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  • Como denunciar casos de trabalho análogo à escravidão no Brasil

    Como denunciar casos de trabalho análogo à escravidão no Brasil

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

  • Trabalho análogo à escravidão: o que é e como denunciar

    Trabalho análogo à escravidão: o que é e como denunciar

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

  • Estudo examina inflamação cardíaca após vacina contra COVID

    Estudo examina inflamação cardíaca após vacina contra COVID

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação.

    Pesquisadores encontraram evidências de inflamação do músculo cardíaco em um pequeno número de pacientes com miocardite aguda após a vacinação contra COVID-19, mas não em pacientes sem miocardite aguda, de acordo com um novo estudo Radiology: Cardiothoracic Imaging, a journal of the Radiological Society of North America (RSNA).

    A inflamação cardíaca após a vacina contra COVID é um evento raro e geralmente leve. Há dois tipos de inflamação relatados: miocardite, que se refere a uma inflamação do músculo cardíaco, e pericardite, que envolve uma inflamação da membrana externa do coração. Os sintomas podem incluir dor no peito, falta de ar e palpitações. A maioria dos casos se resolve com tratamento médico simples.

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação com mRNA (Pfizer-BioNTech ou Moderna), mais frequentemente após a segunda dose. Um estudo também descobriu que o risco foi menor após uma dose de reforço.

    No entanto, o risco de desenvolver miocardite é sete vezes maior com uma infecção por COVID-19 do que com a vacina contra COVID-19. Portanto, os benefícios da vacinação superam os riscos potenciais da inflamação cardíaca.

    Pesquisadores encontraram evidências de inflamação do músculo cardíaco em um pequeno número de pacientes com miocardite aguda após a vacinação contra COVID-19, mas não em pacientes sem miocardite aguda, de acordo com um novo estudo Radiology: Cardiothoracic Imaging, a journal of the Radiological Society of North America (RSNA).

    A inflamação cardíaca após a vacina contra COVID é um evento raro e geralmente leve. Há dois tipos de inflamação relatados: miocardite, que se refere a uma inflamação do músculo cardíaco, e pericardite, que envolve uma inflamação da membrana externa do coração. Os sintomas podem incluir dor no peito, falta de ar e palpitações. A maioria dos casos se resolve com tratamento médico simples.

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação com mRNA (Pfizer-BioNTech ou Moderna), mais frequentemente após a segunda dose. Um estudo também descobriu que o risco foi menor após uma dose de reforço.

    No entanto, o risco de desenvolver miocardite é sete vezes maior com uma infecção por COVID-19 do que com a vacina contra COVID-19. Portanto, os benefícios da vacinação superam os riscos potenciais da inflamação cardíaca.

  • Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    O estudo da UCLA revelou como as células imunológicas chamadas macrófagos podem ser treinadas para responder de forma mais agressiva e potente a ameaças virais e bacterianas.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.

  • Quem é Nikolas Ferreira?

    Quem é Nikolas Ferreira?

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo.

    Nikolas Ferreira é um político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2022 com quase 1,5 milhão de votos. Ele é apoiador do ex-presidente Bolsonaro e próximo dos seus filhos.

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo. Ele também ganhou muitos seguidores nas redes sociais após essa fala.

    Nikolas Ferreira é um político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2022 com quase 1,5 milhão de votos. Ele é apoiador do ex-presidente Bolsonaro e próximo dos seus filhos.

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo. Ele também ganhou muitos seguidores nas redes sociais após essa fala.

  • Entenda a polêmica entre a primeira-dama Janja e a TV Brasil

    Entenda a polêmica entre a primeira-dama Janja e a TV Brasil

    A primeira-dama do Brasil fez uma live na terça-feira (7 de março) sobre ações do governo no combate à violência contra a mulher.

    A live foi retransmitida nas redes sociais da TV Brasil. Alguns críticos disseram que isso foi uma forma de usar a estrutura pública para fazer propaganda política.

    Alguns opositores disseram que isso foi uma violação da lei que proíbe o uso de bens públicos para fins eleitorais. Outros questionaram a legitimidade do Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas, que será chefiado por Janja e terá um orçamento de R$ 100 milhões.

    A TV Brasil é uma emissora pública nacional que faz parte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ela foi criada em 2007 com o objetivo de oferecer uma programação informativa, cultural, artística, científica e cidadã.

    A TV pública é um serviço público que deve obedecer aos princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade. A lei 11.652/2008, que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela gestão da TV Brasil, determina que a EBC deve garantir a autonomia em relação ao Governo Federal e aos demais poderes.

    A live foi retransmitida nas redes sociais da TV Brasil. Alguns críticos disseram que isso foi uma forma de usar a estrutura pública para fazer propaganda política.

    Alguns opositores disseram que isso foi uma violação da lei que proíbe o uso de bens públicos para fins eleitorais. Outros questionaram a legitimidade do Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas, que será chefiado por Janja e terá um orçamento de R$ 100 milhões.

    A TV Brasil é uma emissora pública nacional que faz parte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ela foi criada em 2007 com o objetivo de oferecer uma programação informativa, cultural, artística, científica e cidadã.

    A TV pública é um serviço público que deve obedecer aos princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade. A lei 11.652/2008, que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela gestão da TV Brasil, determina que a EBC deve garantir a autonomia em relação ao Governo Federal e aos demais poderes.

