Tag: Segurança Pública

  • Polícia Militar desativa uma das bases da UPP no Morro de São Carlos

    O COE, Comando de Operações Especiais da Polícia Militar, formado pelas tropas de elite da corporação, realiza operação nesta terça-feira, no Complexo de favelas do São São Carlos, no Estácio, região central do Rio de Janeiro.

    Além do próprio Morro de São Carlos, o complexo também engloba os morros da Mineira, do Zinco e da Querosene, além de outras comunidades menores da região. Participam da ação homens do Batalhão de Operações Especiais, o Bope, do Batalhão de Choque e do Batalhão de ações com Cães, que contam com o apoio de um veículo blindados e equipamentos de engenharia.

    De acordo com a Polícia Militar, o objetivo da operação é colocar em prática alterações operacionais que foram planejadas pelo Comando de Polícia Pacificadora, entre elas a desativação de uma das bases da UPP do São Carlos, que é feita pela Equipe de Demolição Tática do BOPE.

    Ainda segundo a PM, as novas medidas serão implementadas para possibilitar uma melhor distribuição do efetivo da UPP, reforçando o policiamento e aumentando a segurança dos policiais.

    Nas redes sociais, moradores da região publicaram diversas mensagens e vídeos sobre intensos tiroteios nas comunidades desde o início da manhã. De acordo com a Policia Militar, logo no início da operação, um suspeito foi ferido em confronto com policiais do Bope no Morro de São Carlos.

    Ele, que não teve a identidade revelada, foi socorrido para o hospital Souza Aguiar, no Centro, mas não há informações sobre o estado de saúde dele. Com o suspeito os agentes apreenderam uma pistola, uma granada de fabricação caseira e drogas embaladas para a venda.

    A partir de 2017, o Complexo de São Carlos ganhou relevância no mapa do crime organizado porque passou a ser a base da facção paulista Primeiro Comando da Capital, no Rio.

    De acordo com a Polícia Civil, o PCC se aliou ao Terceiro Comando Puro, que domina o Complexo do São Carlos, e passou a fornecer drogas, armas e munições para a facção carioca, apoiando inclusive a tentativa de invasão da favela da Rocinha, em setembro do ano passado.

  • Quatorze presos não retornaram do saidão do Dia dos Pais no DF

    Até as dez horas da manhã dessa segunda-feira (13), quatorze presos do regime semiaberto beneficiados com o Saidão do Dia dos Pais não tinham retornado aos locais, onde cumprem as penas. Esse número representa 1,29% dos mil e oitenta e quatro internos dos Sistema Penitenciário que tiveram o direito de passar o dia dos pais fora das grades.

    Só podem ser contemplados com os saidões, os detentos do regime semiaberto com bom comportamento. Segundo a lei de Execução Penal, o beneficiado pelo saidão deve fornecer o endereço da família, onde poderá ser encontrado. Além disso, apesar de estar fora da cadeia, ele não pode frequentar bares, casas noturnas e shows.

    No caso de cometimento de crime durante o saidão, o beneficiado perde o direito a passar datas comemorativas longe da cadeia. Foi o que aconteceu com Paulo Bras de Oliveira Júnior, de 23 anos, que deixou o presídio nesse Dia dos Pais e se envolveu em crimes.

    No último sábado, o detento roubou um carro e foi responsável por provocar um acidente no Eixão Sul, que deixou três mortos. Paulo Bras agora vai cumprir pena no regime fechado e poderá responder por latrocínio, roubos e outros crimes.

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    A OAB/DF encaminhou, nessa segunda-feira, ofício ao secretário de Segurança Pública do DF, Cristiano Barbosa Sampaio, ao diretor da Polícia Civil, Eric Seba de Castro e ao subsecretário do Sistema Penitenciário do DF, Osmar Mendonça de Souza, pedindo informações acerca da atual estrutura da Polícia Civil para atender a demanda do sistema penitenciário do Distrito Federal.

    No documento, o presidente da Seccional, Juliano Costa Couto, também solicita informações sobre os meios utilizados para o monitoramento dos presos beneficiados pelo chamado “saidão”.

    Qualquer pessoa pode fornecer informações sobre foragidos do sistema penitenciário pelos telefones 190, da Polícia Militar, 197, da Polícia Civil ou pelo whatsapp 9 8626-1197 também da Polícia Civil.

  • Governador do Rio defende investigações feitas no estado sobre caso Marielle

    O governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão recebeu com surpresa a declaração do ministro da Segurança Pública Raul Jungmann, sobre a possível transferência das investigações da morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes para a Polícia Federal.

    Pezão afirmou ter certeza de que o crime vai ser desvendado, mas informações não podem ser divulgadas para não atrapalhar as investigações.

