Tag: poliomielite

  • Minas Gerais começa a campanha de vacinação contra a poliomielite

    Minas Gerais começa a campanha de vacinação contra a poliomielite

    A campanha de vacinação contra a poliomielite em Minas Gerais teve início, visando imunizar crianças menores de 5 anos.

    A vacinação, que ocorrerá até 14 de junho, tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de reintrodução da doença no Brasil.

    Com a imunização sendo a única forma de prevenção contra a poliomielite, é essencial que pais e responsáveis levem as crianças aos postos de saúde para garantir a proteção.

    A poliomielite é uma doença causada pelo poliovírus, que se transmite de pessoa para pessoa, sobretudo através da via fecal-oral ou, em menor frequência, por meio de um veículo comum, como água ou alimentos contaminados, e se multiplica no intestino.

    O Brasil registrou seu último caso de poliomielite em 1989 e foi declarado livre do poliovírus selvagem em 1994. Contudo, em 2023, o país foi considerado de alto risco para a reintrodução do vírus, tornando a vacinação extremamente importante.

    Fonte: Link.


    A vacinação, que ocorrerá até 14 de junho, tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de reintrodução da doença no Brasil.

    Com a imunização sendo a única forma de prevenção contra a poliomielite, é essencial que pais e responsáveis levem as crianças aos postos de saúde para garantir a proteção.

    A poliomielite é uma doença causada pelo poliovírus, que se transmite de pessoa para pessoa, sobretudo através da via fecal-oral ou, em menor frequência, por meio de um veículo comum, como água ou alimentos contaminados, e se multiplica no intestino.

    O Brasil registrou seu último caso de poliomielite em 1989 e foi declarado livre do poliovírus selvagem em 1994. Contudo, em 2023, o país foi considerado de alto risco para a reintrodução do vírus, tornando a vacinação extremamente importante.

    Fonte: Link.


  • Os benefícios da vacinação contra a poliomielite e os riscos dos movimentos antivacinas

    Os benefícios da vacinação contra a poliomielite e os riscos dos movimentos antivacinas

    A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença grave que pode deixar sequelas permanentes ou levar à morte.

    Ela é causada por um vírus que se transmite de pessoa para pessoa, principalmente pela água e alimentos contaminados. A única forma de prevenir a doença é pela vacinação, que deve ser feita em crianças menores de cinco anos.

    O Brasil conseguiu eliminar a poliomielite em 1994, depois de décadas de campanhas de imunização que vacinaram milhões de brasileiros. No entanto, isso não significa que a doença está erradicada no mundo. Ainda há casos de poliomielite em países da África e da Ásia, e o risco de reintrodução do vírus no Brasil existe, principalmente por causa do fluxo de pessoas e do comércio internacional.

    Por isso, é fundamental que os pais levem seus filhos aos postos de saúde para receberem as doses da vacina contra a poliomielite, que são gratuitas e seguras. A vacinação é a única forma de garantir a proteção das crianças e de manter o Brasil livre da doença.

    No entanto, nos últimos anos, houve uma queda na taxa de vacinação no Brasil, que chegou a 12% em 2020. Isso significa que muitas crianças estão desprotegidas contra doenças que podem ser evitadas com as vacinas, como sarampo, rotavírus, entre outras. A pandemia de covid-19 foi um dos fatores que contribuíram para essa redução, pois muitas pessoas deixaram de ir aos postos de saúde por medo de contágio ou por falta de informação.

    Além disso, há grupos que se opõem à vacinação por motivos religiosos, políticos, ideológicos ou de saúde. Eles acreditam que as vacinas são ineficazes, perigosas ou desnecessárias, e que podem causar efeitos colaterais graves ou doenças como o autismo. Esses grupos se tornaram mais populares com a globalização e a disseminação de informações falsas ou distorcidas nas redes sociais.

    Essas ideias são infundadas e prejudiciais à saúde pública. As vacinas são testadas rigorosamente antes de serem liberadas para uso, e os benefícios da imunização superam em muito os possíveis riscos. As vacinas salvam milhões de vidas todos os anos e são um dos maiores avanços da medicina.

