Tag: rádio

  • Como um simples teste pode ajudar você a prevenir doenças genéticas na sua família

    Como um simples teste pode ajudar você a prevenir doenças genéticas na sua família

    Com uma simples coleta de saliva, você pode descobrir mais sobre as suas origens, as suas predisposições genéticas para diversas doenças, a sua interação com nutrientes e medicamentos, e muito mais.

    Com o laboratório Genera, você pode fazer testes genéticos de forma rápida, segura e acessível.

    O Genera é o primeiro laboratório de genética do Brasil a oferecer uma plataforma personalizada de testes de ancestralidade, saúde e bem-estar. Desde 2010, a empresa investe em pesquisa e desenvolvimento para tornar os testes genéticos mais acessíveis à população e promover o autoconhecimento.

    Esses testes podem ajudar você a conhecer melhor a sua origem, a sua predisposição a certas doenças e a sua resposta a medicamentos.

    Para fazer o seu teste, basta acessar o site do laboratório Genera, escolher o tipo de teste que deseja e solicitar o kit de coleta.

    Você receberá o kit em sua casa, coletará uma amostra de saliva e enviará para o laboratório. Em poucas semanas, você terá acesso aos seus resultados online.

    Não perca essa oportunidade de conhecer mais sobre você mesmo e melhorar a sua qualidade de vida. Acesse o site do laboratório Genera e faça o seu teste genético hoje mesmo.

    Utilize o Cupom “DNA20” e ganhe 20% de desconto nos kits Standard e Premium.

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    O Genera é o primeiro laboratório de genética do Brasil a oferecer uma plataforma personalizada de testes de ancestralidade, saúde e bem-estar. Desde 2010, a empresa investe em pesquisa e desenvolvimento para tornar os testes genéticos mais acessíveis à população e promover o autoconhecimento.

    Esses testes podem ajudar você a conhecer melhor a sua origem, a sua predisposição a certas doenças e a sua resposta a medicamentos.

    Para fazer o seu teste, basta acessar o site do laboratório Genera, escolher o tipo de teste que deseja e solicitar o kit de coleta.

    Você receberá o kit em sua casa, coletará uma amostra de saliva e enviará para o laboratório. Em poucas semanas, você terá acesso aos seus resultados online.

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    Utilize o Cupom “DNA20” e ganhe 20% de desconto nos kits Standard e Premium.

  • Por que a salsicha é considerada um dos piores alimentos para se consumir?

    Por que a salsicha é considerada um dos piores alimentos para se consumir?

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição.

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição. Por isso, muita gente afirma que salsicha faz mal, mas não sabe como ela é feita.

    No Brasil, em sua fabricação, são utilizados três tipos de carne: a bovina, a suína e de frango. Essas carnes são moídas e misturadas com amido, sal, açúcar, especiarias e nitrito de sódio – substância cancerígena que pode aumentar o risco de câncer do pâncreas e do intestino, além de causar hipertensão.

    A mistura é então embalada em uma tripa sintética e cozida. O resultado é um alimento rico em gorduras saturadas, que elevam o colesterol ruim e prejudicam o coração, e em sódio, que favorece a retenção de líquidos e a pressão alta.

    Além disso, a salsicha tem pouco valor nutricional, pois é pobre em proteínas, vitaminas e minerais. Portanto, o consumo de salsicha deve ser evitado ou reduzido ao mínimo, pois ela pode comprometer a saúde a longo prazo.

    Uma alternativa mais saudável é optar por carnes magras e frescas, como peito de frango ou filé mignon suíno, que são fontes de proteínas de qualidade e têm menos gordura e sódio.

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição. Por isso, muita gente afirma que salsicha faz mal, mas não sabe como ela é feita.

    No Brasil, em sua fabricação, são utilizados três tipos de carne: a bovina, a suína e de frango. Essas carnes são moídas e misturadas com amido, sal, açúcar, especiarias e nitrito de sódio – substância cancerígena que pode aumentar o risco de câncer do pâncreas e do intestino, além de causar hipertensão.

