Tag: Poluição do ar

  • Poluição do ar pode aumentar o risco de Alzheimer, sugere estudo

    Poluição do ar pode aumentar o risco de Alzheimer, sugere estudo

    Um novo estudo publicado na revista Neurology® encontrou uma associação entre a exposição à poluição do ar relacionada ao tráfego e os sinais da doença de Alzheimer no cérebro após a morte.

    A doença de Alzheimer é uma forma de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento de milhões de pessoas no mundo.

    Os pesquisadores examinaram o tecido cerebral de 224 pessoas que doaram seus cérebros para a pesquisa sobre demência. Eles mediram a exposição à poluição do ar com base no endereço residencial das pessoas na área de Atlanta, nos Estados Unidos, no momento da morte. Eles também analisaram os níveis de placas amiloides e emaranhados de tau no cérebro, que são marcas da doença de Alzheimer.

    As placas amiloides são aglomerados de proteínas que se formam entre as células nervosas do cérebro e podem interferir na comunicação entre elas. Os emaranhados de tau são fibras anormais que se acumulam dentro das células nervosas e podem causar sua morte.

    O estudo encontrou que as pessoas que foram expostas a níveis mais altos de material particulado fino (PM2.5), que consiste em partículas poluentes de menos de 2,5 micrômetros de diâmetro suspensas no ar, tinham mais placas amiloides em seus cérebros. As pessoas com 1 micrograma por metro cúbico (µg/m3) a mais de exposição ao PM2.5 no ano anterior à morte tinham quase o dobro de chances de ter níveis mais altos de placas, enquanto aquelas com maior exposição nos três anos anteriores à morte tinham 87% mais chances de ter níveis mais altos de placas.

    Os pesquisadores também observaram se ter a principal variante genética associada à doença de Alzheimer, APOE e4, tinha algum efeito sobre a relação entre a poluição do ar e os sinais da doença no cérebro. Eles descobriram que a relação mais forte entre a poluição do ar e os sinais da doença era entre aqueles que não tinham a variante genética. Isso sugere que fatores ambientais, como a poluição do ar, poderiam ser um fator contribuinte para a doença de Alzheimer em pacientes em que a doença não pode ser explicada pela genética.

    O estudo não prova que a poluição do ar causa a doença de Alzheimer, mas apenas mostra uma associação. Mais pesquisas são necessárias para investigar os mecanismos por trás dessa ligação e para encontrar formas de prevenir ou tratar a doença.

    A poluição do ar é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo, especialmente nas áreas urbanas. Além de estar associada à doença de Alzheimer, a poluição do ar também pode aumentar o risco de outras doenças, como asma, doenças cardíacas e câncer. Portanto, é importante tomar medidas para reduzir a emissão de poluentes e proteger a qualidade do ar que respiramos.

    A doença de Alzheimer é uma forma de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento de milhões de pessoas no mundo.

    Os pesquisadores examinaram o tecido cerebral de 224 pessoas que doaram seus cérebros para a pesquisa sobre demência. Eles mediram a exposição à poluição do ar com base no endereço residencial das pessoas na área de Atlanta, nos Estados Unidos, no momento da morte. Eles também analisaram os níveis de placas amiloides e emaranhados de tau no cérebro, que são marcas da doença de Alzheimer.

    As placas amiloides são aglomerados de proteínas que se formam entre as células nervosas do cérebro e podem interferir na comunicação entre elas. Os emaranhados de tau são fibras anormais que se acumulam dentro das células nervosas e podem causar sua morte.

    O estudo encontrou que as pessoas que foram expostas a níveis mais altos de material particulado fino (PM2.5), que consiste em partículas poluentes de menos de 2,5 micrômetros de diâmetro suspensas no ar, tinham mais placas amiloides em seus cérebros. As pessoas com 1 micrograma por metro cúbico (µg/m3) a mais de exposição ao PM2.5 no ano anterior à morte tinham quase o dobro de chances de ter níveis mais altos de placas, enquanto aquelas com maior exposição nos três anos anteriores à morte tinham 87% mais chances de ter níveis mais altos de placas.

    Os pesquisadores também observaram se ter a principal variante genética associada à doença de Alzheimer, APOE e4, tinha algum efeito sobre a relação entre a poluição do ar e os sinais da doença no cérebro. Eles descobriram que a relação mais forte entre a poluição do ar e os sinais da doença era entre aqueles que não tinham a variante genética. Isso sugere que fatores ambientais, como a poluição do ar, poderiam ser um fator contribuinte para a doença de Alzheimer em pacientes em que a doença não pode ser explicada pela genética.