  • Varíola dos macacos: saiba quem pode tomar a vacina e quando começa a campanha do Ministério da Saúde

    Varíola dos macacos: saiba quem pode tomar a vacina e quando começa a campanha do Ministério da Saúde

    A vacina contra a varíola dos macacos é destinada aos grupos de risco para as formas graves da doença.

    Entre eles, estão as pessoas com HIV, os profissionais de saúde que lidam com o vírus e aqueles que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pacientes infectados.

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara que pode ser transmitida de animais para humanos e causar febre, dor de cabeça e erupções cutâneas.

    Existem duas vacinas atualmente disponíveis para prevenir a varíola dos macacos: a ACAM2000 e a JYNNEOS1. A JYNNEOS é a única vacina autorizada no Brasil e está sendo aplicada em grupos específicos desde o dia 13 de março de 2023.

    Entre eles, estão as pessoas com HIV, os profissionais de saúde que lidam com o vírus e aqueles que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pacientes infectados.

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara que pode ser transmitida de animais para humanos e causar febre, dor de cabeça e erupções cutâneas.

    Existem duas vacinas atualmente disponíveis para prevenir a varíola dos macacos: a ACAM2000 e a JYNNEOS1. A JYNNEOS é a única vacina autorizada no Brasil e está sendo aplicada em grupos específicos desde o dia 13 de março de 2023.

  • O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a Constelação Familiar?

    O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a Constelação Familiar?

    A Constelação Familiar é uma prática sem fundamento científico, que contraria os valores éticos e técnicos da psicologia e pode comprometer a integridade dos pacientes.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.

  • Saiba as alterações na lei que autoriza a laqueadura e vasectomia

    Saiba as alterações na lei que autoriza a laqueadura e vasectomia

    O objetivo dessa lei é evitar a esterilização precoce. Ela também visa garantir a autonomia e o direito de escolha das pessoas sobre sua reprodução.

    A nova lei que libera a laqueadura e vasectomia sem a autorização do cônjuge é a Lei 14.443/2022, que entrou em vigor no dia 2 de março de 2023.

    Ela também reduz para 21 anos a idade mínima para a realização dos procedimentos no país.

    Antes, era necessário ter 25 anos ou dois filhos vivos e o consentimento do cônjuge.

    O objetivo dessa lei é evitar a esterilização precoce. Ela também visa garantir a autonomia e o direito de escolha das pessoas sobre sua reprodução.

    A lei autoriza a esterilização somente por meio de laqueadura, vasectomia ou outro método cientificamente aceito. É vedada a histerectomia (remoção do útero) e ooforectomia (retirada dos ovários).

    A laqueadura e a vasectomia são métodos contraceptivos permanentes feitos por meio de cirurgia que impedem o contato do espermatozoide com o óvulo.

    A laqueadura é realizada pelo ligamento ou corte das trompas de Falópio, que são os canais que ligam o útero aos ovários.

    A vasectomia é realizada pelo corte ou bloqueio dos canais deferentes, que são os canais que conduzem os espermatozoides dos testículos até o pênis.

    A nova lei que libera a laqueadura e vasectomia sem a autorização do cônjuge é a Lei 14.443/2022, que entrou em vigor no dia 2 de março de 2023.

    Ela também reduz para 21 anos a idade mínima para a realização dos procedimentos no país.

    Antes, era necessário ter 25 anos ou dois filhos vivos e o consentimento do cônjuge.

    O objetivo dessa lei é evitar a esterilização precoce. Ela também visa garantir a autonomia e o direito de escolha das pessoas sobre sua reprodução.

    A lei autoriza a esterilização somente por meio de laqueadura, vasectomia ou outro método cientificamente aceito. É vedada a histerectomia (remoção do útero) e ooforectomia (retirada dos ovários).

    A laqueadura e a vasectomia são métodos contraceptivos permanentes feitos por meio de cirurgia que impedem o contato do espermatozoide com o óvulo.

    A laqueadura é realizada pelo ligamento ou corte das trompas de Falópio, que são os canais que ligam o útero aos ovários.

    A vasectomia é realizada pelo corte ou bloqueio dos canais deferentes, que são os canais que conduzem os espermatozoides dos testículos até o pênis.

  • Auditoria revela que 1,9 milhão de vacinas da Covid-19 foram perdidas pelo governo

    Auditoria revela que 1,9 milhão de vacinas da Covid-19 foram perdidas pelo governo

    O Ministério da Saúde desperdiçou 1,9 milhão de doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 por não distribuí-las aos estados antes do vencimento.

    Agora o TCU quer que o Ministério pague 1 milhão de reais pelo prejuízo e explique a situação.

    A vacina AstraZeneca é uma vacina vetorial que usa um adenovírus de chimpanzés modificado para estimular a imunidade contra o coronavírus.

    Ela precisa de duas doses para completar a imunização e pode causar alguns efeitos colaterais como dor no local da aplicação, febre e dor de cabeça.

    Agora o TCU quer que o Ministério pague 1 milhão de reais pelo prejuízo e explique a situação.

    A vacina AstraZeneca é uma vacina vetorial que usa um adenovírus de chimpanzés modificado para estimular a imunidade contra o coronavírus.

    Ela precisa de duas doses para completar a imunização e pode causar alguns efeitos colaterais como dor no local da aplicação, febre e dor de cabeça.