Tag: Produção

  • Nestlé investe na Garoto e amplia produção de chocolates no Brasil

    Nestlé investe na Garoto e amplia produção de chocolates no Brasil

    A Nestlé anunciou que vai investir R$ 430 milhões na fábrica da Garoto, em Vila Velha (ES), para aumentar a produção de chocolates.

    O objetivo é ampliar em cerca de 10% a capacidade da unidade, que é uma das 10 maiores fábricas de chocolate do mundo. Os investimentos serão realizados entre 2023 e 2024 e vão gerar 1.000 empregos, entre diretos e indiretos, na fase de obras.

    A Garoto é uma das marcas de chocolate mais queridas do Brasil, criada há mais de 91 anos. A empresa faz parte do grupo Nestlé desde 2002, quando foi comprada por US$ 250 milhões. A aquisição foi contestada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a operação geraria concentração excessiva no mercado de chocolates. A Nestlé recorreu à Justiça e o caso ainda não foi resolvido.

    A ampliação da fábrica da Garoto faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer sua presença no segmento de chocolates no Brasil, que é o quarto maior consumidor mundial do produto. A empresa espera aumentar suas vendas e sua participação de mercado com a oferta de produtos de qualidade e com o sabor inconfundível do cacau.

    O objetivo é ampliar em cerca de 10% a capacidade da unidade, que é uma das 10 maiores fábricas de chocolate do mundo. Os investimentos serão realizados entre 2023 e 2024 e vão gerar 1.000 empregos, entre diretos e indiretos, na fase de obras.

    A Garoto é uma das marcas de chocolate mais queridas do Brasil, criada há mais de 91 anos. A empresa faz parte do grupo Nestlé desde 2002, quando foi comprada por US$ 250 milhões. A aquisição foi contestada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a operação geraria concentração excessiva no mercado de chocolates. A Nestlé recorreu à Justiça e o caso ainda não foi resolvido.

    A ampliação da fábrica da Garoto faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer sua presença no segmento de chocolates no Brasil, que é o quarto maior consumidor mundial do produto. A empresa espera aumentar suas vendas e sua participação de mercado com a oferta de produtos de qualidade e com o sabor inconfundível do cacau.

  • Microsoft reduz produção de acessórios do Surface: o que isso significa?

    Microsoft reduz produção de acessórios do Surface: o que isso significa?

    A Microsoft anunciou que vai cortar a produção de periféricos para seus computadores Surface, como teclados e mouses, em meio à queda na demanda por PCs.

    Segundo o Nikkei Asia, a empresa americana está consolidando recursos e focando em outros segmentos, como serviços em nuvem e jogos.

    A decisão da Microsoft reflete a tendência de desaceleração da indústria de PCs, que enfrenta problemas de escassez de chips, concorrência de smartphones e tablets, e mudanças nos hábitos dos consumidores.

    O que isso significa para os usuários do Surface?

    Por enquanto, nada. A Microsoft continuará oferecendo suporte e atualizações para seus dispositivos, e os acessórios ainda estarão disponíveis no mercado. No entanto, a longo prazo, pode haver menos inovação e variedade nesse segmento, o que pode afetar a experiência dos clientes.

    Além disso, a Microsoft pode perder espaço para outras marcas que investem mais em PCs, como a Apple e a Dell.

    Segundo o Nikkei Asia, a empresa americana está consolidando recursos e focando em outros segmentos, como serviços em nuvem e jogos.

    A decisão da Microsoft reflete a tendência de desaceleração da indústria de PCs, que enfrenta problemas de escassez de chips, concorrência de smartphones e tablets, e mudanças nos hábitos dos consumidores.

    O que isso significa para os usuários do Surface?

    Por enquanto, nada. A Microsoft continuará oferecendo suporte e atualizações para seus dispositivos, e os acessórios ainda estarão disponíveis no mercado. No entanto, a longo prazo, pode haver menos inovação e variedade nesse segmento, o que pode afetar a experiência dos clientes.

    Além disso, a Microsoft pode perder espaço para outras marcas que investem mais em PCs, como a Apple e a Dell.

  • Produção de motos cresce 12,2% no primeiro trimestre, diz Abraciclo

    A produção de motocicletas do Polo Industrial de Manaus cresceu 12,2% nos três primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 259.537 unidades. Os dados foram divulgados hoje (12), em São Paulo, pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

    Na comparação mensal dos números de produção, houve alta de 14,8% em março sobre o mesmo mês em 2017. Foram produzidas, no mês passado, 94.599 unidades. Em relação a fevereiro, o crescimento foi de 13,1%.

    As vendas para o atacado registraram aumento de 8,4% durante o primeiro trimestre do ano (234 mil unidades comercializadas). No mês de março, foram vendidas 87.372 motocicletas para os concessionários, representando uma alta de 8,5% em relação a março do ano passado. Na comparação com fevereiro, houve elevação de 16,6%.

    As vendas diretas ao consumidor tiveram aumento de 4% no primeiro trimestre do ano, com 210.970 emplacamentos. No mês passado, foi registrada queda de 4,3% nas vendas (79.320 motocicletas vendidas), na comparação com março de 2017. Em relação a fevereiro, houve alta de 25,9%.

    Vendas no varejo

    O presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, informou que a produção cresce em ritmo mais acelerado do que as vendas no varejo, porque há atraso na entrega das motocicletas. As motos são produzidas em Manaus e distribuídas para o restante do país.

    “[A produção] desce de Manaus, via terrestre. Há um fluxo de logística de, em média, mais do que 15 dias. Alguns mercados estão com estoque abaixo do normal. Metade da produção de março, por exemplo, não foi vendida para o concessionário”, disse Fermanian.

    A Abraciclo manteve as expectativas de alta no acumulado no final deste ano. A produção, segundo a entidade, deve crescer 5,9%. A projeção de venda no atacado é de aumento de 4,3% e, no varejo, alta de 1,6%. “Vamos aguardar, pois há instabilidade política, a Copa do Mundo. Mas, como a gente vê, os primeiros períodos do ano foram bem mais favoráveis do que a gente esperava”, afirmou. Por Agência Brasil