    O estudo não prova que a poluição do ar causa a doença de Alzheimer, mas apenas mostra uma associação. Mais pesquisas são necessárias para investigar os mecanismos por trás dessa ligação e para encontrar formas de prevenir ou tratar a doença.

    A poluição do ar é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo, especialmente nas áreas urbanas. Além de estar associada à doença de Alzheimer, a poluição do ar também pode aumentar o risco de outras doenças, como asma, doenças cardíacas e câncer. Portanto, é importante tomar medidas para reduzir a emissão de poluentes e proteger a qualidade do ar que respiramos.

  • Dia Mundial do Meio Ambiente: como a poluição do ar afeta a saúde da população de São Paulo e região

    Dia Mundial do Meio Ambiente: como a poluição do ar afeta a saúde da população de São Paulo e região

    O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, é uma oportunidade para conscientizar sobre a importância de proteger a atmosfera, a riqueza e a diversidade da vida no planeta. Neste ano, o tema escolhido pela ONU Meio Ambiente foi “Poluição do Ar”, uma questão crítica tanto para o meio ambiente quanto para…

    A poluição do ar é responsável por 9 milhões de mortes prematuras por ano no mundo, sendo 300 mil delas nas Américas. Além de causar doenças respiratórias e cardiovasculares, alguns poluentes atmosféricos também contribuem para o aquecimento global e a mudança climática.

    No Brasil, a cidade de São Paulo é uma das mais afetadas pela má qualidade do ar. Segundo um estudo da USP, a poluição do ar na capital paulista causa cerca de 4 mil mortes por ano e reduz em um ano e meio a expectativa de vida dos habitantes.

    As principais fontes de poluição do ar em São Paulo são os veículos automotores, que emitem gases como monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e material particulado. Outras fontes são as indústrias, as queimadas e as atividades domésticas.

    Para combater a poluição do ar em São Paulo, são necessárias medidas como o controle das emissões veiculares, o incentivo ao transporte público e não motorizado, o aumento da fiscalização das fontes poluidoras, o monitoramento da qualidade do ar e a educação ambiental da população.

    No Dia Mundial do Meio Ambiente, o governo brasileiro anunciou o lançamento da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do Ar, que visa integrar os dados das estações de medição existentes no país e disponibilizá-los em uma plataforma online. A ONU Meio Ambiente também lançou no Brasil a campanha Respire Vida, que busca mobilizar as cidades e os indivíduos para proteger a saúde e o planeta dos efeitos nocivos da poluição do ar.

    Essas iniciativas são importantes para sensibilizar e engajar todos os setores da sociedade na luta por um ar mais limpo e saudável. Afinal, respirar é um direito humano fundamental e depende da preservação do meio ambiente.

    A poluição do ar é responsável por 9 milhões de mortes prematuras por ano no mundo, sendo 300 mil delas nas Américas. Além de causar doenças respiratórias e cardiovasculares, alguns poluentes atmosféricos também contribuem para o aquecimento global e a mudança climática.

    No Brasil, a cidade de São Paulo é uma das mais afetadas pela má qualidade do ar. Segundo um estudo da USP, a poluição do ar na capital paulista causa cerca de 4 mil mortes por ano e reduz em um ano e meio a expectativa de vida dos habitantes.

    As principais fontes de poluição do ar em São Paulo são os veículos automotores, que emitem gases como monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e material particulado. Outras fontes são as indústrias, as queimadas e as atividades domésticas.

    Para combater a poluição do ar em São Paulo, são necessárias medidas como o controle das emissões veiculares, o incentivo ao transporte público e não motorizado, o aumento da fiscalização das fontes poluidoras, o monitoramento da qualidade do ar e a educação ambiental da população.

    No Dia Mundial do Meio Ambiente, o governo brasileiro anunciou o lançamento da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do Ar, que visa integrar os dados das estações de medição existentes no país e disponibilizá-los em uma plataforma online. A ONU Meio Ambiente também lançou no Brasil a campanha Respire Vida, que busca mobilizar as cidades e os indivíduos para proteger a saúde e o planeta dos efeitos nocivos da poluição do ar.

