Tag: jejum intermitente

  • Novo estudo alerta sobre riscos do jejum intermitente

    Novo estudo alerta sobre riscos do jejum intermitente

    Um estudo recente trouxe novas preocupações sobre a prática popular do jejum intermitente, sugerindo que ela pode estar associada a um aumento significativo no risco de morte por doenças cardiovasculares.

    Segundo a pesquisa, indivíduos que mantêm uma janela de alimentação de oito horas ou menos têm um risco 91% maior de eventos cardiovasculares fatais em comparação com aqueles que seguem uma janela de 12 a 16 horas.

    Especialistas na área da saúde estão recomendando cautela, enfatizando que a qualidade da dieta durante o período de alimentação pode ser um fator crucial para mitigar os riscos. Além disso, alertam para as possíveis consequências negativas do jejum intermitente, que vão além dos riscos à saúde física, podendo afetar as relações sociais e familiares e desencadear transtornos alimentares em pessoas predispostas.

    O estudo destaca a importância de uma abordagem equilibrada e bem-informada quando se trata de dietas e regimes alimentares, especialmente aqueles que promovem restrições severas no tempo de alimentação.

    Fonte: Link.

    Segundo a pesquisa, indivíduos que mantêm uma janela de alimentação de oito horas ou menos têm um risco 91% maior de eventos cardiovasculares fatais em comparação com aqueles que seguem uma janela de 12 a 16 horas.

    Especialistas na área da saúde estão recomendando cautela, enfatizando que a qualidade da dieta durante o período de alimentação pode ser um fator crucial para mitigar os riscos. Além disso, alertam para as possíveis consequências negativas do jejum intermitente, que vão além dos riscos à saúde física, podendo afetar as relações sociais e familiares e desencadear transtornos alimentares em pessoas predispostas.

    O estudo destaca a importância de uma abordagem equilibrada e bem-informada quando se trata de dietas e regimes alimentares, especialmente aqueles que promovem restrições severas no tempo de alimentação.

    Fonte: Link.

  • Jejum intermitente: uma moda perigosa?

    Jejum intermitente: uma moda perigosa?

    O jejum intermitente é uma prática que consiste em alternar períodos de alimentação e de abstinência de comida, com o objetivo de perder peso, melhorar a saúde ou seguir uma crença religiosa.

    Existem vários tipos de jejum intermitente, como o 16/8, em que se come durante 8 horas e se fica sem comer durante 16 horas, ou o 5:2, em que se come normalmente durante 5 dias e se restringe a ingestão de calorias para 500 ou 600 nos outros 2 dias.

    Essa prática tem ganhado popularidade nos últimos anos, com muitas celebridades e influenciadores digitais aderindo e divulgando seus supostos benefícios. No entanto, há poucas evidências científicas que comprovem a eficácia e a segurança do jejum intermitente, e muitos riscos potenciais para a saúde.

    Quais são os malefícios do jejum intermitente?

    De acordo com especialistas em nutrição e saúde, o jejum intermitente pode causar vários problemas, como:

    • Desnutrição: ao restringir a alimentação por longos períodos, pode-se deixar de consumir nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo, como vitaminas, minerais, proteínas e gorduras. Isso pode levar a deficiências nutricionais, anemia, fraqueza, queda de cabelo, unhas quebradiças, pele seca e outros sintomas.

    • Hipoglicemia: ao ficar sem comer por muitas horas, o nível de açúcar no sangue pode cair muito, causando hipoglicemia. Isso pode provocar tontura, tremores, suor frio, confusão mental, palpitações e até desmaios. A hipoglicemia é especialmente perigosa para pessoas com diabetes ou pré-diabetes, que precisam controlar a glicemia com medicamentos ou insulina.

    • Perda de massa muscular: ao jejuar, o corpo pode usar as reservas de gordura como fonte de energia, mas também pode recorrer aos músculos. Isso pode levar à perda de massa muscular, que é importante para a força, a postura e o metabolismo. Além disso, a perda de massa muscular pode reduzir a taxa metabólica basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso. Isso pode dificultar a perda de peso no longo prazo.

