Tag: SpaceX

  • O que vem após o fim da Estação Espacial Internacional?

    O que vem após o fim da Estação Espacial Internacional?

    A Estação Espacial Internacional (ISS) é um dos maiores feitos da humanidade na exploração espacial. Desde 1998, ela abriga astronautas de diferentes países e realiza experimentos científicos em órbita.

    Mas o seu tempo de vida está chegando ao fim: em 2031, ela será desativada e mergulhada no oceano.

    O que acontecerá depois disso?

    Segundo a revista Nature, alguns projetos comerciais podem ocupar o lugar da ISS no espaço. Uma empresa que já leva turistas espaciais para a estação em foguetes da SpaceX, a Axiom Space, quer acoplar módulos à ISS. Esses módulos poderiam se separar e formar sua própria estação de uso pago. Outras empresas esperam mudar a decisão da NASA de desorbitar a ISS: a CisLunar quer reciclar a estação no espaço, derretendo parte do seu metal ou reaproveitando alguns módulos.

    A ISS é um patrimônio da ciência e da cooperação internacional. Seu fim será um dia triste, mas também uma oportunidade para novas iniciativas e descobertas no espaço.

    Mas o seu tempo de vida está chegando ao fim: em 2031, ela será desativada e mergulhada no oceano.

    O que acontecerá depois disso?

    Segundo a revista Nature, alguns projetos comerciais podem ocupar o lugar da ISS no espaço. Uma empresa que já leva turistas espaciais para a estação em foguetes da SpaceX, a Axiom Space, quer acoplar módulos à ISS. Esses módulos poderiam se separar e formar sua própria estação de uso pago. Outras empresas esperam mudar a decisão da NASA de desorbitar a ISS: a CisLunar quer reciclar a estação no espaço, derretendo parte do seu metal ou reaproveitando alguns módulos.

    A ISS é um patrimônio da ciência e da cooperação internacional. Seu fim será um dia triste, mas também uma oportunidade para novas iniciativas e descobertas no espaço.

  • Starlink no Brasil: internet via satélite fica mais barata e competitiva

    Starlink no Brasil: internet via satélite fica mais barata e competitiva

    A Starlink, empresa de internet via satélite da SpaceX, anunciou uma redução significativa no preço da sua mensalidade no Brasil e em outros países.

    Saiba mais sobre os novos valores e como contratar a Starlink no Brasil.

    Starlink no Brasil

    A internet via satélite da Starlink, um dos projetos mais ambiciosos de Elon Musk, está ficando mais acessível para os brasileiros. A empresa enviou um comunicado por e-mail aos seus clientes informando que a mensalidade do serviço vai cair 20% nas faturas geradas a partir de 10 de maio de 2023.

    Antes, o valor da assinatura era de R$ 530 por mês, sem os impostos. Com a redução, passou para R$ 230. O desconto vale também para novos assinantes e será aplicado automaticamente. Além disso, o kit de equipamentos necessário para usar a internet da Starlink, que inclui uma antena e um roteador, teve seu preço reduzido de R$ 2.000 para R$ 1.000.

    A Starlink é uma constelação de satélites em órbita baixa que fornecem internet de alta velocidade e baixa latência para qualquer lugar do mundo, inclusive em áreas rurais ou com pouca infraestrutura de telecomunicações. A empresa promete velocidades de até 1 Gbps e latência de 25 milissegundos.

    A Starlink foi aprovada pela Anatel em janeiro de 2022 e tem autorização para operar no Brasil até 2027. Segundo o site oficial da empresa, há mais de 100 mil usuários ativos do serviço em 14 países. A meta é lançar cerca de 12 mil satélites até o final de 2023 e atingir mais de um milhão de clientes.

    Para contratar a Starlink no Brasil, é preciso acessar o site da empresa e verificar a disponibilidade do serviço na sua região. O valor final da assinatura varia conforme o frete e os impostos estaduais. A empresa também cobra uma taxa única de R$ 100 para reservar o serviço.

