Tag: Natal

  • A febre do pistache: como a oleaginosa conquistou o paladar dos brasileiros

    A febre do pistache: como a oleaginosa conquistou o paladar dos brasileiros

    O pistache é uma oleaginosa originária da Ásia Central, que possui um sabor único e levemente adocicado, além de ser rica em nutrientes, antioxidantes e fibras.

    No Brasil, o consumo de pistache vem crescendo nos últimos anos, impulsionado pela moda do creme de pistache, um produto que pode ser usado como recheio, cobertura, calda ou ingrediente de diversas receitas, como sorvetes, bolos, waffles, doces e salgados.

    Mas por que o pistache ficou mais barato e acessível ao público brasileiro? Segundo especialistas, alguns fatores contribuíram para essa tendência, como:

    • A ampliação da oferta mundial de pistache, especialmente pelo Irã, o maior produtor e exportador do fruto, que aumentou sua produção em mais de 50% entre 2019 e 2020;
    • A redução das tarifas de importação do pistache pelo Brasil, que passaram de 10% para 4% em 2020, facilitando a entrada do produto no mercado nacional;
    • A diversificação das formas de apresentação do pistache, que passou a ser vendido não apenas na forma de grãos torrados e salgados, mas também em pastas, cremes, chocolates, picolés, velas e difusores de perfume;
    • A mudança nos hábitos alimentares dos brasileiros, que buscam por produtos mais saudáveis, naturais e saborosos, como as oleaginosas, que possuem benefícios para a saúde do coração, dos olhos, da pele, da diabetes e do cérebro.

    No entanto, nem tudo é pistache nessa história. A indústria alimentícia também usa algumas táticas para vender um produto que tem gosto e cheiro de pistache, mas não tem pistache. Uma delas é o uso de aromatizantes e corantes artificiais, que conferem ao produto uma aparência e um sabor semelhantes ao do fruto, mas que podem causar alergias, irritações e outros problemas de saúde. Outra é o uso de outras oleaginosas, como amêndoas, castanhas e nozes, que são misturadas ao pistache para reduzir os custos e aumentar o volume do produto, mas que alteram suas propriedades nutricionais e sensoriais.

    Por isso, os consumidores devem ficar atentos aos rótulos e às embalagens dos produtos que compram, verificando a origem, a composição e a validade do pistache. Além disso, devem optar por produtos de qualidade, que sejam certificados e fiscalizados pelos órgãos competentes, e que garantam a procedência e a pureza do fruto. Assim, poderão aproveitar os benefícios e o sabor do pistache, sem se enganar nem se prejudicar.

    No Brasil, o consumo de pistache vem crescendo nos últimos anos, impulsionado pela moda do creme de pistache, um produto que pode ser usado como recheio, cobertura, calda ou ingrediente de diversas receitas, como sorvetes, bolos, waffles, doces e salgados.

    Mas por que o pistache ficou mais barato e acessível ao público brasileiro? Segundo especialistas, alguns fatores contribuíram para essa tendência, como:

    • A ampliação da oferta mundial de pistache, especialmente pelo Irã, o maior produtor e exportador do fruto, que aumentou sua produção em mais de 50% entre 2019 e 2020;
    • A redução das tarifas de importação do pistache pelo Brasil, que passaram de 10% para 4% em 2020, facilitando a entrada do produto no mercado nacional;
    • A diversificação das formas de apresentação do pistache, que passou a ser vendido não apenas na forma de grãos torrados e salgados, mas também em pastas, cremes, chocolates, picolés, velas e difusores de perfume;
    • A mudança nos hábitos alimentares dos brasileiros, que buscam por produtos mais saudáveis, naturais e saborosos, como as oleaginosas, que possuem benefícios para a saúde do coração, dos olhos, da pele, da diabetes e do cérebro.

    No entanto, nem tudo é pistache nessa história. A indústria alimentícia também usa algumas táticas para vender um produto que tem gosto e cheiro de pistache, mas não tem pistache. Uma delas é o uso de aromatizantes e corantes artificiais, que conferem ao produto uma aparência e um sabor semelhantes ao do fruto, mas que podem causar alergias, irritações e outros problemas de saúde. Outra é o uso de outras oleaginosas, como amêndoas, castanhas e nozes, que são misturadas ao pistache para reduzir os custos e aumentar o volume do produto, mas que alteram suas propriedades nutricionais e sensoriais.

