Tag: Proxalutamida

  • Por que ainda não existe um medicamento eficaz contra a Covid-19?

    Por que ainda não existe um medicamento eficaz contra a Covid-19?

    A pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus, já matou mais de 5 milhões de pessoas no mundo e continua a desafiar a ciência na busca por tratamentos eficazes. Embora as vacinas tenham se mostrado a melhor forma de prevenir a doença e reduzir as complicações, ainda há uma grande demanda por medicamentos que possam…

    No entanto, encontrar um remédio seguro e eficiente contra a Covid-19 não é uma tarefa simples. Segundo uma reportagem da revista Pesquisa Fapesp, publicada em junho de 2023, há diversos obstáculos que dificultam o desenvolvimento e a aprovação de novos fármacos para a doença. Entre eles, estão:

    • A complexidade do vírus e da resposta imunológica do organismo humano;
    • A falta de conhecimento sobre os mecanismos moleculares envolvidos na infecção e na inflamação;
    • A escassez de modelos animais adequados para testar os candidatos a medicamentos;
    • A necessidade de realizar ensaios clínicos rigorosos e éticos com milhares de voluntários;
    • A pressão política e social por resultados rápidos e milagrosos.

    A reportagem da Pesquisa Fapesp entrevistou vários pesquisadores brasileiros que estão envolvidos na busca por medicamentos contra a Covid-19, tanto por meio do reposicionamento de fármacos já existentes quanto pela descoberta de novas moléculas com potencial antiviral. Eles relataram os avanços e os desafios que enfrentam nesse campo, bem como as perspectivas para o futuro.

    Um dos exemplos citados na reportagem é o da nitazoxanida, um antiparasitário que foi testado em pacientes com Covid-19 no Brasil, mas que não mostrou eficácia significativa em reduzir a carga viral ou a duração dos sintomas. Outro caso é o da proxalutamida, um antiandrogênico que foi apontado como promissor em um estudo preliminar feito na Amazônia, mas que ainda precisa ser confirmado em ensaios clínicos maiores e mais robustos.

    Além desses casos, a reportagem também aborda outras iniciativas de pesquisa que estão em andamento no país, como o desenvolvimento de anticorpos monoclonais, de peptídeos sintéticos e de inibidores de proteases do vírus. Essas estratégias visam bloquear a entrada ou a replicação do coronavírus nas células humanas, impedindo assim a progressão da doença.

    A reportagem conclui que, apesar das dificuldades, há motivos para otimismo na busca por medicamentos contra a Covid-19. Ela destaca que a pandemia estimulou a colaboração entre cientistas de diferentes áreas e instituições, bem como o investimento em infraestrutura e inovação. Além disso, ela ressalta que os conhecimentos adquiridos sobre o coronavírus podem servir para enfrentar outras doenças virais emergentes no futuro.

    No entanto, encontrar um remédio seguro e eficiente contra a Covid-19 não é uma tarefa simples. Segundo uma reportagem da revista Pesquisa Fapesp, publicada em junho de 2023, há diversos obstáculos que dificultam o desenvolvimento e a aprovação de novos fármacos para a doença. Entre eles, estão:

    • A complexidade do vírus e da resposta imunológica do organismo humano;
    • A falta de conhecimento sobre os mecanismos moleculares envolvidos na infecção e na inflamação;
    • A escassez de modelos animais adequados para testar os candidatos a medicamentos;
    • A necessidade de realizar ensaios clínicos rigorosos e éticos com milhares de voluntários;
    • A pressão política e social por resultados rápidos e milagrosos.

    A reportagem da Pesquisa Fapesp entrevistou vários pesquisadores brasileiros que estão envolvidos na busca por medicamentos contra a Covid-19, tanto por meio do reposicionamento de fármacos já existentes quanto pela descoberta de novas moléculas com potencial antiviral. Eles relataram os avanços e os desafios que enfrentam nesse campo, bem como as perspectivas para o futuro.

    Um dos exemplos citados na reportagem é o da nitazoxanida, um antiparasitário que foi testado em pacientes com Covid-19 no Brasil, mas que não mostrou eficácia significativa em reduzir a carga viral ou a duração dos sintomas. Outro caso é o da proxalutamida, um antiandrogênico que foi apontado como promissor em um estudo preliminar feito na Amazônia, mas que ainda precisa ser confirmado em ensaios clínicos maiores e mais robustos.

    Além desses casos, a reportagem também aborda outras iniciativas de pesquisa que estão em andamento no país, como o desenvolvimento de anticorpos monoclonais, de peptídeos sintéticos e de inibidores de proteases do vírus. Essas estratégias visam bloquear a entrada ou a replicação do coronavírus nas células humanas, impedindo assim a progressão da doença.

    A reportagem conclui que, apesar das dificuldades, há motivos para otimismo na busca por medicamentos contra a Covid-19. Ela destaca que a pandemia estimulou a colaboração entre cientistas de diferentes áreas e instituições, bem como o investimento em infraestrutura e inovação. Além disso, ela ressalta que os conhecimentos adquiridos sobre o coronavírus podem servir para enfrentar outras doenças virais emergentes no futuro.

  • Comissão Nacional de Ética pede à PGR que investigue 200 mortes em estudo com proxalutamida


    O remédio é um bloqueador hormonal que ainda é usado em caráter experimental e tem sido defendido pelo presidente Jair Bolsonaro como a nova aposta de cura para a Covid-19.

    O grupo responsável pelo estudo apresentou um relatório com resultado favorável ao medicamento durante uma live, no dia 11 março. Mas o resultado do estudo despertou suspeitas entre infectologistas, pesquisadores e na comissão de ética.

    Segundo o coordenador da comissão, Jorge Venâncio, inicialmente foram reportadas 170 mortes no ensaio clínico. Após duas revisões, esse número passou para 178 e, por fim, 200.

    Os pesquisadores também não detalharam as condições clínicas dos voluntários que faleceram. Na avaliação de Venâncio, não é possível “descartar a possibilidade de morte provocada por toxicidade medicamentosa ou por procedimentos da pesquisa”.

    Pelas regras do Conselho Nacional de Saúde (CNS), os pesquisadores tinham que ter interrompido o estudo, após o óbito dos voluntários, para averiguar o que estava provocando as mortes.

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  • Anvisa autoriza estudo para avaliar a segurança e eficácia do medicamento Proxalutamida no tratamento da Covid-19


    Patrocinado pela empresa Suzhou Kintor Pharmaceuticals, o estudo será realizado na Alemanha, Argentina, África do Sul, Ucrânia, México, Estados Unidos e no Brasil.

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