Tag: Sol

  • Cientistas capturam turbulência espacial rara com telescópio solar

    Cientistas capturam turbulência espacial rara com telescópio solar

    Cientistas da missão Parker Solar Probe da NASA fizeram uma observação sem precedentes.

    Pela primeira vez, um telescópio especial, chamado WISPR, capturou imagens de turbulência no espaço – um fenômeno que ocorre quando uma poderosa ejeção de massa coronal (CME) colide com o vento solar.

    A CME é uma explosão maciça de plasma e campo magnético do Sol, e quando ela encontra o vento solar, que é um fluxo constante de partículas solares, cria padrões de turbulência que podem ser comparados a ondas gigantes no oceano do espaço. O mais surpreendente é que essas ondas espaciais mostraram sinais de instabilidades de Kelvin-Helmholtz, que são como vórtices ou redemoinhos que só se formam sob condições muito específicas.

    Essa descoberta não é apenas incrível por sua raridade, mas também tem implicações significativas para nossa compreensão do clima espacial, que pode afetar satélites e tecnologias na Terra.

    A missão Parker Solar Probe, que já está fazendo história ao viajar mais perto do Sol do que qualquer outra nave, continua a nos surpreender com suas descobertas, prometendo ainda mais revelações enquanto se aproxima de seu 19º periélio, o ponto mais próximo do Sol em sua órbita.

    Fonte: Link.


    Pela primeira vez, um telescópio especial, chamado WISPR, capturou imagens de turbulência no espaço – um fenômeno que ocorre quando uma poderosa ejeção de massa coronal (CME) colide com o vento solar.

    A CME é uma explosão maciça de plasma e campo magnético do Sol, e quando ela encontra o vento solar, que é um fluxo constante de partículas solares, cria padrões de turbulência que podem ser comparados a ondas gigantes no oceano do espaço. O mais surpreendente é que essas ondas espaciais mostraram sinais de instabilidades de Kelvin-Helmholtz, que são como vórtices ou redemoinhos que só se formam sob condições muito específicas.

    Essa descoberta não é apenas incrível por sua raridade, mas também tem implicações significativas para nossa compreensão do clima espacial, que pode afetar satélites e tecnologias na Terra.

    A missão Parker Solar Probe, que já está fazendo história ao viajar mais perto do Sol do que qualquer outra nave, continua a nos surpreender com suas descobertas, prometendo ainda mais revelações enquanto se aproxima de seu 19º periélio, o ponto mais próximo do Sol em sua órbita.

    Fonte: Link.


  • O que acontecerá com os planetas quando o Sol se tornar uma gigante vermelha?

    O que acontecerá com os planetas quando o Sol se tornar uma gigante vermelha?

    Esse cenário pode parecer coisa de ficção científica, mas é exatamente o que acontecerá com o nosso sol em cerca de 5 bilhões de anos.

    Nessa época, ele se transformará em uma gigante vermelha, uma fase na vida de uma estrela onde ela expande e aquece consideravelmente.

    O que é uma gigante vermelha? Uma gigante vermelha é uma estrela que esgotou o hidrogênio em seu núcleo e começou a fundir hélio. Isso faz com que sua atmosfera se expanda e sua temperatura superficial diminua, adquirindo uma tonalidade avermelhada. O nosso sol, que atualmente está na meia-idade estelar, eventualmente passará por essa transformação.

    O destino dos planetas Quando o sol se expandir, ele engolirá os planetas mais próximos, como Mercúrio e Vênus. A Terra também pode ser engolida nesse processo expansivo. Se isso acontecer, qualquer forma de vida teria que ter encontrado um novo lar muito antes desse evento cataclísmico.

    E os gigantes gasosos? Os planetas gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, não serão engolidos, mas sentirão os efeitos do sol expandido. Suas atmosferas podem começar a erodir devido ao aumento da radiação solar. No entanto, observações de outros sistemas estelares mostram que alguns gigantes gasosos conseguem reter suas atmosferas mesmo perto de estrelas gigantes vermelhas.

