Tag: saúde mental

  • Como o aprendizado de máquina pode ajudar a prevenir a autoagressão entre as crianças

    Como o aprendizado de máquina pode ajudar a prevenir a autoagressão entre as crianças

    A saúde mental das crianças é uma questão urgente que requer mais atenção e intervenção.

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da UCLA Health mostra que os modelos de aprendizado de máquina podem ajudar a identificar crianças que estão em risco de autoagressão, o que pode salvar vidas e prevenir danos.

    O estudo, publicado na revista JAMA Network Open, analisou os dados de mais de 500 mil crianças que visitaram o departamento de emergência de um grande sistema de saúde nos Estados Unidos entre 2009 e 2018. Os pesquisadores descobriram que cerca de 2% dessas crianças tinham pensamentos ou comportamentos autolesivos, mas apenas metade delas foram identificadas pelos sistemas de saúde existentes.

    Para melhorar a detecção dessas crianças, os pesquisadores desenvolveram vários modelos de aprendizado de máquina que usaram diferentes tipos de dados, como diagnósticos, medicamentos, procedimentos, sinais vitais e resultados laboratoriais. Eles compararam o desempenho desses modelos com o de um modelo de previsão de risco padrão baseado em fatores demográficos e clínicos.

    Os resultados mostraram que os modelos de aprendizado de máquina eram significativamente melhores em prever quais crianças tinham um risco futuro de autoagressão. O melhor modelo foi capaz de identificar 93% das crianças em risco, em comparação com apenas 73% do modelo padrão. Além disso, os modelos de aprendizado de máquina reduziram o número de falsos positivos, ou seja, crianças que foram classificadas como em risco, mas na verdade não estavam.

    Os pesquisadores esperam que seus modelos possam ser usados para alertar os profissionais de saúde sobre as crianças que precisam de mais apoio e acompanhamento. Eles também enfatizam a necessidade de coletar e integrar mais dados sobre a saúde mental das crianças nos sistemas de saúde, para melhorar a qualidade e a precisão das previsões.

    A crise da saúde mental juvenil é um problema sério que afeta milhões de crianças em todo o mundo. Os modelos de aprendizado de máquina podem ser uma ferramenta valiosa para ajudar a prevenir o suicídio e a autoagressão entre as crianças, mas também requerem uma abordagem ética e responsável para garantir o seu uso adequado e seguro.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da UCLA Health mostra que os modelos de aprendizado de máquina podem ajudar a identificar crianças que estão em risco de autoagressão, o que pode salvar vidas e prevenir danos.

    O estudo, publicado na revista JAMA Network Open, analisou os dados de mais de 500 mil crianças que visitaram o departamento de emergência de um grande sistema de saúde nos Estados Unidos entre 2009 e 2018. Os pesquisadores descobriram que cerca de 2% dessas crianças tinham pensamentos ou comportamentos autolesivos, mas apenas metade delas foram identificadas pelos sistemas de saúde existentes.

    Para melhorar a detecção dessas crianças, os pesquisadores desenvolveram vários modelos de aprendizado de máquina que usaram diferentes tipos de dados, como diagnósticos, medicamentos, procedimentos, sinais vitais e resultados laboratoriais. Eles compararam o desempenho desses modelos com o de um modelo de previsão de risco padrão baseado em fatores demográficos e clínicos.

    Os resultados mostraram que os modelos de aprendizado de máquina eram significativamente melhores em prever quais crianças tinham um risco futuro de autoagressão. O melhor modelo foi capaz de identificar 93% das crianças em risco, em comparação com apenas 73% do modelo padrão. Além disso, os modelos de aprendizado de máquina reduziram o número de falsos positivos, ou seja, crianças que foram classificadas como em risco, mas na verdade não estavam.

    Os pesquisadores esperam que seus modelos possam ser usados para alertar os profissionais de saúde sobre as crianças que precisam de mais apoio e acompanhamento. Eles também enfatizam a necessidade de coletar e integrar mais dados sobre a saúde mental das crianças nos sistemas de saúde, para melhorar a qualidade e a precisão das previsões.

    A crise da saúde mental juvenil é um problema sério que afeta milhões de crianças em todo o mundo. Os modelos de aprendizado de máquina podem ser uma ferramenta valiosa para ajudar a prevenir o suicídio e a autoagressão entre as crianças, mas também requerem uma abordagem ética e responsável para garantir o seu uso adequado e seguro.

    Fonte: Link.

  • Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Os cães são conhecidos como os melhores amigos do homem, mas eles podem fazer muito mais do que apenas nos dar companhia e amor.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.

  • Estudo revela que 50% das pessoas desenvolverão algum transtorno mental na vida

    Estudo revela que 50% das pessoas desenvolverão algum transtorno mental na vida

    Um novo estudo revelou que metade da população mundial sofrerá de algum tipo de transtorno mental ao longo da vida.

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    A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade de Queensland e da Harvard Medical School, analisou dados de mais de 600 mil pessoas em 30 países diferentes. Os resultados foram publicados na revista científica The Lancet Psychiatry.

    Os pesquisadores descobriram que os transtornos mentais são muito comuns e variados, afetando pessoas de todas as idades, gêneros e culturas. Os transtornos mais frequentes foram os de humor, como depressão ou ansiedade, seguidos pelos transtornos relacionados ao uso de substâncias, como alcoolismo ou dependência de drogas. O estudo também mostrou que o risco de desenvolver certos transtornos era diferente entre homens e mulheres. Por exemplo, as mulheres tinham maior probabilidade de sofrer de transtornos de humor ou ansiedade, enquanto os homens tinham maior probabilidade de sofrer de transtornos relacionados ao uso de substâncias ou comportamentais, como jogo patológico ou cleptomania.