    Essas iniciativas são importantes para sensibilizar e engajar todos os setores da sociedade na luta por um ar mais limpo e saudável. Afinal, respirar é um direito humano fundamental e depende da preservação do meio ambiente.

  • Como plantas geneticamente modificadas podem melhorar a qualidade do ar

    Como plantas geneticamente modificadas podem melhorar a qualidade do ar

    Você sabia que as plantas de interior não são tão eficientes na purificação do ar como se pensava? Um estudo recente mostrou que seriam necessárias 680 plantas para limpar o ar em um ambiente de 457 metros quadrados. Mas isso pode mudar com a ajuda da biotecnologia.

    Uma startup francesa chamada Neoplants está desenvolvendo a primeira planta de interior geneticamente modificada para combater a poluição do ar em espaços fechados. Trata-se do Neo P1, uma versão melhorada da pothos, uma trepadeira tropical que já é popular como planta ornamental.

    O Neo P1 tem duas vantagens sobre as plantas comuns: ele possui genes adicionais que lhe permitem metabolizar os compostos orgânicos voláteis (COVs) presentes no ar, como benzeno e formaldeído, e ele conta com bactérias simbióticas no solo que transformam esses poluentes em substâncias inofensivas.

    Segundo os criadores do Neo P1, essa planta pode reduzir em até 90% os níveis de COVs em um ambiente de 20 metros quadrados em apenas uma semana. Além disso, ela é fácil de cuidar e precisa apenas de água e de gotas especiais que mantêm o microbioma saudável.

    O Neo P1 é um exemplo de como a engenharia genética pode criar soluções inovadoras para problemas ambientais. Ao invés de depender de purificadores de ar convencionais, que consomem energia e geram resíduos, podemos usar plantas modificadas para limpar o ar de forma natural e sustentável.

    Fonte: Link.

    Uma startup francesa chamada Neoplants está desenvolvendo a primeira planta de interior geneticamente modificada para combater a poluição do ar em espaços fechados. Trata-se do Neo P1, uma versão melhorada da pothos, uma trepadeira tropical que já é popular como planta ornamental.

    O Neo P1 tem duas vantagens sobre as plantas comuns: ele possui genes adicionais que lhe permitem metabolizar os compostos orgânicos voláteis (COVs) presentes no ar, como benzeno e formaldeído, e ele conta com bactérias simbióticas no solo que transformam esses poluentes em substâncias inofensivas.

    Segundo os criadores do Neo P1, essa planta pode reduzir em até 90% os níveis de COVs em um ambiente de 20 metros quadrados em apenas uma semana. Além disso, ela é fácil de cuidar e precisa apenas de água e de gotas especiais que mantêm o microbioma saudável.

    O Neo P1 é um exemplo de como a engenharia genética pode criar soluções inovadoras para problemas ambientais. Ao invés de depender de purificadores de ar convencionais, que consomem energia e geram resíduos, podemos usar plantas modificadas para limpar o ar de forma natural e sustentável.

    Fonte: Link.

  • Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    A poluição do ar é o quarto principal fator de risco para doenças, atrás somente de pressão alta, má alimentação e tabagismo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

  • Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    A poluição do ar é um fator de risco para diversas doenças respiratórias, incluindo a COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

  • Poluição ambiental e insônia: entenda a relação e como se proteger

    Poluição ambiental e insônia: entenda a relação e como se proteger

    Você sabia que a poluição sonora e atmosférica pode prejudicar o seu sono e a sua saúde? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ruído é um dos fatores ambientais que mais provoca problemas de saúde, como irritação, estresse, perda auditiva e doenças cardiovasculares.

    Além disso, a poluição do ar pode piorar doenças respiratórias e distúrbios como a apneia do sono, que afeta a qualidade e a quantidade do sono.

    Neste post, vamos explicar como a poluição afeta o sono e o que você pode fazer para se proteger e dormir melhor. Confira!

    Poluição sonora: o que é e como afeta o sono

    A poluição sonora é todo e qualquer ruído que possa causar danos à saúde. Ela acontece quando o som altera a condição normal da audição em um espaço. A poluição sonora é um dos maiores problemas ambientais dos grandes centros urbanos, onde há diversas fontes de ruído, como tráfego automobilístico, tráfego aéreo, obras de construção, restaurantes e lazer noturno, animais etc.