    • Transtornos alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de transtornos alimentares, como a anorexia e a bulimia. Esses transtornos são caracterizados por uma relação distorcida com a comida e o corpo, que envolve restrição excessiva, compulsão alimentar, vômitos induzidos, uso de laxantes e outros comportamentos prejudiciais à saúde física e mental. O jejum intermitente pode estimular esses comportamentos ao criar um ciclo de privação e compulsão, além de gerar culpa, ansiedade e obsessão pela comida.

    • Efeitos colaterais: o jejum intermitente pode causar outros efeitos colaterais indesejados, como dor de cabeça, mau hálito, irritabilidade, insônia, constipação, desidratação e alterações hormonais. Esses efeitos podem afetar a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas que praticam o jejum.

    Existe alguma vantagem em fazer jejum intermitente?

    Apesar dos malefícios citados acima, alguns estudos sugerem que o jejum intermitente pode ter alguns benefícios para a saúde. Por exemplo:

    • Perda de peso: alguns estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar na perda de peso ao reduzir a ingestão calórica e aumentar a queima de gordura. No entanto, esses estudos são limitados em número, duração e qualidade metodológica. Além disso, muitas pessoas recuperam o peso perdido ao interromper o jejum, ou até ganham mais peso do que antes.

    • Prevenção de doenças: alguns estudos indicam que o jejum intermitente pode prevenir ou melhorar algumas doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas. No entanto, esses estudos são baseados em modelos animais ou em humanos com condições específicas. Não há evidências suficientes de que o jejum intermitente seja benéfico para a população em geral, ou que seja superior a outras formas de alimentação saudável.

    Qual é a conclusão?

    O jejum intermitente é uma prática que envolve riscos e benefícios incertos. Não há uma recomendação universal para sua adoção, e cada pessoa deve avaliar sua situação individual com a ajuda de um profissional de saúde qualificado. O mais importante é seguir uma alimentação equilibrada, variada e adequada às necessidades e preferências de cada um, sem se deixar levar por modismos ou promessas milagrosas. A saúde é um bem precioso, e não vale a pena colocá-la em risco por uma questão estética ou ideológica.

    Existem vários tipos de jejum intermitente, como o 16/8, em que se come durante 8 horas e se fica sem comer durante 16 horas, ou o 5:2, em que se come normalmente durante 5 dias e se restringe a ingestão de calorias para 500 ou 600 nos outros 2 dias.

    Essa prática tem ganhado popularidade nos últimos anos, com muitas celebridades e influenciadores digitais aderindo e divulgando seus supostos benefícios. No entanto, há poucas evidências científicas que comprovem a eficácia e a segurança do jejum intermitente, e muitos riscos potenciais para a saúde.

    Quais são os malefícios do jejum intermitente?

    De acordo com especialistas em nutrição e saúde, o jejum intermitente pode causar vários problemas, como:

    • Desnutrição: ao restringir a alimentação por longos períodos, pode-se deixar de consumir nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo, como vitaminas, minerais, proteínas e gorduras. Isso pode levar a deficiências nutricionais, anemia, fraqueza, queda de cabelo, unhas quebradiças, pele seca e outros sintomas.

    • Hipoglicemia: ao ficar sem comer por muitas horas, o nível de açúcar no sangue pode cair muito, causando hipoglicemia. Isso pode provocar tontura, tremores, suor frio, confusão mental, palpitações e até desmaios. A hipoglicemia é especialmente perigosa para pessoas com diabetes ou pré-diabetes, que precisam controlar a glicemia com medicamentos ou insulina.

    • Perda de massa muscular: ao jejuar, o corpo pode usar as reservas de gordura como fonte de energia, mas também pode recorrer aos músculos. Isso pode levar à perda de massa muscular, que é importante para a força, a postura e o metabolismo. Além disso, a perda de massa muscular pode reduzir a taxa metabólica basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso. Isso pode dificultar a perda de peso no longo prazo.

    • Transtornos alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de transtornos alimentares, como a anorexia e a bulimia. Esses transtornos são caracterizados por uma relação distorcida com a comida e o corpo, que envolve restrição excessiva, compulsão alimentar, vômitos induzidos, uso de laxantes e outros comportamentos prejudiciais à saúde física e mental. O jejum intermitente pode estimular esses comportamentos ao criar um ciclo de privação e compulsão, além de gerar culpa, ansiedade e obsessão pela comida.

