Tag: Polícia Federal

  • Telegram é suspenso no Brasil por não colaborar com investigação sobre neonazismo

    Telegram é suspenso no Brasil por não colaborar com investigação sobre neonazismo

    O aplicativo de mensagens Telegram foi suspenso no Brasil nesta quarta-feira (26) por determinação da Justiça Federal do Espírito Santo.

    A decisão foi tomada após o Telegram não fornecer à Polícia Federal os dados solicitados sobre grupos e usuários que propagavam conceitos e símbolos neonazistas na plataforma.

    A Justiça também fixou uma multa diária de R$ 1 milhão ou 5% do faturamento da empresa no Brasil em 2022, caso o Telegram não envie as informações pedidas.

    A medida afeta as operadoras de telefonia e as lojas de aplicativos, que devem retirar o Telegram do ar imediatamente. O Telegram ainda não se manifestou sobre o assunto.

    A decisão foi tomada após o Telegram não fornecer à Polícia Federal os dados solicitados sobre grupos e usuários que propagavam conceitos e símbolos neonazistas na plataforma.

    A Justiça também fixou uma multa diária de R$ 1 milhão ou 5% do faturamento da empresa no Brasil em 2022, caso o Telegram não envie as informações pedidas.

    A medida afeta as operadoras de telefonia e as lojas de aplicativos, que devem retirar o Telegram do ar imediatamente. O Telegram ainda não se manifestou sobre o assunto.

  • Indicada para o governo, delegada diz que há ainda muita gente disposta a roubar o país

    A delegada da Polícia Federal, Érika Marena, convidada para integrar a equipe do futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse nesta sexta-feira que apesar dos avanços no combate à corrupção no Brasil, “ainda há muitas pessoas dispostas a roubar o país”.

    A afirmação foi feita durante o Simpósio Nacional de Combate à Corrupção, realizado pela FGV Energia, no Rio de Janeiro. Marena ressaltou que espera inconformismo da população em relação aos atos ilícitos e que o próximo governo esteja comprometido no combate a este tipo de crime.

    A delegada, responsável pela fase inicial das investigações que deram origem a Lava Jato, foi confirmada por Moro para chefiar o departamento estratégico de combate a crimes internacionais.

    Ela fez um balanço da operação Lava Jato, que deflagrou quase 60 fases desde 2014, destacando que, apesar da Força Tarefa ter mostrado que atualmente políticos também são presos, há ainda uma sensação de impunidade que perpetua os esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.

    Apesar da visão crítica, Érika Marena disse que o país ganhou reconhecimento internacional com as medidas adotadas no combate à corrupção.

  • Polícia Federal prende o suspeito de mandar matar a ex-mulher Karina Garofalo

    A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta-feira (02), em Bananal, no interior de São Paulo, Pedro Paulo Barros Pereira Junior, suspeito de encomendar a morte de sua ex- mulher, Karina Garofalo, em agosto deste ano.

    Pedro Paulo, que é industriário, foi trazido para a Superintendência da PF, na Praça Mauá, e depois encaminhado ao IML para realização de exame de corpo de delito.

    O industriário está preso preventivamente na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.

    Em depoimento à Polícia Federal, Pedro Paulo negou que tenha matado a ex-mulher.

    Karina foi morta a tiros em frente ao condomínio Sun Prime, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

    O filho do casal, de 13 anos, que acompanhava a mãe, reconheceu o atirador como Paulo Maurício Barros Pereira, primo de seu pai.

    O homicídio foi registrado por câmeras de segurança. O menino não ficou ferido.

    De acordo com a polícia, o crime foi praticado por vingança e ciúmes.

    Paulo Maurício está preso. Ele se entregou seis dias após o crime.

    No dia 28 de agosto, agentes da Delegacia de Homicídios da Capital também prenderam Hamir Feitosa, de 28 anos, em Pinheiral, no Sul Fluminense. Ele é acusado de pilotar a motocicleta que deu cobertura a ação criminosa.

    Em setembro, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, denunciou à Justiça o industriário Pedro Paulo Barros Pereira Júnior, o comerciante Paulo Maurício Barros Pereira e o guarda municipal de Resende, Hamir Feitosa, pelo assassinato de Karina Garofalo.