    Uma nova esperança para luas e planetas distantes 

    Enquanto os planetas internos enfrentam a destruição, as luas e os objetos mais distantes do sistema solar podem ter um destino mais promissor. Por exemplo, a lua de Saturno, Titã, que já possui uma atmosfera densa, poderia ter condições habitáveis por um tempo, com oceanos líquidos de água e amônia. Até mesmo Plutão e outros objetos no Cinturão de Kuiper poderiam se tornar locais com temperaturas semelhantes às de regiões tropicais da Terra hoje.

    A transformação do sol em uma gigante vermelha é um lembrete fascinante de que o universo está em constante mudança. Embora esse evento esteja muito distante no futuro, ele nos dá uma perspectiva sobre o ciclo de vida das estrelas e o dinâmico sistema solar em que vivemos. Por agora, podemos apenas imaginar como seria viver em um mundo sob a luz de uma gigante vermelha.

    Nessa época, ele se transformará em uma gigante vermelha, uma fase na vida de uma estrela onde ela expande e aquece consideravelmente.

    O que é uma gigante vermelha? Uma gigante vermelha é uma estrela que esgotou o hidrogênio em seu núcleo e começou a fundir hélio. Isso faz com que sua atmosfera se expanda e sua temperatura superficial diminua, adquirindo uma tonalidade avermelhada. O nosso sol, que atualmente está na meia-idade estelar, eventualmente passará por essa transformação.

    O destino dos planetas Quando o sol se expandir, ele engolirá os planetas mais próximos, como Mercúrio e Vênus. A Terra também pode ser engolida nesse processo expansivo. Se isso acontecer, qualquer forma de vida teria que ter encontrado um novo lar muito antes desse evento cataclísmico.

    E os gigantes gasosos? Os planetas gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, não serão engolidos, mas sentirão os efeitos do sol expandido. Suas atmosferas podem começar a erodir devido ao aumento da radiação solar. No entanto, observações de outros sistemas estelares mostram que alguns gigantes gasosos conseguem reter suas atmosferas mesmo perto de estrelas gigantes vermelhas.

    Uma nova esperança para luas e planetas distantes 

    Enquanto os planetas internos enfrentam a destruição, as luas e os objetos mais distantes do sistema solar podem ter um destino mais promissor. Por exemplo, a lua de Saturno, Titã, que já possui uma atmosfera densa, poderia ter condições habitáveis por um tempo, com oceanos líquidos de água e amônia. Até mesmo Plutão e outros objetos no Cinturão de Kuiper poderiam se tornar locais com temperaturas semelhantes às de regiões tropicais da Terra hoje.

    A transformação do sol em uma gigante vermelha é um lembrete fascinante de que o universo está em constante mudança. Embora esse evento esteja muito distante no futuro, ele nos dá uma perspectiva sobre o ciclo de vida das estrelas e o dinâmico sistema solar em que vivemos. Por agora, podemos apenas imaginar como seria viver em um mundo sob a luz de uma gigante vermelha.

  • Starlink perde mais de 200 satélites em três meses por causa do Sol

    Starlink perde mais de 200 satélites em três meses por causa do Sol

    A Starlink, empresa de internet via satélite do bilionário Elon Musk, enfrenta um problema que foge do seu controle: o Sol.

    A estrela, que está em um ano de alta atividade, tem provocado explosões solares que podem afetar os equipamentos em órbita. Segundo dados da Agência Espacial Europeia (ESA), a Starlink perdeu 218 satélites desde julho, mais que o dobro do primeiro semestre de 2023.

    Os satélites da Starlink são pequenos e leves, com cerca de 260 kg cada um. Eles orbitam a Terra a uma altitude de cerca de 550 km, bem abaixo dos satélites tradicionais de comunicação, que ficam a mais de 35 mil km. Essa proximidade permite que a internet oferecida pela Starlink seja mais rápida e barata, mas também torna os equipamentos mais vulneráveis às interferências solares.

    O Sol passa por ciclos de atividade de cerca de 11 anos, alternando entre períodos de calmaria e turbulência. Em 2023, o Sol entrou na fase chamada de máximo solar, quando ocorrem mais manchas escuras na superfície e mais explosões de plasma. Essas explosões liberam partículas carregadas que viajam pelo espaço e podem atingir a Terra, causando fenômenos como as auroras boreais e austrais.