    • Efeitos colaterais: o jejum intermitente pode causar outros efeitos colaterais indesejados, como dor de cabeça, mau hálito, irritabilidade, insônia, constipação, desidratação e alterações hormonais. Esses efeitos podem afetar a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas que praticam o jejum.

    Existe alguma vantagem em fazer jejum intermitente?

    Apesar dos malefícios citados acima, alguns estudos sugerem que o jejum intermitente pode ter alguns benefícios para a saúde. Por exemplo:

    • Perda de peso: alguns estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar na perda de peso ao reduzir a ingestão calórica e aumentar a queima de gordura. No entanto, esses estudos são limitados em número, duração e qualidade metodológica. Além disso, muitas pessoas recuperam o peso perdido ao interromper o jejum, ou até ganham mais peso do que antes.

    • Prevenção de doenças: alguns estudos indicam que o jejum intermitente pode prevenir ou melhorar algumas doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas. No entanto, esses estudos são baseados em modelos animais ou em humanos com condições específicas. Não há evidências suficientes de que o jejum intermitente seja benéfico para a população em geral, ou que seja superior a outras formas de alimentação saudável.

    Qual é a conclusão?

    O jejum intermitente é uma prática que envolve riscos e benefícios incertos. Não há uma recomendação universal para sua adoção, e cada pessoa deve avaliar sua situação individual com a ajuda de um profissional de saúde qualificado. O mais importante é seguir uma alimentação equilibrada, variada e adequada às necessidades e preferências de cada um, sem se deixar levar por modismos ou promessas milagrosas. A saúde é um bem precioso, e não vale a pena colocá-la em risco por uma questão estética ou ideológica.

  • Jejum intermitente: uma estratégia alimentar que pode trazer mais malefícios do que benefícios

    Jejum intermitente: uma estratégia alimentar que pode trazer mais malefícios do que benefícios

    O jejum intermitente é uma estratégia alimentar que vem ganhando popularidade nos últimos anos.

    Ele consiste em alternar períodos de jejum e de alimentação, com o objetivo de emagrecer, melhorar a saúde ou por motivos religiosos. No entanto, essa prática também pode trazer riscos e efeitos colaterais, especialmente se não for feita com orientação profissional e acompanhamento médico.

    Veja quais são os principais riscos do jejum intermitente e de outras dietas radicais:

    • Hipoglicemia: é a queda dos níveis de açúcar no sangue, que pode causar sintomas como tontura, fraqueza, tremores, suor frio, confusão mental e até desmaio. O jejum intermitente pode provocar hipoglicemia em pessoas que têm diabetes ou que usam medicamentos que afetam a glicose. Além disso, ficar muito tempo sem comer pode diminuir a energia disponível para o cérebro e os músculos, prejudicando o desempenho cognitivo e físico.

    • Perda de massa muscular: o jejum intermitente pode levar à perda de massa muscular, principalmente se não houver uma ingestão adequada de proteínas e uma prática regular de exercícios físicos. A perda de massa muscular pode reduzir o metabolismo basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso, dificultando o emagrecimento a longo prazo. Além disso, a perda de massa muscular pode comprometer a força, a resistência, a postura e a saúde óssea.

    • Alterações hormonais: o jejum intermitente pode afetar os níveis de alguns hormônios importantes para o funcionamento do organismo, como a insulina, o glucagon, o cortisol, o hormônio do crescimento, a leptina e a grelina. Esses hormônios estão envolvidos na regulação da glicose, do estresse, do apetite, da saciedade, do crescimento e da reprodução. Algumas alterações hormonais podem ser benéficas, como o aumento da sensibilidade à insulina e da biogênese mitocondrial, mas outras podem ser prejudiciais, como o aumento do cortisol e da grelina, que podem causar ansiedade, fome excessiva e compulsão alimentar.