    Por isso, os consumidores devem ficar atentos aos rótulos e às embalagens dos produtos que compram, verificando a origem, a composição e a validade do pistache. Além disso, devem optar por produtos de qualidade, que sejam certificados e fiscalizados pelos órgãos competentes, e que garantam a procedência e a pureza do fruto. Assim, poderão aproveitar os benefícios e o sabor do pistache, sem se enganar nem se prejudicar.

  • Restaurantes em São Paulo adotam medidas para combater o desperdício de comida

    Restaurantes em São Paulo adotam medidas para combater o desperdício de comida

    O Brasil é um dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. 

    Segundo a ONU, cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora por ano no país, sendo que 80% desse desperdício acontecem no processo de produção, manuseio, transporte e nas centrais de abastecimento. Além do impacto ambiental, social e econômico, o desperdício de comida é um contraste com a realidade de milhões de brasileiros que sofrem com a fome e a insegurança alimentar.

    Diante desse cenário, alguns restaurantes em São Paulo estão buscando formas de reduzir o desperdício de comida e contribuir para uma alimentação mais sustentável e solidária. Conheça algumas dessas iniciativas:

    Praça São Lourenço

    O restaurante Praça São Lourenço, localizado na Vila Olímpia, tem como proposta oferecer uma gastronomia variada e de qualidade, com ingredientes frescos e orgânicos. Para evitar o desperdício, o restaurante adota algumas medidas, como:

    • Planejar o cardápio e as compras de acordo com a demanda dos clientes;

    • Aproveitar integralmente os alimentos, usando cascas, talos e sementes em receitas criativas;

    • Doar os alimentos excedentes para instituições sociais cadastradas no projeto Mesa Brasil, do Sesc;

    • Compostar os resíduos orgânicos e usá-los como adubo na própria horta do restaurante;

    • Sensibilizar os funcionários e os clientes sobre a importância de evitar o desperdício.

    Mexicaníssimo

    O Mexicaníssimo é um restaurante especializado em culinária mexicana, com unidades no Brooklin e na Vila Olímpia. O restaurante se diferencia por oferecer um menu tradicionalmente mexicano, com opções para vegetarianos e veganos. Para combater o desperdício, o restaurante adota as seguintes práticas:

    • Usar embalagens biodegradáveis e recicláveis para o delivery;

    • Oferecer aos clientes a opção de levar para casa as sobras das refeições;

    • Participar do aplicativo Cheap Food, que conecta restaurantes que têm alimentos que seriam descartados com consumidores que querem aproveitá-los, por um preço mais acessível;

    • Apoiar o projeto Gramachinho, que alimenta centenas de famílias em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que dependiam do maior lixão da América Latina para sobreviver.

    Othelo

    O Othelo é um restaurante que oferece uma cozinha contemporânea, com influências da gastronomia italiana, francesa e brasileira. O restaurante está localizado no Campo Belo e tem como propósito servir pratos saborosos, saudáveis e sustentáveis. Para isso, o restaurante segue algumas ações, como:

    • Utilizar ingredientes orgânicos, locais e da estação, valorizando os pequenos produtores;

    • Controlar o estoque e o preparo dos alimentos, evitando o excesso e o desperdício;

    • Separar e reciclar os resíduos sólidos, como papel, plástico, metal e vidro;

    • Destinar os resíduos orgânicos para uma empresa especializada em compostagem, que transforma o material em adubo para hortas urbanas;

    • Educar os colaboradores e os clientes sobre a importância de reduzir o desperdício e preservar o meio ambiente.

    Almanara

    O Almanara é um restaurante especializado em culinária árabe, com mais de 60 anos de tradição em São Paulo. O restaurante possui diversas unidades na cidade e oferece um cardápio variado, com pratos típicos e saudáveis. Para minimizar o desperdício, o restaurante adota as seguintes medidas:

    • Utilizar técnicas de conservação e armazenamento dos alimentos, seguindo as normas de higiene e segurança alimentar;

    • Servir porções adequadas aos clientes, evitando o desperdício no prato;

    • Oferecer aos clientes a possibilidade de escolher entre diferentes tamanhos de porções, de acordo com a sua fome;

    • Doar os alimentos que não foram consumidos para entidades assistenciais, por meio do programa Mesa Brasil, do Sesc;

    • Incentivar os clientes a levar para casa as sobras das refeições, fornecendo embalagens apropriadas.

