Tag: investimentos

  • Reforma tributária: o que muda para os setores da Bolsa?

    Reforma tributária: o que muda para os setores da Bolsa?

    A reforma tributária é um dos temas mais importantes e polêmicos da agenda econômica do governo federal. A proposta, que tramita no Congresso Nacional desde 2019, tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro por meio da substituição de cinco impostos por dois Impostos sobre Valor Agregado (IVAs).

    Os impostos que seriam extintos são: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Em seu lugar, seriam criados o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência federal, estadual e municipal, e o Imposto Seletivo (IS), de competência exclusiva da União, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas.

    A reforma tributária tem potencial de reduzir a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados, além de aumentar a transparência e a eficiência na arrecadação. No entanto, também pode gerar impactos significativos para diferentes setores da economia, especialmente os que atuam na Bolsa de Valores.

    De acordo com uma análise da XP Investimentos, publicada em julho de 2021, os setores que podem se beneficiar da reforma tributária são: bancos, seguradoras, varejo alimentar, educação e saúde. Esses setores pagam atualmente alíquotas elevadas de PIS/Cofins e poderiam ter uma redução da carga tributária com o IBS.

    Por outro lado, os setores que podem ser prejudicados pela reforma tributária são: energia elétrica, telecomunicações, saneamento, construção civil e transporte. Esses setores têm atualmente benefícios fiscais ou regimes especiais que poderiam ser extintos ou reduzidos com o IBS.

    Há também setores que podem ter um impacto neutro ou misto da reforma tributária, dependendo das alíquotas definidas para o IBS e o IS. São eles: indústria, mineração, siderurgia, petróleo e gás, papel e celulose, química e farmacêutica.

    É importante ressaltar que a proposta de reforma tributária ainda pode sofrer alterações até a votação final no Congresso. Além disso, as alíquotas dos novos impostos ainda não foram definidas pelo governo. Portanto, os impactos para os setores da Bolsa podem variar conforme o desenho final da reforma.

    Os impostos que seriam extintos são: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Em seu lugar, seriam criados o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência federal, estadual e municipal, e o Imposto Seletivo (IS), de competência exclusiva da União, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas.

    A reforma tributária tem potencial de reduzir a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados, além de aumentar a transparência e a eficiência na arrecadação. No entanto, também pode gerar impactos significativos para diferentes setores da economia, especialmente os que atuam na Bolsa de Valores.

    De acordo com uma análise da XP Investimentos, publicada em julho de 2021, os setores que podem se beneficiar da reforma tributária são: bancos, seguradoras, varejo alimentar, educação e saúde. Esses setores pagam atualmente alíquotas elevadas de PIS/Cofins e poderiam ter uma redução da carga tributária com o IBS.

    Por outro lado, os setores que podem ser prejudicados pela reforma tributária são: energia elétrica, telecomunicações, saneamento, construção civil e transporte. Esses setores têm atualmente benefícios fiscais ou regimes especiais que poderiam ser extintos ou reduzidos com o IBS.

    Há também setores que podem ter um impacto neutro ou misto da reforma tributária, dependendo das alíquotas definidas para o IBS e o IS. São eles: indústria, mineração, siderurgia, petróleo e gás, papel e celulose, química e farmacêutica.

    É importante ressaltar que a proposta de reforma tributária ainda pode sofrer alterações até a votação final no Congresso. Além disso, as alíquotas dos novos impostos ainda não foram definidas pelo governo. Portanto, os impactos para os setores da Bolsa podem variar conforme o desenho final da reforma.

  • ESG: o que é e por que é importante para as empresas e os investidores

    ESG: o que é e por que é importante para as empresas e os investidores

    ESG é uma sigla em inglês que significa Environmental, Social and Governance, ou seja, Ambiental, Social e Governança.

    Ela se refere a um conjunto de critérios que avaliam as práticas sustentáveis de uma empresa em relação ao meio ambiente, à sociedade e à sua própria gestão.

    O conceito de ESG surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. A ideia era mostrar como a integração de fatores ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais poderia gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os investidores e a sociedade.

