Tag: Preço

  • Preço de equipamentos eletroeletrônicos no Brasil apresenta queda em um ano; entenda

    Preço de equipamentos eletroeletrônicos no Brasil apresenta queda em um ano; entenda

    O mercado de eletroeletrônicos online no Brasil tem apresentado uma tendência de queda nos preços, trazendo boas notícias para os consumidores.

    Segundo dados recentes, houve uma diminuição significativa de 7,4% nos preços acumulados ao longo dos últimos 12 meses, encerrando em março. Este fenômeno não é isolado, pois março também registrou uma queda mensal de 1,29%, mantendo a sequência de reduções observadas desde o início do ano.

    O Índice Fipe/Buscapé, um indicador respeitado que acompanha os preços no comércio eletrônico brasileiro, é calculado com base em uma ampla gama de produtos monitorados pela plataforma Buscapé. Este índice é uma ferramenta valiosa para entender as tendências do mercado e auxiliar tanto consumidores quanto varejistas nas suas decisões de compra e venda.

    Ao analisar as categorias de produtos, percebe-se que, das 16 categorias principais, somente duas — ar-condicionado e ventilador/circulador — tiveram um aumento nos preços. Por outro lado, itens como celulares, monitores, notebooks e PCs/computadores lideraram as quedas, indicando uma oportunidade para consumidores que buscam atualizar ou adquirir novos equipamentos tecnológicos.

    Essa tendência de redução de preços pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo a evolução tecnológica, que permite a produção de dispositivos mais eficientes a custos menores, e a intensa competição no mercado online, que frequentemente resulta em melhores ofertas para atrair clientes.


    Segundo dados recentes, houve uma diminuição significativa de 7,4% nos preços acumulados ao longo dos últimos 12 meses, encerrando em março. Este fenômeno não é isolado, pois março também registrou uma queda mensal de 1,29%, mantendo a sequência de reduções observadas desde o início do ano.

    O Índice Fipe/Buscapé, um indicador respeitado que acompanha os preços no comércio eletrônico brasileiro, é calculado com base em uma ampla gama de produtos monitorados pela plataforma Buscapé. Este índice é uma ferramenta valiosa para entender as tendências do mercado e auxiliar tanto consumidores quanto varejistas nas suas decisões de compra e venda.

    Ao analisar as categorias de produtos, percebe-se que, das 16 categorias principais, somente duas — ar-condicionado e ventilador/circulador — tiveram um aumento nos preços. Por outro lado, itens como celulares, monitores, notebooks e PCs/computadores lideraram as quedas, indicando uma oportunidade para consumidores que buscam atualizar ou adquirir novos equipamentos tecnológicos.

    Essa tendência de redução de preços pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo a evolução tecnológica, que permite a produção de dispositivos mais eficientes a custos menores, e a intensa competição no mercado online, que frequentemente resulta em melhores ofertas para atrair clientes.


  • Petrobras reduz preço do diesel em quase 10% a partir de sábado

    Petrobras reduz preço do diesel em quase 10% a partir de sábado

    A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (28/4) uma nova redução do preço do diesel para as distribuidoras.

    Segundo a estatal, o preço médio de venda de diesel A passará de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma queda de 9,90% ou R$ 0,38 por litro. A medida entra em vigor a partir deste sábado (29/4).

    A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

    A companhia destacou que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margem de lucro do distribuidor.

    Os preços dos demais combustíveis não sofreram alteração.

    Segundo a estatal, o preço médio de venda de diesel A passará de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma queda de 9,90% ou R$ 0,38 por litro. A medida entra em vigor a partir deste sábado (29/4).

    A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

    A companhia destacou que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margem de lucro do distribuidor.

    Os preços dos demais combustíveis não sofreram alteração.

  • Procon-SP encontra diferença de até 91% nos preços de ovos de Páscoa

    Pesquisa feita pela Fundação Procon-SP encontrou variação de até 91,4% nos produtos específicos para a Páscoa., como bolos, caixas de bombons, ovos e tabletes de chocolate de diversas marcas, tipos e modelos. A maior diferença encontrada entre os ovos foi de 91,24%, em um ovo de 150g, com o maior preço de R$ 42,99 e o menor, R$ 22,48.

    Veja Mais:
    Saiba a verdade por trás do preço dos ovos de Páscoa

    Nos preços dos bombons, a maior diferença encontrada foi de 117,22%, em caixas avelã 185g e cereja195g, que custavam R$ 12,99 em um estabelecimento e R$ 5,98 em outro. A maior variação nos tabletes de chocolate foi de 78,35% e nos bolos de páscoa de 57,24%. O levantamento foi feito nos dias 9, 12 e 13 de março em dez estabelecimentos distribuídos pelas cinco regiões de São Paulo e comparou o preço de 172 itens.