    Esses são alguns exemplos de restaurantes em São Paulo que estão fazendo a sua parte para combater o desperdício de comida e promover uma alimentação mais consciente e responsável. Essas iniciativas podem servir de inspiração para outros estabelecimentos e consumidores que queiram se engajar nessa causa e contribuir para um mundo melhor.

    Segundo a ONU, cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora por ano no país, sendo que 80% desse desperdício acontecem no processo de produção, manuseio, transporte e nas centrais de abastecimento. Além do impacto ambiental, social e econômico, o desperdício de comida é um contraste com a realidade de milhões de brasileiros que sofrem com a fome e a insegurança alimentar.

    Diante desse cenário, alguns restaurantes em São Paulo estão buscando formas de reduzir o desperdício de comida e contribuir para uma alimentação mais sustentável e solidária. Conheça algumas dessas iniciativas:

    Praça São Lourenço

    O restaurante Praça São Lourenço, localizado na Vila Olímpia, tem como proposta oferecer uma gastronomia variada e de qualidade, com ingredientes frescos e orgânicos. Para evitar o desperdício, o restaurante adota algumas medidas, como:

    • Planejar o cardápio e as compras de acordo com a demanda dos clientes;

    • Aproveitar integralmente os alimentos, usando cascas, talos e sementes em receitas criativas;

    • Doar os alimentos excedentes para instituições sociais cadastradas no projeto Mesa Brasil, do Sesc;

    • Compostar os resíduos orgânicos e usá-los como adubo na própria horta do restaurante;

    • Sensibilizar os funcionários e os clientes sobre a importância de evitar o desperdício.

    Mexicaníssimo

    O Mexicaníssimo é um restaurante especializado em culinária mexicana, com unidades no Brooklin e na Vila Olímpia. O restaurante se diferencia por oferecer um menu tradicionalmente mexicano, com opções para vegetarianos e veganos. Para combater o desperdício, o restaurante adota as seguintes práticas:

    • Usar embalagens biodegradáveis e recicláveis para o delivery;

    • Oferecer aos clientes a opção de levar para casa as sobras das refeições;

    • Participar do aplicativo Cheap Food, que conecta restaurantes que têm alimentos que seriam descartados com consumidores que querem aproveitá-los, por um preço mais acessível;

    • Apoiar o projeto Gramachinho, que alimenta centenas de famílias em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que dependiam do maior lixão da América Latina para sobreviver.

    Othelo

    O Othelo é um restaurante que oferece uma cozinha contemporânea, com influências da gastronomia italiana, francesa e brasileira. O restaurante está localizado no Campo Belo e tem como propósito servir pratos saborosos, saudáveis e sustentáveis. Para isso, o restaurante segue algumas ações, como:

    • Utilizar ingredientes orgânicos, locais e da estação, valorizando os pequenos produtores;

    • Controlar o estoque e o preparo dos alimentos, evitando o excesso e o desperdício;

    • Separar e reciclar os resíduos sólidos, como papel, plástico, metal e vidro;

    • Destinar os resíduos orgânicos para uma empresa especializada em compostagem, que transforma o material em adubo para hortas urbanas;

    • Educar os colaboradores e os clientes sobre a importância de reduzir o desperdício e preservar o meio ambiente.

    Almanara

    O Almanara é um restaurante especializado em culinária árabe, com mais de 60 anos de tradição em São Paulo. O restaurante possui diversas unidades na cidade e oferece um cardápio variado, com pratos típicos e saudáveis. Para minimizar o desperdício, o restaurante adota as seguintes medidas:

    • Utilizar técnicas de conservação e armazenamento dos alimentos, seguindo as normas de higiene e segurança alimentar;

    • Servir porções adequadas aos clientes, evitando o desperdício no prato;

    • Oferecer aos clientes a possibilidade de escolher entre diferentes tamanhos de porções, de acordo com a sua fome;

    • Doar os alimentos que não foram consumidos para entidades assistenciais, por meio do programa Mesa Brasil, do Sesc;

    • Incentivar os clientes a levar para casa as sobras das refeições, fornecendo embalagens apropriadas.

