Tag: Internet

  • Diplomas da Universidade de Brasília agora são digitais e podem ser obtidos pela internet

    Os estudantes que concluíram cursos de graduação na Universidade de Brasília não precisam mais ir a instituição pegar o diploma de papel. Eles podem obter o documento pela internet.

    Para isso, é necessário acessar um link no portal da instituição, o www.unb.br, e ir à área de validação ao diploma.

    No sistema, é necessário informar o CPF. Após o preenchimento de alguns dados, os usuários poderão visualizar a versão PDF do diploma e imprimi-la quantas vezes quiser.

    Segundo a UnB, a novidade é totalmente segura, sem chances de fraudes. O decano do ensino de graduação, professor Sérgio Antônio Andrade, explica que as informações são muito bem guardadas.

    O estudante de Engenharia de Produção, Matheus Ramiro, está com o curso trancado, mas pretende voltar no próximo semestre. Ele gostou da novidade.

    Lucas Teles, também estuda Geologia e afirma que ouviu algumas pessoas reclamando do diploma digital.

    De acordo com a Universidade de Brasília, até o semestre passado, os alunos esperavam cerca de quatro meses após a colação de grau para receber o diploma em mãos e, agora, poderão ter o documento automaticamente.

    Todos os anos, a Universidade de Brasília imprimia cerca de nove mil diplomas, em papel-moeda. Na segunda quinzena de setembro, a digitalização dos diplomas também valerá para a pós-graduação. Por Radioagência Nacional.

  • Caixa lança plataforma para apostas em loterias pela internet

    A Caixa Econômica Federal lançou hoje (10) o portal de apostas dos jogos de loterias na internet, o Loterias Online. A previsão é que no primeiro ano de funcionamento o portal provoque um aumento de 3% no volume total de apostas. De acordo com o banco, os lotéricos também receberão parte da receita das vendas online.

    A nova plataforma vai funcionar 24 horas por dia e, segundo a Caixa, tem como objetivo principal oferecer mais comodidade ao apostador das loterias administradas pelo banco, além de atingir o público mais jovem. “A proposta é atender um público novo, que não frequenta as lotéricas por vários motivos, como tempo, distância; além de atender aqueles que têm a internet como canal principal para realização de compras e serviços bancários”, informou a Caixa, em nota.

    De acordo com o banco, os apostadores das casas lotéricas têm média de 50 anos. A expectativa é também aumentar a procura das mulheres, que representam apenas 15,5% do público apostador das casas lotéricas, mas que são responsáveis por 50,5% do mercado consumidor na internet.

    Até então somente correntistas da Caixa podiam apostar pela internet.

    VEJA MAIS:
    OVNI submarino? Caçador de tesouros descobre algo inimaginável no Triângulo das Bermudas
    A cada 10 minutos um estupro é registrado no Brasil, mostra levantamento

    Como apostar

    Para apostar, é necessário ser maior de 18 anos e ter um cartão de crédito das principais bandeiras (Elo, Mastercard, Visa, Amex e Hipercard). O portal é acessível em qualquer computador ou smartphone e todas as apostas são vinculadas ao CPF do cadastro, assim, não é possível jogar por outra pessoa.

    Após fazer o cadastro e concordar com o termo de adesão ao serviço, basta selecionar os palpites nos volantes virtuais e inserir no carrinho de apostas. O valor mínimo para efetivação de uma compra é de R$ 30 e o máximo limitado a R$ 500 por dia. O pagamento das apostas é realizado por cartão de crédito e processado pelo Mercado Pago, o que, segundo a Caixa, aumenta a segurança da transação.

    O apostador poderá jogar em todas as modalidades, exceto Loteria Federal, que continua sendo feito nas lotéricas. Também não há a comercialização de bolão, também de exclusividade das lotéricas.

    A Surpresinha e Teimosinha também aparecem no Loterias Online. As novidades são as opções “Complete o Jogo”, para escolher alguns números e deixar o sistema escolher os demais, e “Salvar como favorita”, para poder utilizar os mesmos números em apostas futuras.

    De acordo com a Caixa, o portal oferece ainda a comodidade da conferência online. Basta clicar na aposta e o sistema identifica se os números foram sorteados ou não.