    Além disso, os pesquisadores descobriram que a maioria dos transtornos mentais surgia na infância, adolescência ou início da idade adulta, com uma idade média de início de 19 anos para homens e 20 anos para mulheres. Isso significa que muitas pessoas vivem com esses transtornos por décadas, sofrendo consequências negativas em sua saúde, bem-estar, relacionamentos e produtividade. Os autores do estudo alertaram que muitas dessas pessoas não recebem o tratamento adequado ou oportuno, o que agrava o impacto dos transtornos mentais na sociedade.

    Os autores do estudo enfatizaram a importância de investir em neurociência básica para entender as causas biológicas e ambientais dos transtornos mentais, bem como em serviços de saúde mental com foco nos jovens, que são os mais vulneráveis e podem se beneficiar mais da prevenção e intervenção precoce. Eles também destacaram a necessidade de aumentar a conscientização e a educação sobre os transtornos mentais, reduzindo o estigma e a discriminação que muitas vezes impedem as pessoas de buscar ajuda.

    O estudo é o mais abrangente e atualizado sobre a prevalência e o início dos transtornos mentais no mundo. Ele fornece informações valiosas para os formuladores de políticas, profissionais de saúde e pesquisadores que buscam melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas por esses transtornos. Como disse o professor Harvey Whiteford, um dos líderes do estudo: “Os transtornos mentais são uma das principais causas de incapacidade no mundo. Nós precisamos entender melhor como eles se desenvolvem e como podemos preveni-los ou tratá-los efetivamente”.

    Fonte: Link.

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    A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade de Queensland e da Harvard Medical School, analisou dados de mais de 600 mil pessoas em 30 países diferentes. Os resultados foram publicados na revista científica The Lancet Psychiatry.

    Os pesquisadores descobriram que os transtornos mentais são muito comuns e variados, afetando pessoas de todas as idades, gêneros e culturas. Os transtornos mais frequentes foram os de humor, como depressão ou ansiedade, seguidos pelos transtornos relacionados ao uso de substâncias, como alcoolismo ou dependência de drogas. O estudo também mostrou que o risco de desenvolver certos transtornos era diferente entre homens e mulheres. Por exemplo, as mulheres tinham maior probabilidade de sofrer de transtornos de humor ou ansiedade, enquanto os homens tinham maior probabilidade de sofrer de transtornos relacionados ao uso de substâncias ou comportamentais, como jogo patológico ou cleptomania.

    Além disso, os pesquisadores descobriram que a maioria dos transtornos mentais surgia na infância, adolescência ou início da idade adulta, com uma idade média de início de 19 anos para homens e 20 anos para mulheres. Isso significa que muitas pessoas vivem com esses transtornos por décadas, sofrendo consequências negativas em sua saúde, bem-estar, relacionamentos e produtividade. Os autores do estudo alertaram que muitas dessas pessoas não recebem o tratamento adequado ou oportuno, o que agrava o impacto dos transtornos mentais na sociedade.

    Os autores do estudo enfatizaram a importância de investir em neurociência básica para entender as causas biológicas e ambientais dos transtornos mentais, bem como em serviços de saúde mental com foco nos jovens, que são os mais vulneráveis e podem se beneficiar mais da prevenção e intervenção precoce. Eles também destacaram a necessidade de aumentar a conscientização e a educação sobre os transtornos mentais, reduzindo o estigma e a discriminação que muitas vezes impedem as pessoas de buscar ajuda.

    O estudo é o mais abrangente e atualizado sobre a prevalência e o início dos transtornos mentais no mundo. Ele fornece informações valiosas para os formuladores de políticas, profissionais de saúde e pesquisadores que buscam melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas por esses transtornos. Como disse o professor Harvey Whiteford, um dos líderes do estudo: “Os transtornos mentais são uma das principais causas de incapacidade no mundo. Nós precisamos entender melhor como eles se desenvolvem e como podemos preveni-los ou tratá-los efetivamente”.

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  • Dia Mundial do Orgasmo: os benefícios para a saúde e o bem-esta

    Dia Mundial do Orgasmo: os benefícios para a saúde e o bem-esta

    No dia 31 de julho, é celebrado o Dia Mundial do Orgasmo, uma data que tem como objetivo promover a conscientização sobre a importância do prazer sexual e da saúde sexual em geral.

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    Essa celebração busca romper tabus e estimular conversas abertas sobre um assunto que muitas vezes é tratado com constrangimento e desinformação.

    O orgasmo é uma resposta fisiológica e psicológica do corpo humano a estímulos sexuais. É uma sensação intensa de prazer que pode ser alcançada por homens e mulheres, embora possa variar em intensidade e experiência entre os indivíduos. Além do prazer, o orgasmo também traz benefícios para a saúde física e mental.

    Uma das principais vantagens do orgasmo é o alívio do estresse e da tensão. Durante o ápice do prazer, o corpo libera endorfinas e outros neurotransmissores que promovem uma sensação de bem-estar e relaxamento. Além disso, o orgasmo também pode ajudar a melhorar a qualidade do sono, uma vez que promove uma sensação de relaxamento profundo.

    Outro benefício importante do orgasmo é a melhora na saúde do sistema cardiovascular. Durante o clímax, ocorre um aumento do fluxo sanguíneo para diversas áreas do corpo, incluindo o coração. Isso ajuda a melhorar a circulação sanguínea e a saúde das artérias, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.

    Além dos benefícios físicos, o orgasmo também contribui para a saúde mental e emocional. A liberação de endorfinas e dopamina durante o orgasmo ajuda a reduzir a ansiedade e a depressão, promovendo uma sensação geral de felicidade e satisfação.

    Contudo, é importante destacar que nem todas as pessoas têm facilidade para atingir o orgasmo, e isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, problemas de relacionamento, questões emocionais ou físicas, entre outros. Nesses casos, é fundamental procurar ajuda profissional, como um terapeuta sexual ou um médico especializado em saúde sexual, para investigar e tratar a causa do problema.