    Desde então, o ESG vem ganhando cada vez mais relevância no mundo dos negócios, especialmente com a crescente preocupação com as mudanças climáticas, os direitos humanos, a diversidade, a ética e a transparência. Segundo um relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG. No Brasil, fundos ESG captaram R$ 2,5 bilhões em 2020.

    Mas o que significa, na prática, adotar o ESG? Quais são os benefícios e os desafios dessa abordagem? E como os investidores podem identificar e apoiar as empresas que seguem esses princípios?

    O que significa cada letra do ESG

    O ESG é composto por três pilares: ambiental, social e governança. Cada um deles engloba uma série de aspectos que podem ser medidos e comparados entre as empresas. Veja alguns exemplos:

    • Ambiental: diz respeito ao impacto da empresa sobre o meio ambiente e os recursos naturais. Inclui questões como emissão de gases de efeito estufa, uso de energia renovável, gestão de resíduos, preservação da biodiversidade, entre outras.

    • Social: diz respeito ao relacionamento da empresa com seus funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e sociedade em geral. Inclui questões como saúde e segurança no trabalho, diversidade e inclusão, direitos humanos, satisfação do consumidor, responsabilidade social corporativa, entre outras.

    • Governança: diz respeito à forma como a empresa é administrada e aos mecanismos de controle e transparência que ela possui. Inclui questões como estrutura acionária, composição do conselho de administração, remuneração dos executivos, combate à corrupção e lavagem de dinheiro, proteção de dados e privacidade, entre outras.

    Por que o ESG é importante para as empresas

    As empresas que adotam o ESG podem obter uma série de vantagens competitivas no mercado. Algumas delas são:

    • Redução de custos: ao implementar medidas de eficiência energética, reciclagem, reaproveitamento de materiais e redução de desperdícios, as empresas podem economizar recursos financeiros e naturais.

    • Aumento de receitas: ao oferecer produtos e serviços que atendem às demandas dos consumidores por sustentabilidade, qualidade e responsabilidade social, as empresas podem ampliar seu mercado e fidelizar seus clientes.

    • Melhoria da reputação: ao demonstrar compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a ética, as empresas podem melhorar sua imagem perante os stakeholders (partes interessadas) e se diferenciar da concorrência.

    • Atração e retenção de talentos: ao promover um ambiente de trabalho saudável, diverso e inclusivo, as empresas podem atrair e reter profissionais qualificados e engajados com sua missão e valores.

    • Acesso a capital: ao seguir os critérios ESG, as empresas podem atrair investidores que buscam rentabilidade aliada à sustentabilidade. Além disso, elas podem ter acesso a linhas de crédito e financiamento mais vantajosas, como os chamados green bonds (títulos verdes) e social bonds (títulos sociais).

    • Mitigação de riscos: ao adotar boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos, as empresas podem evitar multas, sanções, processos judiciais e crises reputacionais que podem afetar seu desempenho e sua continuidade.

    Por que o ESG é importante para os investidores

    Os investidores que consideram o ESG em suas decisões podem obter uma série de benefícios. Alguns deles são:

    • Melhor avaliação das empresas: ao analisar os aspectos ambientais, sociais e de governança das empresas, além dos aspectos financeiros, os investidores podem ter uma visão mais ampla e profunda sobre o potencial e os riscos de cada negócio.

    • Maior alinhamento com os valores pessoais: ao escolher empresas que seguem os princípios ESG, os investidores podem investir de acordo com seus valores pessoais e contribuir para um mundo mais sustentável e justo.

    • Maior diversificação da carteira: ao incluir empresas de diferentes setores e regiões que adotam o ESG, os investidores podem reduzir a exposição a riscos específicos e aumentar as chances de obter retornos consistentes no longo prazo.

    Como investir em ESG

    Existem diferentes formas de investir em ESG. Algumas delas são:

    • Investir diretamente em ações de empresas que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso fazer uma pesquisa sobre as práticas e os resultados dessas empresas, bem como sobre o seu desempenho financeiro e sua perspectiva de crescimento. Existem diversas fontes de informação disponíveis, como relatórios anuais, balanços, demonstrações financeiras, relatórios de sustentabilidade, entre outras.