    Por isso, é importante que as pessoas se informem sobre a importância da vacinação e não se deixem influenciar por boatos ou mentiras. A vacinação é um ato de responsabilidade individual e coletiva, que protege não só a si mesmo, mas também a sua família e a sua comunidade. Vacinar-se é um gesto de amor e de cidadania.

    Ela é causada por um vírus que se transmite de pessoa para pessoa, principalmente pela água e alimentos contaminados. A única forma de prevenir a doença é pela vacinação, que deve ser feita em crianças menores de cinco anos.

    O Brasil conseguiu eliminar a poliomielite em 1994, depois de décadas de campanhas de imunização que vacinaram milhões de brasileiros. No entanto, isso não significa que a doença está erradicada no mundo. Ainda há casos de poliomielite em países da África e da Ásia, e o risco de reintrodução do vírus no Brasil existe, principalmente por causa do fluxo de pessoas e do comércio internacional.

    Por isso, é fundamental que os pais levem seus filhos aos postos de saúde para receberem as doses da vacina contra a poliomielite, que são gratuitas e seguras. A vacinação é a única forma de garantir a proteção das crianças e de manter o Brasil livre da doença.

    No entanto, nos últimos anos, houve uma queda na taxa de vacinação no Brasil, que chegou a 12% em 2020. Isso significa que muitas crianças estão desprotegidas contra doenças que podem ser evitadas com as vacinas, como sarampo, rotavírus, entre outras. A pandemia de covid-19 foi um dos fatores que contribuíram para essa redução, pois muitas pessoas deixaram de ir aos postos de saúde por medo de contágio ou por falta de informação.

    Além disso, há grupos que se opõem à vacinação por motivos religiosos, políticos, ideológicos ou de saúde. Eles acreditam que as vacinas são ineficazes, perigosas ou desnecessárias, e que podem causar efeitos colaterais graves ou doenças como o autismo. Esses grupos se tornaram mais populares com a globalização e a disseminação de informações falsas ou distorcidas nas redes sociais.

    Essas ideias são infundadas e prejudiciais à saúde pública. As vacinas são testadas rigorosamente antes de serem liberadas para uso, e os benefícios da imunização superam em muito os possíveis riscos. As vacinas salvam milhões de vidas todos os anos e são um dos maiores avanços da medicina.

    Por isso, é importante que as pessoas se informem sobre a importância da vacinação e não se deixem influenciar por boatos ou mentiras. A vacinação é um ato de responsabilidade individual e coletiva, que protege não só a si mesmo, mas também a sua família e a sua comunidade. Vacinar-se é um gesto de amor e de cidadania.

  • Poliomielite: o que é, como prevenir e qual a situação no Brasil e no mundo

    Poliomielite: o que é, como prevenir e qual a situação no Brasil e no mundo

    A poliomielite, também conhecida como pólio ou paralisia infantil, é uma doença grave que pode causar paralisia nos braços, nas pernas ou no corpo todo.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela água, pelo ar ou pelo contato com pessoas infectadas. A doença afeta principalmente crianças menores de cinco anos, mas também pode atingir adultos.

    A única forma de se proteger da poliomielite é tomando a vacina, que é gratuita e está disponível nos postos de saúde. A vacina deve ser aplicada em todas as crianças em quatro doses: aos dois, quatro e seis meses de idade e um reforço aos 15 meses. Além disso, todos os anos é realizada uma campanha nacional de vacinação contra a pólio, que convoca as crianças de até cinco anos para receberem uma dose extra da vacina.

    A vacinação é muito importante porque a poliomielite não tem cura e pode deixar sequelas permanentes. A doença também pode ser fatal em alguns casos, quando afeta os músculos respiratórios e impede a pessoa de respirar.

    Um desafio global

    Desde 1988, a Organização Mundial da Saúde (OMS) coordena um programa de erradicação global da poliomielite, com o apoio de vários países e organizações. O programa tinha como objetivo acabar com a transmissão do vírus em todo o mundo até o ano 2000.

    Graças aos esforços do programa, o número de casos de poliomielite caiu mais de 99% nos últimos 35 anos, passando de 350 mil casos em 125 países em 1988 para menos de 200 casos em apenas dois países em 2020. Esses dois países são o Afeganistão e o Paquistão, onde ainda há conflitos armados, instabilidade política e dificuldades de acesso às áreas remotas.