    O Dia Mundial do Orgasmo também é uma oportunidade para falar sobre a importância do consentimento e do respeito no contexto sexual. É fundamental que todas as pessoas tenham o direito de escolher quando, como e com quem desejam se relacionar sexualmente, e que seus limites sejam respeitados em todos os momentos.

    A celebração dessa data também nos lembra da importância de romper tabus e estigmas relacionados à sexualidade. A falta de informação e a vergonha em falar sobre sexo podem levar a problemas de saúde sexual e emocional. É essencial quebrar essas barreiras, promovendo uma educação sexual aberta e inclusiva, para que todos possam ter uma vida sexual saudável e prazerosa.

    Em suma, o Dia Mundial do Orgasmo é uma oportunidade para celebrar o prazer e a saúde sexual, promovendo uma reflexão sobre a importância do respeito, do consentimento e da informação para uma vida sexual satisfatória e feliz. Que essa data nos inspire a quebrar tabus e estigmas, para que todos possam desfrutar de uma sexualidade plena e livre de preconceitos.

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    Essa celebração busca romper tabus e estimular conversas abertas sobre um assunto que muitas vezes é tratado com constrangimento e desinformação.

    O orgasmo é uma resposta fisiológica e psicológica do corpo humano a estímulos sexuais. É uma sensação intensa de prazer que pode ser alcançada por homens e mulheres, embora possa variar em intensidade e experiência entre os indivíduos. Além do prazer, o orgasmo também traz benefícios para a saúde física e mental.

    Uma das principais vantagens do orgasmo é o alívio do estresse e da tensão. Durante o ápice do prazer, o corpo libera endorfinas e outros neurotransmissores que promovem uma sensação de bem-estar e relaxamento. Além disso, o orgasmo também pode ajudar a melhorar a qualidade do sono, uma vez que promove uma sensação de relaxamento profundo.

    Outro benefício importante do orgasmo é a melhora na saúde do sistema cardiovascular. Durante o clímax, ocorre um aumento do fluxo sanguíneo para diversas áreas do corpo, incluindo o coração. Isso ajuda a melhorar a circulação sanguínea e a saúde das artérias, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.

    Além dos benefícios físicos, o orgasmo também contribui para a saúde mental e emocional. A liberação de endorfinas e dopamina durante o orgasmo ajuda a reduzir a ansiedade e a depressão, promovendo uma sensação geral de felicidade e satisfação.

    Contudo, é importante destacar que nem todas as pessoas têm facilidade para atingir o orgasmo, e isso pode ser causado por diversos fatores, como estresse, problemas de relacionamento, questões emocionais ou físicas, entre outros. Nesses casos, é fundamental procurar ajuda profissional, como um terapeuta sexual ou um médico especializado em saúde sexual, para investigar e tratar a causa do problema.

    O Dia Mundial do Orgasmo também é uma oportunidade para falar sobre a importância do consentimento e do respeito no contexto sexual. É fundamental que todas as pessoas tenham o direito de escolher quando, como e com quem desejam se relacionar sexualmente, e que seus limites sejam respeitados em todos os momentos.

    A celebração dessa data também nos lembra da importância de romper tabus e estigmas relacionados à sexualidade. A falta de informação e a vergonha em falar sobre sexo podem levar a problemas de saúde sexual e emocional. É essencial quebrar essas barreiras, promovendo uma educação sexual aberta e inclusiva, para que todos possam ter uma vida sexual saudável e prazerosa.

    Em suma, o Dia Mundial do Orgasmo é uma oportunidade para celebrar o prazer e a saúde sexual, promovendo uma reflexão sobre a importância do respeito, do consentimento e da informação para uma vida sexual satisfatória e feliz. Que essa data nos inspire a quebrar tabus e estigmas, para que todos possam desfrutar de uma sexualidade plena e livre de preconceitos.

  • Ciúme Excessivo: os perigos da insegurança e da possessividade nos relacionamentos

    Ciúme Excessivo: os perigos da insegurança e da possessividade nos relacionamentos

    O ciúme excessivo é um sentimento que, quando não controlado, pode trazer sérios problemas para os relacionamentos amorosos.

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    Muitas vezes, esse sentimento ultrapassa os limites da razão e do respeito pelo outro, levando a comportamentos prejudiciais à qualidade e à harmonia do casal.

    O ciúme excessivo é, em essência, uma manifestação de insegurança e medo. A pessoa que sofre desse tipo de ciúme tem dificuldade em confiar plenamente em seu parceiro, vivendo em constante estado de alerta e desconfiança. Para tentar controlar a situação, acaba monitorando cada passo e contato do parceiro, o que pode gerar desconforto e estresse na relação.

    As atitudes decorrentes do ciúme excessivo podem desencadear conflitos e brigas, resultando em um desgaste emocional que, se não controlado, pode levar a situações mais graves, como a violência.

    Várias causas podem estar por trás do ciúme excessivo. Entre elas, destacam-se a baixa autoestima, experiências de abandono ou traição no passado, ou até mesmo algum transtorno mental, como o ciúme obsessivo ou patológico. Nos casos mais graves, o ciúme se transforma em uma obsessão, dominando a mente da pessoa e levando-a a ter pensamentos irracionais e delirantes sobre o parceiro.

    Por vezes, a pessoa acredita que o parceiro está envolvido com outra pessoa, sem ter qualquer evidência real para embasar essa suspeita. Em situações mais extremas, o ciúme pode levar a alucinações auditivas ou visuais, reforçando essas crenças infundadas.

    No entanto, é importante salientar que o ciúme excessivo pode ser tratado. A ajuda de um psicólogo pode ser fundamental para auxiliar a pessoa a identificar as origens do seu ciúme, trabalhar a autoestima e a confiança em si mesma e no parceiro, desenvolver habilidades de comunicação e resolução de conflitos, e superar medos e inseguranças.

    Em alguns casos, o uso de medicamentos pode ser recomendado para controlar a ansiedade ou outros sintomas associados ao ciúme. Entretanto, é essencial ressaltar que cada indivíduo é único, e o tratamento deve ser adaptado às necessidades específicas de cada um.