    • Investir indiretamente em fundos de investimento que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso verificar a política de investimento do fundo, a composição da carteira, o histórico de rentabilidade e risco, as taxas cobradas, entre outras informações. Existem diversos tipos de fundos ESG, como fundos de ações, fundos multimercado, fundos imobiliários, entre outros.

    • Investir em índices ESG. Para isso, é preciso comprar cotas de fundos de índice (ETFs) que replicam o desempenho de índices compostos por empresas que seguem os critérios ESG. Existem diversos índices ESG no mundo, como o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o FTSE4Good Index Series, o MSCI ESG Indexes, entre outros. No Brasil, existem índices como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), o ICO2 (Índice Carbono Eficiente) e o S&P/B3 Brasil ESG.

    O ESG é um conceito que veio para ficar no mercado financeiro e no mundo corporativo. As empresas que adotam as práticas ambientais, sociais e de governança podem se tornar mais competitivas, rentáveis e resilientes. Os investidores que consideram esses critérios podem ter mais segurança, rentabilidade e satisfação em seus investimentos.

    Ela se refere a um conjunto de critérios que avaliam as práticas sustentáveis de uma empresa em relação ao meio ambiente, à sociedade e à sua própria gestão.

    O conceito de ESG surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. A ideia era mostrar como a integração de fatores ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais poderia gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os investidores e a sociedade.

    Desde então, o ESG vem ganhando cada vez mais relevância no mundo dos negócios, especialmente com a crescente preocupação com as mudanças climáticas, os direitos humanos, a diversidade, a ética e a transparência. Segundo um relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG. No Brasil, fundos ESG captaram R$ 2,5 bilhões em 2020.

    Mas o que significa, na prática, adotar o ESG? Quais são os benefícios e os desafios dessa abordagem? E como os investidores podem identificar e apoiar as empresas que seguem esses princípios?

    O que significa cada letra do ESG

    O ESG é composto por três pilares: ambiental, social e governança. Cada um deles engloba uma série de aspectos que podem ser medidos e comparados entre as empresas. Veja alguns exemplos:

    • Ambiental: diz respeito ao impacto da empresa sobre o meio ambiente e os recursos naturais. Inclui questões como emissão de gases de efeito estufa, uso de energia renovável, gestão de resíduos, preservação da biodiversidade, entre outras.

    • Social: diz respeito ao relacionamento da empresa com seus funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e sociedade em geral. Inclui questões como saúde e segurança no trabalho, diversidade e inclusão, direitos humanos, satisfação do consumidor, responsabilidade social corporativa, entre outras.

    • Governança: diz respeito à forma como a empresa é administrada e aos mecanismos de controle e transparência que ela possui. Inclui questões como estrutura acionária, composição do conselho de administração, remuneração dos executivos, combate à corrupção e lavagem de dinheiro, proteção de dados e privacidade, entre outras.

    Por que o ESG é importante para as empresas

    As empresas que adotam o ESG podem obter uma série de vantagens competitivas no mercado. Algumas delas são:

    • Redução de custos: ao implementar medidas de eficiência energética, reciclagem, reaproveitamento de materiais e redução de desperdícios, as empresas podem economizar recursos financeiros e naturais.

    • Aumento de receitas: ao oferecer produtos e serviços que atendem às demandas dos consumidores por sustentabilidade, qualidade e responsabilidade social, as empresas podem ampliar seu mercado e fidelizar seus clientes.

    • Melhoria da reputação: ao demonstrar compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a ética, as empresas podem melhorar sua imagem perante os stakeholders (partes interessadas) e se diferenciar da concorrência.

    • Atração e retenção de talentos: ao promover um ambiente de trabalho saudável, diverso e inclusivo, as empresas podem atrair e reter profissionais qualificados e engajados com sua missão e valores.

    • Acesso a capital: ao seguir os critérios ESG, as empresas podem atrair investidores que buscam rentabilidade aliada à sustentabilidade. Além disso, elas podem ter acesso a linhas de crédito e financiamento mais vantajosas, como os chamados green bonds (títulos verdes) e social bonds (títulos sociais).

