Tag: Minas

  • Governo de Minas adota medidas preventivas para combater incêndios florestais antes do período seco

    Governo de Minas adota medidas preventivas para combater incêndios florestais antes do período seco

    O Estado adotou o uso de queimadas controladas nos parques estaduais durante o primeiro semestre, aproveitando a vegetação mais úmida para facilitar o controle do fogo.

    O Instituto Estadual de Florestas (IEF) promove ações de Manejo Integrado do Fogo nas Unidades de Conservação (UCs) mineiras, incluindo preparação, prevenção, supressão e uso do fogo como ferramenta para prevenir incêndios de grandes proporções.

    O Manejo Integrado do Fogo leva em conta a dependência evolutiva do fogo nos biomas, adotando medidas prévias de proteção dos recursos hídricos, da fauna e da flora. Parques estaduais como Rio Preto e Biribiri executaram queimas prescritas, planejando de forma integrada e trabalhando conjuntamente no manejo do fogo.

    O Parque Estadual Serra do Intendente foi uma das primeiras unidades a usar o fogo preventivamente em Minas. A técnica de mosaicos, fazendo rotações das áreas queimadas, foi replicada para dentro do parque, resultando em uma prática de rotina que aproximou a unidade dos moradores.

    Fonte: Link 1, Link 2.


    O Instituto Estadual de Florestas (IEF) promove ações de Manejo Integrado do Fogo nas Unidades de Conservação (UCs) mineiras, incluindo preparação, prevenção, supressão e uso do fogo como ferramenta para prevenir incêndios de grandes proporções.

    O Manejo Integrado do Fogo leva em conta a dependência evolutiva do fogo nos biomas, adotando medidas prévias de proteção dos recursos hídricos, da fauna e da flora. Parques estaduais como Rio Preto e Biribiri executaram queimas prescritas, planejando de forma integrada e trabalhando conjuntamente no manejo do fogo.

    O Parque Estadual Serra do Intendente foi uma das primeiras unidades a usar o fogo preventivamente em Minas. A técnica de mosaicos, fazendo rotações das áreas queimadas, foi replicada para dentro do parque, resultando em uma prática de rotina que aproximou a unidade dos moradores.

    Fonte: Link 1, Link 2.


  • Região do Cerrado é reconhecida pela produção de Queijo Minas Artesanal

    Região do Cerrado é reconhecida pela produção de Queijo Minas Artesanal

    O Queijo Minas Artesanal do Cerrado conquistou um importante reconhecimento: o registro de Indicação Geográfica (IG) na espécie Indicação de Procedência (IP) pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). 

    Esse registro garante que o queijo é produzido com leite de vaca cru integral e fermento natural na Região do Cerrado, seguindo as tradições e os saberes locais.

    A IG do Queijo Minas Artesanal do Cerrado abrange 19 municípios mineiros e beneficia cerca de seis mil produtores. É a terceira região produtora de Queijo Minas Artesanal a obter o registro, depois das regiões da Canastra e do Serro. A IG valoriza o queijo e protege a sua origem, evitando a concorrência desleal e a falsificação.

    A obtenção do registro foi um trabalho conjunto da Associação dos Produtores de Queijo Minas Artesanal do Cerrado (APROCEM), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Essas instituições apoiaram os produtores na elaboração do regulamento de uso da IG, na adoção de boas práticas agropecuárias e de fabricação, na capacitação e na divulgação do queijo.

    O Queijo Minas Artesanal do Cerrado é um produto típico da cultura mineira, que representa a identidade e a história da região. Com o registro de IG, os produtores esperam ampliar o mercado consumidor, aumentar a renda e preservar o patrimônio gastronômico do estado.

    Esse registro garante que o queijo é produzido com leite de vaca cru integral e fermento natural na Região do Cerrado, seguindo as tradições e os saberes locais.

    A IG do Queijo Minas Artesanal do Cerrado abrange 19 municípios mineiros e beneficia cerca de seis mil produtores. É a terceira região produtora de Queijo Minas Artesanal a obter o registro, depois das regiões da Canastra e do Serro. A IG valoriza o queijo e protege a sua origem, evitando a concorrência desleal e a falsificação.

    A obtenção do registro foi um trabalho conjunto da Associação dos Produtores de Queijo Minas Artesanal do Cerrado (APROCEM), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Essas instituições apoiaram os produtores na elaboração do regulamento de uso da IG, na adoção de boas práticas agropecuárias e de fabricação, na capacitação e na divulgação do queijo.

    O Queijo Minas Artesanal do Cerrado é um produto típico da cultura mineira, que representa a identidade e a história da região. Com o registro de IG, os produtores esperam ampliar o mercado consumidor, aumentar a renda e preservar o patrimônio gastronômico do estado.