    As declarações foram dadas no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul Carioca, durante assinatura de acordo com o Ministério das Cidades. O programa que pretende reduzir pela metade o número de acidentes no trânsito nos próximos 10 anos.

  • A cada 10 minutos um estupro é registrado no Brasil, mostra levantamento

    Em 2017, 175 pessoas foram assassinadas, por dia, no Brasil. Foram quase 64 mil mortes violentas, um aumento de quase 3% comparado com 2016, que fez o país bater mais um recorde no histórico de violência.

    Com 30,8 homicídios por 100 mil habitantes, o Brasil tem uma taxa três vezes maior que o limite definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para considerar a violência epidêmica.

    O Brasil também registrou um novo recorde também na violência contra a mulher. O número de estupros aumentou mais de 8% quando comparado com 2016 e chegou a mais de 60 mil casos.

    A cada 10 minutos um estupro é registrado no país. Na prática, esse número pode ser dez vezes maior, já que menos de 10% dos estupros são registrados em boletins de ocorrência.

    O que também cresceu foi o número de pessoas mortas em intervenções policiais. Em média, são 14 mortes decorrentes de ações policiais, por dia. Um crescimento de 20% comparando com 2016.

    O número coloca a polícia brasileira como uma das mais letais do mundo e a situação varia muito de estado para estado. A polícia de São Paulo está entre as mais letais. De cada três homicídios registrados na capital paulista, um foi resultado de uma ação policial.

    Esses são números que estão no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nessa quinta-feira (9), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

    Segundo a análise feita pelos especialistas do fórum, o aumento da violência tem relação direta com o caos no sistema prisional e o crime organizado para a venda de armas e drogas.

    Sobre as armas, o fórum afirma que há um completo descontrole sobre as armas que circulam no país.

    Enquanto a violência cresce, os estados, que respondem por mais de R$ 8 a cada R$ 10 investidos na segurança pública, não aumentam os gastos no setor em função do teto no corte de gastos.

    Mas para David Marques, coordenador de projetos do fórum, mais do que ampliar o volume de investimentos é preciso mudar os rumos das políticas de segurança pública.

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    “Com o que existe hoje, com esse nível de investimento, e os nossos recursos daria para fazer melhor. Nós ainda podemos crescer em recursos, em investimento na área é necessário, principalmente por parte do governo federal, mas não é um gasto para mais arma, mais viatura, mais do mesmo, é para fazer alguma coisa diferente, é para fazer uma coisa nova. Eleger prioridades com objetivos e metas claras e estratégias que sejam inovadoras, baseadas em envidências que sejam científicas.

    O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, comentou os números do relatório. Disse que o governo trabalha contra o crime organizado e prometeu que o novo Susp, o Sistema Único de Segurança Publica, começa a ser implantado até o final do mês.

    “Nós estamos criando a coordenação nacional, reunindo todos os orgãos da área de segurança pública, de acompanhamento de monitoramento, para combater as facções criminosas, motor da violência no país.”

    O Susp prevê a integração das políticas de segurança de estados, municípios e da União. O projeto aprovado pelo Congresso Nacional foi sancionado em junho.

    A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo discorda da metodologia aplicada e da nomenclatura utilizada “Mortes Violentas Intencionais”, já que é errado somar ocorrências de morte decorrente de intervenção policial aos homicídios e latrocínios, pois são situações que por sua dinâmica e modo de controle em nada se equivalem.

    São Paulo adota o modelo de contabilização de dados de mortes semelhante ao modelo do FBI – polícia americana equivalente à Polícia Federal brasileira – e da Organização das Nações Unidas (ONU), onde ações de forças policiais são contabilizadas de forma separada.

    A secretaria desenvolve medidas para redução da letalidade policial. Toda a ocorrência é acompanhada, monitorada e analisada para constatar se a ação policial foi realmente legítima.

    A maioria dos casos ocorre quando policiais atuam para impedir roubos. Nos últimos cinco anos, cerca de 60% dos confrontos entre policiais militares e criminosos aconteceram nesta situação.

    Em 2017, foram presos em flagrante 152.448 pessoas contra 687 que morreram durante troca de tiros. Assim, o total de mortos sobre o universo de pessoas presas representa 0,45%. Por Radioagência Nacional.

  • Juiz determina que Sérgio Cabral deixe cela de isolamento em presídio no Rio

    O juiz Rafael Estrela, da Vara de Execuções Penais, do Tribunal de Justiça do Rio, determinou que o ex-governador Sérgio Cabral volte a ocupar a cela onde cumpre pena no presídio do Complexo de Gericinó, em Bangu, na zona oeste da capital fluminense.