    A pesquisa estabeleceu o valor médio do quilo, tomando como base o valor médio dos produtos pesquisados em 2018. O o quilo do ovo de Páscoa com brinquedos custa em média R$ 289,90; já o quilo do ovo sem brinquedos custa R$ 144,52; o quilo do bombom custa em média R$ 111,02; o do tablete, R$ 44,77 e o do bolo, R$ 34,78.

    Na comparação dos produtos comuns entre as pesquisas de 2018 e 2017 efetuadas no município de São Paulo, constatou-se que houve, em média, acréscimo nos bolos de Páscoa de 1,12%, nos bombons de 3,12% e nos ovos de Páscoa de 4,84%. Apenas os tabletes de chocolate tiveram decréscimo no preço médio, de -4,25%. Por: Agência Brasil

  • Preços dos remédios sobem até 2,84% a partir deste sábado

    Os preços dos remédios sobem até 2,84% a partir de hoje (31). A resolução do Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) foi publicada na quinta-feira (29) no Diário Oficial da União. O Cmed é um órgão do governo integrado por representantes de vários ministérios.

    De acordo com o texto, dependendo do tipo de medicamento, há três níveis de reajuste: 2,09%; 2,47% e 2,84%. A resolução informa que o percentual de reajuste tem como base a inflação acumulada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no acumulado de 12 meses, de março de 2017 a fevereiro deste ano. Por: Agência Brasil

  • Saiba a verdade por trás do preço dos ovos de Páscoa

    É muito comum chegar a Páscoa e nos depararmos com os preços altíssimos dos ovos. Nesse momento, muitos pensam: como um ovo pode custar mais do que uma barra de chocolate, que é feita com a mesma matéria prima e, às vezes, possui até o mesmo peso?

    A resposta nem é tão simples, mas é só uma: é culpa da super produção.

    Um feriado como esse, que costuma alavancar a economia, exige muita gente envolvida para produção, armazenamento deslocamento e vendas. Assim, as pessoas envolvidas no processo de preparo de um ovo de Páscoa são bem diferentes das responsáveis pela produção das barras de chocolate.

    Durante o período que antecede a Páscoa são geradas uma série de vagas temporárias. No geral, as indústrias iniciam a produção entre agosto e setembro do ano anterior, segundo Ubiracy Fonseca, presidente da ABICAB (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados).

    E ao contrário do que muitos acreditam, as pessoas que são responsáveis pelas barras de chocolate, não são deslocadas para a produção de ovos. Tanto que, sempre é possível encontrar nossos queridos chocolates nas prateleiras dos supermercados.

    Para se ter uma ideia, nesta temporada de 2017-2018, as indústrias brasileiras contrataram 23 mil empregados temporários. “Eles são muito necessários nas indústrias, já que a concepção do produto é completamente diferente. A barra de chocolate é feita de forma quase totalmente mecanizada, enquanto o ovo de Páscoa é em grande parte manual, principalmente na parte da embalagem, do laço. Mas a mão-de-obra temporária também está presente na logística e nos pontos de venda”, afirma Fonseca.

    Além de toda essa mão-de-obra há um cuidado enorme para armazenar esses ovos em lugares frescos, já que eles ficam prontos durante o verão e precisam ser guardados em uma temperatura de 18ºC e em até 50% de umidade. O que gera mais custos.

    E, por fim, tem a questão da distribuição dos ovos. São necessários de três a quatro caminhões para transportar o mesmo peso de ovos de Páscoa que um caminhão leva em barras de chocolate, segundo o presidente da ABICAB. Afinal, as barras podem ser empilhadas sem quebrar, mas os ovos não e precisam chegar inteiros ao consumidor final.

    Tirando tudo isso, as marcas que querem inovar com um brinquedinho surpresa ainda precisam providenciar a aprovação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). E as embalagens que são estampadas com personagens custam mais caro, porque as indústrias precisam pagar royalties pelo uso.

  • Pojeto de lei prevê que bebida quente e gelada custem o mesmo valor em mercado

    O projeto de lei 2.848/14, do deputado Paulo Ramos, aprovado nesta quarta-feira (21) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), visa proibir a diferença de preços entre bebidas com temperaturas frias e quentes vendidas nos supermercados do Rio de Janeiro.

    O autor da proposta diz o número de reclamações de clientes sobre a diferenciação dos valores é crescente nos órgãos de defesa do consumidor. Segundo a proposta, o infrator que não cumprir a regra ficará sujeito a penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor.

    “O consumidor é extorquido. Pagar mais porque a bebida está gelada é um exagero muito grande, então o objetivo é equiparar o preço.”