    O Brasil foi um dos primeiros países a eliminar a transmissão do vírus da poliomielite, recebendo o certificado de eliminação em 1994, junto com os demais países das Américas. No entanto, o país ainda precisa manter a vigilância e a imunização em dia para evitar que a doença volte a circular.

    Isso porque o vírus da poliomielite ainda pode ser trazido por viajantes que vêm de países onde a doença ainda existe ou por pessoas que não estão vacinadas. Se essas pessoas entrarem em contato com outras que também não estão vacinadas, elas podem iniciar um surto da doença.

    Por isso, é fundamental que todos os pais levem seus filhos para tomar a vacina contra a pólio e que os adultos também verifiquem se estão com a vacinação em dia. Assim, além de se protegerem, eles também contribuem para proteger as outras pessoas e para manter o Brasil livre da poliomielite.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela água, pelo ar ou pelo contato com pessoas infectadas. A doença afeta principalmente crianças menores de cinco anos, mas também pode atingir adultos.

    A única forma de se proteger da poliomielite é tomando a vacina, que é gratuita e está disponível nos postos de saúde. A vacina deve ser aplicada em todas as crianças em quatro doses: aos dois, quatro e seis meses de idade e um reforço aos 15 meses. Além disso, todos os anos é realizada uma campanha nacional de vacinação contra a pólio, que convoca as crianças de até cinco anos para receberem uma dose extra da vacina.

    A vacinação é muito importante porque a poliomielite não tem cura e pode deixar sequelas permanentes. A doença também pode ser fatal em alguns casos, quando afeta os músculos respiratórios e impede a pessoa de respirar.

    Um desafio global

    Desde 1988, a Organização Mundial da Saúde (OMS) coordena um programa de erradicação global da poliomielite, com o apoio de vários países e organizações. O programa tinha como objetivo acabar com a transmissão do vírus em todo o mundo até o ano 2000.

    Graças aos esforços do programa, o número de casos de poliomielite caiu mais de 99% nos últimos 35 anos, passando de 350 mil casos em 125 países em 1988 para menos de 200 casos em apenas dois países em 2020. Esses dois países são o Afeganistão e o Paquistão, onde ainda há conflitos armados, instabilidade política e dificuldades de acesso às áreas remotas.

    O Brasil foi um dos primeiros países a eliminar a transmissão do vírus da poliomielite, recebendo o certificado de eliminação em 1994, junto com os demais países das Américas. No entanto, o país ainda precisa manter a vigilância e a imunização em dia para evitar que a doença volte a circular.

    Isso porque o vírus da poliomielite ainda pode ser trazido por viajantes que vêm de países onde a doença ainda existe ou por pessoas que não estão vacinadas. Se essas pessoas entrarem em contato com outras que também não estão vacinadas, elas podem iniciar um surto da doença.

    Por isso, é fundamental que todos os pais levem seus filhos para tomar a vacina contra a pólio e que os adultos também verifiquem se estão com a vacinação em dia. Assim, além de se protegerem, eles também contribuem para proteger as outras pessoas e para manter o Brasil livre da poliomielite.

  • Vacinação contra a poliomielite: como evitar o tiro pela culatra

    Vacinação contra a poliomielite: como evitar o tiro pela culatra

    A poliomielite é uma doença grave que afeta principalmente crianças menores de cinco anos. Ela é causada por um vírus que invade o sistema nervoso e pode causar paralisia e até mesmo a morte.

    Embora não exista cura para a poliomielite, ela pode ser prevenida por meio da vacinação.

    Desde 1988, quando a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI) foi lançada, o número de casos de poliomielite caiu em mais de 99%, de cerca de 350 mil por ano para apenas 33 em 2018. No entanto, a erradicação completa da doença ainda enfrenta vários desafios, entre eles o risco de que a própria vacinação cause novos surtos da doença.

    Isso acontece porque a vacina oral viva atenuada (OPV), que é a mais usada no mundo, contém uma forma enfraquecida do vírus da poliomielite. Embora essa vacina seja segura, barata e fácil de administrar, ela pode reverter para uma forma virulenta e causar poliomielite derivada da vacina (VDPV) em pessoas não imunizadas ou com baixa imunidade. Além disso, o vírus da OPV pode ser excretado nas fezes dos vacinados e se espalhar no meio ambiente, infectando outras pessoas.