    Caso o apostador tenha sido premiado, é possível visualizar o valor e os canais disponíveis para o recebimento do prêmio. Um código de resgate será gerado e deverá ser apresentado no local onde vai ser retirado o prêmio. Apenas o portador do CPF ou um procurador podem sacar a premiação.

  • Destruição da Internet? Cientistas predizem consequências graves das mudanças climáticas

    Especialistas revelam que, no futuro próximo, a Internet tal como a conhecemos hoje pode deixar de existir.

    De acordo com investigadores da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), nos próximos 15 anos, várias partes vitais da infraestrutura da Internet estadunidense podem ser inundadas e danificadas devido ao aumento do nível de mar.

    “O risco direto para a rede global da Internet é que as zonas de instalação dos cabos de fibra óptica transatlânticos serão inundadas nos próximos anos pelas águas do oceano devido ao aquecimento global”, declarou um dos autores da investigação, o professor Paul Barford.

    Assim, o aumento do nível das águas do mar provocará falhas globais até que os cabos sejam reinstalados em locais superiores. Mas isso exigirá tempo e dinheiro.

    VEJA MAIS:
    São encontradas 12 novas luas de Júpiter e uma está a caminho de violenta colisão
    Precisamos falar sobre o Silvio Santos

    Os cientistas avisam que nos próximos 15 anos, só nos EUA 1,9 mil quilômetros de cabos de telecomunicações e 3,9 mil quilômetros de cabos de fibra óptica ficarão debaixo de água. Apesar de todos eles serem resistente à água, não são completamente impermeáveis. Portanto, a água salgada pode causar falhas no funcionamento da rede, especialmente nos centros da infraestrutura dos EUA.

    De acordo com Barford, o problema dos cabos existentes é que os meios de sua proteção são vulneráveis às mudanças climáticas. Por esta razão, assegura, no futuro é necessário “levar essas consequências em consideração”.

    Para evitar possíveis danos futuros nesse tipo de infraestrutura é vital aumentar sua proteção ainda hoje, concluem os especialistas. Por Sputnik Brasil.

  • Projeto de lei sobre proteção de dados pode ir a plenário do Senado

    O Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional sobre matérias relacionadas ao tema, discutiu hoje (9) o Projeto de Lei da Câmara 53, que disciplina a proteção dos dados pessoais e a exploração destes por empresas e pelo poder público. O colegiado decidiu se abster e não abrir um processo de análise sobre a matéria.

    Com isso, o PLC pode ser apreciado no plenário do Senado. O texto, aprovado na Câmara em maio, disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicadas em redes sociais. A proposta foi mantida na semana passada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), mantendo o conteúdo da Câmara e indicando regime de urgência para votação na casa. A urgência foi apresentada em plenário, mas não chegou a ser apreciada.

    Cronograma apertado

    A tensão sobre o PLC no Conselho estava relacionada ao cronograma apertado do Senado, que fará suas últimas sessões nesta semana antes do recesso de meio de ano. Caso o colegiado resolvesse escolher um relator e iniciar uma análise, dificultaria uma possível aprovação do projeto antes do recesso. Frente a esse prazo exíguo, a maioria dos integrantes optou por não se manifestar sobre o projeto.

    “Considerando o fato de que já foi aprovado na CAE, que o requerimento de urgência já está encaminhado e que o Conselho recebeu manifestações pela aprovação amparado por entidades representativas da nossa sociedade, entendo que o conselho não deveria se manifestar sobre o tema”, defendeu o presidente do órgão, Murillo de Aragão.

    “O texto construído pelo deputado Orlando Silva [PCdoB-SP, relator do PL na Câmara] ficou redondo e conseguiu consenso e oposição, governo e situação na hora de votação. Não é o texto ideal, mas como não cabe agora uma discussão prolongada a respeito do tema, que o Conselho ratifique o manifesto”, pontuou o conselheiro João Camilo Júnior.

    VEJA MAIS;
    Elon Musk testa mini-submarino para resgate de meninos presos em caverna na Tailândia
    Rússia alerta sobre possível colapso no preço mundial do petróleo

    Apoio e divergências

    O PLC tem apoio de entidades diversas, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e a Coalizão Direitos na Rede, que reúne entidades de defesa de direitos dos usuários de internet. Mas encontra resistência em organizações do ramo financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional de Seguradoras. Por Agência Brasil.

