Tag: Pandemia

  • Contas públicas têm déficit em março: o que isso significa para a economia?

    Contas públicas têm déficit em março: o que isso significa para a economia?

    As contas públicas do governo federal registraram um déficit de R$ 14,182 bilhões em março, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (28).

    Esse foi o pior resultado para o mês desde 2018, quando o saldo negativo foi de R$ 18,629 bilhões.

    O déficit nas contas públicas é a diferença entre as receitas e as despesas do governo. Quando as despesas superam as receitas, o governo precisa se financiar por meio de emissão de títulos públicos ou aumento da dívida externa.

    Um dos indicadores que mede a capacidade do governo de pagar suas dívidas é a dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Em março, a dívida bruta chegou a 73% do PIB, o maior nível desde outubro de 2020.

    A situação fiscal do país é um dos fatores que afetam a confiança dos investidores e a nota de crédito do Brasil. Um déficit elevado e uma dívida crescente podem comprometer a credibilidade do governo e dificultar o acesso a recursos no mercado financeiro.

    Para tentar reverter esse quadro, o governo tem adotado medidas de ajuste fiscal, como o teto de gastos e a reforma da Previdência. No entanto, essas medidas enfrentam resistências no Congresso e na sociedade, além de serem insuficientes para equilibrar as contas públicas no curto prazo.

    O cenário fiscal também é afetado pela pandemia de Covid-19, que reduziu a arrecadação tributária e aumentou as despesas com saúde e auxílio emergencial. Segundo o Banco Central, o impacto fiscal da pandemia em 2020 foi de R$ 620 bilhões, ou 8,5% do PIB.

    Para este ano, o governo prevê um déficit primário de R$ 247,1 bilhões nas contas públicas. A meta fiscal foi flexibilizada para permitir um maior gasto público diante da crise sanitária e econômica.

    Esse foi o pior resultado para o mês desde 2018, quando o saldo negativo foi de R$ 18,629 bilhões.

    O déficit nas contas públicas é a diferença entre as receitas e as despesas do governo. Quando as despesas superam as receitas, o governo precisa se financiar por meio de emissão de títulos públicos ou aumento da dívida externa.

    Um dos indicadores que mede a capacidade do governo de pagar suas dívidas é a dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Em março, a dívida bruta chegou a 73% do PIB, o maior nível desde outubro de 2020.

    A situação fiscal do país é um dos fatores que afetam a confiança dos investidores e a nota de crédito do Brasil. Um déficit elevado e uma dívida crescente podem comprometer a credibilidade do governo e dificultar o acesso a recursos no mercado financeiro.

    Para tentar reverter esse quadro, o governo tem adotado medidas de ajuste fiscal, como o teto de gastos e a reforma da Previdência. No entanto, essas medidas enfrentam resistências no Congresso e na sociedade, além de serem insuficientes para equilibrar as contas públicas no curto prazo.

    O cenário fiscal também é afetado pela pandemia de Covid-19, que reduziu a arrecadação tributária e aumentou as despesas com saúde e auxílio emergencial. Segundo o Banco Central, o impacto fiscal da pandemia em 2020 foi de R$ 620 bilhões, ou 8,5% do PIB.

    Para este ano, o governo prevê um déficit primário de R$ 247,1 bilhões nas contas públicas. A meta fiscal foi flexibilizada para permitir um maior gasto público diante da crise sanitária e econômica.

  • Trabalho remoto já é parte do presente e não tem como voltar atrás, goste você ou não

    Trabalho remoto já é parte do presente e não tem como voltar atrás, goste você ou não

    O trabalho remoto, também conhecido como teletrabalho ou home office, é uma tendência que vem crescendo cada vez mais. Com a pandemia de Covid-19, muitas empresas adotaram o modelo para manter a produtividade de seus funcionários, e agora, muitas delas estão considerando torná-lo permanente.

    Os benefícios do trabalho remoto são inúmeros, desde a economia de tempo e dinheiro com deslocamento, até a flexibilidade de horários e maior qualidade de vida. Além disso, muitos profissionais se sentem mais motivados e produtivos ao trabalhar de casa.

    No entanto, há desafios a serem superados, como a comunicação e colaboração em equipe, além da necessidade de ter um ambiente adequado para o trabalho em casa.

    Alguns estudos mostram que funcionários podem ser mais produtivos trabalhando de casa do que no escritório, desde que tenham uma estrutura eficiente e flexibilidade de horários. Por isso, muitas organizações estão adotando esse modelo de forma permanente, reduzindo custos e aumentando a satisfação dos colaboradores.

    É importante que as empresas ofereçam suporte e orientação aos seus funcionários para que eles possam aproveitar os benefícios do home office sem comprometer seu bem-estar e a produtividade.

    Apesar dos desafios, o trabalho remoto é uma tendência que veio para ficar, e as empresas que se adaptarem a essa realidade sairão na frente no mercado de trabalho podendo reter talentos e produzindo muito mais.

    Os benefícios do trabalho remoto são inúmeros, desde a economia de tempo e dinheiro com deslocamento, até a flexibilidade de horários e maior qualidade de vida. Além disso, muitos profissionais se sentem mais motivados e produtivos ao trabalhar de casa.

    No entanto, há desafios a serem superados, como a comunicação e colaboração em equipe, além da necessidade de ter um ambiente adequado para o trabalho em casa.