    A mistura é então embalada em uma tripa sintética e cozida. O resultado é um alimento rico em gorduras saturadas, que elevam o colesterol ruim e prejudicam o coração, e em sódio, que favorece a retenção de líquidos e a pressão alta.

    Além disso, a salsicha tem pouco valor nutricional, pois é pobre em proteínas, vitaminas e minerais. Portanto, o consumo de salsicha deve ser evitado ou reduzido ao mínimo, pois ela pode comprometer a saúde a longo prazo.

    Uma alternativa mais saudável é optar por carnes magras e frescas, como peito de frango ou filé mignon suíno, que são fontes de proteínas de qualidade e têm menos gordura e sódio.

  • O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O G20 é um grupo formado pelos ministros da Economia e presidentes dos Bancos Centrais de 19 países e da União Europeia. Juntos, esses países representam cerca de 80% da economia global e discutem os principais desafios econômicos, políticos e de saúde do mundo.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Capitalismo em crise: por que o sistema está perdendo popularidade?

    Capitalismo em crise: por que o sistema está perdendo popularidade?

    Nos últimos anos, o capitalismo tem sido alvo de muitas críticas por parte de movimentos sociais, ambientalistas, intelectuais e até mesmo de alguns empresários.

    As desigualdades sociais, a degradação ambiental, a concentração de poder e riqueza, a alienação do trabalho e o consumismo são alguns dos problemas atribuídos ao sistema econômico que domina o mundo desde o século XVIII.

    No entanto, o capitalismo também tem suas vantagens, que muitas vezes são esquecidas ou minimizadas pelos seus detratores. Neste post, vamos abordar algumas delas, com base em fontes confiáveis e sem defender uma posição ideológica. O objetivo é apresentar um panorama equilibrado e informativo sobre o tema.

    • O capitalismo incentiva o livre comércio e o empreendedorismo. Segundo o site Nova Economia Hoje, o capitalismo permite o acesso a uma grande variedade de bens e serviços, que são determinados pela oferta e pela demanda no mercado. Além disso, o sistema estimula a inovação, o risco e a iniciativa privada, gerando oportunidades de negócios e de mobilidade econômica.
    • O capitalismo permite a acumulação de capital e o investimento. De acordo com o site PáginaPrópria, o capitalismo se baseia na propriedade privada, que possibilita a acumulação de bens ou dinheiro. Esses recursos podem ser usados para financiar projetos de interesse social, como pesquisas científicas, ou para aumentar ainda mais a lucratividade. O capital também pode ser distribuído entre os trabalhadores, por meio de salários, benefícios e participação nos lucros.
    • O capitalismo tem um efeito democratizante do capital. Conforme o site Conceitos do Mundo, o capitalismo rompe com as estruturas feudais que determinavam o acesso à riqueza pelo nascimento. No sistema capitalista, não há distinção entre nobres e plebeus, mas entre pobres e ricos. Essas categorias podem mudar ao longo da vida, dependendo do esforço e da sorte de cada um. Assim, o capitalismo oferece uma chance de ascensão social para quem tem talento e trabalho.
    • O capitalismo incentiva a autorregulação das empresas. Segundo o site PáginaPrópria, o capitalismo promove a competição entre as empresas, que buscam oferecer o melhor valor pelo menor preço aos consumidores. Esse processo leva as empresas a se adaptarem às demandas do mercado e às preferências dos clientes. As empresas que não conseguem satisfazer as necessidades dos consumidores tendem a perder espaço ou a fechar as portas .

    Essas são algumas das vantagens do capitalismo que devem ser levadas em conta ao avaliar o sistema econômico vigente. Isso não significa ignorar ou negar as suas desvantagens, que também são reais e graves. O ideal seria buscar um equilíbrio entre os aspectos positivos e negativos do capitalismo, procurando corrigir as suas falhas e potencializar os seus benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    As desigualdades sociais, a degradação ambiental, a concentração de poder e riqueza, a alienação do trabalho e o consumismo são alguns dos problemas atribuídos ao sistema econômico que domina o mundo desde o século XVIII.