    Mas essas partículas também podem danificar os satélites, alterando suas órbitas, sobrecarregando seus sistemas elétricos ou até mesmo destruindo-os. A ESA monitora os satélites em órbita e classifica-os como ativos, inoperantes ou perdidos. Um satélite é considerado perdido quando não há mais contato com ele ou quando ele reentra na atmosfera e se desintegra.

    De acordo com a ESA, a Starlink é a empresa com a maior constelação de satélites para internet do mundo, com 4.116 equipamentos ativos. A empresa tem autorização para lançar até 12 mil satélites e pretende oferecer internet de alta velocidade para todo o planeta. No Brasil, a Starlink já iniciou os testes e espera começar a operar comercialmente em 2024.

    Apesar das perdas, a Starlink ainda possui uma grande vantagem sobre as concorrentes, como a OneWeb e a Amazon, que têm menos satélites em órbita. A empresa também tem uma frota de foguetes reutilizáveis da SpaceX, outra empresa de Musk, que facilitam os lançamentos. Além disso, a Starlink afirma que seus satélites são projetados para se desintegrar na reentrada atmosférica, evitando o acúmulo de lixo espacial.

    A expectativa é que o Sol se acalme nos próximos anos, reduzindo os riscos para os satélites da Starlink e das demais empresas. Enquanto isso, os usuários da internet via satélite podem ter que lidar com algumas instabilidades no serviço, causadas pelas tempestades solares. Mas isso pode ser um pequeno preço a pagar por ter acesso à rede em qualquer lugar do mundo.

    A estrela, que está em um ano de alta atividade, tem provocado explosões solares que podem afetar os equipamentos em órbita. Segundo dados da Agência Espacial Europeia (ESA), a Starlink perdeu 218 satélites desde julho, mais que o dobro do primeiro semestre de 2023.

    Os satélites da Starlink são pequenos e leves, com cerca de 260 kg cada um. Eles orbitam a Terra a uma altitude de cerca de 550 km, bem abaixo dos satélites tradicionais de comunicação, que ficam a mais de 35 mil km. Essa proximidade permite que a internet oferecida pela Starlink seja mais rápida e barata, mas também torna os equipamentos mais vulneráveis às interferências solares.

    O Sol passa por ciclos de atividade de cerca de 11 anos, alternando entre períodos de calmaria e turbulência. Em 2023, o Sol entrou na fase chamada de máximo solar, quando ocorrem mais manchas escuras na superfície e mais explosões de plasma. Essas explosões liberam partículas carregadas que viajam pelo espaço e podem atingir a Terra, causando fenômenos como as auroras boreais e austrais.

    Mas essas partículas também podem danificar os satélites, alterando suas órbitas, sobrecarregando seus sistemas elétricos ou até mesmo destruindo-os. A ESA monitora os satélites em órbita e classifica-os como ativos, inoperantes ou perdidos. Um satélite é considerado perdido quando não há mais contato com ele ou quando ele reentra na atmosfera e se desintegra.

    De acordo com a ESA, a Starlink é a empresa com a maior constelação de satélites para internet do mundo, com 4.116 equipamentos ativos. A empresa tem autorização para lançar até 12 mil satélites e pretende oferecer internet de alta velocidade para todo o planeta. No Brasil, a Starlink já iniciou os testes e espera começar a operar comercialmente em 2024.

    Apesar das perdas, a Starlink ainda possui uma grande vantagem sobre as concorrentes, como a OneWeb e a Amazon, que têm menos satélites em órbita. A empresa também tem uma frota de foguetes reutilizáveis da SpaceX, outra empresa de Musk, que facilitam os lançamentos. Além disso, a Starlink afirma que seus satélites são projetados para se desintegrar na reentrada atmosférica, evitando o acúmulo de lixo espacial.

    A expectativa é que o Sol se acalme nos próximos anos, reduzindo os riscos para os satélites da Starlink e das demais empresas. Enquanto isso, os usuários da internet via satélite podem ter que lidar com algumas instabilidades no serviço, causadas pelas tempestades solares. Mas isso pode ser um pequeno preço a pagar por ter acesso à rede em qualquer lugar do mundo.

  • Qual foi o verdadeiro motivo que fez a Índia lançar uma missão de exploração do Sol?

