Tag: Nasa

  • Sonda da NASA tira primeira foto do interior da atmosfera do sol

    A Parker Solar Probe, sonda espacial da NASA, está em uma difícil missão rumo ao sol.

    Enquanto vai se aproximando da nossa estrela, a sonda nos envia dados inéditos da região mais quente do nosso sistema.

    Em outubro, a Parker acelerou através da atmosfera que envolve o sol e fez uma das fotografias mais importantes da nossa história. Trata-se nada menos do que a primeira imagem de “dentro” do sol.

    A fotografia foi feita quando a sonda estava a 16,9 milhões de quilômetros do sol, dentro de sua coroa.

    Ela mostra claramente dois jatos distintos de material solar, conhecidos como flâmulas corais, que emanam da esquerda da imagem.

    Aquele ponto brilhante à distância é o gigante de gás Júpiter, enquanto as manchas pretas são artefatos de correção de fundo.

    A imagem foi divulgada em uma conferência de imprensa realizada na reunião de outono da União Geofísica Americana, onde cientistas da NASA discutiram o que eles esperavam aprender com a missão, assim que os primeiros dados começaram a ser enviados à Terra.

    O primeiro conjunto de dados começou a ser transferido em 7 de dezembro, mas relatório só estará completo depois que a sonda fizer um segundo sobrevoo em abril de 2019.

    Se a missão continuar sem problemas e os instrumentos que examinam os campos eletromagnéticos, íons e partículas energéticas do sol estiverem funcionando, a Sonda Solar estará perfeitamente preparada para revelar alguns dos maiores segredos do sol, como por que a coroa é muito mais quente do que a superfície.

  • Sonda da NASA em Marte está prestes a revelar segredos do planeta vermelho

    Na segunda-feira (27) a NASA pousou com sucesso a espaçonave InSight na superfície de Marte. A intrépida espaçonave sobreviveu a “sete minutos de terror” durante a descida e pousou suavemente na superfície empoeirada do planeta vermelho.

    Apesar de ter desembarcado com sucesso algumas espaçonaves em Marte, as chances disso ter dado certo foram muito baixas – menos de 40%. Marte tem uma atmosfera capaz de incendiar um objeto que chega, e não o suficiente para realmente atrasá-lo.

    Pousar qualquer coisa lá requer a máxima precisão, planejamento e compreensão da física.

    Além da Terra, Marte é o planeta mais estudado no sistema solar. No entanto, apesar de ter orbitadores, landers e rovers visitando-o ao longo dos anos, nenhuma espaçonave jamais se concentrou no interior do planeta. Não sabemos quão grande é o núcleo, de que é feito ou se o planeta ainda está ativo. É isso que a InSight investigará ao longo de sua missão primária de dois anos.

    Começando os trabalhos

    O próximo passo da InSight é implantar seus painéis solares – a única fonte de energia da sonda. É preciso esperar que a poeira se estabilize antes de desdobrá-los, para que possam começar a colecionar a luz solar marciana.

    A InSight é a primeira sonda a não ter seus instrumentos de ciência presos no chassi. Em vez disso, o robô precisa usar um braço articulado para levantar cada ferramenta e colocá-las na superfície.

    Nos próximos dias e semanas, o InSight vai avaliar a integridade de seus equipamentos, os braços robóticos e a funcionalidade de seus instrumentos. A equipe também fará uma pesquisa detalhada da área para escolher o melhor local para cada dispositivo.

    Todo este processo levará cerca de três meses, começando com a colocação de um sismógrafo de fabricação francesa. Este é o primeiro de toda a exploração planetária – nenhuma espaçonave jamais tentou apreender nada em outro planeta.

    A equipe estima que levará cerca de um mês para calibrar todos os instrumentos. Só então as respostas para muitas perguntas começaram a ser respondidas.

  • Sonda solar da NASA quebra recorde de aproximação do Sol

    Lançada em agosto, a sonda solar da missão Parker Solar Probe, da NASA, tinha como objetivo “tocar o Sol” para que pudéssemos compreender melhor os ventos solares, os locais de origem das explosões solares e outros mistérios sobre o comportamento da nossa estrela.

    Este foi o primeiro objeto feito pela humanidade a entrar na atmosfera do Sol e se tornou a que mais se aproximou da estrela.

    Nesta segunda-feira (29), a agência espacial comunicou que a Parker bateu o recorde atual de 42,73 milhões de quilômetros da superfície do Sol, e que a espaçonave continua gradualmente diminuindo sua órbita em torno da estrela.

    A distância final que a missão pretende chegar da superfície do Sol é de 6,16 milhões de quilômetros.

    O recorde anterior foi estabelecido pela sonda Helios 2 alemã-americana em abril de 1976.

    “Faz apenas 78 dias desde que a sonda solar Parker foi lançada, e agora chegamos mais perto de nossa estrela do que qualquer outra espaçonave da história”, disse o gerente de projeto Andy Driesman.