    Reconhecer que o ciúme excessivo é um problema é o primeiro passo para enfrentá-lo e buscar ajuda. Ignorar ou minimizar esse sentimento pode comprometer não apenas o relacionamento, mas também a saúde mental e física da pessoa envolvida.

    Portanto, é fundamental buscar apoio profissional e abrir-se para uma jornada de autoconhecimento e crescimento emocional. Com a dedicação e o esforço necessários, é possível superar o ciúme excessivo e construir relacionamentos mais saudáveis, baseados na confiança, respeito e amor mútuo.

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    Muitas vezes, esse sentimento ultrapassa os limites da razão e do respeito pelo outro, levando a comportamentos prejudiciais à qualidade e à harmonia do casal.

    O ciúme excessivo é, em essência, uma manifestação de insegurança e medo. A pessoa que sofre desse tipo de ciúme tem dificuldade em confiar plenamente em seu parceiro, vivendo em constante estado de alerta e desconfiança. Para tentar controlar a situação, acaba monitorando cada passo e contato do parceiro, o que pode gerar desconforto e estresse na relação.

    As atitudes decorrentes do ciúme excessivo podem desencadear conflitos e brigas, resultando em um desgaste emocional que, se não controlado, pode levar a situações mais graves, como a violência.

    Várias causas podem estar por trás do ciúme excessivo. Entre elas, destacam-se a baixa autoestima, experiências de abandono ou traição no passado, ou até mesmo algum transtorno mental, como o ciúme obsessivo ou patológico. Nos casos mais graves, o ciúme se transforma em uma obsessão, dominando a mente da pessoa e levando-a a ter pensamentos irracionais e delirantes sobre o parceiro.

    Por vezes, a pessoa acredita que o parceiro está envolvido com outra pessoa, sem ter qualquer evidência real para embasar essa suspeita. Em situações mais extremas, o ciúme pode levar a alucinações auditivas ou visuais, reforçando essas crenças infundadas.

    No entanto, é importante salientar que o ciúme excessivo pode ser tratado. A ajuda de um psicólogo pode ser fundamental para auxiliar a pessoa a identificar as origens do seu ciúme, trabalhar a autoestima e a confiança em si mesma e no parceiro, desenvolver habilidades de comunicação e resolução de conflitos, e superar medos e inseguranças.

    Em alguns casos, o uso de medicamentos pode ser recomendado para controlar a ansiedade ou outros sintomas associados ao ciúme. Entretanto, é essencial ressaltar que cada indivíduo é único, e o tratamento deve ser adaptado às necessidades específicas de cada um.

    Reconhecer que o ciúme excessivo é um problema é o primeiro passo para enfrentá-lo e buscar ajuda. Ignorar ou minimizar esse sentimento pode comprometer não apenas o relacionamento, mas também a saúde mental e física da pessoa envolvida.

    Portanto, é fundamental buscar apoio profissional e abrir-se para uma jornada de autoconhecimento e crescimento emocional. Com a dedicação e o esforço necessários, é possível superar o ciúme excessivo e construir relacionamentos mais saudáveis, baseados na confiança, respeito e amor mútuo.

  • Os benefícios do chocolate amargo para o cérebro e a saúde mental

    Os benefícios do chocolate amargo para o cérebro e a saúde mental

    O chocolate amargo pode trazer vários benefícios para o cérebro e a saúde mental, segundo estudos científicos. Alguns desses benefícios incluem a redução dos sintomas depressivos, melhora da cognição, melhora do fluxo sanguíneo, aumento dos neuroquímicos da paixão e redução da inflamação.

    O chocolate amargo contém o neurotransmissor feniletilamina, que está envolvido na regulação do humor e libera endorfinas de bem-estar no cérebro. Além disso, o chocolate amargo possui alta concentração de flavonoides, que possuem efeito antioxidante e anti-inflamatório.

    Esses benefícios podem ser obtidos através do consumo moderado de chocolate amargo. É importante lembrar que o chocolate deve ser consumido com moderação e como parte de uma dieta equilibrada.

    O chocolate amargo contém o neurotransmissor feniletilamina, que está envolvido na regulação do humor e libera endorfinas de bem-estar no cérebro. Além disso, o chocolate amargo possui alta concentração de flavonoides, que possuem efeito antioxidante e anti-inflamatório.

    Esses benefícios podem ser obtidos através do consumo moderado de chocolate amargo. É importante lembrar que o chocolate deve ser consumido com moderação e como parte de uma dieta equilibrada.

  • Demência frontotemporal: o que é, quais são os sintomas e como lidar com essa doença

    Demência frontotemporal: o que é, quais são os sintomas e como lidar com essa doença

    A demência é um termo genérico que se refere a um conjunto de condições que afetam o funcionamento cognitivo, como a memória, o raciocínio e a linguagem.

    Existem vários tipos de demência, cada um com suas características e causas específicas. Um desses tipos é a demência frontotemporal (DFT), que atinge principalmente os lobos frontal e temporal do cérebro.

    A DFT é uma forma de demência que causa alterações no comportamento, na comunicação e no movimento das pessoas afetadas. Ela representa cerca de 10 a 20 por cento de todos os casos de demência no mundo, sendo mais comum em adultos jovens entre 45 e 60 anos. A expectativa de vida média após o início dos sintomas é de cerca de seis a oito anos.

    Neste post, vamos explicar o que é a DFT, quais são os seus tipos e sintomas, como ela progride ao longo do tempo e quais são as formas de manejar essa doença.

    O que é a DFT?

    A DFT é uma doença neurodegenerativa que afeta as células nervosas dos lobos frontal e temporal do cérebro. Esses lobos são responsáveis por funções como o planejamento, o julgamento, a personalidade, a linguagem e as emoções. Quando essas células morrem ou se atrofiam, essas funções são prejudicadas.