    No entanto, o capitalismo também tem suas vantagens, que muitas vezes são esquecidas ou minimizadas pelos seus detratores. Neste post, vamos abordar algumas delas, com base em fontes confiáveis e sem defender uma posição ideológica. O objetivo é apresentar um panorama equilibrado e informativo sobre o tema.

    • O capitalismo incentiva o livre comércio e o empreendedorismo. Segundo o site Nova Economia Hoje, o capitalismo permite o acesso a uma grande variedade de bens e serviços, que são determinados pela oferta e pela demanda no mercado. Além disso, o sistema estimula a inovação, o risco e a iniciativa privada, gerando oportunidades de negócios e de mobilidade econômica.
    • O capitalismo permite a acumulação de capital e o investimento. De acordo com o site PáginaPrópria, o capitalismo se baseia na propriedade privada, que possibilita a acumulação de bens ou dinheiro. Esses recursos podem ser usados para financiar projetos de interesse social, como pesquisas científicas, ou para aumentar ainda mais a lucratividade. O capital também pode ser distribuído entre os trabalhadores, por meio de salários, benefícios e participação nos lucros.
    • O capitalismo tem um efeito democratizante do capital. Conforme o site Conceitos do Mundo, o capitalismo rompe com as estruturas feudais que determinavam o acesso à riqueza pelo nascimento. No sistema capitalista, não há distinção entre nobres e plebeus, mas entre pobres e ricos. Essas categorias podem mudar ao longo da vida, dependendo do esforço e da sorte de cada um. Assim, o capitalismo oferece uma chance de ascensão social para quem tem talento e trabalho.
    • O capitalismo incentiva a autorregulação das empresas. Segundo o site PáginaPrópria, o capitalismo promove a competição entre as empresas, que buscam oferecer o melhor valor pelo menor preço aos consumidores. Esse processo leva as empresas a se adaptarem às demandas do mercado e às preferências dos clientes. As empresas que não conseguem satisfazer as necessidades dos consumidores tendem a perder espaço ou a fechar as portas .

    Essas são algumas das vantagens do capitalismo que devem ser levadas em conta ao avaliar o sistema econômico vigente. Isso não significa ignorar ou negar as suas desvantagens, que também são reais e graves. O ideal seria buscar um equilíbrio entre os aspectos positivos e negativos do capitalismo, procurando corrigir as suas falhas e potencializar os seus benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • O que é saúde digital e por que ela é importante?

    O que é saúde digital e por que ela é importante?

    Saúde digital é o uso de recursos de tecnologia de informação e comunicação (TIC) para produzir e disponibilizar informações confiáveis sobre o estado de saúde para os cidadãos, profissionais de saúde e gestores públicos.

    O termo saúde digital é mais abrangente do que e-Saúde e incorpora os recentes avanços na tecnologia, como novos conceitos, aplicações de redes sociais, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), entre outros.

    A saúde digital tem o potencial de transformar o sistema de saúde, oferecendo serviços integrados, personalizados e precisos, além de otimizar o atendimento e reduzir custos. A saúde digital também pode facilitar o acesso à informação e à educação em saúde, promovendo a prevenção e a participação dos usuários.

    Para que a saúde digital seja efetiva, é necessário que haja uma estratégia nacional que oriente e alinhe as diversas iniciativas públicas e privadas, seguindo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS). A estratégia de saúde digital deve ter como foco resolver os problemas do sistema de saúde, utilizando as soluções de TIC mais adequadas para cada contexto.

    A pandemia da Covid-19 evidenciou a importância da saúde digital como instrumento de tomada de decisão e coordenação das ações nacionais. A plataforma Saúde Digital, por exemplo, é uma ferramenta que permite o cadastro da vacinação contra a Covid-19 para as pessoas incluídas nos grupos prioritários da imunização.

