Tag: raiva humana

  • Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    A raiva é uma doença grave que pode matar tanto animais quanto humanos.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

  • Caso de raiva humana é investigado em Minas Gerais

    Caso de raiva humana é investigado em Minas Gerais

    A raiva humana é uma doença grave e fatal, causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central. A transmissão ocorre principalmente por mordedura de animais infectados, como cães, gatos, morcegos e outros mamíferos. A doença pode causar sintomas como febre, agitação, parestesia, disfagia, paralisia e coma.

    Um homem de 38 anos está internado em estado grave no Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, com suspeita de raiva humana. Ele é criador de gado e mora na zona rural de Malacacheta, no leste de Minas Gerais. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), ele apresentou sintomas como febre, dor de cabeça, salivação excessiva, dificuldade para engolir e espasmos musculares.

    A suspeita é que ele tenha sido mordido por um morcego hematófago, que se alimenta de sangue e pode transmitir a doença. A SES-MG informou que está investigando o caso e que já enviou equipes para a região para fazer o controle dos morcegos e a vacinação dos animais.

    Para evitar a doença, é importante evitar o contato com animais silvestres ou domésticos desconhecidos ou doentes, manter os animais domésticos vacinados contra a raiva e procurar atendimento médico imediato em caso de mordedura ou arranhadura.

    Um homem de 38 anos está internado em estado grave no Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, com suspeita de raiva humana. Ele é criador de gado e mora na zona rural de Malacacheta, no leste de Minas Gerais. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), ele apresentou sintomas como febre, dor de cabeça, salivação excessiva, dificuldade para engolir e espasmos musculares.

    A suspeita é que ele tenha sido mordido por um morcego hematófago, que se alimenta de sangue e pode transmitir a doença. A SES-MG informou que está investigando o caso e que já enviou equipes para a região para fazer o controle dos morcegos e a vacinação dos animais.

    Para evitar a doença, é importante evitar o contato com animais silvestres ou domésticos desconhecidos ou doentes, manter os animais domésticos vacinados contra a raiva e procurar atendimento médico imediato em caso de mordedura ou arranhadura.

  • Sobe para oito número de mortos com suspeita de raiva humana no Pará

    O número de óbitos com suspeita de raiva humana no Pará chegou a 8. Nesse domingo, a Secretaria estadual de Saúde Pública confirmou a morte de uma criança de 8 anos que estava internada na Santa Casa em Belém com suspeita de ter contraído o vírus. Do total de mortos, 1 teve a doença confirmada pelo Instituto Evandro Chagas.

    Outros três pacientes permanecem internados no mesmo hospital e mais três estão recebendo cuidados médicos no município de Breves, na Ilha do Marajó. Todos continuam em estado grave.

    Os médicos fizeram coletas de sangue dos pacientes para encaminhar ao Instituto Evandro Chagas e Instituto Pasteur, em São Paulo, referência no diagnóstico da doença.

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    As equipes da Vigilância Epidemiológica e Vigilância em Saúde estão desde o dia 4 de maio no município de Melgaço, na Ilha do Marajó, para investigar os casos suspeitos.

    Os pacientes apresentaram sintomas parecidos, como febre, dores de cabeça e no abdômen, dificuldade para engolir, desorientação, sensibilidade a sons, convulsão, fraqueza muscular e aversão à água. Esses sintomas aparecem devido à proliferação do vírus no sistema nervoso, via corrente sanguínea. Com informações da Radioagência Nacional.