    A causa exata da DFT ainda é desconhecida, mas existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver essa doença. Entre eles estão:

    • Histórico familiar: cerca de 40 por cento das pessoas com DFT têm algum parente com a mesma condição ou com alguma outra forma de demência.

    • Genética: alguns genes podem estar relacionados à DFT, como o gene MAPT, que codifica uma proteína chamada tau, que se acumula anormalmente nas células nervosas afetadas pela DFT.

    • Idade: embora a DFT possa ocorrer em qualquer idade adulta, ela é mais frequente em pessoas entre 45 e 60 anos.

    • Sexo: a DFT parece ser mais comum em homens do que em mulheres.

    Quais são os tipos e sintomas da DFT?

    A DFT pode se manifestar de diferentes formas, dependendo de qual lobo cerebral é afetado primeiro. Existem três tipos principais de DFT:

    • Variante comportamental (bvDFT): é o tipo mais comum de DFT, representando cerca de 50 a 60 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo frontal é o mais afetado, causando mudanças no comportamento e na personalidade das pessoas. Os sintomas podem incluir:
      • Perda de inibição social: as pessoas podem agir de forma inadequada ou impulsiva em situações sociais, como fazer comentários ofensivos, invadir o espaço alheio ou gastar dinheiro sem controle.

      • Apatia: as pessoas podem perder o interesse ou a motivação por atividades que antes gostavam ou eram importantes para elas, como hobbies, trabalho ou família.

      • Alterações alimentares: as pessoas podem desenvolver uma preferência por alimentos doces ou gordurosos, comer em excesso ou ter dificuldade para engolir.

      • Perda de empatia: as pessoas podem se tornar indiferentes ou insensíveis aos sentimentos ou necessidades dos outros, podendo parecer egoístas ou frias.

      • Repetição: as pessoas podem repetir palavras, gestos ou comportamentos sem motivo aparente ou sem perceber.

    • Afasia progressiva primária (APP): é o tipo menos comum de DFT, representando cerca de 20 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo temporal é o mais afetado, causando perda da linguagem e da comunicação. Os sintomas podem incluir:
      • Perda do vocabulário: as pessoas podem ter dificuldade para encontrar ou lembrar de palavras, podendo usar termos genéricos ou imprecisos, como “coisa” ou “aquilo”.

      • Perda da fluência: as pessoas podem falar de forma lenta, hesitante ou truncada, podendo fazer pausas frequentes ou repetir sons ou sílabas.

      • Perda da compreensão: as pessoas podem ter dificuldade para entender o que os outros dizem ou o que leem, podendo ignorar ou responder de forma inadequada às perguntas ou instruções.

      • Perda da escrita: as pessoas podem ter dificuldade para escrever ou ler textos, podendo cometer erros ortográficos, gramaticais ou de pontuação.

    • Dificuldades de movimento e mobilidade: é o tipo que pode ocorrer em conjunto com os outros dois tipos de DFT, representando cerca de 30 por cento dos casos. Nesse tipo, os lobos frontal e temporal afetam também as áreas motoras do cérebro, causando problemas no movimento e na coordenação. Os sintomas podem incluir:
      • Rigidez: as pessoas podem ter dificuldade para relaxar os músculos, podendo ficar com os braços, as pernas ou o pescoço tensos ou contraídos.

      • Tremores: as pessoas podem apresentar tremores involuntários nas mãos, nos braços, nas pernas ou na cabeça, podendo interferir nas atividades diárias.

      • Lentidão: as pessoas podem ter dificuldade para iniciar ou executar movimentos, podendo ficar com os gestos lentos ou arrastados.

      • Desequilíbrio: as pessoas podem ter dificuldade para manter o equilíbrio ou a postura, podendo cair com frequência ou andar de forma instável.

    Como a DFT progride ao longo do tempo?

    A DFT é uma doença progressiva, o que significa que os sintomas tendem a piorar com o passar do tempo. A velocidade e a forma como a DFT progride podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente ela pode ser dividida em três estágios: inicial, intermediário e final.

    • Estágio inicial: nesse estágio, os sintomas são sutis e podem ser confundidos com sinais de envelhecimento normal ou com outros transtornos psiquiátricos. As pessoas ainda conseguem realizar algumas atividades diárias, mas podem precisar de ajuda em tarefas mais complexas ou que envolvam planejamento ou julgamento. As mudanças no comportamento e na personalidade podem causar conflitos familiares ou profissionais.

    • Estágio intermediário: nesse estágio, os sintomas se intensificam e novos sintomas aparecem. As pessoas passam a ter mais dificuldade para se comunicar, se expressar e se relacionar com os outros. Elas também podem apresentar problemas de memória, atenção e orientação. As dificuldades de movimento e mobilidade se tornam mais evidentes e podem afetar a capacidade de andar, se vestir ou se alimentar. As pessoas precisam de mais apoio e supervisão nas atividades diárias e podem necessitar de cuidados domiciliares ou institucionais.

    • Estágio final: nesse estágio, os sintomas se agravam e afetam todas as áreas do funcionamento cognitivo. As pessoas perdem quase totalmente a capacidade de falar, entender, reconhecer ou interagir com os outros. Elas também perdem a memória de fatos recentes e antigos e podem não saber onde estão ou quem são. As dificuldades de movimento e mobilidade se acentuam e podem causar incontinência urinária e fecal, infecções respiratórias ou úlceras de pressão. As pessoas dependem totalmente dos cuidadores para todas as suas necessidades básicas e podem necessitar de cuidados paliativos.

    Como lidar com a DFT?

    A DFT é uma doença incurável, o que significa que não há um tratamento que possa reverter ou parar a sua progressão. No entanto, existem formas de manejar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas pela DFT e dos seus familiares e cuidadores.

