e desconfie de preços muito abaixo do mercado.
  • Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Você já recebeu algum e-mail ou mensagem oferecendo um desconto incrível para limpar seu nome no Serasa?

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.
  • Como o PL 2630 pode afetar a publicidade digital no Brasil

    Como o PL 2630 pode afetar a publicidade digital no Brasil

    O Projeto de Lei 2630/2020, também conhecido como Lei das Fake News, é uma proposta que visa regulamentar as redes sociais e os serviços de mensagens privadas, estabelecendo normas de transparência e responsabilidade para o combate à desinformação e ao aumento da transparência na internet.

    O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

    Embora o objetivo do projeto seja nobre, ele pode trazer consequências negativas e indesejadas para a publicidade digital e para as empresas que dependem dela para divulgar seus produtos e serviços. Segundo especialistas do setor, o PL 2630 pode impactar a internet que conhecemos de três maneiras principais:

    – Obrigar a divulgação de informações estratégicas que poderiam ser usadas por pessoas mal-intencionadas para manipular os sistemas de busca e de recomendação de conteúdo, prejudicando a qualidade e a segurança dos resultados e favorecendo a disseminação de conteúdo falso ou de baixa qualidade;

    – Exigir o rastreamento dos usuários e das mensagens trocadas em plataformas privadas, violando o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais, além de aumentar os custos operacionais e os riscos jurídicos para as empresas que oferecem esses serviços;

    – Impor restrições à publicidade digital, limitando as possibilidades de segmentação e personalização dos anúncios, reduzindo a eficiência e a competitividade das campanhas e afetando negativamente o retorno sobre o investimento dos anunciantes.

    Diante desses desafios, é importante que o Congresso Nacional promova um debate amplo e democrático sobre o tema, ouvindo os diversos atores envolvidos na publicidade digital, como empresas, agências, veículos, criadores de conteúdo e consumidores. A publicidade digital é um setor dinâmico e inovador, que contribui para o desenvolvimento econômico e social do país, gerando empregos, renda e oportunidades. Por isso, é fundamental que qualquer regulamentação seja feita com base em evidências, equilíbrio e respeito aos direitos fundamentais.

    O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

    Embora o objetivo do projeto seja nobre, ele pode trazer consequências negativas e indesejadas para a publicidade digital e para as empresas que dependem dela para divulgar seus produtos e serviços. Segundo especialistas do setor, o PL 2630 pode impactar a internet que conhecemos de três maneiras principais:

    – Obrigar a divulgação de informações estratégicas que poderiam ser usadas por pessoas mal-intencionadas para manipular os sistemas de busca e de recomendação de conteúdo, prejudicando a qualidade e a segurança dos resultados e favorecendo a disseminação de conteúdo falso ou de baixa qualidade;

    – Exigir o rastreamento dos usuários e das mensagens trocadas em plataformas privadas, violando o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais, além de aumentar os custos operacionais e os riscos jurídicos para as empresas que oferecem esses serviços;

    – Impor restrições à publicidade digital, limitando as possibilidades de segmentação e personalização dos anúncios, reduzindo a eficiência e a competitividade das campanhas e afetando negativamente o retorno sobre o investimento dos anunciantes.

    Diante desses desafios, é importante que o Congresso Nacional promova um debate amplo e democrático sobre o tema, ouvindo os diversos atores envolvidos na publicidade digital, como empresas, agências, veículos, criadores de conteúdo e consumidores. A publicidade digital é um setor dinâmico e inovador, que contribui para o desenvolvimento econômico e social do país, gerando empregos, renda e oportunidades. Por isso, é fundamental que qualquer regulamentação seja feita com base em evidências, equilíbrio e respeito aos direitos fundamentais.

  • Avança projeto que permite abertura de empresa pela internet

    Os atos jurídicos para abrir e fechar uma empresa poderão ser feitos pela internet. É o que estabelece projeto de lei aprovado nesta quarta-feira (31) na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

    Pelo projeto (PLS 145/2018), do senador José Agripino (DEM-RN), o cidadão poderá “praticar os atos de constituição, alteração, transformação, incorporação, fusão, cisão, dissolução e extinção de registro de empresários e de pessoas jurídicas” por meio de sistema específico do governo. A matéria insere essa previsão na Lei 11.598/2017, que trata da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (RedeSim).

    A ideia é simplificar o processo de abertura e fechamento de empresas, reduzindo a burocracia no país. Na visão do autor, a informatização de todo o processo de abertura, alteração e fechamento de empresas, bem como a integração entre os diversos entes federativos, resultará em sensível redução no tempo e no custo para se empreender no Brasil. O projeto ainda estabelece o prazo máximo de 12 meses para a implementação das medidas, depois que a lei entrar em vigor.
    Burocracia

    Agripino conta que se inspirou em uma iniciativa semelhante do governo do Chile. Segundo o senador, a medida tomada pelo governo chileno desburocratizou o processo e colocou o Chile em primeiro lugar na América do Sul no relatório do Banco Mundial de 2017 sobre abertura de empresas.

    Ainda de acordo com o Banco Mundial, Agripino destaca que começar um negócio no Brasil demora 102 dias e são necessários 11 procedimentos. Na América Latina, a média é de 32 dias. O tempo de espera chega a 24 dias de média na África Subsaariana, enquanto na Jamaica são apenas três dias. Já na Nova Zelândia, é preciso apenas um dia e um procedimento. Entre 190 países, o Brasil aparece somente na 176ª posição na lista dos países nos quais é mais fácil abrir e conduzir uma empresa.

    Com a aprovação do seu projeto, argumenta o senador, o tempo para abrir um empreendimento no Brasil “cairá substancialmente”. De acordo com Agripino, a redução do prazo para abrir uma empresa, com um novo processo totalmente eletrônico, em um único local via internet, representará uma grande evolução, com menos perda de tempo, energia, burocracia e mais geração de empregos e desenvolvimento.

    Em seu relatório, favorável à matéria, o senador Otto Alencar (PSD-BA) considera inadmissível o tempo de mais de cem dias e a necessidade de realização de vários procedimentos em órgãos públicos para que seja possível abrir uma empresa no Brasil.

    — A redução do tempo e do número de procedimentos envolvidos na abertura de empresas e na realização de outras operações relacionadas, promoverá, para os usuários, a minimização dos gastos com deslocamento e da quantidade de horas de trabalho dedicadas unicamente a atender exigências burocráticas. Assim, promove-se a eficiência empresarial — afirma Otto Alencar em seu relatório.

    A matéria ainda será apreciada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa. Por Agência Senado.