    Além do notável resultado registrado em distância, também foi estabelecido o recorde de velocidade de naves que viajam ao Sol, alcançando 247 mil km/h.

    Durante 7 anos de missão, a sonda deve completar 24 órbitas em torno da estrela se aproximando a cerca de 3,8 milhões de quilômetros da sua superfície, além de mergulhar na coroa — a áurea plasmática que é ainda mais quente que a superfície do Sol.

    Um cartão de memória com os nomes de mais de 1,1 milhão de pessoas que se inscreveram para “viajar” ao Sol também está a bordo da sonda, que possui uma proteção térmica de carbono.

    A primeira coleta de dados deve ser recebida pela NASA já em dezembro. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Rússia abre investigação sobre falha em lançamento da nave Soyuz

    A Roscosmos (agência espacial estatal russa) vai estudar fotos do voo da espaçonave Soyuz, que sofreu um acidente nesta quinta-feira (11).

    “A comissão de emergência acabou de começar a trabalhar e coletará todos os dados”, afirmou Sergey Krikalev, diretor-executivo de programas espaciais.

    O veículo de lançamento da Soyuz-FG não conseguiu levar a espaçonave Soyuz MS-10 com a nova tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) para o espaço.

    O cosmonauta russo Alexey Ovchinin e o astronauta da NASA, Nick Hague, conseguiram ejetar em uma cápsula de resgate e fizeram um pouso de emergência no Cazaquistão.

    Nenhum deles sofreu ferimentos.

    Este foi o primeiro fracasso de um lançamento espacial tripulado na história moderna da Rússia.

    Algumas fontes próximas do planejamento do lançamento disseram à agência de notícias Sputnik que o acidente pode ter ocorrido devido ao fato de que uma das quatro unidades da primeira fase da Soyuz-FG não conseguiu se separar no momento planejado.

    O acidente aconteceu na manhã desta quinta (11) e está sendo investigado por uma comissão especial da Roscosmos.

    Todos os voos tripulados para a Estação Espacial Internacional (ISS) foram suspensos devido ao acidente, que agora estão sendo conduzidos apenas a partir do Cosmódromo de Baikonur e apenas na espaçonave russa Soyuz.

    O primeiro-ministro russo, Yury Borisov, afirmou que espera que a NASA “trate esta situação com compreensão”. (Com informações da Sputnik Brasil)

  • Google Earth localiza ‘estrutura’ misteriosa na Lua (VÍDEO)

    Uma estrutura que se eleva a partir da superfície lunar foi descoberta com uso do aplicativo de visualização da Lua do Google Earth, relata o The Daily Star.

    O argentino Marcelo Irazusta estava vasculhando a superfície da Lua com o aplicativo quando visualizou uma espécie de pirâmide, com a extremidade superior arredondada, no relevo do nosso satélite natural. Segundo ele, a pirâmide mede mais de duzentos metros de altura.

    Irazusta postou o vídeo em seu canal do YouTube e garante que a estrutura não poderia ter sido criada naturalmente.

    Comentando sobre a descoberta do argentino, usuários da Internet compartilharam os mesmos pontos de vista, alegando que a NASA deveria estar encobrindo informações.

    Internautas mais pragmáticos suspeitam que a imagem em 3D pode ter sofrido alterações mediante uso de recursos gráficos de renderização.

  • NASA não consegue ‘despertar’ sua sonda em Marte

    Os especialistas da NASA não conseguiram restabelecer a ligação com a sonda marciana Opportunity, embora o volume de pó na atmosfera de Marte se tenha reduzido para níveis quase normais, comunicou o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

    “Neste momento, o nível de pó na atmosfera caiu para 2,1 tau, mas depois cresceu para 2,5 tau. Até que se reduza para o nível de 2 tau, não esperamos ‘ouvir’ nada do rover, mas continuamos monitorando constantemente seus sinais”, informaram os participantes da missão.

    No início de junho, Marte foi atingido por uma forte tempestade de pó que abalou a maior parte da cratera Endeavour, onde a sonda Opportunity está operando. Alguns dias depois, a situação se agravou a tal ponto que os engenheiros tiveram que colocar a sonda em regime de emergência e desligar todos as suas ferramentas exceto o relógio.

    Já em meados de junho, segundo mostraram as fotos tiradas pela sonda Curiosity, que se encontra em outra parte do planeta, a tempestade abalou Marte inteiro e oficialmente adquiriu uma envergadura planetária.

    Foi apenas nos finais de julho que a camada de poeira gradualmente começou a assentar na superfície, e se espera que nas próximas semanas e meses a situação em Marte melhore radicalmente. Nas primeiras semanas de agosto, a quantidade de pó na atmosfera se reduziu várias centenas de vezes, o que melhorou a situação significativamente.

    Entretanto, não vale esperar que a sonda Opportunity desperte em breve, pois o nível de iluminação da superfície marciana continua muito baixo. Ademais, ainda não está claro se suas baterias conseguiram sobreviver na sequência de quase um mês de vida no frio e em completa escuridão.

