Tag: Metrô

  • Greve no Metrô de São Paulo: o que você precisa saber

    Greve no Metrô de São Paulo: o que você precisa saber

    Os metroviários são contra a privatização do serviço, que consideram essencial para a população, e exigem que o metrô seja mantido como público e estatal.

    Eles também reivindicam melhores condições de trabalho, segurança, salário e benefícios.

    Funcionários do Metrô de São Paulo decidiram na noite desta segunda-feira (14) suspender a greve agendada para esta terça-feira (15).

    A decisão foi tomada após votação do Sindicato dos Metroviários, onde 78,8% optaram pela suspensão da greve e 19% preferiram a realização da paralisação.

    Eles também reivindicam melhores condições de trabalho, segurança, salário e benefícios.

    Funcionários do Metrô de São Paulo decidiram na noite desta segunda-feira (14) suspender a greve agendada para esta terça-feira (15).

    A decisão foi tomada após votação do Sindicato dos Metroviários, onde 78,8% optaram pela suspensão da greve e 19% preferiram a realização da paralisação.

  • Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Os trabalhadores do metrô de São Paulo podem entrar em greve a partir de amanhã (15) em protesto contra a privatização das linhas de metrô e trem e a favor da melhoria do serviço para a população.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

  • Metroviários de São Paulo entram em greve; paralização afeta as linhas azul, verde, vermelha e prata


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  • Passagens de trens e metrô em SP agora podem ser pagas com QR Code


    A nova modalidade de bilhete para embarque em estações de trens e metrô em todo o estado já está disponível. O novo bilhete digital promete rapidez, comodidade e segurança para os passageiros, já que o embarque dispensa o contato físico ou manuseio de cédulas de dinheiro.

    A compra do bilhete pode ser feita através do aplicativo TOP, disponível para Android e iOS. Assim que a compra for concluída, basta o usuário aproximar a tela do celular (com o QR Code) do sensor na catraca.

    O usuário pode comprar até dez bilhetes por dia, que custam R$ 4,40 cada. As compras de passagem com QR Code ficam disponíveis no aplicativo e não há prazo de expiração.

    Ouça na W:

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