    Segundo um artigo publicado na revista The Lancet, a OPV foi responsável por 96% dos casos de poliomielite registrados em 2019. Por isso, os autores do artigo defendem que é necessário reduzir o uso da OPV e aumentar o uso da vacina inativada injetável (IPV), que é feita com o vírus morto e não pode causar VDPV. No entanto, a IPV é mais cara e mais difícil de administrar do que a OPV, o que requer recursos financeiros e logísticos adicionais.

    Além da transição gradual da OPV para a IPV, o artigo também recomenda outras medidas para evitar que a vacinação cause poliomielite em nome da sua erradicação. Entre elas estão:

    • Fortalecer a vigilância epidemiológica para detectar rapidamente os casos de VDPV e monitorar a circulação do vírus da OPV no ambiente.

    • Melhorar a resposta aos surtos de VDPV, usando estratégias diferenciadas de acordo com o tipo e a extensão do surto.

    • Aumentar a conscientização e a aceitação da vacinação nas comunidades afetadas pela poliomielite, combatendo a desinformação e a resistência à imunização.

    A erradicação da poliomielite é um objetivo nobre e possível, mas requer cuidado e responsabilidade. A vacinação é uma ferramenta poderosa para prevenir a doença, mas também pode causar danos se não for usada adequadamente. Por isso, é preciso garantir que as vacinas sejam seguras, eficazes e acessíveis para todos.

    Embora não exista cura para a poliomielite, ela pode ser prevenida por meio da vacinação.

    Desde 1988, quando a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI) foi lançada, o número de casos de poliomielite caiu em mais de 99%, de cerca de 350 mil por ano para apenas 33 em 2018. No entanto, a erradicação completa da doença ainda enfrenta vários desafios, entre eles o risco de que a própria vacinação cause novos surtos da doença.

    Isso acontece porque a vacina oral viva atenuada (OPV), que é a mais usada no mundo, contém uma forma enfraquecida do vírus da poliomielite. Embora essa vacina seja segura, barata e fácil de administrar, ela pode reverter para uma forma virulenta e causar poliomielite derivada da vacina (VDPV) em pessoas não imunizadas ou com baixa imunidade. Além disso, o vírus da OPV pode ser excretado nas fezes dos vacinados e se espalhar no meio ambiente, infectando outras pessoas.

    Segundo um artigo publicado na revista The Lancet, a OPV foi responsável por 96% dos casos de poliomielite registrados em 2019. Por isso, os autores do artigo defendem que é necessário reduzir o uso da OPV e aumentar o uso da vacina inativada injetável (IPV), que é feita com o vírus morto e não pode causar VDPV. No entanto, a IPV é mais cara e mais difícil de administrar do que a OPV, o que requer recursos financeiros e logísticos adicionais.

    Além da transição gradual da OPV para a IPV, o artigo também recomenda outras medidas para evitar que a vacinação cause poliomielite em nome da sua erradicação. Entre elas estão:

    • Fortalecer a vigilância epidemiológica para detectar rapidamente os casos de VDPV e monitorar a circulação do vírus da OPV no ambiente.

    • Melhorar a resposta aos surtos de VDPV, usando estratégias diferenciadas de acordo com o tipo e a extensão do surto.

    • Aumentar a conscientização e a aceitação da vacinação nas comunidades afetadas pela poliomielite, combatendo a desinformação e a resistência à imunização.

    A erradicação da poliomielite é um objetivo nobre e possível, mas requer cuidado e responsabilidade. A vacinação é uma ferramenta poderosa para prevenir a doença, mas também pode causar danos se não for usada adequadamente. Por isso, é preciso garantir que as vacinas sejam seguras, eficazes e acessíveis para todos.

  • Por que a vacinação contra a poliomielite é importante para o Brasil?

    Por que a vacinação contra a poliomielite é importante para o Brasil?

    A poliomielite é uma doença grave que pode causar paralisia e até morte em crianças e adultos.

    A única forma de prevenção é a vacinação, que deve ser feita em todas as crianças menores de cinco anos.