    Segundo opinam os especialistas, uma tempestade semelhante ocorrida no planeta há cerca de 8 anos foi o motivo da morte da sonda Spirit, “gêmea” da Opportunity, que ficou presa na cratera Gusev em 2010.

    Porém, neste caso o rover não corre risco, porque Marte está entrando no verão e as temperaturas na sua superfície não devem baixar menos que 40 graus negativos. Só a partir daí isso seria perigoso para o rover.

  • NASA encontra evidências de novo vulcão ativo em satélite de Júpiter

    Esse satélite é considerado um corpo celeste com atividade vulcânica mais intensa do nosso Sistema Solar.

    A sonda espacial Juno, que pertence à agência espacial norte-americana NASA, descobriu uma nova fonte de calor perto do pólo sul de Io — um dos quatro grandes satélites de Júpiter conhecidos como Luas de Galileu — que poderia indicar a existência de um vulcão desconhecido até agora.

    Cientistas da missão Juno conseguiram detectar a fonte de calor graças aos dados obtidos pelo radar infravermelho JIRAM, instalado a bordo da sonda.

    “O novo ponto de acesso de Io que o JIRAM atingiu está a cerca de 300 quilômetros do lugar mais próximo previamente mapeado”, disse Alessandro Mura, um coinvestigador da sonda Juno do Instituto Nacional de Astrofísica, em Roma (Itália).

    © NASA. NASA/JPL-Caltech/SwRI/ASI/INAF/JIRAM

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    A NASA explicou que os dados de infravermelho foram recebidos quando Juno estava à distância de 470 mil quilômetros de Io — o corpo celeste com a atividade vulcânica mais intensa do nosso Sistema Solar.

    Até o momento, na superfície da lua de Júpiter foram descobertos mais de 150 vulcões ativos, não obstante, os cientistas esperam descobrir pelo menos mais 250 vulcões nessa lua. Por Sputnik Brasil.

  • Estrela da Morte real! NASA publica imagem incrível da lua gelada de Saturno

    A Estrela da Morte de Star Wars realmente existe e está na nossa galáxia! Trata-se da gigante cratera Odysseus em Tétis, a lua gelada de Saturno. A cratera tem aproximadamente 450 quilômetros de largura e um anel marcado por abismos íngremes e montanhas que se elevam em seu centro.

    A foto foi capturada em 17 de agosto de 2015, e combina várias imagens tiradas com a câmera da sonda espacial Cassini, antes de finalizar sua missão e colidir com a superfície de Saturno. As fotos foram tiradas a uma distância de aproximadamente 44.500 quilômetros de Tétis.

    Segundo a NASA, Tétis tem duas características importantes: uma cratera de impacto gigante e um grande vale.

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    “Tal impacto poderia ter destruído um corpo sólido, o que sugere que a composição interna de Tétis estava parcialmente fundida quando isso ocorreu”, disse a NASA. A borda da cratera e o pico central colapsaram em grande parte, deixando uma cratera superficial, e isso também sugere um terreno elástico o suficiente para mudar de forma.

    A segunda característica principal da Lua, um vale chamado Ithaca Chasma (em homenagem ao país governado por Odysseus), estende-se aproximadamente do polo norte ao polo sul de Tétis. Tem 100 quilômetros de largura, entre três e cinco quilômetros de profundidade e se estende por 2.000 quilômetros. Tétis é apenas uma das 53 luas designadas que são conhecidas por girar em torno de Saturno. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Asteroide de 2 metros se transforma em bola de fogo ao cair na África

    Batizado de 2018 LA, o asteroide foi visto sobre o território de Botsuana a uma velocidade de 17 km/s. Este é o terceiro corpo celeste que se aproxima da Terra a ser descoberto antes da colisão.

    Ele foi descoberto no dia 2 de junho pelo projeto Catalina Sky Survey, no Arizona, EUA. Ao ser detectado pela primeira vez, o asteroide estava a uma distância considerável, próximo a órbita da Lua.

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    Embora a falta de dados de monitorização impediu a equipe de prever com precisão o local de sua queda na Terra, foram calculadas possíveis localizações, do sul da África a Papua-Nova Guiné.

    O asteroide acabou caindo sobre o território africano, perto de Botsuana, a uma velocidade de 17 km/s e se desintegrou na atmosfera provocando uma bola brilhante de fogo que iluminou o céu.

    O evento natural foi presenciado por várias testemunhas e por algumas câmeras de segurança. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Corrida à Marte lembra grandes navegações portuguesas em conquista de um Novo Mundo

    Nada melhor do que estar em Portugal para sonhar com a nova missão espacial da NASA em direção à Marte. Uma tentativa de instalar um sismômetro e um captor de fluxos de calor para mapear o coração rochosos do nosso vizinho. Porque será que um corpo celeste no começo tão parecido conosco perdeu toda a sua água e atmosfera? A ideia é obter bastantes informações para um dia chegar lá. Crônica de política internacional de Alfredo Valladão, do Instituto de Estudos Políticos de Paris para a RFI.