    • Mitigação de riscos: ao adotar boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos, as empresas podem evitar multas, sanções, processos judiciais e crises reputacionais que podem afetar seu desempenho e sua continuidade.

    Por que o ESG é importante para os investidores

    Os investidores que consideram o ESG em suas decisões podem obter uma série de benefícios. Alguns deles são:

    • Melhor avaliação das empresas: ao analisar os aspectos ambientais, sociais e de governança das empresas, além dos aspectos financeiros, os investidores podem ter uma visão mais ampla e profunda sobre o potencial e os riscos de cada negócio.

    • Maior alinhamento com os valores pessoais: ao escolher empresas que seguem os princípios ESG, os investidores podem investir de acordo com seus valores pessoais e contribuir para um mundo mais sustentável e justo.

    • Maior diversificação da carteira: ao incluir empresas de diferentes setores e regiões que adotam o ESG, os investidores podem reduzir a exposição a riscos específicos e aumentar as chances de obter retornos consistentes no longo prazo.

    Como investir em ESG

    Existem diferentes formas de investir em ESG. Algumas delas são:

    • Investir diretamente em ações de empresas que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso fazer uma pesquisa sobre as práticas e os resultados dessas empresas, bem como sobre o seu desempenho financeiro e sua perspectiva de crescimento. Existem diversas fontes de informação disponíveis, como relatórios anuais, balanços, demonstrações financeiras, relatórios de sustentabilidade, entre outras.

    • Investir indiretamente em fundos de investimento que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso verificar a política de investimento do fundo, a composição da carteira, o histórico de rentabilidade e risco, as taxas cobradas, entre outras informações. Existem diversos tipos de fundos ESG, como fundos de ações, fundos multimercado, fundos imobiliários, entre outros.

    • Investir em índices ESG. Para isso, é preciso comprar cotas de fundos de índice (ETFs) que replicam o desempenho de índices compostos por empresas que seguem os critérios ESG. Existem diversos índices ESG no mundo, como o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o FTSE4Good Index Series, o MSCI ESG Indexes, entre outros. No Brasil, existem índices como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), o ICO2 (Índice Carbono Eficiente) e o S&P/B3 Brasil ESG.

    O ESG é um conceito que veio para ficar no mercado financeiro e no mundo corporativo. As empresas que adotam as práticas ambientais, sociais e de governança podem se tornar mais competitivas, rentáveis e resilientes. Os investidores que consideram esses critérios podem ter mais segurança, rentabilidade e satisfação em seus investimentos.

  • Como a nova MP do Imposto de Renda pode beneficiar você

    Como a nova MP do Imposto de Renda pode beneficiar você

    O governo federal anunciou uma medida provisória que eleva a faixa de isenção do Imposto de Renda de pessoa física para R$ 2.640 mensais. Essa mudança vai afetar cerca de 13,7 milhões de brasileiros que deixarão de pagar o imposto a partir de agora.

    Além disso, o presidente Lula prometeu aumentar a isenção para R$ 5 mil até o fim do seu mandato.

    Mas o que isso significa na prática? Quem ganha com essa medida? E como ela vai impactar as suas finanças? Neste post, vamos explicar os principais pontos da nova MP do Imposto de Renda e dar algumas dicas para você aproveitar melhor essa oportunidade.

    O que muda com a nova MP do Imposto de Renda?

    A nova MP do Imposto de Renda altera a tabela progressiva do imposto, que define as alíquotas e as faixas de renda sobre as quais elas incidem. A tabela atual é a seguinte:

    Base de cálculo mensal em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$
    Até 1.903,98
    De 1.903,99 até 2.826,65 7,5 142,80
    De 2.826,66 até 3.751,05 15 354,80
    De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 636,13
    Acima de 4.664,68 27,5 869,36

    A nova tabela proposta pela MP é a seguinte:

    Base de cálculo mensal em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$
    Até 2.112
    De 2.112,01 até 3.000 7,5 158,40
    De 3.000,01 até 4.000 15 375
    De 4.000,01 até 5.000 22,5 750
    Acima de 5.000 27,5 1.125

    Além disso, a MP cria um desconto mensal de R$ 528 na fonte para quem recebe até dois salários mínimos (R$ 2.640). Esse desconto é opcional e só vale a pena para quem não tem outras deduções maiores (como previdência social, educação, saúde ou dependentes).