    Qual foi o verdadeiro motivo que fez a Índia lançar uma missão de exploração do Sol?

    A Índia entrou para o seleto grupo de países que exploram o Sol com o lançamento da sua primeira missão solar, chamada Aditya-L1, em 2 de setembro de 2023.

    A missão tem como objetivo estudar as diferentes camadas do Sol, os fenômenos solares que afetam o clima espacial e a Terra, e os processos físicos que governam a atividade solar.

    A sonda Aditya-L1 foi lançada a bordo de um foguete GSLV Mk III, a partir do Centro Espacial Satish Dhawan, em Sriharikota, no sul da Índia. A sonda irá viajar cerca de 1,5 milhão de quilômetros até atingir um ponto no espaço onde a gravidade do Sol e da Terra se cancelam, chamado ponto Lagrange 1 (L1). Nesse ponto, a sonda irá orbitar em torno do Sol, mantendo uma visão constante da estrela com baixo consumo de combustível.

    A missão é considerada única e inovadora por combinar sete instrumentos científicos que abordam três problemas importantes na física solar: a origem do vento solar, a estrutura e dinâmica da coroa solar, e as fontes e aceleração das partículas energéticas solares. Além disso, a missão irá desenvolver uma nova tecnologia para monitorar a coroa interna do Sol, que é a região mais próxima da superfície solar e que tem uma temperatura de milhões de graus.

    A missão irá contribuir para o conhecimento sobre as erupções solares e as ejeções de massa coronal, que são explosões gigantescas de plasma e campos magnéticos que podem atingir a Terra e causar distúrbios na atmosfera, nos satélites, nas comunicações de rádio e nas redes elétricas. A missão também irá fornecer dados valiosos para melhorar as previsões do clima espacial e proteger as infraestruturas terrestres e espaciais.

    A missão Aditya-L1 é um marco na exploração espacial da Índia, que já tem missões bem-sucedidas na Lua e em Marte. A missão também coloca a Índia na vanguarda da pesquisa solar, ao lado de outras potências espaciais como Estados Unidos, Europa, China e Japão.

    A missão tem como objetivo estudar as diferentes camadas do Sol, os fenômenos solares que afetam o clima espacial e a Terra, e os processos físicos que governam a atividade solar.

    A sonda Aditya-L1 foi lançada a bordo de um foguete GSLV Mk III, a partir do Centro Espacial Satish Dhawan, em Sriharikota, no sul da Índia. A sonda irá viajar cerca de 1,5 milhão de quilômetros até atingir um ponto no espaço onde a gravidade do Sol e da Terra se cancelam, chamado ponto Lagrange 1 (L1). Nesse ponto, a sonda irá orbitar em torno do Sol, mantendo uma visão constante da estrela com baixo consumo de combustível.

    A missão é considerada única e inovadora por combinar sete instrumentos científicos que abordam três problemas importantes na física solar: a origem do vento solar, a estrutura e dinâmica da coroa solar, e as fontes e aceleração das partículas energéticas solares. Além disso, a missão irá desenvolver uma nova tecnologia para monitorar a coroa interna do Sol, que é a região mais próxima da superfície solar e que tem uma temperatura de milhões de graus.

    A missão irá contribuir para o conhecimento sobre as erupções solares e as ejeções de massa coronal, que são explosões gigantescas de plasma e campos magnéticos que podem atingir a Terra e causar distúrbios na atmosfera, nos satélites, nas comunicações de rádio e nas redes elétricas. A missão também irá fornecer dados valiosos para melhorar as previsões do clima espacial e proteger as infraestruturas terrestres e espaciais.

    A missão Aditya-L1 é um marco na exploração espacial da Índia, que já tem missões bem-sucedidas na Lua e em Marte. A missão também coloca a Índia na vanguarda da pesquisa solar, ao lado de outras potências espaciais como Estados Unidos, Europa, China e Japão.

  • Mancha no sol: entenda o ciclo solar e a atividade das manchas solares

    Mancha no sol: entenda o ciclo solar e a atividade das manchas solares

    Você já ouviu falar em algum tipo de mancha no sol? As manchas solares são regiões escuras na superfície do Sol que podem emitir intensas rajadas de radiação quando “arrebentam”.

