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  • O lado obscuro dos suplementos: os riscos de produtos para desempenho esportivo e cognitivo

    O lado obscuro dos suplementos: os riscos de produtos para desempenho esportivo e cognitivo

    No vasto mercado de suplementos, que movimentou mais de 40 bilhões de dólares apenas nos EUA em 2023, consumidores buscam melhorar sua saúde e bem-estar.

    Contudo, especialistas alertam para a necessidade de cautela e orientação profissional antes de iniciar o consumo desses produtos.

    Pieter Cohen, professor associado da Harvard Medical School e internista no Cambridge Health Alliance, destaca que, enquanto multivitaminas e suplementos minerais são geralmente seguros e recomendados para certos grupos, outras categorias de suplementos apresentam complexidades. Suplementos voltados para perda de peso, desempenho esportivo, performance sexual ou cognitiva estão entre os mais problemáticos, com maiores chances de contaminação ou adulteração por substâncias experimentais ou medicamentos.

    Pesquisas realizadas pelo Programa de Pesquisa de Suplementos identificaram múltiplas questões com esses tipos de suplementos. Um estudo sobre gomas de melatonina, amplamente utilizadas para melhorar a qualidade do sono e reduzir o estresse, revelou que alguns produtos continham quantidades significativamente diferentes das declaradas, variando de nenhuma até 347% a mais do que o indicado no rótulo. Além disso, produtos distintos apresentaram níveis elevados de canabidiol (CBD), uma substância não esperada.

    Cohen aconselha evitar suplementos que prometem benefícios à saúde sem evidências comprovadas por estudos em humanos. Ele recomenda a escolha de suplementos de marcas renomadas com certificação de terceiros, como os selos da National Institutes of Health, U.S. Pharmacopeia, NSF International ou Anvisa, garantindo que o conteúdo do produto corresponda ao que está no rótulo. Além disso, sugere a preferência por suplementos que contenham um único ingrediente, com exceções como multivitaminas ou cálcio com vitamina D.

    A mensagem é clara: suplementos dietéticos devem ser abordados com prudência. Consultas com profissionais de saúde e a escolha cuidadosa de produtos certificados podem ajudar os consumidores a navegar com segurança neste mercado em expansão, mas sempre questionando a real necessidade de suplementação.

    Contudo, especialistas alertam para a necessidade de cautela e orientação profissional antes de iniciar o consumo desses produtos.

    Pieter Cohen, professor associado da Harvard Medical School e internista no Cambridge Health Alliance, destaca que, enquanto multivitaminas e suplementos minerais são geralmente seguros e recomendados para certos grupos, outras categorias de suplementos apresentam complexidades. Suplementos voltados para perda de peso, desempenho esportivo, performance sexual ou cognitiva estão entre os mais problemáticos, com maiores chances de contaminação ou adulteração por substâncias experimentais ou medicamentos.

    Pesquisas realizadas pelo Programa de Pesquisa de Suplementos identificaram múltiplas questões com esses tipos de suplementos. Um estudo sobre gomas de melatonina, amplamente utilizadas para melhorar a qualidade do sono e reduzir o estresse, revelou que alguns produtos continham quantidades significativamente diferentes das declaradas, variando de nenhuma até 347% a mais do que o indicado no rótulo. Além disso, produtos distintos apresentaram níveis elevados de canabidiol (CBD), uma substância não esperada.

    Cohen aconselha evitar suplementos que prometem benefícios à saúde sem evidências comprovadas por estudos em humanos. Ele recomenda a escolha de suplementos de marcas renomadas com certificação de terceiros, como os selos da National Institutes of Health, U.S. Pharmacopeia, NSF International ou Anvisa, garantindo que o conteúdo do produto corresponda ao que está no rótulo. Além disso, sugere a preferência por suplementos que contenham um único ingrediente, com exceções como multivitaminas ou cálcio com vitamina D.

    A mensagem é clara: suplementos dietéticos devem ser abordados com prudência. Consultas com profissionais de saúde e a escolha cuidadosa de produtos certificados podem ajudar os consumidores a navegar com segurança neste mercado em expansão, mas sempre questionando a real necessidade de suplementação.

  • Operação no DF prende comerciantes que vendiam suplementos com substâncias proibidas

    Equipes da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, da Polícia Civil, cumpriram, na manhã desta quinta-feira (12), três mandados de prisão temporária e 27 de busca e apreensão em mais de 20 locais no DF. É o resultado da Operação Termogênico, que autuou comerciantes pela venda do produto SLIM 3X.

    De acordo com o delegado de Polícia Especializada, Wisslei Salomão, o produto era apresentado como um fitoterápico emagrecedor, mas que contém a substância psicotrópica CLOBENZOREX, que causa depressão, mal-estar, e ainda provoca dependência.

    Para usá-lo, a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, exige receita médica e embalagem com tarja preta.

    A investigação começou em fevereiro, depois que um comprador desconfiou da origem do produto, que era vendido pela internet, a R$ 180 o frasco, e entregue em domicílio. Ele acionou a polícia, segundo o delegado.

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    Nos endereços residenciais e comerciais dos autuados pela polícia, foram encontrados cerca de duzentos frascos do emagrecedor ilegal SLIM 3X. A polícia ainda investiga onde o produto era feito.

    O delegado chama a atenção para os comerciantes que vendem suplementos.

    Os envolvidos com a produção e a venda do SLIM 3X vão responder por tráfico de entorpecentes, e podem pegar de 5 a 15 anos de prisão. Por Radioagência Nacional.