    Com essas mudanças, quem ganha até R$ 2.640 fica isento do imposto e quem ganha acima disso paga menos imposto do que antes.

    Quem ganha com a nova MP do Imposto de Renda?

    A nova MP do Imposto de Renda beneficia principalmente os trabalhadores formais de baixa e média renda, que têm o imposto retido na fonte pelo empregador.

    Segundo o governo, cerca de 13,7 milhões de pessoas vão deixar de pagar o imposto com a nova medida. Isso representa um aumento de quase 50% no número de isentos, que hoje é de cerca de 10 milhões.

    Além disso, todos os contribuintes que pagam o imposto vão ter uma redução na carga tributária, já que a faixa de isenção aumentou e as alíquotas diminuíram.

    Como aproveitar melhor a nova MP do Imposto de Renda?

    Se você é um dos beneficiados pela nova MP do Imposto de Renda, parabéns! Você vai ter mais dinheiro no bolso no final do mês.

    Mas o que fazer com esse dinheiro extra? Aqui vão algumas dicas:

    – Aproveite para quitar ou renegociar as suas dívidas, se tiver;

    – Crie ou reforce a sua reserva de emergência, que deve ser equivalente a pelo menos seis meses de despesas essenciais;

    – Invista o seu dinheiro em aplicações que rendam mais do que a poupança, como o Tesouro Direto, os fundos de investimento ou as ações;

    – Aumente o seu padrão de consumo de forma consciente e sustentável, priorizando as suas necessidades e os seus objetivos de vida.

    Lembre-se que a nova MP do Imposto de Renda é uma oportunidade para você melhorar a sua saúde financeira e realizar os seus sonhos. Por isso, não deixe de aproveitá-la da melhor forma possível.

    Além disso, o presidente Lula prometeu aumentar a isenção para R$ 5 mil até o fim do seu mandato.

    Mas o que isso significa na prática? Quem ganha com essa medida? E como ela vai impactar as suas finanças? Neste post, vamos explicar os principais pontos da nova MP do Imposto de Renda e dar algumas dicas para você aproveitar melhor essa oportunidade.

    O que muda com a nova MP do Imposto de Renda?

    A nova MP do Imposto de Renda altera a tabela progressiva do imposto, que define as alíquotas e as faixas de renda sobre as quais elas incidem. A tabela atual é a seguinte:

    Base de cálculo mensal em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$
    Até 1.903,98
    De 1.903,99 até 2.826,65 7,5 142,80
    De 2.826,66 até 3.751,05 15 354,80
    De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 636,13
    Acima de 4.664,68 27,5 869,36

    A nova tabela proposta pela MP é a seguinte:

    Base de cálculo mensal em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$
    Até 2.112
    De 2.112,01 até 3.000 7,5 158,40
    De 3.000,01 até 4.000 15 375
    De 4.000,01 até 5.000 22,5 750
    Acima de 5.000 27,5 1.125

    Além disso, a MP cria um desconto mensal de R$ 528 na fonte para quem recebe até dois salários mínimos (R$ 2.640). Esse desconto é opcional e só vale a pena para quem não tem outras deduções maiores (como previdência social, educação, saúde ou dependentes).

    Com essas mudanças, quem ganha até R$ 2.640 fica isento do imposto e quem ganha acima disso paga menos imposto do que antes.

    Quem ganha com a nova MP do Imposto de Renda?

    A nova MP do Imposto de Renda beneficia principalmente os trabalhadores formais de baixa e média renda, que têm o imposto retido na fonte pelo empregador.

    Segundo o governo, cerca de 13,7 milhões de pessoas vão deixar de pagar o imposto com a nova medida. Isso representa um aumento de quase 50% no número de isentos, que hoje é de cerca de 10 milhões.

    Além disso, todos os contribuintes que pagam o imposto vão ter uma redução na carga tributária, já que a faixa de isenção aumentou e as alíquotas diminuíram.

    Como aproveitar melhor a nova MP do Imposto de Renda?