    A redução no preço da Starlink no Brasil pode tornar o serviço mais competitivo em relação às outras operadoras de internet via satélite disponíveis no país, como a HughesNet e a Viasat. Essas empresas oferecem planos com velocidades entre 10 Mbps e 25 Mbps e preços entre R$ 149,90 e R$ 359,90 por mês.

    No entanto, a Starlink ainda enfrenta alguns desafios para se consolidar no mercado brasileiro, como a instabilidade do sinal em dias nublados ou chuvosos, a necessidade de instalar uma antena com visão clara do céu e a concorrência com as redes móveis 4G e 5G.

    Saiba mais sobre os novos valores e como contratar a Starlink no Brasil.

    Starlink no Brasil

    A internet via satélite da Starlink, um dos projetos mais ambiciosos de Elon Musk, está ficando mais acessível para os brasileiros. A empresa enviou um comunicado por e-mail aos seus clientes informando que a mensalidade do serviço vai cair 20% nas faturas geradas a partir de 10 de maio de 2023.

    Antes, o valor da assinatura era de R$ 530 por mês, sem os impostos. Com a redução, passou para R$ 230. O desconto vale também para novos assinantes e será aplicado automaticamente. Além disso, o kit de equipamentos necessário para usar a internet da Starlink, que inclui uma antena e um roteador, teve seu preço reduzido de R$ 2.000 para R$ 1.000.

    A Starlink é uma constelação de satélites em órbita baixa que fornecem internet de alta velocidade e baixa latência para qualquer lugar do mundo, inclusive em áreas rurais ou com pouca infraestrutura de telecomunicações. A empresa promete velocidades de até 1 Gbps e latência de 25 milissegundos.

    A Starlink foi aprovada pela Anatel em janeiro de 2022 e tem autorização para operar no Brasil até 2027. Segundo o site oficial da empresa, há mais de 100 mil usuários ativos do serviço em 14 países. A meta é lançar cerca de 12 mil satélites até o final de 2023 e atingir mais de um milhão de clientes.

    Para contratar a Starlink no Brasil, é preciso acessar o site da empresa e verificar a disponibilidade do serviço na sua região. O valor final da assinatura varia conforme o frete e os impostos estaduais. A empresa também cobra uma taxa única de R$ 100 para reservar o serviço.

    A redução no preço da Starlink no Brasil pode tornar o serviço mais competitivo em relação às outras operadoras de internet via satélite disponíveis no país, como a HughesNet e a Viasat. Essas empresas oferecem planos com velocidades entre 10 Mbps e 25 Mbps e preços entre R$ 149,90 e R$ 359,90 por mês.

    No entanto, a Starlink ainda enfrenta alguns desafios para se consolidar no mercado brasileiro, como a instabilidade do sinal em dias nublados ou chuvosos, a necessidade de instalar uma antena com visão clara do céu e a concorrência com as redes móveis 4G e 5G.

  • ViaSat-3: o satélite que promete levar internet de alta velocidade para todo o mundo

    ViaSat-3: o satélite que promete levar internet de alta velocidade para todo o mundo

    Nesta quarta-feira (26), a empresa americana Viasat vai lançar ao espaço o primeiro de uma série de três satélites que formam a constelação ViaSat-3.

    O objetivo é oferecer internet banda larga de alta qualidade e baixo custo para quase qualquer ponto do planeta, incluindo áreas rurais e remotas.

    O ViaSat-3 América, como é chamado o primeiro satélite, vai cobrir todo o continente americano, desde o Alasca até a Patagônia. Segundo a empresa, ele deve começar a operar no Brasil no segundo semestre deste ano, em parceria com a Telebras.

    O satélite tem uma capacidade de transmissão de dados de 1 terabit por segundo, o que equivale a cerca de 400 milhões de ligações telefônicas simultâneas. Ele também é capaz de se adaptar à demanda dos usuários, direcionando mais ou menos potência para cada região.