    Durante fiscalização de rotina feita pelo Ministério Público, o ex-governador Sérgio Cabral foi enviado para cela de isolamento. O promotor de Justiça André Guilherme de Freitas afirmou que Cabral foi o único que não adotou posição de respeito e que, mesmo recebendo a determinação, se recusou a cumpri-la. Em nota, André Guilherme afirmou ainda que, aos gritos, Cabral disse que não queria ser chamado de interno e que aquela posição era um desrespeito a ele.

    O magistrado da Vara de Execuções Penais afirmou que a medida adotada está fora das atribuições legais do promotor, de acordo com a Constituição Federal e a Constituição estadual do Rio. E ainda que, de acordo com a Lei de Execução Penal, essa atribuição é do diretor do presídio e é necessário comunicação imediata ao juiz da Vara de Execuções Penais.

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    O advogado do ex-governador, Rodrigo Rocca, afirmou que houve abuso de poder no caso. A defesa informou que vai requerer as imagens da vistoria e que até sexta-feira deverão ser apresentadas ações contra o promotor na Justiça e no Conselho Nacional do Ministério Público. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária afirmou, em nota, que foi instaurado procedimento disciplinar para apurar a conduta de Cabral. Por Radioagência Nacional.

  • Rio registra mais de 13 mil tiroteios nos últimos dois anos, aponta aplicativo Fogo Cruzado

    Nos últimos dois anos, a região metropolitana do Rio de Janeiro registrou mais de 13 mil tiroteios, em média, 18 por dia, de acordo com dados da plataforma colaborativa Fogo Cruzado. Nesse período, ao menos 5.524 pessoas foram baleadas e, destas, mais de 2.800 morreram.

    Em relatório divulgado nessa quarta-feira (18), o laboratório de dados sobre violência armada Fogo Cruzado fez um balanço dos registros desde que a plataforma entrou em funcionamento, em julho de 2016.

    De acordo com o relatório, os dados mostram a dinâmica e a sensação de insegurança provocada pela violência armada na região metropolitana no Rio, especialmente na capital, São Gonçalo, Niterói e Baixada Fluminense.

    O mês de maio de 2018 foi o que registrou o maior número de tiroteios desde o lançamento do Fogo Cruzado, com 903 notificações, uma média de 29 tiroteios por dia. E março de 2018 foi o mês com o maior número de ocorrências de mortes, um total de 163 mortes.

    A capital foi a que mais registrou tiroteios, com 8.700 ocorrências, seguida de São Gonçalo, Niterói, Duque de Caxias e Belford Roxo. No município do Rio de Janeiro, os bairros da Cidade de Deus e do Complexo do Alemão foram os campeões, vindo em seguida a Praça Seca.

    O relatório do Fogo Cruzado aponta que 25 crianças e adolescentes foram mortos em 2018 por arma de fogo na região metropolitana do Rio de Janeiro. Houve 29 feridos. A capital liderou os rankings com 12 menores de idade mortos e 19 feridos.

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    Desde o início de 2017, o Fogo Cruzado começou a acompanhar casos de chacina, que resultaram em três ou mais civis mortos por arma de fogo. Em um ano e meio, foram 78 episódios e um total de 299 vítimas fatais, 29 só na capital.

    Em dois anos, o laboratório de dados Fogo Cruzado também mapeou 261 agentes de segurança mortos e 499 feridos na região metropolitana do Rio de Janeiro. O mês de janeiro de 2017 foi o que registrou o maior número de policiais mortos, com 21. O mês de agosto de 2016 teve o maior número de feridos, com 43.

    As informações da plataforma do Fogo Cruzado são coletadas na imprensa, policiais e usuários.

    A reportagem procurou a Secretaria de Estado de Segurança Pública para comentar os dados, mas, até o fechamento da matéria, não houve resposta. Por Radioagência Nacional.

  • Justiça do Rio triplica valor de indenização para família de vítima de bala perdida

    O Tribunal de Justiça do Rio aumentou de R$ 300 mil para R$ 900 mil o valor da indenização que o governo do estado terá de pagar à família de Fabiano Maciel da Costa, morto após ser atingido por bala perdida durante confronto entre policiais militares e assaltantes, em 2013, em Vila Valqueire, na zona norte da capital.

    Os magistrados acompanharam, por unanimidade, o voto da desembargadora Isabela Pessanha Chagas.

    Em seu voto, a relatora considerou que mesmo que não tenha sido provado que o tiro tenha partido da Polícia Militar, o Estado é responsável pela operação que colocou em risco os cidadãos. De acordo com a desembargadora, a comprovação dos danos morais é desnecessária, considerando que o caso envolve uma família que teve o convívio com um dos seus parentes interrompido de maneira trágica.

    Fabiano Maciel da Costa, de 34 anos, era comerciante e saia de carro de sua pizzaria, quando foi morto por uma bala perdida. O tiro ocorreu durante uma perseguição a bandidos que estariam circulando armados pelas ruas do bairro.