    No entanto, o Brasil está em uma situação de alto risco de volta da poliomielite, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Isso se deve à baixa cobertura vacinal e à fragilidade dos sistemas de vigilância epidemiológica.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2020 cerca de 1 milhão de crianças brasileiras não receberam as doses de vacina contra a poliomielite. A meta é vacinar pelo menos 95% das crianças nessa faixa etária.

    O Brasil não registra casos de poliomielite desde 1989 e recebeu o certificado de eliminação da doença em 1994. Mas isso não significa que podemos relaxar na prevenção. O vírus da poliomielite ainda circula em dois países: Afeganistão e Paquistão. Se ele entrar no Brasil, pode encontrar uma população suscetível e provocar um surto.

    Por isso, é fundamental que os pais e responsáveis levem as crianças para vacinar conforme o calendário nacional de vacinação. A vacina é segura, eficaz e gratuita. Além de proteger as crianças, a vacinação contribui para a erradicação mundial da poliomielite, um objetivo que está cada vez mais próximo.

    Não deixe que essa doença volte a ameaçar a saúde das nossas crianças. Vacine contra a poliomielite e mantenha o Brasil livre dessa doença.

    A única forma de prevenção é a vacinação, que deve ser feita em todas as crianças menores de cinco anos.

    No entanto, o Brasil está em uma situação de alto risco de volta da poliomielite, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Isso se deve à baixa cobertura vacinal e à fragilidade dos sistemas de vigilância epidemiológica.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2020 cerca de 1 milhão de crianças brasileiras não receberam as doses de vacina contra a poliomielite. A meta é vacinar pelo menos 95% das crianças nessa faixa etária.

    O Brasil não registra casos de poliomielite desde 1989 e recebeu o certificado de eliminação da doença em 1994. Mas isso não significa que podemos relaxar na prevenção. O vírus da poliomielite ainda circula em dois países: Afeganistão e Paquistão. Se ele entrar no Brasil, pode encontrar uma população suscetível e provocar um surto.

    Por isso, é fundamental que os pais e responsáveis levem as crianças para vacinar conforme o calendário nacional de vacinação. A vacina é segura, eficaz e gratuita. Além de proteger as crianças, a vacinação contribui para a erradicação mundial da poliomielite, um objetivo que está cada vez mais próximo.

    Não deixe que essa doença volte a ameaçar a saúde das nossas crianças. Vacine contra a poliomielite e mantenha o Brasil livre dessa doença.

  • Poliomielite: por que vacinar é essencial para evitar o retorno da doença

    Poliomielite: por que vacinar é essencial para evitar o retorno da doença

    A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença grave que pode causar sequelas permanentes ou até mesmo a morte.

    Embora o Brasil tenha sido certificado como livre da poliomielite em 1994, a queda na cobertura vacinal nos últimos anos aumenta o risco de reintrodução do vírus no país.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022, apenas 72% das crianças menores de 5 anos receberam a vacina contra a pólio, bem abaixo da meta de 90% a 95%. A vacina é a única forma de prevenir a doença e deve ser aplicada em duas formas: inativada (injeção) aos 2, 4 e 6 meses de idade e oral (gotinha) aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

    A importância da vacinação pode ser ilustrada pelo depoimento da médica Rivia Ferraz, de 51 anos, que contraiu a poliomielite aos 9 meses de idade por não ter sido vacinada. Ela teve que passar por 14 cirurgias para conseguir caminhar com uma prótese na perna direita. “Passei por muitas dores e ainda as sinto, tive que vencer barreiras e a acessibilidade, tudo isso por conta de uma não vacinação”, disse.

    A poliomielite é causada por um vírus que se transmite por via fecal-oral ou por água ou alimentos contaminados. Ele se multiplica no intestino e pode atacar o sistema nervoso, causando paralisia flácida nos membros ou nas partes do cérebro que controlam a respiração. A maioria das infecções não produz sintomas, mas em alguns casos pode haver febre, dor de cabeça, vômito e rigidez no pescoço.

    A doença ainda não foi erradicada em alguns países da África e da Ásia, o que representa uma ameaça para o Brasil, que recebe imigrantes e refugiados de diversas regiões. Em 2022, um caso foi confirmado em Loreto, no Peru, país vizinho ao Brasil. Por isso, é fundamental manter as altas coberturas vacinais e evitar que o vírus volte a circular por aqui.