    Algumas dessas formas são:

    • Medicamentos: alguns medicamentos podem ajudar a aliviar alguns sintomas da DFT, como antidepressivos, antipsicóticos, estabilizadores de humor ou anticonvulsivantes. Esses medicamentos devem ser prescritos e acompanhados por um médico especialista, pois podem ter efeitos colaterais ou interações com outros remédios.

    • Terapias: algumas terapias podem ajudar a estimular as habilidades cognitivas, comunicativas e sociais das pessoas com DFT, como a terapia ocupacional, a terapia da fala, a terapia cognitivo-comportamental ou a musicoterapia. Essas terapias devem ser realizadas por profissionais qualificados e adaptadas às necessidades e preferências de cada pessoa.

    • Cuidados paliativos: os cuidados paliativos são uma abordagem que visa aliviar o sofrimento físico, emocional e espiritual das pessoas com doenças graves e incuráveis, como a DFT. Os cuidados paliativos envolvem uma equipe multidisciplinar que oferece suporte médico, psicológico, social e espiritual às pessoas com DFT e aos seus familiares e cuidadores. Os cuidados paliativos podem ser iniciados em qualquer estágio da doença e podem ser realizados em casa, em hospitais ou em instituições especializadas.

    • Apoio familiar e social: o apoio familiar e social é fundamental para lidar com a DFT, pois essa doença afeta não só as pessoas que a têm, mas também as que convivem com elas. O apoio familiar e social pode incluir:
      • Informação: é importante buscar informações sobre a DFT, seus sintomas, sua progressão e suas formas de manejo, para entender melhor a doença e saber como agir em cada situação.

      • Comunicação: é importante manter uma comunicação clara, respeitosa e empática com as pessoas com DFT, usando estratégias que facilitem a compreensão e a expressão, como gestos, imagens ou objetos.

      • Adaptação: é importante adaptar o ambiente físico e social às necessidades e limitações das pessoas com DFT, proporcionando segurança, conforto e estímulo, como iluminação adequada, objetos familiares ou atividades prazerosas.

      • Cuidado: é importante cuidar das pessoas com DFT com carinho, paciência e respeito, respeitando sua individualidade, sua dignidade e seus direitos, como o direito à privacidade, à autonomia e à participação.

      • Auto-cuidado: é importante cuidar de si mesmo, buscando formas de aliviar o estresse, a ansiedade e a tristeza que podem surgir ao lidar com a DFT, como praticar exercícios físicos, ter hobbies, fazer terapia ou participar de grupos de apoio.

    A DFT é uma doença desafiadora que requer atenção e dedicação de todos os envolvidos. Por isso, é essencial buscar ajuda profissional e apoio familiar e social para enfrentar essa situação da melhor forma possível.

    Existem vários tipos de demência, cada um com suas características e causas específicas. Um desses tipos é a demência frontotemporal (DFT), que atinge principalmente os lobos frontal e temporal do cérebro.

    A DFT é uma forma de demência que causa alterações no comportamento, na comunicação e no movimento das pessoas afetadas. Ela representa cerca de 10 a 20 por cento de todos os casos de demência no mundo, sendo mais comum em adultos jovens entre 45 e 60 anos. A expectativa de vida média após o início dos sintomas é de cerca de seis a oito anos.

    Neste post, vamos explicar o que é a DFT, quais são os seus tipos e sintomas, como ela progride ao longo do tempo e quais são as formas de manejar essa doença.

    O que é a DFT?

    A DFT é uma doença neurodegenerativa que afeta as células nervosas dos lobos frontal e temporal do cérebro. Esses lobos são responsáveis por funções como o planejamento, o julgamento, a personalidade, a linguagem e as emoções. Quando essas células morrem ou se atrofiam, essas funções são prejudicadas.

    A causa exata da DFT ainda é desconhecida, mas existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver essa doença. Entre eles estão:

    • Histórico familiar: cerca de 40 por cento das pessoas com DFT têm algum parente com a mesma condição ou com alguma outra forma de demência.

    • Genética: alguns genes podem estar relacionados à DFT, como o gene MAPT, que codifica uma proteína chamada tau, que se acumula anormalmente nas células nervosas afetadas pela DFT.

    • Idade: embora a DFT possa ocorrer em qualquer idade adulta, ela é mais frequente em pessoas entre 45 e 60 anos.

    • Sexo: a DFT parece ser mais comum em homens do que em mulheres.

    Quais são os tipos e sintomas da DFT?

    A DFT pode se manifestar de diferentes formas, dependendo de qual lobo cerebral é afetado primeiro. Existem três tipos principais de DFT:

    • Variante comportamental (bvDFT): é o tipo mais comum de DFT, representando cerca de 50 a 60 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo frontal é o mais afetado, causando mudanças no comportamento e na personalidade das pessoas. Os sintomas podem incluir:
      • Perda de inibição social: as pessoas podem agir de forma inadequada ou impulsiva em situações sociais, como fazer comentários ofensivos, invadir o espaço alheio ou gastar dinheiro sem controle.

      • Apatia: as pessoas podem perder o interesse ou a motivação por atividades que antes gostavam ou eram importantes para elas, como hobbies, trabalho ou família.

      • Alterações alimentares: as pessoas podem desenvolver uma preferência por alimentos doces ou gordurosos, comer em excesso ou ter dificuldade para engolir.

      • Perda de empatia: as pessoas podem se tornar indiferentes ou insensíveis aos sentimentos ou necessidades dos outros, podendo parecer egoístas ou frias.

      • Repetição: as pessoas podem repetir palavras, gestos ou comportamentos sem motivo aparente ou sem perceber.

    • Afasia progressiva primária (APP): é o tipo menos comum de DFT, representando cerca de 20 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo temporal é o mais afetado, causando perda da linguagem e da comunicação. Os sintomas podem incluir:
      • Perda do vocabulário: as pessoas podem ter dificuldade para encontrar ou lembrar de palavras, podendo usar termos genéricos ou imprecisos, como “coisa” ou “aquilo”.

