Tag: Mobilidade Urbana

  • Trabalho remoto: uma solução para cidades com problemas de mobilidade urbana

    Trabalho remoto: uma solução para cidades com problemas de mobilidade urbana

    O trabalho remoto, ou teletrabalho, é toda atividade profissional realizada a distância, com auxílio das tecnologias de informação e comunicação.

    Essa modalidade de trabalho vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, especialmente após a pandemia de Covid-19, que impôs restrições de circulação e contato social.

    Uma das vantagens do trabalho remoto é que ele pode contribuir para melhorar a mobilidade urbana nas cidades, reduzindo o trânsito, a poluição e os acidentes. Além disso, o trabalho remoto pode trazer benefícios para os trabalhadores, como economia de tempo e dinheiro, maior flexibilidade e autonomia, melhor qualidade de vida e bem-estar.

    Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o trabalho remoto pode retirar até 22 milhões de pessoas das ruas diariamente no Brasil. Isso significa uma redução de cerca de 15% no fluxo de veículos nas cidades. A pesquisa também aponta que o trabalho remoto pode gerar uma economia anual de R$ 52 bilhões para os trabalhadores e de R$ 40 bilhões para as empresas.

    No entanto, para que o trabalho remoto seja efetivo e sustentável, é preciso que haja uma infraestrutura adequada de internet, equipamentos e ferramentas digitais, além de uma legislação clara e uma cultura organizacional favorável. Também é importante que os trabalhadores remotos tenham disciplina, organização e cuidado com a saúde física e mental.

    O trabalho remoto é uma tendência irreversível e uma oportunidade para transformar a realidade das cidades com baixa mobilidade urbana. Por isso, é fundamental que os profissionais se preparem para esse novo cenário e que as empresas invistam em políticas e práticas que estimulem e apoiem essa modalidade de trabalho.

    Essa modalidade de trabalho vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, especialmente após a pandemia de Covid-19, que impôs restrições de circulação e contato social.

    Uma das vantagens do trabalho remoto é que ele pode contribuir para melhorar a mobilidade urbana nas cidades, reduzindo o trânsito, a poluição e os acidentes. Além disso, o trabalho remoto pode trazer benefícios para os trabalhadores, como economia de tempo e dinheiro, maior flexibilidade e autonomia, melhor qualidade de vida e bem-estar.

    Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o trabalho remoto pode retirar até 22 milhões de pessoas das ruas diariamente no Brasil. Isso significa uma redução de cerca de 15% no fluxo de veículos nas cidades. A pesquisa também aponta que o trabalho remoto pode gerar uma economia anual de R$ 52 bilhões para os trabalhadores e de R$ 40 bilhões para as empresas.

    No entanto, para que o trabalho remoto seja efetivo e sustentável, é preciso que haja uma infraestrutura adequada de internet, equipamentos e ferramentas digitais, além de uma legislação clara e uma cultura organizacional favorável. Também é importante que os trabalhadores remotos tenham disciplina, organização e cuidado com a saúde física e mental.

    O trabalho remoto é uma tendência irreversível e uma oportunidade para transformar a realidade das cidades com baixa mobilidade urbana. Por isso, é fundamental que os profissionais se preparem para esse novo cenário e que as empresas invistam em políticas e práticas que estimulem e apoiem essa modalidade de trabalho.

  • Cai o número de multas de trânsito na capital paulista

    Dados do Painel Mobilidade Segura da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes revelam que o número o número de multas registradas na cidade de São Paulo foi 14,4% menor em 2017 na comparação com o mesmo período do ano anterior.

    No ano passado foram registradas mais de 13 milhões de autuações de 15 milhões e meio em 2016, uma queda de mais de 2 milhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira.

    As multas por excesso de velocidade, desrespeito ao rodízio e transitar em faixa de transporte público continuaram no topo do ranking das infrações mais cometidas pelos motoristas de acordo com o estudo.

    Para a Secretaria de Municipal de Transporte, a queda do número de autuações ocorreu em função de melhorias na sinalização de radares além da intensificação de ações de educação e conscientização ao longo de 2017. Outra medida adotada pela pasta foi a extinção dos radares móveis em caixas de metal que dificultavam a visualização dos motoristas. Por: Radioagencia Nacional