    A OMS define como ruído níveis sonoros superiores a 65 decibéis (dB). Mais concretamente, dito ruído se torna daninho se for superior a 75 dB e doloroso a partir dos 120 db. A OMS recomenda não passar de 65 dB durante o dia e indica que para que o sono seja reparador, o ruído do ambiente noturno não deve ser superior a 30 dB.

    A poluição sonora interfere no sono de várias formas:

    • Dificulta o adormecimento;
    • Provoca despertares frequentes;
    • Reduz o tempo total de sono;
    • Altera os estágios do sono;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono;
    • Aumenta os níveis de cortisol (hormônio do estresse);
    • Reduz a capacidade de recuperação física e mental.

    Poluição atmosférica: o que é e como afeta o sono

    A poluição atmosférica é a presença de substâncias nocivas no ar que respiramos. Ela pode ser causada por fontes naturais ou antrópicas (relacionadas à atividade humana), como queimadas, indústrias, veículos etc. A poluição atmosférica pode provocar diversos problemas de saúde, especialmente respiratórios e alérgicos.

    A poluição atmosférica também interfere no sono de várias formas:

    • Irrita as vias respiratórias;
    • Piora os sintomas de rinite, sinusite, bronquite e asma;
    • Aumenta o risco de apneia do sono;
    • Reduz a oxigenação do sangue;
    • Afeta o sistema nervoso central;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono.

    Como se proteger da poluição e dormir melhor

    Diante dos efeitos nocivos da poluição sobre o sono e a saúde, é importante tomar algumas medidas para se proteger e dormir melhor. Veja algumas dicas:

    • Evite exposição prolongada a fontes de ruído elevado;
    • Use protetores auriculares ou fones de ouvido com cancelamento de ruído se necessário;
    • Mantenha as janelas fechadas durante a noite ou use cortinas acústicas;
    • Use um umidificador ou vaporizador de ar no quarto para aliviar as vias respiratórias;
    • Evite atividades físicas ao ar livre em dias muito poluídos ou secos;
    • Use máscara de proteção se precisar sair em locais com alta concentração de poluentes;
    • Consulte um médico se tiver sintomas de apneia do sono ou outras doenças respiratórias;
    • Mantenha uma rotina regular de sono e higiene do sono.

    Além disso, a poluição do ar pode piorar doenças respiratórias e distúrbios como a apneia do sono, que afeta a qualidade e a quantidade do sono.

    Neste post, vamos explicar como a poluição afeta o sono e o que você pode fazer para se proteger e dormir melhor. Confira!

    Poluição sonora: o que é e como afeta o sono

    A poluição sonora é todo e qualquer ruído que possa causar danos à saúde. Ela acontece quando o som altera a condição normal da audição em um espaço. A poluição sonora é um dos maiores problemas ambientais dos grandes centros urbanos, onde há diversas fontes de ruído, como tráfego automobilístico, tráfego aéreo, obras de construção, restaurantes e lazer noturno, animais etc.

    A OMS define como ruído níveis sonoros superiores a 65 decibéis (dB). Mais concretamente, dito ruído se torna daninho se for superior a 75 dB e doloroso a partir dos 120 db. A OMS recomenda não passar de 65 dB durante o dia e indica que para que o sono seja reparador, o ruído do ambiente noturno não deve ser superior a 30 dB.

    A poluição sonora interfere no sono de várias formas:

    • Dificulta o adormecimento;
    • Provoca despertares frequentes;
    • Reduz o tempo total de sono;
    • Altera os estágios do sono;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono;
    • Aumenta os níveis de cortisol (hormônio do estresse);
    • Reduz a capacidade de recuperação física e mental.

    Poluição atmosférica: o que é e como afeta o sono

    A poluição atmosférica é a presença de substâncias nocivas no ar que respiramos. Ela pode ser causada por fontes naturais ou antrópicas (relacionadas à atividade humana), como queimadas, indústrias, veículos etc. A poluição atmosférica pode provocar diversos problemas de saúde, especialmente respiratórios e alérgicos.

    A poluição atmosférica também interfere no sono de várias formas:

    • Irrita as vias respiratórias;
    • Piora os sintomas de rinite, sinusite, bronquite e asma;
    • Aumenta o risco de apneia do sono;
    • Reduz a oxigenação do sangue;
    • Afeta o sistema nervoso central;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono.