      • Perda da fluência: as pessoas podem falar de forma lenta, hesitante ou truncada, podendo fazer pausas frequentes ou repetir sons ou sílabas.

      • Perda da compreensão: as pessoas podem ter dificuldade para entender o que os outros dizem ou o que leem, podendo ignorar ou responder de forma inadequada às perguntas ou instruções.

      • Perda da escrita: as pessoas podem ter dificuldade para escrever ou ler textos, podendo cometer erros ortográficos, gramaticais ou de pontuação.

    • Dificuldades de movimento e mobilidade: é o tipo que pode ocorrer em conjunto com os outros dois tipos de DFT, representando cerca de 30 por cento dos casos. Nesse tipo, os lobos frontal e temporal afetam também as áreas motoras do cérebro, causando problemas no movimento e na coordenação. Os sintomas podem incluir:
      • Rigidez: as pessoas podem ter dificuldade para relaxar os músculos, podendo ficar com os braços, as pernas ou o pescoço tensos ou contraídos.

      • Tremores: as pessoas podem apresentar tremores involuntários nas mãos, nos braços, nas pernas ou na cabeça, podendo interferir nas atividades diárias.

      • Lentidão: as pessoas podem ter dificuldade para iniciar ou executar movimentos, podendo ficar com os gestos lentos ou arrastados.

      • Desequilíbrio: as pessoas podem ter dificuldade para manter o equilíbrio ou a postura, podendo cair com frequência ou andar de forma instável.

    Como a DFT progride ao longo do tempo?

    A DFT é uma doença progressiva, o que significa que os sintomas tendem a piorar com o passar do tempo. A velocidade e a forma como a DFT progride podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente ela pode ser dividida em três estágios: inicial, intermediário e final.

    • Estágio inicial: nesse estágio, os sintomas são sutis e podem ser confundidos com sinais de envelhecimento normal ou com outros transtornos psiquiátricos. As pessoas ainda conseguem realizar algumas atividades diárias, mas podem precisar de ajuda em tarefas mais complexas ou que envolvam planejamento ou julgamento. As mudanças no comportamento e na personalidade podem causar conflitos familiares ou profissionais.

    • Estágio intermediário: nesse estágio, os sintomas se intensificam e novos sintomas aparecem. As pessoas passam a ter mais dificuldade para se comunicar, se expressar e se relacionar com os outros. Elas também podem apresentar problemas de memória, atenção e orientação. As dificuldades de movimento e mobilidade se tornam mais evidentes e podem afetar a capacidade de andar, se vestir ou se alimentar. As pessoas precisam de mais apoio e supervisão nas atividades diárias e podem necessitar de cuidados domiciliares ou institucionais.

    • Estágio final: nesse estágio, os sintomas se agravam e afetam todas as áreas do funcionamento cognitivo. As pessoas perdem quase totalmente a capacidade de falar, entender, reconhecer ou interagir com os outros. Elas também perdem a memória de fatos recentes e antigos e podem não saber onde estão ou quem são. As dificuldades de movimento e mobilidade se acentuam e podem causar incontinência urinária e fecal, infecções respiratórias ou úlceras de pressão. As pessoas dependem totalmente dos cuidadores para todas as suas necessidades básicas e podem necessitar de cuidados paliativos.

    Como lidar com a DFT?

    A DFT é uma doença incurável, o que significa que não há um tratamento que possa reverter ou parar a sua progressão. No entanto, existem formas de manejar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas pela DFT e dos seus familiares e cuidadores.

    Algumas dessas formas são:

    • Medicamentos: alguns medicamentos podem ajudar a aliviar alguns sintomas da DFT, como antidepressivos, antipsicóticos, estabilizadores de humor ou anticonvulsivantes. Esses medicamentos devem ser prescritos e acompanhados por um médico especialista, pois podem ter efeitos colaterais ou interações com outros remédios.

    • Terapias: algumas terapias podem ajudar a estimular as habilidades cognitivas, comunicativas e sociais das pessoas com DFT, como a terapia ocupacional, a terapia da fala, a terapia cognitivo-comportamental ou a musicoterapia. Essas terapias devem ser realizadas por profissionais qualificados e adaptadas às necessidades e preferências de cada pessoa.

    • Cuidados paliativos: os cuidados paliativos são uma abordagem que visa aliviar o sofrimento físico, emocional e espiritual das pessoas com doenças graves e incuráveis, como a DFT. Os cuidados paliativos envolvem uma equipe multidisciplinar que oferece suporte médico, psicológico, social e espiritual às pessoas com DFT e aos seus familiares e cuidadores. Os cuidados paliativos podem ser iniciados em qualquer estágio da doença e podem ser realizados em casa, em hospitais ou em instituições especializadas.

    • Apoio familiar e social: o apoio familiar e social é fundamental para lidar com a DFT, pois essa doença afeta não só as pessoas que a têm, mas também as que convivem com elas. O apoio familiar e social pode incluir:
      • Informação: é importante buscar informações sobre a DFT, seus sintomas, sua progressão e suas formas de manejo, para entender melhor a doença e saber como agir em cada situação.

      • Comunicação: é importante manter uma comunicação clara, respeitosa e empática com as pessoas com DFT, usando estratégias que facilitem a compreensão e a expressão, como gestos, imagens ou objetos.

      • Adaptação: é importante adaptar o ambiente físico e social às necessidades e limitações das pessoas com DFT, proporcionando segurança, conforto e estímulo, como iluminação adequada, objetos familiares ou atividades prazerosas.

      • Cuidado: é importante cuidar das pessoas com DFT com carinho, paciência e respeito, respeitando sua individualidade, sua dignidade e seus direitos, como o direito à privacidade, à autonomia e à participação.

      • Auto-cuidado: é importante cuidar de si mesmo, buscando formas de aliviar o estresse, a ansiedade e a tristeza que podem surgir ao lidar com a DFT, como praticar exercícios físicos, ter hobbies, fazer terapia ou participar de grupos de apoio.

