Roberto Ferreira Dias foi exonerado do cargo de diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde na manhã desta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União.
Ele é acusado de ter pressionado a aprovação da vacina indiana Covaxin, alvo da CPI da Covid no Senado por supostas irregularidades na compra.
O ex-diretor também foi acusado por um empresário de ter pedido propina para facilitar contratos de vacina com o ministério, segundo o jornal “Folha de S. Paulo”.
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A equipe do ministro Marcelo Queiroga admitiu ter comprado apenas metade dos imunizantes, e não as 560 milhões de doses como foi divulgado em peças publicitárias publicadas nas redes sociais e encaminhadas à imprensa.
“A luta contra a Covid-19 continua: foram compradas mais de 560 milhões de doses de vacinas. Em abril, a previsão é vacinar mais de um milhão de pessoas por dia. Enquanto isso, os cuidados devem continuar. Brasil imunizado. Somos uma só nação. Ministério da Saúde. Governo Federal”, diz o texto publicado nas redes sociais.
Após ser questionado pelo deputado federal Gustavo Fruet (PDT-PR) sobre a veracidade dos números, o ministério respondeu em ofício que “os registros documentais demonstram que foram celebrados acordos para fornecimento de 281.023.470 doses da vacina Covid-19”, quase trezentos mil doses a menos do que o informado oficialmente.
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Escolher o nome de um filho é, antes de tudo, um exercício exaustivo de eliminação de ranços. A gente senta no sofá, começa… Leia mais: Vicente, o vencedor do avesso
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A cantora e compositora MC Luanna apresentou seu novo álbum, intitulado "Irrefreável", no Palco Arouche da Virada Cultural na madrugada deste domingo (24). Leia mais (05/24/2026 – 07h13)
O Fogo de Chão incluiu cortes suínos no rodízio da rede. Até junho, é possível provar peças como pork chops e assado de tira. Já a rede de cozinha italiana […]
"Sou homem e minha parceira é mais rica, famosa e bem-sucedida financeira e profissionalmente. Como faço para lidar com isso?". É esta a pergunta que conduz o segundo episódio da […]
Gazeta do Povo:
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O Globo:
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O Tempo:
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A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui
Um paciente com diagnóstico de câncer no Rio de Janeiro pode esperar até 9 meses para iniciar o tratamento.
As vagas para uma primeira consulta especializada reduziram quase a metade nos últimos dois anos.
A situação foi denunciada pela Defensoria Pública da União, que move uma ação coletiva contra o governo federal e pede à Justiça que determine a realização de uma audiência especial com os gestores do Ministério da Saúde para que se apresentem as razões da redução do atendimento e soluções.
De acordo com a Defensoria, os seis hospitais federais do Rio e os dois institutos que tratam pacientes com câncer não recebem aumento de investimentos desde 2014.
O Defensor Regional de Direitos Humanos, Daniel Macedo, caracteriza a situação como a mais crítica desde a criação do SUS.
Entre os dados que constam no relatório da Defensoria, estão os do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que teve em 2014 um orçamento de cerca de R$ 481 milhões e no ano passado, esse montante caiu para R$ 416 milhões, embora os números do próprio INCA e da Central de Regulação do Estado indiquem crescimento da demanda por tratamento.
Outras unidades, como o Hospital Federal dos Servidores reduziu em 18% as consultas de oncologia pediátrica, em 2017, e neste ano suspendeu totalmente o serviço.
Neste momento, segundo a DPU, há 1012 pacientes de câncer aguardando a primeira consulta no estado do Rio. No caso de um deles, por exemplo, a vaga para a consulta especializada foi solicitada no dia 1º de junho e o paciente só teve o atendimento agendado para o dia 3 de outubro.
A demora fere a lei 12.732, conhecida como ‘Lei dos 60 dias’, que estabelece que entre o diagnóstico de câncer e o início do tratamento no Sistema Único de Saúde, não pode haver um tempo de espera maior do que dois meses.
As unidades federais que ampliaram a oferta foram o Hospital Federal de Ipanema, que no entanto deixou de oferecer cirurgia geral, e o Instituto de Traumatologia e Ortopedia, o INTO, que teve um aumento de 61% na oferta de vagas para tumores relacionados ao tecido ósseo em adultos, em comparação a 2016. Entretanto, reduziu em 9% a oferta do mesmo recurso na especialidade infantil.
A Defensoria ingressou com a ação no último dia 10 de agosto na 4ª Vara Federal do Rio. A Justiça ainda não julgou o pedido.
Procurado, o Ministério da Saúde informou por meio de nota que o Departamento de Gestão Hospitalar está chamando todos os oncologistas necessários para reforçar o atendimento nos seis hospitais federais do Rio. Segundo a nota, 1,2 mil profissionais de saúde e de apoio à assistência do processo seletivo deste ano já foram contratados e estão possibilitando o aumento da oferta de vagas à regulação. A previsão, segundo o ministério, é de que mais 2.760 profissionais ingressem nas unidades até o próximo mês.
Ainda de acordo com a nota, o Ministério da Saúde repassa anualmente R$3,5 bilhões para o estado do Rio realizar atendimentos de média e alta complexidade que envolvem os tratamentos de câncer.