    O lançamento do ViaSat-3 América será feito pela SpaceX, a empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, que também tem seu próprio projeto de internet via satélite, chamado Starlink. A diferença é que o Starlink usa uma rede de milhares de pequenos satélites em órbita baixa, enquanto o ViaSat-3 usa apenas três grandes satélites em órbita geoestacionária.

    Os próximos dois satélites da constelação ViaSat-3 devem ser lançados nos próximos anos. O segundo vai cobrir Europa, Oriente Médio e África, e o terceiro vai atender Ásia-Pacífico. Com isso, a Viasat espera alcançar mais de 80% da população mundial com sua internet via satélite.

    O objetivo é oferecer internet banda larga de alta qualidade e baixo custo para quase qualquer ponto do planeta, incluindo áreas rurais e remotas.

    O ViaSat-3 América, como é chamado o primeiro satélite, vai cobrir todo o continente americano, desde o Alasca até a Patagônia. Segundo a empresa, ele deve começar a operar no Brasil no segundo semestre deste ano, em parceria com a Telebras.

    O satélite tem uma capacidade de transmissão de dados de 1 terabit por segundo, o que equivale a cerca de 400 milhões de ligações telefônicas simultâneas. Ele também é capaz de se adaptar à demanda dos usuários, direcionando mais ou menos potência para cada região.

    O lançamento do ViaSat-3 América será feito pela SpaceX, a empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, que também tem seu próprio projeto de internet via satélite, chamado Starlink. A diferença é que o Starlink usa uma rede de milhares de pequenos satélites em órbita baixa, enquanto o ViaSat-3 usa apenas três grandes satélites em órbita geoestacionária.

    Os próximos dois satélites da constelação ViaSat-3 devem ser lançados nos próximos anos. O segundo vai cobrir Europa, Oriente Médio e África, e o terceiro vai atender Ásia-Pacífico. Com isso, a Viasat espera alcançar mais de 80% da população mundial com sua internet via satélite.

  • Foguete Starship explode após lançamento pela SpaceX

    Foguete Starship explode após lançamento pela SpaceX

    O foguete Starship, considerado o mais poderoso do mundo, explodiu no ar nesta quinta-feira (20), minutos após realizar seu primeiro voo de teste.

    O veículo, desenvolvido pela empresa SpaceX para levar pessoas e cargas à Lua e a Marte, decolou com sucesso da base espacial Starbase, no Texas, mas não conseguiu se separar do propulsor e acabou se desintegrando.

    O teste era considerado um marco para a SpaceX, que pretende usar o Starship para missões interplanetárias no futuro. O foguete tem 50 metros de altura e pode transportar até 100 toneladas de carga útil. Ele é composto por duas partes: a cápsula Starship e o propulsor Super Heavy.

    Segundo a empresa do bilionário Elon Musk, o objetivo do teste era demonstrar a capacidade do Starship de subir até 10 quilômetros de altitude e retornar à Terra em uma posição controlada. No entanto, algo deu errado na separação do propulsor, que deveria ocorrer três minutos após o lançamento. O foguete explodiu no ar, gerando uma grande bola de fogo.

    A SpaceX não divulgou as causas do acidente, mas afirmou que o teste foi um sucesso em termos de coleta de dados e que irá analisar as informações para melhorar o projeto do Starship. A empresa também disse que já está trabalhando em um novo protótipo do foguete, que deve realizar outro voo de teste em breve.

    O Starship é um dos projetos mais ambiciosos de Elon Musk, que sonha em colonizar Marte. A SpaceX já tem contratos com a Nasa e com empresas privadas para usar o foguete em missões lunares e orbitais nos próximos anos.

    O veículo, desenvolvido pela empresa SpaceX para levar pessoas e cargas à Lua e a Marte, decolou com sucesso da base espacial Starbase, no Texas, mas não conseguiu se separar do propulsor e acabou se desintegrando.