    A DFT é uma doença desafiadora que requer atenção e dedicação de todos os envolvidos. Por isso, é essencial buscar ajuda profissional e apoio familiar e social para enfrentar essa situação da melhor forma possível.

  • Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    A atriz e apresentadora Carolina Ferraz usou o Instagram na última quarta-feira (28) para fazer um desabafo contra a chamada positividade tóxica, que é a tendência de ignorar ou reprimir as emoções negativas ou desagradáveis, como tristeza, raiva, frustração ou medo, e forçar uma atitude positiva ou otimista em todas as situações, mesmo quando não…

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

  • Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) revelou que os adultos negros multirraciais na Califórnia têm mais probabilidade de precisar de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.

  • Como as redes sociais podem afetar a sua saúde financeira e mental

    Como as redes sociais podem afetar a sua saúde financeira e mental

    Você já se sentiu pressionado a comprar algo que não podia pagar depois de ver um post nas redes sociais? Se a resposta for sim, você não está sozinho.

    Uma pesquisa da Deloitte revelou que mais da metade dos jovens da geração Z e dos millennials sentem esse tipo de ansiedade financeira por causa das redes sociais.

    As redes sociais podem ser uma fonte de inspiração, entretenimento e informação, mas também podem gerar o desejo de ter mais coisas e gastar mais dinheiro. Isso acontece porque muitas vezes somos expostos a posts de amigos ou influenciadores que mostram roupas caras, viagens luxuosas e estilos de vida invejáveis. Além disso, os anúncios e o conteúdo patrocinado podem nos levar a fazer compras por impulso que depois nos arrependemos.

    O problema é que essas compras podem prejudicar não só o nosso bolso, mas também a nossa autoestima. Muitos jovens se sentem mal com a sua própria situação financeira depois de verem o que os outros têm ou fazem nas redes sociais. Isso pode gerar frustração, inveja e até depressão.

    Além disso, passar muito tempo online também pode ter um impacto negativo na nossa saúde mental. Segundo a pesquisa da Deloitte, 20% dos jovens da geração Z passam cinco horas ou mais por dia em plataformas de vídeo social, como o TikTok, e 17% dos millennials passam cinco horas ou mais por dia em redes sociais tradicionais, como o Facebook. Eles acreditam que isso tem um efeito misto nas suas vidas.

    De acordo com Brittany Harker Martin, professora associada de liderança, política e governança na Universidade de Calgary, “sessões longas de rolar, deslizar e tocar na tela fazem o nosso cérebro desligar e enviar sinais neuroquímicos de desmotivação e fracasso”.

    Portanto, é importante ter cuidado com o uso das redes sociais e buscar um equilíbrio entre o mundo virtual e o real. Algumas dicas para isso são:

    • Estabelecer limites de tempo para ficar online e respeitá-los;
    • Desativar as notificações das redes sociais para evitar distrações;
    • Seguir apenas pessoas e páginas que te fazem bem e te inspiram positivamente;
    • Não se comparar com os outros e lembrar que as redes sociais mostram apenas uma parte da realidade;
    • Fazer um planejamento financeiro e evitar gastos desnecessários;
    • Buscar outras fontes de satisfação e felicidade além do consumo.

    As redes sociais podem ser uma ferramenta incrível se usadas com moderação e consciência. Mas se elas estão te causando mais mal do que bem, talvez seja hora de repensar o seu relacionamento com elas.

    Fonte: Link.

    Uma pesquisa da Deloitte revelou que mais da metade dos jovens da geração Z e dos millennials sentem esse tipo de ansiedade financeira por causa das redes sociais.

    As redes sociais podem ser uma fonte de inspiração, entretenimento e informação, mas também podem gerar o desejo de ter mais coisas e gastar mais dinheiro. Isso acontece porque muitas vezes somos expostos a posts de amigos ou influenciadores que mostram roupas caras, viagens luxuosas e estilos de vida invejáveis. Além disso, os anúncios e o conteúdo patrocinado podem nos levar a fazer compras por impulso que depois nos arrependemos.

    O problema é que essas compras podem prejudicar não só o nosso bolso, mas também a nossa autoestima. Muitos jovens se sentem mal com a sua própria situação financeira depois de verem o que os outros têm ou fazem nas redes sociais. Isso pode gerar frustração, inveja e até depressão.

    Além disso, passar muito tempo online também pode ter um impacto negativo na nossa saúde mental. Segundo a pesquisa da Deloitte, 20% dos jovens da geração Z passam cinco horas ou mais por dia em plataformas de vídeo social, como o TikTok, e 17% dos millennials passam cinco horas ou mais por dia em redes sociais tradicionais, como o Facebook. Eles acreditam que isso tem um efeito misto nas suas vidas.

    De acordo com Brittany Harker Martin, professora associada de liderança, política e governança na Universidade de Calgary, “sessões longas de rolar, deslizar e tocar na tela fazem o nosso cérebro desligar e enviar sinais neuroquímicos de desmotivação e fracasso”.

    Portanto, é importante ter cuidado com o uso das redes sociais e buscar um equilíbrio entre o mundo virtual e o real. Algumas dicas para isso são:

    • Estabelecer limites de tempo para ficar online e respeitá-los;
    • Desativar as notificações das redes sociais para evitar distrações;
    • Seguir apenas pessoas e páginas que te fazem bem e te inspiram positivamente;
    • Não se comparar com os outros e lembrar que as redes sociais mostram apenas uma parte da realidade;
    • Fazer um planejamento financeiro e evitar gastos desnecessários;
    • Buscar outras fontes de satisfação e felicidade além do consumo.

    As redes sociais podem ser uma ferramenta incrível se usadas com moderação e consciência. Mas se elas estão te causando mais mal do que bem, talvez seja hora de repensar o seu relacionamento com elas.

    Fonte: Link.