    Os três foram denunciados por homicídio qualificado e feminicídio, com pena prevista de 12 a 30 anos de reclusão e aumento da pena até a metade pelo fato de o crime ter sido cometido por razões de gênero.

  • Governador do Rio defende investigações feitas no estado sobre caso Marielle

    O governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão recebeu com surpresa a declaração do ministro da Segurança Pública Raul Jungmann, sobre a possível transferência das investigações da morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes para a Polícia Federal.

    Pezão afirmou ter certeza de que o crime vai ser desvendado, mas informações não podem ser divulgadas para não atrapalhar as investigações.

    As declarações foram dadas no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul Carioca, durante assinatura de acordo com o Ministério das Cidades. O programa que pretende reduzir pela metade o número de acidentes no trânsito nos próximos 10 anos.

  • Anac define regras para embarque de armas de fogo em voos domésticos

    Já estão valendo as novas regras para o embarque de armas de fogo em voos domésticos.

    Apenas agentes públicos que estejam trabalhando ou a caminho de uma missão durante o voo como uma escolta de autoridade ou testemunha ou ainda em deslocamentos em que precisem estar armados para cumprir, logo ao desembarcar, missão para a qual foram convocados vão poder embarcar com uma arma de fogo na cabine da aeronave.

    As normas foram definidas pela ANAC, a Agência Nacional de Aviação Civil.

    No entanto, antes de embarcar, o passageiro tem que pedir autorização junto à Polícia Federal, e deve apresentar documentos que comprovem a atividade.

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    Aqueles passageiros que não se encaixarem no perfil definido pela agência reguladora só podem transportar a arma e munições como bagagem despachada.

    Nesse caso, também é necessária a autorização da Polícia Federal.

    Ainda de acordo com a ANAC, o objetivo da mudança é aumentar o nível de segurança a bordo das aeronaves civis. Por Radioagência Nacional.

  • STJ nega liberdade a Lula e chama decisão de desembargador de ‘inusitada’

    Nesta terça-feira (10), a presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz, negou o pedido de habeas corpus solicitado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A presidente também criticou na decisão o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4). O desembargador mandou soltar Lula no último domingo (8), desencadeando um imbróglio judicial com várias decisões de diferentes juízes ao longo do dia.

    Laurita Vaz chamou a decisão de de Favreto de “inusitada e teratológica”, no que considerou um desrespeito às decisões do TRF-4 e também do supremo Tribunal Federal (STF). A situação inusitada foi chamada por ela de um “tumulto processual sem precedentes na história do direito brasileiro”.

    Após o vai e volta, o presidente do TRF-4, Thompson Flores, proibiu a saída de Lula e enviou a decisão final para o STJ.

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    Lula foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão e está preso desde o dia 7 de abril na sede da polícia federal em Curitiba (PR). O STJ ainda decidirá sobre a competência de quem deve decidir esse tipo de pedido em relação ao Lula. Por Sputnik Brasil.

  • Gilmar Mendes manda soltar quatro presos da operação ‘Câmbio, Desligo’

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, mandou soltar quatro presos pela Polícia Federal (PF) na operação ‘Câmbio, Desligo’, que investiga um esquema de corrupção que atuava, por meio de doleiros, no Rio de Janeiro.

    Os presos beneficiados pela decisão do ministro são os investigados Rony Hamoui, Paulo Sérgio Vaz de Arruda, Athos Roberto Albernaz Cordeiro e Oswaldo Prado Sanches.

    No entendimento de Gilmar Mendes, os acusados podem responder às acusações em liberdade porque não houve violência ou grave ameaça nas supostas condutas criminosas. Todos foram presos por determinação do juiz federal Marcelo Bretas.

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    A Operação Câmbio, Desligo desarticulou um esquema de movimentação de ilícitos no Brasil e no exterior. As operações eram do tipo dólar-cabo, uma forma de movimentação paralela, sem passar pelo sistema bancário, de entrega de dinheiro em espécie, pagamento de boletos e compra e venda de cheques de comércio. As informações são da Agência Brasil.

