Tag: mulheres

  • Noite mal dormida aumenta risco de disfunção sexual, diz especialista

    Na semana passada foi publicado na revista científica Menopause: The Journal of The North American Menopause Society, o resultado de um estudo onde os resultados mostram que noites de sono ruim podem aumentar as chances de ter uma vida sexual insatisfatória, principalmente em mulheres mais velhas.

    Mas não são apenas as mulheres que apresentam disfunção sexual devido ao sono insuficiente. Isso também afeta os homens. Confira na nova edição do Minuto Saúde.

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  • Minuto Saúde – Edição 4 de maio

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  • Polícia Federal prende o suspeito de mandar matar a ex-mulher Karina Garofalo

    A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta-feira (02), em Bananal, no interior de São Paulo, Pedro Paulo Barros Pereira Junior, suspeito de encomendar a morte de sua ex- mulher, Karina Garofalo, em agosto deste ano.

    Pedro Paulo, que é industriário, foi trazido para a Superintendência da PF, na Praça Mauá, e depois encaminhado ao IML para realização de exame de corpo de delito.

    O industriário está preso preventivamente na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.

    Em depoimento à Polícia Federal, Pedro Paulo negou que tenha matado a ex-mulher.

    Karina foi morta a tiros em frente ao condomínio Sun Prime, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

    O filho do casal, de 13 anos, que acompanhava a mãe, reconheceu o atirador como Paulo Maurício Barros Pereira, primo de seu pai.

    O homicídio foi registrado por câmeras de segurança. O menino não ficou ferido.

    De acordo com a polícia, o crime foi praticado por vingança e ciúmes.

    Paulo Maurício está preso. Ele se entregou seis dias após o crime.

    No dia 28 de agosto, agentes da Delegacia de Homicídios da Capital também prenderam Hamir Feitosa, de 28 anos, em Pinheiral, no Sul Fluminense. Ele é acusado de pilotar a motocicleta que deu cobertura a ação criminosa.

    Em setembro, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, denunciou à Justiça o industriário Pedro Paulo Barros Pereira Júnior, o comerciante Paulo Maurício Barros Pereira e o guarda municipal de Resende, Hamir Feitosa, pelo assassinato de Karina Garofalo.

    Os três foram denunciados por homicídio qualificado e feminicídio, com pena prevista de 12 a 30 anos de reclusão e aumento da pena até a metade pelo fato de o crime ter sido cometido por razões de gênero.

  • Mulheres são maioria na bancada do DF na Câmara dos Deputados

    O Distrito Federal inovou nas eleições deste ano para deputado Federal. Isso porque em uma bancada tradicionalmente formada por homens, cinco dos oito deputados federais eleitos são mulheres.

    São elas Flávia Arruda, Érika Kokay, Bia Kicis, Celina Leão e Paula Belmonte. Júlio Cesar, Professor Israel e Luis Miranda também vão compor a bancada.

    Além de conquistar a maioria dos assentos, as candidatas reuniram o maior número de eleitores. Para o cientista político Valdir Pucci, o número de mulheres eleitas significa uma mudança expressiva de comportamento dos eleitores:

    Outro fato que chama a atenção é que nomes fortes e tradicionais da política não conseguiram se eleger neste pleito. Apenas Érika Kikay foi reeleita; o restante dos representantes do Distrito Federal na Câmara dos deputados vai assumir o cargo pela primeira vez.

    Mas apesar da busca por renovação, alguns nomes não são novidade na política do DF.

    Celina Leão do Progressistas, por exemplo, assume o cargo de deputada federal após oito anos como deputada distrital. Júlio Cesar e Professor Israel também deixam a Câmara Legislativa local para ocupar uma vaga de deputado Federal.

  • Estados descumprem lei da cota mínima de candidatas

    As mulheres representam mais da metade da população brasileira e no contingente eleitoral deste ano mais de 52% dos votos são femininos.

    No entanto, isso não se reflete nas candidaturas.

    Apenas três em cada 10 são candidatas.

    Esse quadro contraria uma lei de mais de 20 anos que estabelece uma cota mínima de 30% para as mulheres nas listas de partidos e coligações.

    Em 10 estados houve notificações dos tribunais regionais eleitorais a partidos e coligações, pedindo explicações a partidos e coligações.

    Os estados faltosos são: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Confira os detalhes com Luiz Recena.

  • Maia critica reserva de tempo de rádio e TV para mulheres; ministro do STF rebate

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Democratas do Rio de Janeiro criticou, nessa quarta-feira (23), a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que reservou para as campanhas femininas 30% do horário eleitoral no rádio e na televisão.

    Para Maia, o TSE não conseguiu entender que parte dessas candidatas pode não ter força política para competir.

    Rodrigo Maia também argumentou que esse tipo de mudança deveria ser feita pelo Congresso Nacional, e não pelo Judiciário.

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso discordou e considerou um avanço a reserva de tempo para as mulheres divulgarem as candidaturas.

    Sobre a competitividade das mulheres na política, Barroso destacou que a história é uma trajetória de superação de preconceitos e avaliou que a reserva de espaço é saudável para a democracia.

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    Em decisão unânime na última terça-feira (22), o Tribunal Superior Eleitoral decidiu reservar para as mulheres 30% do tempo da propaganda eleitoral no rádio e na televisão. O objetivo é incentivar e dar visibilidade às candidaturas femininas. Antes disso, a Corte Eleitoral já havia reservado 30% do Fundo Partidário para as candidatas.

  • Polícia Federal vai investigar crime virtual de ódio contra mulheres

    A partir de hoje (4), a Polícia Federal (PF) será a responsável por investigar crimes virtuais contra as mulheres. A Lei 13.642/2018, publicada hoje no Diário Oficial da União , altera a Lei 10.446/2002, que trata sobre as infrações penais de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme.

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    Nesse caso, a PF, hoje ligada ao Ministério Extraordinário da Segurança Pública, assume as investigações, com apoio dos órgãos de segurança pública locais.

    A publicação de hoje estabelece que a PF também vai investigar quaisquer crimes praticados por meio da rede mundial de computadores que difundam conteúdo misógino, definidos como aqueles que propagam o ódio ou a aversão às mulheres.

    Além desses crimes, também é competência da força federal, de acordo com a lei de 2002, a investigação de sequestro por motivação política ou em razão da função pública exercida pela vítima; de formação de cartel; e de crimes relativos à violação a direitos humanos.

    A PF trabalha em casos de furto, roubo ou receptação de cargas, quando houver indícios da atuação de grupos criminosos em mais de um estado; em casos de falsificação e venda, inclusive pela internet, de produtos para fins terapêuticos ou medicinais; e em casos de furto, roubo ou dano contra instituições financeiras, incluindo agências bancárias ou caixas eletrônicos, também quando a atuação dos criminosos for interestadual. Por: Agência Nacional