Tag: Regra Fiscal

  • O que é o novo arcabouço fiscal e qual a diferença para o teto de gastos

    O que é o novo arcabouço fiscal e qual a diferença para o teto de gastos

    O governo federal deve apresentar ao Congresso Nacional na próxima semana uma proposta para substituir o atual teto de gastos por um novo arcabouço fiscal.

    Mas o que significa esse termo e qual a diferença entre as duas regras?

    O teto de gastos é uma emenda constitucional que limita o crescimento das despesas primárias do governo federal à inflação do ano anterior. Essa regra foi criada em 2016, durante o governo Temer, com o objetivo de conter o aumento da dívida pública e sinalizar responsabilidade fiscal.

    No entanto, o teto de gastos tem sido criticado por engessar o orçamento e impedir investimentos públicos em áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura. Além disso, a pandemia de covid-19 exigiu gastos extraordinários para enfrentar a crise sanitária e econômica, o que pressionou ainda mais o limite fiscal.

    Por isso, o governo Lula propôs um novo arcabouço fiscal, que é um conjunto de regras que visa garantir a sustentabilidade das finanças públicas e criar condições para o crescimento socioeconômico do país.

    O novo arcabouço fiscal combina metas de resultado primário (a diferença entre receitas e despesas sem contar os juros da dívida) e limites para o aumento dos gastos. A proposta prevê zerar o déficit primário até 2024 e alcançar um superávit de 0,5% do PIB em 2025. Para isso, os gastos poderão crescer entre 0,6% e 2,5% acima da inflação, dependendo do desempenho das receitas.

    A vantagem do novo arcabouço fiscal é que ele permite uma maior flexibilidade para o governo destinar recursos para programas sociais e investimentos públicos, sem comprometer a estabilidade macroeconômica. A desvantagem é que ele depende da aprovação do Congresso Nacional e da adesão dos estados e municípios, que também terão que seguir as novas regras.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Mas o que significa esse termo e qual a diferença entre as duas regras?

    O teto de gastos é uma emenda constitucional que limita o crescimento das despesas primárias do governo federal à inflação do ano anterior. Essa regra foi criada em 2016, durante o governo Temer, com o objetivo de conter o aumento da dívida pública e sinalizar responsabilidade fiscal.

    No entanto, o teto de gastos tem sido criticado por engessar o orçamento e impedir investimentos públicos em áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura. Além disso, a pandemia de covid-19 exigiu gastos extraordinários para enfrentar a crise sanitária e econômica, o que pressionou ainda mais o limite fiscal.

    Por isso, o governo Lula propôs um novo arcabouço fiscal, que é um conjunto de regras que visa garantir a sustentabilidade das finanças públicas e criar condições para o crescimento socioeconômico do país.

    O novo arcabouço fiscal combina metas de resultado primário (a diferença entre receitas e despesas sem contar os juros da dívida) e limites para o aumento dos gastos. A proposta prevê zerar o déficit primário até 2024 e alcançar um superávit de 0,5% do PIB em 2025. Para isso, os gastos poderão crescer entre 0,6% e 2,5% acima da inflação, dependendo do desempenho das receitas.

    A vantagem do novo arcabouço fiscal é que ele permite uma maior flexibilidade para o governo destinar recursos para programas sociais e investimentos públicos, sem comprometer a estabilidade macroeconômica. A desvantagem é que ele depende da aprovação do Congresso Nacional e da adesão dos estados e municípios, que também terão que seguir as novas regras.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Nova Regra Fiscal: o que muda com a proposta de Haddad

    Nova Regra Fiscal: o que muda com a proposta de Haddad

    O governo federal apresentou nesta quinta-feira (30) a proposta de uma nova regra fiscal para substituir o atual teto de gastos, que limita o aumento das despesas públicas à inflação do ano anterior.

    A nova regra fiscal tem como objetivo garantir o equilíbrio das contas públicas e permitir um maior espaço para investimentos em áreas prioritárias.

    A proposta consiste em combinar uma meta de superávit primário (resultado positivo nas contas do governo sem os juros da dívida pública) com um mecanismo de controle das despesas, que serão limitadas a 70% do crescimento da receita primária (arrecadação do governo com impostos e transferências). Além disso, a proposta estabelece um intervalo de valores possíveis para a meta do resultado primário, dando mais flexibilidade ao governo para lidar com as oscilações da economia.

    Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a nova regra fiscal busca sanar as deficiências das regras anteriores, que não conseguiram conter o aumento da dívida pública e nem estimular o crescimento econômico. Haddad afirmou que a proposta é moderna e está em linha com o que vem sendo praticado no mundo desenvolvido e em desenvolvimento.

    A nova regra fiscal prevê zerar o déficit primário da União em 2024, gerar um superávit primário de 0,5% do PIB em 2025 e de 1% do PIB em 2026. Com isso, espera-se estabilizar a dívida pública da União em 2026. A proposta também prevê a revisão periódica das metas fiscais, a cada dois anos, para adequá-las à realidade econômica.

    A proposta do governo foi apresentada aos líderes parlamentares e aos presidentes da Câmara e do Senado, que deverão analisar e votar a medida nas próximas semanas. O governo espera contar com o apoio do Congresso Nacional para aprovar a nova regra fiscal, que considera essencial para retomar o desenvolvimento sustentável do país.

    A nova regra fiscal tem como objetivo garantir o equilíbrio das contas públicas e permitir um maior espaço para investimentos em áreas prioritárias.

    A proposta consiste em combinar uma meta de superávit primário (resultado positivo nas contas do governo sem os juros da dívida pública) com um mecanismo de controle das despesas, que serão limitadas a 70% do crescimento da receita primária (arrecadação do governo com impostos e transferências). Além disso, a proposta estabelece um intervalo de valores possíveis para a meta do resultado primário, dando mais flexibilidade ao governo para lidar com as oscilações da economia.

    Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a nova regra fiscal busca sanar as deficiências das regras anteriores, que não conseguiram conter o aumento da dívida pública e nem estimular o crescimento econômico. Haddad afirmou que a proposta é moderna e está em linha com o que vem sendo praticado no mundo desenvolvido e em desenvolvimento.

    A nova regra fiscal prevê zerar o déficit primário da União em 2024, gerar um superávit primário de 0,5% do PIB em 2025 e de 1% do PIB em 2026. Com isso, espera-se estabilizar a dívida pública da União em 2026. A proposta também prevê a revisão periódica das metas fiscais, a cada dois anos, para adequá-las à realidade econômica.

    A proposta do governo foi apresentada aos líderes parlamentares e aos presidentes da Câmara e do Senado, que deverão analisar e votar a medida nas próximas semanas. O governo espera contar com o apoio do Congresso Nacional para aprovar a nova regra fiscal, que considera essencial para retomar o desenvolvimento sustentável do país.