  • Facebook pode ter cedido dados de usuários para Apple, Microsoft e muito mais

    Que o Facebook está envolvido em um mega escândalo com os dados de seus usuários todo mundo já sabe. O que nós não sabemos ainda é até que ponto esse dados foram cedidos sem o nosso consentimento.

    Segundo uma reportagem do The New York Times, o Facebook forneceu a pelo menos 60 fabricantes de dispositivos, incluindo a Apple, Microsoft e BlackBerry, o acesso aos dados pessoais de milhões de usuários.

    A rede social fez parcerias de compartilhamento de dados com empresas fabricantes de dispositivos para expandir seu alcance e para que elas ofereçam recursos populares do Facebook a seus clientes. De acordo com o jornal, os dados são apenas sobre compartilhamento de mensagens e agendas telefônicas dos clientes.

    VEJA MAIS:
    Morre jovem que foi mutilado por tubarão em Pernambuco
    10 diferentes usos do cotonete que você provavelmente desconhece

    O Facebook teria permitido que empresas fabricantes de dispositivos acessassem as informações dos amigos dos usuários sem a permissão deles, e algumas destas empresas conseguiam recuperar dados de pessoas que proibiram qualquer compartilhamento.

    O Facebook começou a encerrar essas parcerias em abril deste ano, em meio ao escândalo referente à Cambridge Analytica, mas a maioria ainda está em vigor. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Criação de Cadastro Nacional de Pedófilos será analisada pelo Senado

    O Senado vai analisar a criação do Cadastro Nacional de Pedófilos. De autoria do deputado Vitor Valim (Pros-CE), o PLC 48/2018 terminou de chegar da Câmara e pretende instituir um banco de dados para reunir informações relativas a condenados pelo crime de pedofilia.

    De acordo com o texto, o Cadastro Nacional de Pedófilos será mantido pelo Poder Executivo e operado em convênio com os estados e municípios. Os entes públicos terão acesso ao cadastro e alimentarão o sistema por meio de seus órgãos de segurança pública, pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário.

    Veja Mais:
    Alckmin e Serra viram réus por suposta ‘pedalada fiscal’ em São Paulo
    Estes mamíferos estão em perigo de extinção por praticarem muito sexo

    O autor ressalta que a pedofilia representa uma modalidade criminosa de extrema gravidade, pois incide sobre a parcela mais vulnerável da população, crianças e jovens, seja por meio de assédio sexual direto, uso das redes sociais da internet ou outros meios. O deputado cita dados da Safernet, ONG que luta contra crimes virtuais, para destacar que, em 2013, a pornografia infantil foi o crime virtual mais denunciado no Brasil, representando quase metade das denúncias.

    Para Valim, a criação de um banco de dados contendo informações relevantes sobre os pedófilos pode “racionalizar e agilizar a atuação das autoridades, além de facilitar a troca de informações com outros países”. Por Agência Senado.

  • Google oferece internet ilimitada por US$ 60 nos EUA

    Enquanto que no Brasil até a internet fixa está correndo risco de deixar de ser ilimitada, nos EUA a situação é bem diferente.

    A gigante Google, por exemplo, tem uma operadora virtual chamada Project Fi. Por enquanto, ela consegue atuar apenas com quem tem smartphones do próprio Google, como o Nexus 5X, Nexus 6P, Pixel e Pixel 2. Além disso, sua cobertura ainda não está disponível em todo o território americano.

    Uma das principais vantagens do Projetc Fi é o preço. O único plano comercializado custa US$ 20 mensais e inclui pacote de voz e SMS ilimitados, além de cobrar apenas US$ 10 por gigabyte consumido na franquia de dados. Agora, a empresa anunciou um novo plano que oferece internet ilimitada por até US$ 60 mensais.

    No novo plano, o usuário continua pagando US$ 10 por gigabyte consumido até o limite de 6 GB. A partir daí e até 15 GB, o consumidor paga um valor fixo de US$ 60, independentemente de quanto usar. E acima de 15 GB, a velocidade é reduzida, mas a conexão não é cortada.

    É uma alternativa diferente e bem vantajosa para o usuário. Será que um dia vamos ter algo parecido no Brasil? Visto que as operadoras por aqui querem limitar até a internet fixa, nos resta sentar e rezar para não sejamos explorados por mais um setor.