    Para sair do papel, o projeto ainda precisa ser aprovado pela Casa antes de chegar na sanção do governador.

  • Sua conta de luz pode ficar mais barata

    Há uma proposta sendo discutida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que prevê uma tarifa mais barata para quem consome menos energia.

    O nome dessa medida se chama “tarifa binômia”. Esta forma de cobrança já é aplicada em grandes indústrias.

    A ideia é cobrar pelo serviço de distribuição – que é a construção e manutenção da rede que leva a energia até casas e empresas. O custo da distribuição – chamado de “tarifa fio” – representa cerca de 30% do valor da conta de luz. Os rec

    Desse modo, quem gasta mais energia deverá pagar uma tarifa maior de distribuição já que exigem um maior investimento das distribuidoras para atender a sua demanda.

    Hoje em dia, essa tarifa é paga igualmente entre os consumidores.

    A proposta ainda não tem data para ser votada na Aneel, que prevê a abertura de audiência pública sobre a tarifa binômia para o segundo semestre de 2018. A votação da proposta está prevista para 2019.

    A adesão à tarifa binômia será obrigatória para todos os consumidores, que terão de declarar à distribuidora qual é a sua demanda de energia, que leva em conta, por exemplo, a quantidade de eletrodomésticos e equipamentos ligados no imóvel.

    Declarações falsas deverão ser penalizadas.

  • Preço da gasolina aumenta 2,44% e etanol sobe 3,55%

    Os gastos com transporte estão um pouco mais caros desde o começo do ano. Segundo os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os combustíveis ficaram 2,58% mais caros em janeiro.

    O litro da gasolina subiu 2,44%, o equivalente a uma contribuição de 0,10 ponto porcentual para a taxa de 0,29% de inflação do mês. O etanol aumentou 3,55%.

    Já a tarifa de ônibus urbano subiu 1,36% em janeiro, enquanto a de ônibus intermunicipal teve elevação de 1,80%.

    Por outro lado, as passagens aéreas recuaram 1,35% em janeiro, após o salto de 22,28% registrado em dezembro. Com informações do Estadão Conteúdo.

  • Waze pode ajudar a encontrar gasolina mais barata

    Com a recente alta no preço da gasolina nos postos brasileiros, está cada vez mais doloroso abastecer o carro. Segundo o levantamento recente da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), divulgado na segunda-feira (29/01), o valor médio do litro subiu 0,1% na última semana, passando de R$ 4,194 para R$ 4,198.

    Diante disso, o Waze está com uma nova função que promete ajudar na difícil missão de economizar com a gasolina. A plataforma passa a exibir quais postos de combustíveis estão oferecendo os melhores preços na região onde o motorista se encontra.

    Veja como usar:

    Entre no aplicativo e toque em “Para onde?”, na parte de cima da tela. Depois disso, toque no desenho da bomba de combustível.

    O aplicativo exibirá os preços de postos de gasolina em um raio de cerca de 2 km de distância. Você pode visualizar a lista por distância, preço ou bandeira do posto, tocando na engrenagem que fica no canto superior direito.

    Além disso, ao clicar no posto é possível verificar o preço dos quatro tipos de combustível: etanol, gasolina, aditivada e diesel.

  • Preço de material escolar pode variar em até 260%, em 2018

    É começo de ano e tirando a sensação de começar tudo do zero, pagar as contas é sempre a pior parte. Tem IPTU, IPVA, Seguro de carro e tcharãn… material escolar.

    Muita coisa mudou nos últimos anos. Só o que não muda são os preços abusivos dos materiais escolares. De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP, a variação de preço entre itens de material escolar pode chegar a 260% para um mesmo produto em São Paulo.

    Assim, uma caneta esferográfica da marca Faber Castell, por exemplo, pode custar entre R$ 1,75 e R$ 6,30 em diferentes estabelecimentos.

    O levantamento foi feito entre os dias 7 e 11 de dezembro em nove lojas de São Paulo. Foram pesquisados apontador, borracha, caderno, canetas esferográfica e hidrográfica, colas em bastão e líquida, fita corretiva, giz de cera, lápis preto e colorido, lapiseira, marca texto, massa de modelar, papel sulfite, pintura a dedo, refil para fichário, régua e tesoura escolar.

    Além da variação, em comparação com o ano anterior, o preço desses materiais também aumentou 9,25%.

    Ou seja, cada vez mais se torna essencial realizar uma pesquisa meticulosa entre fornecedores para conseguir poupar ao máximo. Vale também verificar a possibilidade de reaproveitar alguns itens da gigante lista que, geralmente, é indicada nas escolas.