Projeto de Decreto Legislativo (PDS 404/2019) do senador Marcos Rogério (DEM-RO) pretende derrubar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que enquadra homofobia e transfobia como crime de racismo para fins de proteção penal.
O texto aguarda designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça.
A Defensoria Pública do Rio de Janeiro promove hoje (16) um mutirão para mudança de nome e sexo jurídico no registro de nascimento de transexuais. A ação, em parceria com o Programa Estadual Rio Sem Homofobia, será realizada na sede da Defensoria no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Durante um mutirão, 33 pessoas, entre travestis e transexuais, usuários do Centro de Cidadania LGBT( Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) da Baixada Fluminense, receberão da instituição um ofício de gratuidade, que permitirá a solicitação das mudanças ao cartório do Registro Civil de Pessoas Naturais.
O evento marca a semana do 17 de maio, Dia Internacional Contra a LGBTfobia, e faz parte da agenda institucional da Campanha Nacional dos Defensores Públicos, que tem como tema “Defensoras e Defensores Públicos pelo direito à documentação pessoal: onde existem pessoas, nós enxergamos cidadãos”.
De acordo com a Defensoria, o mutirão é o primeiro desse tipo a ser realizado após a recente decisão do Supremo Tribunal Federal, ocorrida no dia 1º de março, que determinou que todas as pessoas transgêneras podem retificar suas certidões de nascimento diretamente nos cartórios, sem necessidade de processo judicial.
Com mais uma super novidade em sua carreira, Pabllo Vittar acaba de mostrar ao mundo para que veio e já pode se considerar a maior porta-voz LGBT da atualidade. A cantora lançou nesta terça-feira (10/04), o clipe de “Indestrutível”.
Entre cenas mais do que chocantes, retratando a dor causada pela homofobia, o hino sobressai com um “Tudo vai ficar bem”, que realmente nos enche de esperança por dias melhores.
E ao final do clipe, Pabllo ainda surge com um discurso de arrepiar:
“São milhares de adolescentes que assim como eu sofreram esse tipo de agressão, tá na hora de transformar o preconceito em respeito, de aceitar as pessoas como elas são e querem ser, de olhar na cara da homofobia e dizer: ‘eu sou assim, e daí?”
O deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SC) usou sua conta no Twitter para criticar os movimentos feminista e LGBT na manhã deste domingo (8).
O deputado alega que o movimento feminista é parcial e partidário, pois não defendeu a Ministra Cármen Lúcia quando integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) jogaram tinta vermelha na fachada do prédio onde ela tem um apartamento em Belo Horizonte.
“FEMINISMO: movimento q deveria defender a coletividade das mulheres,n olhando p/ qq outro aspecto q não o sexo feminino. Mas até agora n vi nenhuma feminista defender a Min.Carmen Lúcia contra o vandalismo q ela sofreu Mais uma prova de q n defendem as mulheres e sim um partido”
FEMINISMO: movimento q deveria defender a coletividade das mulheres,n olhando p/ qq outro aspecto q não o sexo feminino.
Mas até agora n vi nenhuma feminista defender a Min.Carmen Lúcia contra o vandalismo q ela sofreu
Mais uma prova de q n defendem as mulheres e sim um partido
Eduardo Bolsonaro também criticou o movimento LGBT ao postar uma imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com uma bandeira do movimento ao fundo.
“Ei! Essa bandeira do arco-íris ao fundo é do ativismo LGBT, não confundir com a opinião dos homossexuais, pois caráter não tem nada a ver com orientação sexual. Ou seja, nem todo gay apóia o corrupto Lula, mas todo gay ativista LGBT sim.”
Ei! Essa bandeira do arco-íris ao fundo é do ativismo LGBT, não confundir com a opinião dos homossexuais, pois caráter não tem nada a ver com orientação sexual.