    Se você é um dos beneficiados pela nova MP do Imposto de Renda, parabéns! Você vai ter mais dinheiro no bolso no final do mês.

    Mas o que fazer com esse dinheiro extra? Aqui vão algumas dicas:

    – Aproveite para quitar ou renegociar as suas dívidas, se tiver;

    – Crie ou reforce a sua reserva de emergência, que deve ser equivalente a pelo menos seis meses de despesas essenciais;

    – Invista o seu dinheiro em aplicações que rendam mais do que a poupança, como o Tesouro Direto, os fundos de investimento ou as ações;

    – Aumente o seu padrão de consumo de forma consciente e sustentável, priorizando as suas necessidades e os seus objetivos de vida.

    Lembre-se que a nova MP do Imposto de Renda é uma oportunidade para você melhorar a sua saúde financeira e realizar os seus sonhos. Por isso, não deixe de aproveitá-la da melhor forma possível.

  • Vale a pena trocar o Banco tradicional por um Banco Digital?

    Vale a pena trocar o Banco tradicional por um Banco Digital?

    Bancos Digitais: Uma Nova Era na Banca Brasileira

    Nos últimos anos, os bancos digitais têm ganhado popularidade no Brasil como uma alternativa aos bancos tradicionais. Esses bancos oferecem serviços financeiros por meio de plataformas digitais, sem a necessidade de agências físicas ou a presença de gerentes de conta.

    Os bancos digitais oferecem uma ampla gama de serviços financeiros, desde contas correntes e cartões de débito até investimentos e empréstimos. Além disso, muitos deles oferecem recursos inovadores, como a possibilidade de investir em ações e outros ativos financeiros com pouco dinheiro, e taxas mais baixas do que os bancos tradicionais.

    Os bancos digitais também oferecem uma experiência mais fácil e conveniente para os usuários, com acesso a serviços financeiros 24 horas por dia, sete dias por semana, e a possibilidade de realizar transações financeiras a partir de um smartphone ou tablet. Além disso, muitos deles oferecem suporte ao cliente acessível e eficiente por meio de aplicativos de mensagem ou chats ao vivo.

    No entanto, é importante pesquisar e comparar os diferentes bancos digitais antes de escolher um. Alguns bancos digitais podem cobrar taxas mais altas do que os bancos tradicionais, e alguns podem não oferecer todos os serviços financeiros que você precisa. Além disso, é importante verificar se o banco digital escolhido é regulamentado pelo Banco Central do Brasil e se possui seguros adequados para proteger seus recursos financeiros.

    Em resumo, os bancos digitais oferecem uma alternativa conveniente e acessível aos bancos tradicionais, com uma ampla gama de serviços financeiros e recursos inovadores. No entanto, é importante pesquisar e comparar os diferentes bancos digitais antes de escolher um para garantir que você tenha uma experiência positiva e segura.

    Nos últimos anos, os bancos digitais têm ganhado popularidade no Brasil como uma alternativa aos bancos tradicionais. Esses bancos oferecem serviços financeiros por meio de plataformas digitais, sem a necessidade de agências físicas ou a presença de gerentes de conta.

    Os bancos digitais oferecem uma ampla gama de serviços financeiros, desde contas correntes e cartões de débito até investimentos e empréstimos. Além disso, muitos deles oferecem recursos inovadores, como a possibilidade de investir em ações e outros ativos financeiros com pouco dinheiro, e taxas mais baixas do que os bancos tradicionais.

    Os bancos digitais também oferecem uma experiência mais fácil e conveniente para os usuários, com acesso a serviços financeiros 24 horas por dia, sete dias por semana, e a possibilidade de realizar transações financeiras a partir de um smartphone ou tablet. Além disso, muitos deles oferecem suporte ao cliente acessível e eficiente por meio de aplicativos de mensagem ou chats ao vivo.

    No entanto, é importante pesquisar e comparar os diferentes bancos digitais antes de escolher um. Alguns bancos digitais podem cobrar taxas mais altas do que os bancos tradicionais, e alguns podem não oferecer todos os serviços financeiros que você precisa. Além disso, é importante verificar se o banco digital escolhido é regulamentado pelo Banco Central do Brasil e se possui seguros adequados para proteger seus recursos financeiros.