    A saúde digital é uma área de conhecimento e prática em constante evolução, que requer o envolvimento de todos os atores do sistema de saúde, incluindo os cidadãos. A saúde digital pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da população.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O termo saúde digital é mais abrangente do que e-Saúde e incorpora os recentes avanços na tecnologia, como novos conceitos, aplicações de redes sociais, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), entre outros.

    A saúde digital tem o potencial de transformar o sistema de saúde, oferecendo serviços integrados, personalizados e precisos, além de otimizar o atendimento e reduzir custos. A saúde digital também pode facilitar o acesso à informação e à educação em saúde, promovendo a prevenção e a participação dos usuários.

    Para que a saúde digital seja efetiva, é necessário que haja uma estratégia nacional que oriente e alinhe as diversas iniciativas públicas e privadas, seguindo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS). A estratégia de saúde digital deve ter como foco resolver os problemas do sistema de saúde, utilizando as soluções de TIC mais adequadas para cada contexto.

    A pandemia da Covid-19 evidenciou a importância da saúde digital como instrumento de tomada de decisão e coordenação das ações nacionais. A plataforma Saúde Digital, por exemplo, é uma ferramenta que permite o cadastro da vacinação contra a Covid-19 para as pessoas incluídas nos grupos prioritários da imunização.

    A saúde digital é uma área de conhecimento e prática em constante evolução, que requer o envolvimento de todos os atores do sistema de saúde, incluindo os cidadãos. A saúde digital pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da população.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Salário mínimo em 2024 será de R$ 1.389, sem aumento real

    Salário mínimo em 2024 será de R$ 1.389, sem aumento real

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024, que prevê um salário mínimo de R$ 1.389 para o ano que vem.

    Esse valor representa um aumento de 5,2% em relação ao salário mínimo atual, que é de R$ 1.320 desde maio deste ano.

    O reajuste do salário mínimo para 2024 leva em conta apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2023, sem considerar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa que não haverá ganho real para os trabalhadores que recebem o piso nacional.

    O governo ainda está discutindo uma nova política de valorização do salário mínimo, que possa garantir aumentos acima da inflação nos próximos anos. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a proposta será apresentada até o fim de maio e que o Ministério da Fazenda sugeriu que o reajuste leve em conta o PIB per capita.

    O salário mínimo é a referência para cerca de 60 milhões de pessoas no Brasil, entre elas 24 milhões de beneficiários do INSS. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, cada R$ 1 de aumento no salário mínimo tem um impacto de R$ 368,5 milhões no orçamento federal.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Esse valor representa um aumento de 5,2% em relação ao salário mínimo atual, que é de R$ 1.320 desde maio deste ano.

    O reajuste do salário mínimo para 2024 leva em conta apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2023, sem considerar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa que não haverá ganho real para os trabalhadores que recebem o piso nacional.

    O governo ainda está discutindo uma nova política de valorização do salário mínimo, que possa garantir aumentos acima da inflação nos próximos anos. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a proposta será apresentada até o fim de maio e que o Ministério da Fazenda sugeriu que o reajuste leve em conta o PIB per capita.

    O salário mínimo é a referência para cerca de 60 milhões de pessoas no Brasil, entre elas 24 milhões de beneficiários do INSS. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, cada R$ 1 de aumento no salário mínimo tem um impacto de R$ 368,5 milhões no orçamento federal.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Mídia sintética: o que é e como pode afetar a nossa realidade

    Mídia sintética: o que é e como pode afetar a nossa realidade

    A mídia sintética é um tipo de conteúdo gerado por inteligência artificial (IA) que pode imitar ou modificar a aparência, a voz ou o comportamento de pessoas, objetos ou cenários reais. Por exemplo, os deepfakes são vídeos que usam técnicas de aprendizado de máquina para trocar o rosto ou a voz de uma pessoa por…

    A mídia sintética pode ter aplicações positivas, como na educação, no entretenimento ou na arte. No entanto, também pode ser usada para fins maliciosos, como espalhar desinformação, manipular opiniões ou enganar pessoas. Por isso, é importante que os consumidores de mídia estejam atentos aos sinais de que um conteúdo pode ser falso ou alterado, e que verifiquem as fontes e os contextos antes de compartilhar ou acreditar em algo.