    Elas se formam sobre áreas que têm fortes campos magnéticos, e, às vezes, esses campos magnéticos emaranhados podem desencadear uma explosão. Essas explosões são chamadas de erupções solares e podem causar efeitos na Terra, como interferência nas ondas de rádio e algumas quedas de energia, além de formar espetáculos de luzes coloridas conhecidos como auroras.

    O Sol tem um ciclo de 11 anos de atividade solar, e está atualmente no que os astrônomos chamam de Ciclo Solar 25. Esse número indica os ciclos que foram acompanhados de perto pelos cientistas. No auge dos ciclos solares, o Sol tem uma série de manchas em sua superfície, que representam concentrações de energia. Os cientistas preveem que o próximo pico do ciclo será em 2025, mas não sabem quantas manchas irão aparecer ou o quão agressivo será esse período.

    Recentemente, uma mancha solar denominada AR 3038 dobrou de tamanho entre domingo (19) e segunda-feira (20) de junho de 2022 à noite. Agora, ela está virada para a Terra, o que aumenta o risco de uma tempestade solar ejetar partículas carregadas de radiação em direção ao nosso planeta. Essas partículas podem causar mais problemas para os satélites e as redes elétricas, além de aumentar a chance de vermos auroras mais brilhantes e mais ao sul do que o normal.

    As manchas solares são um fenômeno fascinante e importante para entendermos o comportamento do Sol e seus efeitos na Terra. Por isso, os cientistas estão sempre monitorando a atividade solar e tentando prever quando e onde as manchas solares irão surgir. Assim, podemos nos preparar melhor para os possíveis impactos das tempestades solares e também apreciar as belezas que elas podem criar no céu.

    Elas se formam sobre áreas que têm fortes campos magnéticos, e, às vezes, esses campos magnéticos emaranhados podem desencadear uma explosão. Essas explosões são chamadas de erupções solares e podem causar efeitos na Terra, como interferência nas ondas de rádio e algumas quedas de energia, além de formar espetáculos de luzes coloridas conhecidos como auroras.

    O Sol tem um ciclo de 11 anos de atividade solar, e está atualmente no que os astrônomos chamam de Ciclo Solar 25. Esse número indica os ciclos que foram acompanhados de perto pelos cientistas. No auge dos ciclos solares, o Sol tem uma série de manchas em sua superfície, que representam concentrações de energia. Os cientistas preveem que o próximo pico do ciclo será em 2025, mas não sabem quantas manchas irão aparecer ou o quão agressivo será esse período.

    Recentemente, uma mancha solar denominada AR 3038 dobrou de tamanho entre domingo (19) e segunda-feira (20) de junho de 2022 à noite. Agora, ela está virada para a Terra, o que aumenta o risco de uma tempestade solar ejetar partículas carregadas de radiação em direção ao nosso planeta. Essas partículas podem causar mais problemas para os satélites e as redes elétricas, além de aumentar a chance de vermos auroras mais brilhantes e mais ao sul do que o normal.

    As manchas solares são um fenômeno fascinante e importante para entendermos o comportamento do Sol e seus efeitos na Terra. Por isso, os cientistas estão sempre monitorando a atividade solar e tentando prever quando e onde as manchas solares irão surgir. Assim, podemos nos preparar melhor para os possíveis impactos das tempestades solares e também apreciar as belezas que elas podem criar no céu.

  • Explosões solares: o que são e como podem afetar nosso planeta

    Explosões solares: o que são e como podem afetar nosso planeta

    O Sol é a estrela mais importante para a vida na Terra, pois fornece energia, luz e calor. Mas o Sol também é uma fonte de fenômenos violentos e imprevisíveis, como as explosões solares.

    Essas explosões podem ter consequências para o nosso planeta, desde belas auroras polares até danos em equipamentos eletrônicos e comunicações.

    O que são explosões solares?

    As explosões solares são emissões repentinas de radiação eletromagnética e partículas de energia localizadas em uma pequena região da atmosfera solar, onde o campo magnético é especialmente forte e complexo. As explosões solares acontecem quando campos magnéticos do Sol se reconectam, causando explosões que podem enviar partículas carregadas a milhares de quilômetros.