    Esses são alguns exemplos de restaurantes em São Paulo que estão fazendo a sua parte para combater o desperdício de comida e promover uma alimentação mais consciente e responsável. Essas iniciativas podem servir de inspiração para outros estabelecimentos e consumidores que queiram se engajar nessa causa e contribuir para um mundo melhor.

  • Seis curiosidades sobre o peru, a ave símbolo do Natal

    Seis curiosidades sobre o peru, a ave símbolo do Natal

    O peru é uma ave nativa da América do Norte que tem uma longa história de relação com os seres humanos.

    Ele foi domesticado pelos povos indígenas há cerca de 2 mil anos e foi levado para a Europa pelos colonizadores espanhóis no século XVI. Desde então, ele se tornou um alimento popular em vários países, especialmente nos Estados Unidos, onde é tradicionalmente consumido no Dia de Ação de Graças, uma festa que celebra a colheita e a gratidão.

    Mas o peru não é apenas uma fonte de carne saborosa e nutritiva. Ele também é um animal fascinante que possui características e comportamentos surpreendentes. Veja a seguir seis curiosidades sobre o peru que vão te fazer admirar ainda mais essa ave.

    • O peru tem uma protuberância carnuda chamada carúncula que muda de cor de acordo com o seu humor. Quando está excitado, fica vermelha, branca ou azul. Essa mudança de cor é causada por um fenômeno chamado cromatoforia, que é a capacidade de alguns animais de alterar a pigmentação da pele por meio de células especializadas. A carúncula serve para atrair as fêmeas e intimidar os machos rivais durante a época de acasalamento.

    • O peru pode correr a uma velocidade de até 40 km/h e voar a até 88 km/h por curtos períodos de tempo. Apesar de serem aves pesadas, que podem chegar a 10 kg, os perus têm pernas fortes e asas poderosas que lhes permitem se locomover com rapidez e agilidade. Eles usam essas habilidades para escapar de predadores, como coiotes, linces e águias.

    • O peru tem um órgão vocal chamado siringe que lhe permite emitir sons complexos e variados. Os machos usam esses sons para atrair as fêmeas e afastar os rivais. Eles podem produzir desde o famoso gluglu, que é um som grave e vibrante, até o corte, que é um som agudo e curto. As fêmeas também emitem sons, como o cluck, que é um som baixo e repetitivo, e o yelp, que é um som alto e longo. Os perus podem se comunicar a uma distância de até 1,6 km.

    • O peru tem uma excelente visão e pode ver em cores. Ele também tem uma boa audição, mas não tem um bom olfato. Os perus têm olhos grandes e posicionados lateralmente, o que lhes dá um amplo campo de visão. Eles podem enxergar em três dimensões e distinguir cores como o vermelho, o verde e o azul. Eles também têm ouvidos externos que captam sons de baixa e alta frequência. No entanto, eles não têm glândulas olfativas e dependem mais dos outros sentidos para se orientar e se alimentar.

    • O peru é um animal social e inteligente que pode reconhecer outros indivíduos e formar laços de amizade e hierarquia. Ele também pode aprender com a experiência e resolver problemas. Os perus vivem em bandos de até 200 indivíduos e seguem um líder, que é o macho mais forte e dominante. Eles se reconhecem pelo som e pela aparência e podem demonstrar afeto e lealdade uns pelos outros. Eles também são capazes de memorizar locais, rotas e padrões e de usar ferramentas, como pedras e galhos, para obter comida ou se defender.

    • O peru é um animal omnívoro que se alimenta de sementes, nozes, frutas, insetos, vermes e até pequenos répteis e anfíbios. Os perus têm um bico curvo e forte que lhes permite quebrar e triturar os alimentos. Eles também têm um órgão digestivo chamado moela, que é uma câmara muscular que contém pedras ingeridas pelo animal e que ajuda a moer os alimentos mais duros. Os perus podem comer até 450 gramas de comida por dia.

    Essas são apenas algumas das curiosidades sobre o peru, uma ave que merece ser respeitada e valorizada não apenas como alimento, mas também como um ser vivo incrível.

    Ele foi domesticado pelos povos indígenas há cerca de 2 mil anos e foi levado para a Europa pelos colonizadores espanhóis no século XVI. Desde então, ele se tornou um alimento popular em vários países, especialmente nos Estados Unidos, onde é tradicionalmente consumido no Dia de Ação de Graças, uma festa que celebra a colheita e a gratidão.