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    Fabiano tinha um filho de 11 anos na época. Quase seis anos depois, a Justiça deu ganho de causa à família da vítima.

    A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro informou que vai recorrer da decisão. Por Radioagência Nacional, com informações da Agência Brasil.

  • Governo vai continuar monitorando as fake news até as eleições

    A guerra do Governo contra as Fake News vai continuar por mais um breve período. Foi o que anunciou o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, nesta segunda-feira (04). Ele disse que o comitê, criado para gerenciar a crise dos caminhoneiros, será mantido até as eleições deste ano.

    Segundo Jungmann, a questão envolvendo a paralisação dos caminhoneiros e o desabastecimento no país caminha para os níveis de normalidade, mas o grupo passará a monitorar a disseminação de notícias falsas (fake news) na internet.

    “Vamos continuar mantendo o comitê que se reuniu, não mais focado na crise, mas na conjuntura política. Porque temos um período de eleições à frente, sabemos que temos que prestar atenção nas fake news”, disse Jungmann.

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    “A gente acompanha a rede aberta. Quando necessário, com indícios fundamentados, a gente faz uma requisição judicial para monitorar alguém específico na rede. […] Partidos e sindicatos têm cada vez menos representatividade e, por isso, precisam ser reformulados. E mais: é preciso a gente entender que o empoderamento da rede veio para ficar”, completou.

    Como eles vão fazer para barrar a disseminação das Fake News nas Eleições, ninguém sabe, nem como será a eficiência desse comitê, que é composto pelos ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen; da Casa Civil, Eliseu Padilha; da Secretaria de Governo, Carlos Marun; e o chefe do Estado Maior-Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, além de Jungmann. Com informações da Agência Brasil.

  • Tentativa de fuga deixa 21 mortos em presídio de Belém, informa governo

    A Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) do Pará confirmou, na tarde desta terça-feira (10), que houve uma “tentativa de fuga em massa” de presos do Centro de Recuperação Penitenciário do Pará III (CRPP III), no Complexo Prisional de Santa Izabel, região metropolitana de Belém. A tentativa de fuga resultou na morte de 21 pessoas.

    Segundo informações oficiais, um grupo externo fortemente armado invadiu o complexo e usou explosivos em um dos muros do pavilhão C, para facilitar a fuga. Do lado de dentro, parte dos detentos também estaria portando armas. Houve intensa troca de tiros entre o grupo armado, os presos e o Batalhão Penitenciário.

    Até agora, foi confirmada a morte de um agente penitenciário e outras 20 pessoas, entre detentos e integrantes do grupo que tentou fazer o resgate do presos. Nenhum deles teve a identidade revelada. Outros quatro agentes de segurança também ficaram feridos, sendo um em estado grave.

    A Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar deslocou efetivo tático para reforçar a segurança do complexo. A Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) ainda não confirma se houve fuga de presos na ação. A recontagem de detentos e uma revista nas dependências estão sendo realizadas na unidade. Autoridades também realizam buscas aos que atuaram na tentativa de resgate.

    A Segup informa ainda que já começaram investigações para apurar que grupos agiram neste episódio e como ocorreu a entrada de armas na unidade, além das circunstâncias em que ocorreram as trocas de tiros durante a tentativa de resgate de presos. A Secretaria confirmou ainda a apreensão de armas que estavam com o bando que tentou invadir o complexo, incluindo dois fuzis, três pistolas e dois revólveres. Por: Agência Brasil

  • Caso Marielle: procurador se reúne com a cúpula da segurança do Rio

    O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, disse hoje acreditar qe a polícia está trabalhando com uma boa linha de investigação no caso dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, que nesta semana completa um mês.

    Ele se reuniu nesta segunda-feira com a cúpula da Segurança Pública do Estado na Delgacia de homicídios da capital, na Barra da Tijuca, zona oste da cidade. O procurador não deu detalhes das investigações e lembrou que o caso continua sob sigilo.

    O procurador ainda negou que a reunião tivesse ligacao com a noticia do assassinato neste domingo de um colaborador do vereador do PHS, Marcelo Siciliano, que prestou depoimento no caso Marielle na última semana. Segundo Eduardo Gussem o encontro já estava marcado desde a semana passada. Ele também afirmou que não se trata de uma cobrança do Ministério Publico.

    Participaram do encontro o secretário de Segurança Pública, General Richard Nunes; o chefe de Polícia Civil, delegado de Polícia Rivaldo Barbosa; o superintendente da Polícia Federal no Rio, Ricardo Andrade Saadi; o promotor de Justiça responsável pelo caso, Homero das Neves e o delegado que preside as investigações, Giniton Lages. Por Radioagencia Nacional