    As explosões solares são classificadas em um sistema de acordo com a sua força: A, B, C, M e X, sendo X as mais poderosas. A intensidade das explosões solares varia de acordo com o ciclo de atividade magnética do Sol, que dura cerca de 11 anos. O pico desse ciclo é chamado de máximo solar, e é quando ocorrem mais explosões solares. Atualmente, estamos entrando no máximo do ciclo atual, que deve atingir seu ápice em 2024.

    Quais são os efeitos das explosões solares na Terra?

    As explosões solares podem ter efeitos sobre a Terra, dependendo da sua intensidade e direção. A maioria delas é filtrada pela atmosfera da Terra, não havendo risco para os seres vivos. No entanto, as explosões solares podem ser acompanhadas por ejeções de massa coronal (CMEs), que são nuvens gigantes de plasma solar que se movem mais lentamente e podem atingir a Terra em alguns dias. As CMEs podem interagir com a magnetosfera terrestre, uma espécie de bolha protetora que envolve a Terra, e causar tempestades geomagnéticas (ou solares).

    As tempestades solares podem ter impactos negativos em equipamentos elétricos e redes no solo, além de interferir em sinais de GPS e de rádio, satélites e naves espaciais em órbita. Elas também podem aumentar a dose de radiação para os astronautas na Estação Espacial Internacional. Por outro lado, as tempestades solares podem gerar auroras polares impressionantes, que são fenômenos luminosos causados pela interação das partículas solares com o campo magnético e a atmosfera terrestre.

    Como podemos nos preparar para as explosões solares?

    As explosões solares são eventos naturais que não podemos evitar ou controlar. No entanto, podemos monitorar a atividade solar por meio de observatórios espaciais e terrestres, que nos alertam sobre possíveis erupções e tempestades solares. Assim, podemos tomar medidas preventivas para proteger nossos sistemas elétricos e de comunicação, bem como nossos astronautas e satélites.

    Além disso, podemos aproveitar as oportunidades que as explosões solares nos oferecem para estudar o Sol e seus mistérios. As explosões solares nos revelam informações sobre o campo magnético solar, a estrutura da atmosfera solar e os processos físicos que ocorrem no interior da estrela. Também podemos aprender mais sobre os efeitos das partículas solares na magnetosfera e na atmosfera terrestre, bem como na vida no espaço.

    As explosões solares são fenômenos fascinantes que nos mostram a beleza e a complexidade do nosso Sol. Ao mesmo tempo, elas nos lembram dos desafios que enfrentamos para conviver com essa estrela tão vital quanto imprevisível.

    Essas explosões podem ter consequências para o nosso planeta, desde belas auroras polares até danos em equipamentos eletrônicos e comunicações.

    O que são explosões solares?

    As explosões solares são emissões repentinas de radiação eletromagnética e partículas de energia localizadas em uma pequena região da atmosfera solar, onde o campo magnético é especialmente forte e complexo. As explosões solares acontecem quando campos magnéticos do Sol se reconectam, causando explosões que podem enviar partículas carregadas a milhares de quilômetros.

    As explosões solares são classificadas em um sistema de acordo com a sua força: A, B, C, M e X, sendo X as mais poderosas. A intensidade das explosões solares varia de acordo com o ciclo de atividade magnética do Sol, que dura cerca de 11 anos. O pico desse ciclo é chamado de máximo solar, e é quando ocorrem mais explosões solares. Atualmente, estamos entrando no máximo do ciclo atual, que deve atingir seu ápice em 2024.

    Quais são os efeitos das explosões solares na Terra?

    As explosões solares podem ter efeitos sobre a Terra, dependendo da sua intensidade e direção. A maioria delas é filtrada pela atmosfera da Terra, não havendo risco para os seres vivos. No entanto, as explosões solares podem ser acompanhadas por ejeções de massa coronal (CMEs), que são nuvens gigantes de plasma solar que se movem mais lentamente e podem atingir a Terra em alguns dias. As CMEs podem interagir com a magnetosfera terrestre, uma espécie de bolha protetora que envolve a Terra, e causar tempestades geomagnéticas (ou solares).