    O teste era considerado um marco para a SpaceX, que pretende usar o Starship para missões interplanetárias no futuro. O foguete tem 50 metros de altura e pode transportar até 100 toneladas de carga útil. Ele é composto por duas partes: a cápsula Starship e o propulsor Super Heavy.

    Segundo a empresa do bilionário Elon Musk, o objetivo do teste era demonstrar a capacidade do Starship de subir até 10 quilômetros de altitude e retornar à Terra em uma posição controlada. No entanto, algo deu errado na separação do propulsor, que deveria ocorrer três minutos após o lançamento. O foguete explodiu no ar, gerando uma grande bola de fogo.

    A SpaceX não divulgou as causas do acidente, mas afirmou que o teste foi um sucesso em termos de coleta de dados e que irá analisar as informações para melhorar o projeto do Starship. A empresa também disse que já está trabalhando em um novo protótipo do foguete, que deve realizar outro voo de teste em breve.

    O Starship é um dos projetos mais ambiciosos de Elon Musk, que sonha em colonizar Marte. A SpaceX já tem contratos com a Nasa e com empresas privadas para usar o foguete em missões lunares e orbitais nos próximos anos.

  • SpaceX e Nasa lançam astronautas rumo à estação espacial

    A cápsula com quatro astronautas deve chegar à estação espacial no sábado. É a primeira equipe a ser lançada no espaço com material reciclado de um voo anterior.


    Ouça a W:

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Boletim Brasil – Edição 2 de fevereiro

    Boletim Brasil – Edição 2 de fevereiro

    Confira a edição de hoje do Boletim Brasil com apresentação de João Marcos Lins.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


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  • Quer ser o 1º colonizador de Marte? Saiba o que deve fazer

    Eu devo ser franco que em alguns momentos da minha vida a única vontade que tive foi de pegar um foguete pelo espaço sideral e só parar em algum planeta inabitado. Mas meu coração é mole e nunca me deixou largar minha mulher para seguir tal sonho.

    Mas esta pode ser a sua chance. Se você sonha em participar da 1ª missão de colonização de Marte, essas dicas vão ser muito valiosas.

    De acordo com o artigo publicado na revista American Psychologist, as habilidades mais importantes que um membro da missão espacial de longa duração deve ter são três:

    1 – Capacidade de resistir e lidar adequadamente com o estresse
    2 – Ter um bom senso de humor
    3 – Saber como trabalhar em equipe

    Segundo os pesquisadores, um ambiente positivo na equipe permitirá que futuros colonizadores resolvam a maioria dos problemas que possam ocorrer, tanto a bordo da nave espacial, quanto na colônia marciana.

    Os cientistas afirmaram ainda que, em alguns casos, esses traços pessoais podem ser ainda mais importantes para um membro da tripulação do que a saúde física. Mas mesmo tendo uma saúde mental perfeita, não é qualquer um que conseguiria fazer parte dessa missão.

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    A colonização de Marte também exigirá alguns sacrifícios como renunciar à reprodução e a todos os tipos de relações íntimas. O problema é que as condições em Marte podem influenciar de modo negativo o processo de fertilização e a gravidez.

    Além disso, os pesquisadores afirmaram que a existência de uma colônia seria impossível sem a reprodução. Por isso os próprios colonizadores deveriam resolver esse dilema. Agora, como, só Deus sabe.

    Se estiver afim de arriscar passar o resto da vida sem relações íntimas, talvez seja a hora de começar a se preparar para o programa de colonização. Principalmente pelo fato de que o bilionário Elon Musk não está medindo esforços para levar seres humanos até Marte.

    “Em 2022 pretendemos enviar duas naves de carga para Marte e dois anos depois serão efetuados quatro voos: de dois aparelhos e duas naves com astronautas”, disse ele. Ainda segundo o bilionário, sua nave espacial será capaz de transportar mais de 100 pessoas e que o objetivo das primeiras expedições será procurar água no Planeta Vermelho para produzir combustível e criar uma infraestrutura para a próxima colonização. Com informações da Sputnik Brasil.