    A vacina contra a poliomielite está disponível em todos os centros públicos de saúde e pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do calendário do Ministério da Saúde. Em São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde tem realizado diversas ações para aumentar a vacinação na maior cidade do país, como horários estendidos nas salas de vacinação, declaração de vacinação atualizada nas escolas e vacinação nas escolas.

    Vacinar seus filhos é um ato de amor e de responsabilidade social. Não deixe de protegê-los contra a poliomielite e outras doenças que podem ser prevenidas com vacinas. Procure o serviço de saúde mais próximo e leve a caderneta de vacinação.

    Fonte: Link 1, Link 2.

    Embora o Brasil tenha sido certificado como livre da poliomielite em 1994, a queda na cobertura vacinal nos últimos anos aumenta o risco de reintrodução do vírus no país.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022, apenas 72% das crianças menores de 5 anos receberam a vacina contra a pólio, bem abaixo da meta de 90% a 95%. A vacina é a única forma de prevenir a doença e deve ser aplicada em duas formas: inativada (injeção) aos 2, 4 e 6 meses de idade e oral (gotinha) aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

    A importância da vacinação pode ser ilustrada pelo depoimento da médica Rivia Ferraz, de 51 anos, que contraiu a poliomielite aos 9 meses de idade por não ter sido vacinada. Ela teve que passar por 14 cirurgias para conseguir caminhar com uma prótese na perna direita. “Passei por muitas dores e ainda as sinto, tive que vencer barreiras e a acessibilidade, tudo isso por conta de uma não vacinação”, disse.

    A poliomielite é causada por um vírus que se transmite por via fecal-oral ou por água ou alimentos contaminados. Ele se multiplica no intestino e pode atacar o sistema nervoso, causando paralisia flácida nos membros ou nas partes do cérebro que controlam a respiração. A maioria das infecções não produz sintomas, mas em alguns casos pode haver febre, dor de cabeça, vômito e rigidez no pescoço.

    A doença ainda não foi erradicada em alguns países da África e da Ásia, o que representa uma ameaça para o Brasil, que recebe imigrantes e refugiados de diversas regiões. Em 2022, um caso foi confirmado em Loreto, no Peru, país vizinho ao Brasil. Por isso, é fundamental manter as altas coberturas vacinais e evitar que o vírus volte a circular por aqui.

    A vacina contra a poliomielite está disponível em todos os centros públicos de saúde e pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do calendário do Ministério da Saúde. Em São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde tem realizado diversas ações para aumentar a vacinação na maior cidade do país, como horários estendidos nas salas de vacinação, declaração de vacinação atualizada nas escolas e vacinação nas escolas.

    Vacinar seus filhos é um ato de amor e de responsabilidade social. Não deixe de protegê-los contra a poliomielite e outras doenças que podem ser prevenidas com vacinas. Procure o serviço de saúde mais próximo e leve a caderneta de vacinação.

    Fonte: Link 1, Link 2.

  • Distrito Federal prorroga campanha de vacinação contra pólio e sarampo até quinta-feira

    Mais de 132 mil crianças foram vacinadas no Distrito Federal durante a Campanha Nacional contra a poliomielite e o sarampo, que terminou no último sábado (1º). O número representa 82% do público-alvo da campanha, que são as crianças de 1 ano a menores de cinco anos. A meta do Ministério da Saúde é de vacinar 95% do público da campanha.

    A Secretaria de Saúde do DF decidiu prorrogar a campanha até quinta-feira (6) desta semana para tentar alcançar a meta.

    A subsecretária de Vigilância à Saúde, Maria Beatriz Ruy, enumera alguns fatores que podem explicar a cobertura abaixo do estipulado: o esquecimento das famílias de levarem as crianças aos postos de saúde; a proliferação de notícias falsas sobre a vacinação; e até o movimento anti-vacina, de pessoas que são contra esse tipo de campanha.

    A subsecretária de Vigilância à Saúde da Secretaria do DF faz um apelo às famílias, lembrando que há um surto de sarampo na região Norte.

    O país enfrenta surtos de sarampo no Amazonas e em Roraima. Mas casos isolados foram registrados em seis outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro.

    Ao todo, o Ministério da Saúde confirmou 1.553 casos, levando à morte de sete pessoas.