    As tempestades solares podem ter impactos negativos em equipamentos elétricos e redes no solo, além de interferir em sinais de GPS e de rádio, satélites e naves espaciais em órbita. Elas também podem aumentar a dose de radiação para os astronautas na Estação Espacial Internacional. Por outro lado, as tempestades solares podem gerar auroras polares impressionantes, que são fenômenos luminosos causados pela interação das partículas solares com o campo magnético e a atmosfera terrestre.

    Como podemos nos preparar para as explosões solares?

    As explosões solares são eventos naturais que não podemos evitar ou controlar. No entanto, podemos monitorar a atividade solar por meio de observatórios espaciais e terrestres, que nos alertam sobre possíveis erupções e tempestades solares. Assim, podemos tomar medidas preventivas para proteger nossos sistemas elétricos e de comunicação, bem como nossos astronautas e satélites.

    Além disso, podemos aproveitar as oportunidades que as explosões solares nos oferecem para estudar o Sol e seus mistérios. As explosões solares nos revelam informações sobre o campo magnético solar, a estrutura da atmosfera solar e os processos físicos que ocorrem no interior da estrela. Também podemos aprender mais sobre os efeitos das partículas solares na magnetosfera e na atmosfera terrestre, bem como na vida no espaço.

    As explosões solares são fenômenos fascinantes que nos mostram a beleza e a complexidade do nosso Sol. Ao mesmo tempo, elas nos lembram dos desafios que enfrentamos para conviver com essa estrela tão vital quanto imprevisível.

  • Cientistas identificam objeto 10 milhões de vezes mais brilhante que o Sol

    Cientistas identificam objeto 10 milhões de vezes mais brilhante que o Sol

    Os astrônomos da NASA encontraram alguns objetos espaciais que estão quebrando as leis da física. Esses objetos são chamados de fontes ultraluminosas de raios-X (ULXs), e emitem cerca de 10 milhões de vezes mais energia do que o Sol.

    Uma dessas ULXs, chamada de M82 X-2, é na verdade uma estrela de nêutrons, que é um núcleo de uma estrela morta muito densa e com uma atração gravitacional enorme. Essa estrela de nêutrons está roubando material de uma estrela vizinha e produzindo explosões gigantescas, que geram o brilho impressionante.

    O mais surpreendente é que essa ULX está ultrapassando o limite de Eddington, que é uma lei física que determina o quão brilhante algo de um determinado tamanho pode ser. Se esse limite for excedido, o objeto deveria se explodir em pedaços. Mas isso não acontece com a M82 X-2. A hipótese dos cientistas é que o campo magnético forte da estrela de nêutrons muda a forma dos átomos, fazendo com que eles fiquem mais juntos e resistam à pressão da luz.

    Essa descoberta mostra que ainda há muito a aprender sobre o universo e os fenômenos que ocorrem nele. As ULXs são objetos fascinantes que desafiam a física e nos fazem questionar os limites da natureza.

    Uma dessas ULXs, chamada de M82 X-2, é na verdade uma estrela de nêutrons, que é um núcleo de uma estrela morta muito densa e com uma atração gravitacional enorme. Essa estrela de nêutrons está roubando material de uma estrela vizinha e produzindo explosões gigantescas, que geram o brilho impressionante.

    O mais surpreendente é que essa ULX está ultrapassando o limite de Eddington, que é uma lei física que determina o quão brilhante algo de um determinado tamanho pode ser. Se esse limite for excedido, o objeto deveria se explodir em pedaços. Mas isso não acontece com a M82 X-2. A hipótese dos cientistas é que o campo magnético forte da estrela de nêutrons muda a forma dos átomos, fazendo com que eles fiquem mais juntos e resistam à pressão da luz.

    Essa descoberta mostra que ainda há muito a aprender sobre o universo e os fenômenos que ocorrem nele. As ULXs são objetos fascinantes que desafiam a física e nos fazem questionar os limites da natureza.

  • Sonda da NASA tira primeira foto do interior da atmosfera do sol

    A Parker Solar Probe, sonda espacial da NASA, está em uma difícil missão rumo ao sol.

    Enquanto vai se aproximando da nossa estrela, a sonda nos envia dados inéditos da região mais quente do nosso sistema.

    Em outubro, a Parker acelerou através da atmosfera que envolve o sol e fez uma das fotografias mais importantes da nossa história. Trata-se nada menos do que a primeira imagem de “dentro” do sol.