    Em resumo, os bancos digitais oferecem uma alternativa conveniente e acessível aos bancos tradicionais, com uma ampla gama de serviços financeiros e recursos inovadores. No entanto, é importante pesquisar e comparar os diferentes bancos digitais antes de escolher um para garantir que você tenha uma experiência positiva e segura.

  • Lei incentiva empresas de tecnologia e informática a investir em pesquisa e inovação

    Foi publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União a Lei 13.674/2018, que autoriza empresas de tecnologia da informação e da comunicação a investirem em atividade de pesquisa, desenvolvimento e inovação como contrapartida para recebimento de isenções tributárias. A lei foi sancionada pelo presidente da República, Michel Temer, com uma série de vetos, como o que enquadra entre os gastos passíveis de benefício a modernização de infraestrutura física e de laboratórios nas empresas.

    O texto é proveniente do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 6/2018, decorrente da Medida Provisória (MP) 810/2017, aprovada no Senado no último dia 16.

    A proposição amplia de 3 para 48 meses o prazo para as empresas brasileiras de informática, beneficiadas com incentivos fiscais associados a investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), reinvestirem valores pendentes.

    O projeto é fruto do relatório do deputado Thiago Peixoto (PSD-GO), aprovado na Câmara dos Deputados em 8 de maio. Uma das novidades incluídas pelo relator é condicionar a concessão dos benefícios fiscais à comprovação, por parte das empresas, de regularidade das contribuições para a seguridade social.

    O texto original foi editado pelo Poder Executivo com o objetivo de dinamizar e fortalecer as atividades de P&D no setor de tecnologia da informação e da comunicação (TIC). Para isso, foram alteradas as Leis 8.248, que trata da capacitação e da competitividade do setor de informática e automação, e 8.387, ambas publicadas em 1991. Essas leis já exigem que empresas apresentem contrapartida para recebimento de incentivos fiscais. A contrapartida pode ser com investimentos em P&D de acordo com as leis. A nova lei, por sua vez, acrescentou como possibilidade os investimentos em inovação.

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    Vetos

    Foi vetado o enquadramento de gastos como pesquisa, inovação e desenvolvimento com aquisição, implantação, ampliação ou modernização de infraestrutura física e de laboratórios. Pelo PLV enviado à sanção, esses gastos poderiam atingir até 20% do total. De acordo com as razões para o veto, “não é razoável que gastos relativos às áreas dedicadas à administração, por não guardarem consonância direta com investimentos em PD&I, sejam ensejadores de incentivo tributário.”

    Outro veto foi ao acompanhamento das obrigações de que trata a nova lei ser realizado por amostragem ou com o uso de ferramentas automatizadas, para fins de fiscalização. De acordo com Temer, “a eventual impossibilidade de utilização de ferramenta automatizada, o acúmulo de relatórios anuais de prestação de contas dos investimentos em P&D ou a mudança metodológica para a análise desses documentos não se configuram justificáveis para a redução, via amostragem, das obrigações da Administração Pública em relação à fiscalização das contrapartidas de investimento em PD&I das empresas beneficiárias dos incentivos.”

    De acordo com o texto enviado à sanção, a partir do ano-calendário de 2015, os demonstrativos e os relatórios descritivos das atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação seriam considerados aprovados no prazo de cinco anos, salvo os casos de manifestação em contrário pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Temer vetou o trecho por considerar que “a previsão da aprovação por decurso de prazo dos demonstrativos e relatórios comprobatórios dos investimentos em PD&I não se configura adequada.”

    Pela nova lei, as empresas beneficiárias encaminharão anualmente ao Poder Executivo relatórios descritivos das atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação previstas no projeto elaborado e dos resultados alcançados, além de relatório consolidado e parecer conclusivo acerca dos demonstrativos elaborados por auditoria independente, credenciada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e cadastrada no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Mas foi vetada a necessidade do parecer conclusivo elaborado por auditoria independente a partir do ano-calendário de 2017. De acordo com Temer, será necessário mais tempo ao governo federal para elaborar as normas e fazer credenciamento das auditorias. Da Agência Senado.