    Algumas formas de detectar a mídia sintética são: observar se há inconsistências na iluminação, nas sombras, nos reflexos ou nas bordas dos objetos; prestar atenção se há sincronia entre o áudio e o vídeo, se há ruídos ou distorções na voz ou se há repetições ou pausas estranhas na fala; e usar ferramentas online que podem analisar e classificar a probabilidade de um conteúdo ser sintético.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    A mídia sintética pode ter aplicações positivas, como na educação, no entretenimento ou na arte. No entanto, também pode ser usada para fins maliciosos, como espalhar desinformação, manipular opiniões ou enganar pessoas. Por isso, é importante que os consumidores de mídia estejam atentos aos sinais de que um conteúdo pode ser falso ou alterado, e que verifiquem as fontes e os contextos antes de compartilhar ou acreditar em algo.

    Algumas formas de detectar a mídia sintética são: observar se há inconsistências na iluminação, nas sombras, nos reflexos ou nas bordas dos objetos; prestar atenção se há sincronia entre o áudio e o vídeo, se há ruídos ou distorções na voz ou se há repetições ou pausas estranhas na fala; e usar ferramentas online que podem analisar e classificar a probabilidade de um conteúdo ser sintético.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Dia do Café: Conheça os cafés mais caros do mundo

    Dia do Café: Conheça os cafés mais caros do mundo

    Hoje é o Dia Internacional do Café, uma bebida que faz parte do cotidiano de muitas pessoas ao redor do mundo. Mas você sabia que existem cafés que custam uma fortuna?

    Neste post, vamos apresentar alguns dos cafés mais caros do mundo e explicar o que os torna tão especiais.

    • Kopi Luwak: Este café é produzido a partir dos grãos que são ingeridos e defecados por um animal chamado civeta, que vive na Indonésia. O processo digestivo do animal altera as propriedades químicas dos grãos, dando-lhes um sabor único e suave. O preço deste café pode chegar a 600 dólares por quilo.
    • Black Ivory Coffee: Este café é similar ao Kopi Luwak, mas é feito com os grãos que são consumidos e excretados por elefantes na Tailândia. Os elefantes demoram cerca de 15 a 30 horas para digerir os grãos, o que reduz a acidez e a amargura do café. O preço deste café pode chegar a 1100 dólares por quilo.
    • Geisha Coffee: Este café é originário da Etiópia, mas foi levado para o Panamá, onde se adaptou às condições climáticas e desenvolveu um sabor floral e frutado. Este café é considerado um dos mais aromáticos e delicados do mundo, e tem uma alta demanda entre os apreciadores. O preço deste café pode chegar a 1200 dólares por quilo.

    Estes são apenas alguns exemplos de cafés que são verdadeiras joias para os amantes desta bebida. E você, teria coragem de experimentar algum deles?

    Neste post, vamos apresentar alguns dos cafés mais caros do mundo e explicar o que os torna tão especiais.

    • Kopi Luwak: Este café é produzido a partir dos grãos que são ingeridos e defecados por um animal chamado civeta, que vive na Indonésia. O processo digestivo do animal altera as propriedades químicas dos grãos, dando-lhes um sabor único e suave. O preço deste café pode chegar a 600 dólares por quilo.
    • Black Ivory Coffee: Este café é similar ao Kopi Luwak, mas é feito com os grãos que são consumidos e excretados por elefantes na Tailândia. Os elefantes demoram cerca de 15 a 30 horas para digerir os grãos, o que reduz a acidez e a amargura do café. O preço deste café pode chegar a 1100 dólares por quilo.
    • Geisha Coffee: Este café é originário da Etiópia, mas foi levado para o Panamá, onde se adaptou às condições climáticas e desenvolveu um sabor floral e frutado. Este café é considerado um dos mais aromáticos e delicados do mundo, e tem uma alta demanda entre os apreciadores. O preço deste café pode chegar a 1200 dólares por quilo.