    • Desidratação: o jejum intermitente pode causar desidratação se não houver uma ingestão adequada de líquidos durante os períodos de alimentação. A desidratação pode provocar sintomas como dor de cabeça, boca seca, pele ressecada, olhos fundos, diminuição da elasticidade da pele e da pressão arterial. A desidratação também pode afetar os rins e aumentar o risco de cálculos renais.

    • Distúrbios alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de distúrbios alimentares em pessoas que têm uma relação problemática com a comida ou com o corpo. O jejum intermitente pode gerar um ciclo vicioso de restrição e compulsão alimentar, além de sentimentos de culpa, vergonha e insatisfação corporal. O jejum intermitente também pode levar à ortorexia nervosa, que é uma obsessão por alimentos saudáveis e por regras alimentares rígidas.

    Portanto, antes de iniciar um jejum intermitente ou qualquer outra dieta radical, é importante consultar um médico e um nutricionista para avaliar os possíveis benefícios e riscos para a sua saúde. Lembre-se que o emagrecimento saudável depende de uma alimentação equilibrada, variada e individualizada, aliada à prática regular de atividade física e ao cuidado com a saúde mental.

    Ele consiste em alternar períodos de jejum e de alimentação, com o objetivo de emagrecer, melhorar a saúde ou por motivos religiosos. No entanto, essa prática também pode trazer riscos e efeitos colaterais, especialmente se não for feita com orientação profissional e acompanhamento médico.

    Veja quais são os principais riscos do jejum intermitente e de outras dietas radicais:

    • Hipoglicemia: é a queda dos níveis de açúcar no sangue, que pode causar sintomas como tontura, fraqueza, tremores, suor frio, confusão mental e até desmaio. O jejum intermitente pode provocar hipoglicemia em pessoas que têm diabetes ou que usam medicamentos que afetam a glicose. Além disso, ficar muito tempo sem comer pode diminuir a energia disponível para o cérebro e os músculos, prejudicando o desempenho cognitivo e físico.

    • Perda de massa muscular: o jejum intermitente pode levar à perda de massa muscular, principalmente se não houver uma ingestão adequada de proteínas e uma prática regular de exercícios físicos. A perda de massa muscular pode reduzir o metabolismo basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso, dificultando o emagrecimento a longo prazo. Além disso, a perda de massa muscular pode comprometer a força, a resistência, a postura e a saúde óssea.

    • Alterações hormonais: o jejum intermitente pode afetar os níveis de alguns hormônios importantes para o funcionamento do organismo, como a insulina, o glucagon, o cortisol, o hormônio do crescimento, a leptina e a grelina. Esses hormônios estão envolvidos na regulação da glicose, do estresse, do apetite, da saciedade, do crescimento e da reprodução. Algumas alterações hormonais podem ser benéficas, como o aumento da sensibilidade à insulina e da biogênese mitocondrial, mas outras podem ser prejudiciais, como o aumento do cortisol e da grelina, que podem causar ansiedade, fome excessiva e compulsão alimentar.

    • Desidratação: o jejum intermitente pode causar desidratação se não houver uma ingestão adequada de líquidos durante os períodos de alimentação. A desidratação pode provocar sintomas como dor de cabeça, boca seca, pele ressecada, olhos fundos, diminuição da elasticidade da pele e da pressão arterial. A desidratação também pode afetar os rins e aumentar o risco de cálculos renais.

    • Distúrbios alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de distúrbios alimentares em pessoas que têm uma relação problemática com a comida ou com o corpo. O jejum intermitente pode gerar um ciclo vicioso de restrição e compulsão alimentar, além de sentimentos de culpa, vergonha e insatisfação corporal. O jejum intermitente também pode levar à ortorexia nervosa, que é uma obsessão por alimentos saudáveis e por regras alimentares rígidas.

    Portanto, antes de iniciar um jejum intermitente ou qualquer outra dieta radical, é importante consultar um médico e um nutricionista para avaliar os possíveis benefícios e riscos para a sua saúde. Lembre-se que o emagrecimento saudável depende de uma alimentação equilibrada, variada e individualizada, aliada à prática regular de atividade física e ao cuidado com a saúde mental.

  • Jejum intermitente antes de atividade física pesada? Entenda os riscos

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Minuto Saúde – Edição 9 de abril

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