    A fotografia foi feita quando a sonda estava a 16,9 milhões de quilômetros do sol, dentro de sua coroa.

    Ela mostra claramente dois jatos distintos de material solar, conhecidos como flâmulas corais, que emanam da esquerda da imagem.

    Aquele ponto brilhante à distância é o gigante de gás Júpiter, enquanto as manchas pretas são artefatos de correção de fundo.

    A imagem foi divulgada em uma conferência de imprensa realizada na reunião de outono da União Geofísica Americana, onde cientistas da NASA discutiram o que eles esperavam aprender com a missão, assim que os primeiros dados começaram a ser enviados à Terra.

    O primeiro conjunto de dados começou a ser transferido em 7 de dezembro, mas relatório só estará completo depois que a sonda fizer um segundo sobrevoo em abril de 2019.

    Se a missão continuar sem problemas e os instrumentos que examinam os campos eletromagnéticos, íons e partículas energéticas do sol estiverem funcionando, a Sonda Solar estará perfeitamente preparada para revelar alguns dos maiores segredos do sol, como por que a coroa é muito mais quente do que a superfície.

  • Sonda solar da NASA quebra recorde de aproximação do Sol

    Lançada em agosto, a sonda solar da missão Parker Solar Probe, da NASA, tinha como objetivo “tocar o Sol” para que pudéssemos compreender melhor os ventos solares, os locais de origem das explosões solares e outros mistérios sobre o comportamento da nossa estrela.

    Este foi o primeiro objeto feito pela humanidade a entrar na atmosfera do Sol e se tornou a que mais se aproximou da estrela.

    Nesta segunda-feira (29), a agência espacial comunicou que a Parker bateu o recorde atual de 42,73 milhões de quilômetros da superfície do Sol, e que a espaçonave continua gradualmente diminuindo sua órbita em torno da estrela.

    A distância final que a missão pretende chegar da superfície do Sol é de 6,16 milhões de quilômetros.

    O recorde anterior foi estabelecido pela sonda Helios 2 alemã-americana em abril de 1976.

    “Faz apenas 78 dias desde que a sonda solar Parker foi lançada, e agora chegamos mais perto de nossa estrela do que qualquer outra espaçonave da história”, disse o gerente de projeto Andy Driesman.

    Além do notável resultado registrado em distância, também foi estabelecido o recorde de velocidade de naves que viajam ao Sol, alcançando 247 mil km/h.

    Durante 7 anos de missão, a sonda deve completar 24 órbitas em torno da estrela se aproximando a cerca de 3,8 milhões de quilômetros da sua superfície, além de mergulhar na coroa — a áurea plasmática que é ainda mais quente que a superfície do Sol.

    Um cartão de memória com os nomes de mais de 1,1 milhão de pessoas que se inscreveram para “viajar” ao Sol também está a bordo da sonda, que possui uma proteção térmica de carbono.

    A primeira coleta de dados deve ser recebida pela NASA já em dezembro. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Organismos ‘alienígenas’ são encontrados no Chile

    Parece que não é só fora do planeta terra existem organismos alienígenas. Bem, pelo menos foi o que cientistas da Universidade Nacional da Austrália descobriram. Eles estavam investigando a microfauna de gêiseres chilenos quando descobriram uma bactéria que, teoricamente, é capaz de sobreviver a condições marcianas. Trata-se do organismo mais apto para a vida em Marte do que qualquer outra espécie até então descoberta.

    No estudo, eles explicam que as bactérias Chroococcidiopsis thermalis são capazes de absorver luz vermelha e de converter em energia. Sendo assim, a luz brilhante solar acaba por ser nociva para estes organismos e é desnecessária para sua sobrevivência.

    A localização de Marte está em uma região bem mais longe do Sol do que a Terra, por isso a luz lá é menos brilhante e, como consequência, mais apropriada para a existência de Chroococcidiopsis thermalis. A diferença de qualquer outro organismo terrestre, as mencionadas bactérias poderiam viver em Marte sem assistência externa.

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    Essa não foi primeira descoberta “marciana” no Chile. Alguns meses atrás, pesquisadores encontraram alguns organismos similares no deserto mais seco do planeta — Atacama. Com informações da Sputnik Brasil.