    Como se proteger da poluição e dormir melhor

    Diante dos efeitos nocivos da poluição sobre o sono e a saúde, é importante tomar algumas medidas para se proteger e dormir melhor. Veja algumas dicas:

    • Evite exposição prolongada a fontes de ruído elevado;
    • Use protetores auriculares ou fones de ouvido com cancelamento de ruído se necessário;
    • Mantenha as janelas fechadas durante a noite ou use cortinas acústicas;
    • Use um umidificador ou vaporizador de ar no quarto para aliviar as vias respiratórias;
    • Evite atividades físicas ao ar livre em dias muito poluídos ou secos;
    • Use máscara de proteção se precisar sair em locais com alta concentração de poluentes;
    • Consulte um médico se tiver sintomas de apneia do sono ou outras doenças respiratórias;
    • Mantenha uma rotina regular de sono e higiene do sono.
  • Poluição do ar nos deixa mais burros ao longo do tempo

    Sim, agora está provado, a poluição do ar nos deixa mais burros. Principalmente pra quem mora em cidades poluídas onde é cada vez mais difícil respirar.

    Carros, ônibus e caminhões enchem as ruas com seus escapamentos. Fábricas e usinas de energia jogam fumaça por todo o céu. Um ciclo vicioso que, em alguns dias, especialmente nos dias ensolarados de verão, faz com que as partículas de toda essa poluição sejam convertidas em ozônio perigoso.

    Essa poluição do ar faz mais do que sufocar os pulmões de todos os que respiram. Isso também sobrecarrega e prejudica nossos cérebros.

    De acordo com um estudo publicado recentemente na revista Proceedings, a exposição crônica à poluição do ar parece causar efeitos prejudiciais na cognição que pioram ao longo da vida, aumentando potencialmente os fatores de risco para doenças degenerativas como demência e doença de Alzheimer.

    Nós já sabíamos que estar exposto a poluição, principalmente as crianças, prejudicam corpos e cérebros em desenvolvimento, mas o novo estudo mostra que o efeito não para quando adultos, mas piora à medida que as pessoas envelhecem.

    Como os autores do estudo observam, isso poderia estar tornando o tratamento das doenças cerebrais no fim da vida ainda mais caro, e poderia finalmente tornar o cuidado com os idosos mais complexo para a sociedade.

    A equipe de pesquisa examinou dados de uma pesquisa na China que foi conduzida em 162 municípios chineses entre 2010 e 2014, e comparou esses resultados com dados oficiais de qualidade do ar.

    Usando vários anos de dados, os pesquisadores puderam ver como o ar poluído afetava as pontuações nos testes verbais e matemáticos. Eles também puderam ver como a vida em uma área poluída mudou os resultados dos testes ao longo do tempo. Este efeito cumulativo foi significativo.

    Ao todo, os autores do estudo descobriram que a poluição do ar tem um maior impacto nas pontuações dos testes verbais do que nas pontuações de matemática, embora isso tenha um efeito em ambos. Há também um efeito maior sobre os homens do que sobre as mulheres.

    Os autores atribuem isso ao fato de que a poluição do ar tende a ter um efeito mais forte em áreas do cérebro que são invocadas em testes verbais, que tendem a ser melhor desenvolvidas em mulheres.

    No geral, se os residentes dessas cidades na China vivessem em locais que atendessem aos padrões da EPA, dos EUA, quanto à poluição do ar, os autores estimam que isso melhoraria significativamente os resultados dos testes.

    Nos grupos mais afetados, como homens com menos escolaridade acima dos 64 anos, essa mudança seria ainda mais significativa.

    A China, como muitos países em desenvolvimento, tem um grande número de cidades com sérios problemas de qualidade do ar.

    No estudo, os autores escreveram que 98% das cidades com populações acima de 100.000 em países de baixa e média renda não cumprem as diretrizes de qualidade do ar da Organização Mundial da Saúde.

    Isso torna essas descobertas aplicáveis ​​a cidades com problemas de poluição em todo o mundo.

    Sabemos que há motivos de sobra para se preocupar com a poluição do ar em geral, desde o aumento da probabilidade de doenças pulmonares e cardíacas até o fato de que a poluição do ar ajuda a impulsionar a mudança climática, causando potencialmente sérios efeitos à saúde. Mas quando falamos sobre os efeitos negativos do ar ruim, claramente não podemos negligenciar o modo como esse ar pode mudar a capacidade de pensar das pessoas.