    De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a atuação de doleiros foi necessária para operacionalizar recursos desviados durante a gestão de Sérgio Cabral no governo do Rio. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Polícia Federal desarticula em São Paulo fraudes em madeireiras

    Um esquema de fraude na homologação de depósitos de madeireiras, os chamados pátios, foi desarticulado pela Polícia Federal (PF) em parceria com o Ibama, nesta quinta-feira (24), em São Paulo.

    O esquema fraudava madeira de origem ilegal e manipulava o sistema de controle de irregularidades administrativas do Ibama.

    A estimativa é de que cerca de 8.000 metros cúbicos de créditos em madeira fictícios foram gerados por um servidor do Ibama envolvido no esquema. O valor corresponde a 325 caminhões carregados com madeira.

    Foram cumpridos 13 mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão em cinco cidades paulistas: na capital, em São Bernardo do Campo, em Osasco, em Tietê e em Piracicaba.

    As investigações começaram há dois anos, em Bauru, depois de o Ibama ter identificado um documento relatando a suspeita do esquema criminoso envolvendo um servidor do órgão.

    Este servidor teria recebido vantagens indevidas para, junto com consultores e intermediários que atuam em empresas do ramo madeireiro, praticar atos relacionados à aprovação de pátios de empresas madeireiras pelo Ibama, no sistema denominado Sisdof. Tudo feito para burlar a fiscalização.

    Os créditos são um meio para que o Estado contabilize os produtos florestais produzidos e comercializados pelas empresas autorizadas.

    Os investigados responderão por crimes como associação criminosa, falsidade ideológica e corrupção e podem pegar penas que variam de 1 a 12 anos de prisão, sem prejuízo dos decorrentes crimes ambientais. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Mulher de coronel pagou despesas de obra de filha de Temer, diz jornal

    Obras na casa da psicóloga Maristela Temer, filha do presidente Michel Temer (MDB), foram pagas em dinheiro vivo pela esposa de um dos amigos do emedebista que foi preso no mês passado, durante a Operação Skala da Polícia Federal (PF).

    Segundo informações publicadas nesta quinta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, a arquiteta Maria Rita Fratezi, mulher do coronel João Baptista Lima Filho – amigo de Temer –, fez os pagamentos em espécie à Ibiza Acabamentos, uma das empresas que entregaram material na residência de Maristela, em Pinheiros, bairro nobre de São Paulo.

    A entrega dos recursos foi confirmada pelo dono da empresa, apesar do recibo no valor de R$ 12.400 estar no nome da filha de Temer. De acordo com a publicação, os investigadores acham o fato relevante, sobretudo por delações da JBS apontarem repasses de propina ao coronel em data próxima ao pagamento da obra na casa da filha do presidente.

    Preso no dia 29 de março na Operação Skala, que apura um esquema de corrupção que supostamente beneficiaria empresas do setor portuário em troca da renovação de concessões públicas, o coronel Lima manteve o silêncio ao ser indagado pelos investigadores. Chamada a depor, a sua mulher fez o mesmo.

    Procurada pela Folha para comentar o assunto, a assessoria de Temer informou que os questionamentos sobre a reforma seriam respondidos pela defesa de Maristela. Esta, por sua vez, afirmou que só prestaria esclarecimentos à PF, se for chamada para explicações. Já o coronel e sua esposa negaram qualquer ilegalidade. Por Sputnik Brasil

  • PF investiga grupo que fraudava fundos de Previdência de municípios do Pará

    A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (11) a Operação Colinas de Rocha, para concluir investigação envolvendo fraudes cometidas por um grupo empresarial criminoso em fundos de Previdência de servidores de municípios do estado do Pará.

    Segundo a PF, o grupo agia irregularmente no mercado financeiro, “captando recursos de institutos de Previdência de servidores municipais para aplicação no Sistema Financeiro Nacional”.

    O Fundo de Previdência de Oeiras do Pará foi um dos alvos do grupo criminoso. As investigações constataram desvios de mais de R$ 14 milhões. A quantia equivale a mais da metade dos recursos do instituto de previdência do município.

    Os policiais federais cumprem dez mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em endereços nos estados do Pará, do Amapá, de Tocantins e de Santa Catarina. Por Agência Brasil