    Estes são apenas alguns exemplos de cafés que são verdadeiras joias para os amantes desta bebida. E você, teria coragem de experimentar algum deles?

  • BNDES e banco chinês firmam parceria para financiar projetos de infraestrutura

    BNDES e banco chinês firmam parceria para financiar projetos de infraestrutura

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco de Desenvolvimento da China (CDB) assinaram um acordo de cooperação para financiar projetos sustentáveis no Brasil. O acordo foi assinado durante a visita do presidente Lula à China.

    Segundo o BNDES, o objetivo é apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, com foco em áreas como energia renovável, saneamento, manufatura e alta tecnologia.

    O BNDES é uma empresa pública federal que tem como principal objetivo o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira. O CDB é um banco estatal chinês que atua como uma das principais fontes de financiamento para projetos de infraestrutura na China e no exterior.

    Segundo o BNDES, o objetivo é apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, com foco em áreas como energia renovável, saneamento, manufatura e alta tecnologia.

    O BNDES é uma empresa pública federal que tem como principal objetivo o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira. O CDB é um banco estatal chinês que atua como uma das principais fontes de financiamento para projetos de infraestrutura na China e no exterior.

  • Presidente do Sindifisco Nacional denuncia isenção fiscal ilegal concedida a líderes evangélicos

    Presidente do Sindifisco Nacional denuncia isenção fiscal ilegal concedida a líderes evangélicos

    O presidente do Sindifisco Nacional, Isac Falcão, denuncia que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) concedeu uma isenção fiscal ilegal e prejudicial aos líderes evangélicos, que não pagam impostos sobre os valores recebidos das igrejas e ainda se aposentam com altos salários bancados pelos demais trabalhadores.

    Segundo Falcão, a regulamentação implementada por Bolsonaro usurpou a função do Congresso de legislar sobre tributos e não foi avaliada pelos órgãos técnicos da Receita. A medida também é alvo de investigação do Tribunal de Contas da União e de uma apuração interna do Fisco. O ex-secretário da Receita Federal Julio Cesar Vieira Gomes, suspeito de ter pressionado os auditores para a liberação das joias sauditas, foi o responsável pela assinatura do ato.

    Falcão afirma que o benefício fiscal dado aos pastores causa prejuízo em duas pontas: tanto no que foi lançado, como no que seria arrecadado. Ele estima que há milhares de pessoas trabalhando nessa situação, sob esse regime. Ele também critica a postura da bancada evangélica, que defende a norma e acusa a esquerda de perseguição política.

    A entrevista foi publicada no site CartaCapital nesta sexta-feira (14).

    Segundo Falcão, a regulamentação implementada por Bolsonaro usurpou a função do Congresso de legislar sobre tributos e não foi avaliada pelos órgãos técnicos da Receita. A medida também é alvo de investigação do Tribunal de Contas da União e de uma apuração interna do Fisco. O ex-secretário da Receita Federal Julio Cesar Vieira Gomes, suspeito de ter pressionado os auditores para a liberação das joias sauditas, foi o responsável pela assinatura do ato.

    Falcão afirma que o benefício fiscal dado aos pastores causa prejuízo em duas pontas: tanto no que foi lançado, como no que seria arrecadado. Ele estima que há milhares de pessoas trabalhando nessa situação, sob esse regime. Ele também critica a postura da bancada evangélica, que defende a norma e acusa a esquerda de perseguição política.

    A entrevista foi publicada no site CartaCapital nesta sexta-feira (14).