    Alguns estudos mostram que funcionários podem ser mais produtivos trabalhando de casa do que no escritório, desde que tenham uma estrutura eficiente e flexibilidade de horários. Por isso, muitas organizações estão adotando esse modelo de forma permanente, reduzindo custos e aumentando a satisfação dos colaboradores.

    É importante que as empresas ofereçam suporte e orientação aos seus funcionários para que eles possam aproveitar os benefícios do home office sem comprometer seu bem-estar e a produtividade.

    Apesar dos desafios, o trabalho remoto é uma tendência que veio para ficar, e as empresas que se adaptarem a essa realidade sairão na frente no mercado de trabalho podendo reter talentos e produzindo muito mais.

  • Como a meditação online pode melhorar a saúde mental dos universitários

    Como a meditação online pode melhorar a saúde mental dos universitários

    A saúde mental é um tema cada vez mais relevante para os estudantes universitários, que enfrentam desafios como estresse, ansiedade e depressão.

    Uma forma de lidar com esses problemas é a meditação, uma prática milenar que traz benefícios para o corpo e a mente.

    Mas como meditar em meio à rotina agitada? Uma alternativa é a meditação online, que pode ser feita de forma acessível e conveniente através de aplicativos ou plataformas digitais.

    A atenção plena (mindfulness) é uma forma de estar presente no momento atual, observando os seus pensamentos, sentimentos e sensações corporais sem julgá-los ou reagir a eles. Ela pode ser praticada através de exercícios de respiração, meditação, relaxamento ou outras atividades que favorecem a consciência e a aceitação.

    Um estudo recente realizado por pesquisadores peruanos mostrou que uma intervenção baseada na atenção plena (mindfulness) online teve um efeito positivo na saúde mental de 62 participantes durante a pandemia. Eles foram divididos em um grupo experimental, que recebeu um programa de 12 sessões de atenção plena online, e um grupo controle, que ficou na lista de espera. Os resultados mostraram que os níveis de ansiedade, depressão e estresse diminuíram após a intervenção, encontrando diferenças significativas entre os grupos e as fases do estudo.

    Isso significa que a intervenção baseada em mindfulness online foi eficaz para melhorar a saúde mental. Essa modalidade pode ser uma ferramenta útil para promover o bem-estar dos estudantes universitários.

    Se você quiser saber mais sobre o estudo e como participar de um programa de atenção plena online, confira o link.

    Uma forma de lidar com esses problemas é a meditação, uma prática milenar que traz benefícios para o corpo e a mente.

    Mas como meditar em meio à rotina agitada? Uma alternativa é a meditação online, que pode ser feita de forma acessível e conveniente através de aplicativos ou plataformas digitais.

    A atenção plena (mindfulness) é uma forma de estar presente no momento atual, observando os seus pensamentos, sentimentos e sensações corporais sem julgá-los ou reagir a eles. Ela pode ser praticada através de exercícios de respiração, meditação, relaxamento ou outras atividades que favorecem a consciência e a aceitação.

    Um estudo recente realizado por pesquisadores peruanos mostrou que uma intervenção baseada na atenção plena (mindfulness) online teve um efeito positivo na saúde mental de 62 participantes durante a pandemia. Eles foram divididos em um grupo experimental, que recebeu um programa de 12 sessões de atenção plena online, e um grupo controle, que ficou na lista de espera. Os resultados mostraram que os níveis de ansiedade, depressão e estresse diminuíram após a intervenção, encontrando diferenças significativas entre os grupos e as fases do estudo.

    Isso significa que a intervenção baseada em mindfulness online foi eficaz para melhorar a saúde mental. Essa modalidade pode ser uma ferramenta útil para promover o bem-estar dos estudantes universitários.

    Se você quiser saber mais sobre o estudo e como participar de um programa de atenção plena online, confira o link.

  • Setor de serviços supera pela 1ª vez nível pré-pandemia

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de serviços prestados no Brasil avançou 3,7% em fevereiro, na comparação com janeiro.

    Foi a 9ª alta seguida e, com o resultado, o setor superou, pela primeira vez, o nível em que se encontrava antes do início da pandemia de Covid-19.


    Ouça a W:

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • CPI da Covid-19 vai investigar responsabilidade do governo federal na pandemia

    O ministro do STF Luis Roberto Barroso determinou que o Senado abra investigação sobre a responsabilidade do governo federal na pandemia.

    O ministro justificou a concessão da liminar com urgência em razão do agravamento da crise sanitária no país que está “em seu pior momento, batendo lamentáveis recordes de mortes diárias e de casos de infecção”.


    Ouça a W:

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  • Brasil tem novo recorde de mortes na pandemia: 1.954 em 24 horas

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    Ouça a W:

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  • Morte por doença cardiovascular cresce até 132% durante pandemia

    Formas graves da Covid-19 podem comprometer ainda mais o sistema cardiovascular.

    Além disso, muitos pacientes deixaram de procurar hospitais, fazer exames, consultas e até mesmo cirurgias por conta do medo do contágio pela Covid-19.

    Ouça na W:

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  • Governo federal gastou R$ 620,5 bi no combate à pandemia, diz ministério


    Segundo a Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia, desse total, R$ 588,9 bilhões afetarão o déficit primário neste ano, e R$ 31,6 bilhões impactarão as contas públicas em 2021.

    A compra das vacinas consumirá R$ 20 bilhões em créditos extraordinários do orçamento de 2021. Em relação às despesas executadas neste ano, a maior parte destinou-se ao pagamento do auxílio emergencial, que consumiu R$ 321,8 bilhões. 

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