    Mas o peru não é apenas uma fonte de carne saborosa e nutritiva. Ele também é um animal fascinante que possui características e comportamentos surpreendentes. Veja a seguir seis curiosidades sobre o peru que vão te fazer admirar ainda mais essa ave.

    • O peru tem uma protuberância carnuda chamada carúncula que muda de cor de acordo com o seu humor. Quando está excitado, fica vermelha, branca ou azul. Essa mudança de cor é causada por um fenômeno chamado cromatoforia, que é a capacidade de alguns animais de alterar a pigmentação da pele por meio de células especializadas. A carúncula serve para atrair as fêmeas e intimidar os machos rivais durante a época de acasalamento.

    • O peru pode correr a uma velocidade de até 40 km/h e voar a até 88 km/h por curtos períodos de tempo. Apesar de serem aves pesadas, que podem chegar a 10 kg, os perus têm pernas fortes e asas poderosas que lhes permitem se locomover com rapidez e agilidade. Eles usam essas habilidades para escapar de predadores, como coiotes, linces e águias.

    • O peru tem um órgão vocal chamado siringe que lhe permite emitir sons complexos e variados. Os machos usam esses sons para atrair as fêmeas e afastar os rivais. Eles podem produzir desde o famoso gluglu, que é um som grave e vibrante, até o corte, que é um som agudo e curto. As fêmeas também emitem sons, como o cluck, que é um som baixo e repetitivo, e o yelp, que é um som alto e longo. Os perus podem se comunicar a uma distância de até 1,6 km.

    • O peru tem uma excelente visão e pode ver em cores. Ele também tem uma boa audição, mas não tem um bom olfato. Os perus têm olhos grandes e posicionados lateralmente, o que lhes dá um amplo campo de visão. Eles podem enxergar em três dimensões e distinguir cores como o vermelho, o verde e o azul. Eles também têm ouvidos externos que captam sons de baixa e alta frequência. No entanto, eles não têm glândulas olfativas e dependem mais dos outros sentidos para se orientar e se alimentar.

    • O peru é um animal social e inteligente que pode reconhecer outros indivíduos e formar laços de amizade e hierarquia. Ele também pode aprender com a experiência e resolver problemas. Os perus vivem em bandos de até 200 indivíduos e seguem um líder, que é o macho mais forte e dominante. Eles se reconhecem pelo som e pela aparência e podem demonstrar afeto e lealdade uns pelos outros. Eles também são capazes de memorizar locais, rotas e padrões e de usar ferramentas, como pedras e galhos, para obter comida ou se defender.

    • O peru é um animal omnívoro que se alimenta de sementes, nozes, frutas, insetos, vermes e até pequenos répteis e anfíbios. Os perus têm um bico curvo e forte que lhes permite quebrar e triturar os alimentos. Eles também têm um órgão digestivo chamado moela, que é uma câmara muscular que contém pedras ingeridas pelo animal e que ajuda a moer os alimentos mais duros. Os perus podem comer até 450 gramas de comida por dia.

    Essas são apenas algumas das curiosidades sobre o peru, uma ave que merece ser respeitada e valorizada não apenas como alimento, mas também como um ser vivo incrível.

  • Com incerteza no ritmo de crescimento da economia, brasileiros podem ter pior natal dos últimos anos

    O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (18), o Relatório de Estabilidade Financeira do 1º semestre de 2021. Nele, o BC disse que há “bastante incerteza” sobre o ritmo de crescimento da economia global e nacional.

    O risco de disseminação de novas variantes do coronavírus, a dificuldade de insumos na produção, crise hídrica e avanço da inflação, são os principais vilões de uma possível retomada de crescimento.

    Classes mais baixas da população devem ser as mais atingidas pela inflação dos alimentos. Produtos típicos natalinos já sofrem forte alta no preço.

    (mais…)
  • Obras de saneamento têm estímulo de R$ 34 mi em 10 estados

    Em Natal, capital do Rio Grande do Norte, por exemplo, foi destinado um aporte de R$ 21,2 milhões do MDR, apenas para as obras de saneamento integrado nos bairros Nossa Senhora da Apresentação e Lagoa Azul

    Ouça na W:

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    Fonte: Brasil 61


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui