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  • Justiça condena médicos pró-tratamento precoce por danos à saúde

    Justiça condena médicos pró-tratamento precoce por danos à saúde

    O tratamento precoce contra a Covid-19, que consiste no uso de medicamentos sem comprovação científica para prevenir ou tratar a doença, foi alvo de uma condenação judicial no Rio Grande do Sul.

    Um grupo de médicos que defendia essa prática terá que pagar R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde, segundo decisão da Justiça Federal.

    A sentença foi resultado de duas ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a associação Médicos Pela Vida, que divulgava um manifesto em favor do tratamento precoce, financiado pela empresa Vitamedic Indústria Farmacêutica. O documento, publicado em jornais e revistas, indicava os medicamentos a serem utilizados, sem mencionar os possíveis efeitos adversos ou o risco de automedicação.

    A Justiça entendeu que a publicação contrariava a legislação e as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinam que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente. Além disso, reconheceu a omissão da Anvisa ao não fiscalizar e punir a propaganda irregular.

    Também foram condenados o Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações), que participaram da veiculação do manifesto.

    O caso evidencia os riscos e as consequências do tratamento precoce, que já foi desaconselhado por diversas entidades médicas e científicas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Associação Médica Brasileira (AMB). A única forma eficaz de prevenir a Covid-19 é a vacinação, aliada às medidas de distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos.

    O tratamento precoce também foi alvo de investigação pela CPI da Pandemia no Senado Federal em 2021, que apurou o papel do governo federal na disseminação dessa prática e na compra de medicamentos como cloroquina e ivermectina.

    Um grupo de médicos que defendia essa prática terá que pagar R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde, segundo decisão da Justiça Federal.

    A sentença foi resultado de duas ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a associação Médicos Pela Vida, que divulgava um manifesto em favor do tratamento precoce, financiado pela empresa Vitamedic Indústria Farmacêutica. O documento, publicado em jornais e revistas, indicava os medicamentos a serem utilizados, sem mencionar os possíveis efeitos adversos ou o risco de automedicação.

    A Justiça entendeu que a publicação contrariava a legislação e as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinam que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente. Além disso, reconheceu a omissão da Anvisa ao não fiscalizar e punir a propaganda irregular.

    Também foram condenados o Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações), que participaram da veiculação do manifesto.

    O caso evidencia os riscos e as consequências do tratamento precoce, que já foi desaconselhado por diversas entidades médicas e científicas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Associação Médica Brasileira (AMB). A única forma eficaz de prevenir a Covid-19 é a vacinação, aliada às medidas de distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos.

    O tratamento precoce também foi alvo de investigação pela CPI da Pandemia no Senado Federal em 2021, que apurou o papel do governo federal na disseminação dessa prática e na compra de medicamentos como cloroquina e ivermectina.

  • Raquel Dodge prorroga força-tarefa da Lava Jato por um ano

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prorrogou por um ano a força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, a partir de 9 de setembro.

    Com a medida, a atual estrutura de 14 procuradores será mantida pelo menos por mais um ano, no braço da Procuradoria, em Curitiba.

    A força-tarefa foi criada em 2014 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na época, seis procuradores passaram a investigar os fatos iniciais apurados pela Lava Jato.

    De acordo com o Ministério Público, até julho deste ano, foram abertos 1.700 procedimentos de investigação e realizadas 844 buscas e apreensões, 210 conduções coercitivas e 104 prisões temporárias.

    Até o momento, quase 160 investigados foram condenados. As penas somam mais de 1.500 anos de prisão.

    Ao longo de todo o trabalho dos procuradores, foram recuperados R$ 10 bilhões desviados dos cofres públicos.

    A prorrogação da força-tarefa ainda precisa ser referendada pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal.

  • MPF do Rio denuncia 16 pessoas por fraudes em fundos de pensão

    O Ministério Público Federal denunciou 16 pessoas por crimes como lavagem de ativos, evasão de divisas e corrupção passiva e ativa por causa do esquema de lesou os fundos de pensão dos Correios, do Serpro e dos empregados do setor ferroviário desvendado pela Operação Rizoma.

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    Entre os denunciados estão o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto e os empresários Milton LYra e Arthur Machado. Por Radioagência Nacional.

  • Operação Lava Jato no Rio denuncia Sérgio Cabral pela 23ª vez

    A força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro ofereceu mais duas denúncias contra 26 pessoas incluindo o ex-governador do estado Sérgio Cabral.

    Dessa vez, o Ministério Público Federal denuncia corrupção envolvendo contratos da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado.

    Segundo o MPF, Cabral teria recebido pelo menos R$ 1 milhão do esquema criminoso que envolveu também o secretário César Rubens.

    As investigações partiram de irregularidades em projeto de ressocialização dos presos e no fornecimento de lanches em presídios fluminenses. Segundo o MPF, o prejuízo aos cofres do estado pode ter sido de pelo menos R$ 23 milhões. Por Radioagência Nacional.